terça-feira, março 31

Oka Island: Começa 2ª Temporada. Veja resumo do 1º Episódio

Confira aqui um resumo sobre o 1º episódio da 2ª Temporada de Oak Island...

No final tem um vídeo meu sobre o assunto...

Assombrados, finalmente estreou em terras tupiniquins a 2ª Temporada de Oak Island no canal por assinatura History Channel (não sabe o que estou falando? Clica aqui). Sei que muitos de vocês não tem acesso a ele e por isso vou trazer para vocês que estão havidos por atualizações um resumão do que passou em cada episódio, e quando terminar a 2ª temporada faço um resumo bem lega, assim como fiz com a 1ª temporada e foi um sucesso...

É claro que o episódio começaria com um resumo do que foi a 1ª Temporada. Achei que seria uns 10 minutos, mas me surpreendeu. Foi 2 minutos só e já partiram para a ação! Já começou com os irmãos buscando respostas para dois mistérios que ficaram em aberto na 1º temporada:

- a moeda espanhola encontrada no pântano
- e porque o aparelho Lorenz DeepMas X6  acusou haver grande quantidade de metais não ferrosos no pântano e quando mergulharam na acharam nada.

segunda-feira, março 30

O Mistério do Visitante Alado de Van Meter

Uma lenda estranha e um mistério que permanece sem resolver por mais de 100 anos de um pequeno povoado de Iowa, EUA.

Desenho do monstro de Van Meter de
acordo com à descrição das testemunhas.
Por várias noites do ano de 1903, o pequeno povoado de Van Meter, localizado em Iowa, EUA, foi aterrorizado por uma grande criatura parecida com um morcego proveniente de uma mina abandonada e cuja identidade desse misterioso monstro nunca foi descoberta.

A lenda remonta a outono de 1903, quando vários dos mais respeitados cidadãos de Van Meter reportaram o encontro com uma entidade metade humana metade animal, com enormes asas de morcego que lhe permitiam voar.

Relatos da época dizem que a criatura se movia velozmente, deixando um fedor repulsivo ao passar e que emanava uma luz cegante a partir de um chifre em sua cabeça.

Cada vez que algum dos habitantes tinha a má sorte de encontrar com o monstro, lhe disparava com as armas que tivesse em mãos, mas isso ao que parece, não fazia ferimento algum no estranho visitante.

A criatura foi avistada pela primeira vez à noite, sobrevoando os tetos das casas. Ao cair a noite seguinte, foi visto tanto pelo médico do povoado como pelo caixa do banco Peter Dunn, quem conseguiu reproduzir em uma forma de gesso, as impressões "de três dedos" do monstro.

À terceira noite, um homem encontrou a criatura pousada sobre um poste de telefone. Outro dos habitantes locais que o viram, disseram que o monstro pulava como um canguru; enquanto a professora da escola local associou a figura da criatura alada com a de um demônio.

Assustados e intimidados pelo que haviam experimentado, os cidadãos seguiram o rastro da criatura até uma mina de carvão abandonada, próxima de uma velha olarpia onde haviam escutado peculiares ruídos saindo da mina. "O ruído abriu passo novamente, e pensaram que Satanás e seu regimento de diabos se preparavam para subir à superfície para uma batalha", dizia um artigo publicado no Dê Moines Daily News de 3 de outubro de 1903.

O mito sobre a criatura sobreviveu ao tempo, e inclusive
existe uma menção no livro do centenário do povoado.
Quando os cidadãos inspecionavam a entrada da mina, o monstro apareceu em companhia de outro que parecia uma versão mais pequena.

Quando lançou um flash de luz cegante, os valentes habitantes de Van Meter que haviam se aventurado até ali, fugiram apavorados. Na manhã seguinte voltariam bem armados para "detonar" com os "demônios".

As "boas-vindas" que deram aquela manhã às criaturas poderia ter afundado uma frota de navios, mas além do singular fedor e dos ruídos do mundo subterrâneo, os seres alados não pareceram se importar muito. Apenas retrocederam e desceram através do oco da velha mina para nunca mais serem vistos.

O caso foi minuciosamente investigado e publicado no livro "O Visitante de Van Meter: Um Verdadeiro e Misterioso Encontro com o Desconhecido" do autor Chade Lewis, quem escreveu 15 livros a respeito de temas paranormais. Lewis contou com a colaboração dos co-autores Noah Voss e Kevin Lee Nelson, e a ajuda da bibliotecária do povoado, Jolena Walker.

Os autores foram ao tranquilo povoado e entrevistaram os residentes locais, quem contaram-lhes as histórias que herdaram de seus antepassados sobre a criatura, além de visitar vários locais históricos, incluindo a velha mina.

Ilustração recente da criatura soltando um raio de luz cegante de sua testa.
Lewis diz que não encontrou evidência sugerindo que o monstro tenha sido uma fraude, apesar de acreditar que alguns dos fatos da história foram exagerados com o passar dos anos.

Mesmo assim, segue sem ter certeza do que era aquele aterrorizante visitante de Van Meter que espalhou o pânico nas ruas do povoado durante às noites de outono de 1903.

No entanto, Chade Lewis afirma que a busca pela resposta foi o que realmente o fascinou.

"Era uma época na qual tudo era possível. As descobertas científicas começavam a acelerar.
De fato, naqueles tempos descobriram o gorila da montanha. A lendária 'besta da selva' era real. Por isso as pessoas estavam abertas ao fato de que qualquer coisa podia acontecer", disse Lewis.

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Tradução/Adaptação: rusmea.com & Mateus Fornazari

Fontes:
http://www.freerepublic.com/focus/chat/3016081/posts
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2319503/The-unsolved-mystery-Van-Meter-Visitor--winged-creature-glowing-horn-caused-terror-Iowa-town-110-years-ago.html
http://www.chadlewisresearch.com/default.html

Marido Afirma que é Atormentado pelo Espírito da Esposa até por Causa de Chinelos


Ted Wiseman um ex-sorveteiro de de 79 anos diz que tem sido assediado a partir do plano espectral por sua implacável esposa Yvonne.
Ele diz que o espírito de Yvonne, que faleceu de um AVC em maio de 2014 com a idade de 64 anos, já se comunicou com ele através de uma médium e foi taxativa: "Você está usando meus chinelos...Tire-os agora!" teria dito ela.

Além disso, Yvonne adotaria uma abordagem mais enérgica quanto aos hábitos irritantes de Ted na hora de dormir. Ele disse que recentemente acordou com os berros dela dizendo: "Pare com esse maldito fungamento!"
"Eu fiquei absolutamente chocado", disse Ted de Halesowen, Midlands Ocidentais, Reino Unido. "Assim era ela. Era exatamente isso o que ela costumava dizer. Ela também ficava muito irritada quando eu estalava meus dedos ou chupava os dentes. Quando ela via isso, ela ficava vermelha de raiva, mas nunca guardou rancor."

O aposentado admitiu: "Ela era a chefe. Se fizesse algo errado, ela fazia com que soubesse. Por exemplo. Certa vez um jovem bateu na nossa porta e disse que precisava de ajuda porque alguém estava atrás dele. Antes que eu percebesse, Yvonne estava gritando 'Fora!' e empurrando-o escadaria abaixo. Eu desisti porque eu nunca ganhei."

Ted Wiseman e a sua enérgica esposa
Yvonne quando viva.

Ted e Yvonne, quem era uma prestadora de cuidados assistenciais, foram casados ​​por 46 anos e tiveram dois filhos e cinco netos. O filho David ainda vive na moradia de três cômodos que é a casa da família há 39 anos.

Apesar do pavio curto dela, Ted adora sua esposa. Ele disse: "Ela era uma viciada em trabalho. Ela gostava de tudo novo em folha e eu mantive as coisas dessa maneira. Ela era espirituosa e tudo o que fizemos, fizemos juntos."

A feroz e orgulhosa Yvonne, que gostava de tudo certinho no seu lugar, fez sentir sua presença pela primeira vez em um restaurante indiano.
O filho David, de 45 anos e Ted, assistiram perplexos como um prato deslizava pela toalha ao seu devido lugar. Desde então, Yvonne tem se esforçado para garantir que tudo esteja em ordem na sua casa.

Fiel à forma, ela agora está vagando pela propriedade que compartilhou uma vez, desligando as luzes e colocando os itens de volta em suas devidas gavetas.
Recentemente, a neta Chelsea de 20 anos, irrompeu cantando a canção favorita de Yvonne, "If I Knew You Were Comin’ I’d’ve Baked a Cake". Yvonne deu seu veredicto sobre a interpretação batendo forte a tampa do forno. 

As visitas constantes fizeram de Ted um firme crente no além. "Eu era um cético, não sou agora. Acredite em mim, eu estou vendo isso. Está acontecendo na minha frente ", acrescentou.

Tradução/Adaptação: rusmea.com & Mateus Fornazari

Relacionam o "Stonehenge" do Deserto de Gobi com a Adoração ao Sol



Cerca de 200 formações de pedra fascinaram os arqueólogos desde que foram descobertas no Deserto de Gobi no ano de 2003. Conhecidos como os "Estranhos Círculos de Pedra" pelos habitantes locais em Turpan, as estruturas variam em tamanho e forma. O porquê, como e para que servem os círculos, ainda permanece um mistério.

Existem mais de 200 círculos de pedra no Deserto de Gobi. Agora, um especialista sugeriu que os círculos seriam utilizados por primitivos nômades para adorar e render culto ao Sol, e que inclusive, dentro dos limites de pedras, poderiam ter executado algum tipo de sacrifício ritual (ainda que ignore que tipo de sacrifício).

Os círculos estão localizados nas Montanhas a leste da cidade de Turpan, noroeste da China, e cobrem uma extensão de mais de 6.6 km2.
Graças à tecnologia dos drones, na atualidade conseguiram uma vista única das estruturas em uma tentativa de entender e revelar suas origens. Assista ao vídeo.

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Os especialistas acreditam que os círculos tenham relação direta com as tradições históricas locais, ainda quem não entrem em um acordo quanto à antiguidade que possuem. Alguns foram escavados com o objetivo de confirmar ou descartar sua função como lugares fúnebres. De fato, a tumba de Gengis Khan que está sendo procurada atualmente na vizinha Mongólia, poderia estar, segundo os arqueólogos, marcada com este tipo de formações rochosas.

"Não tenho dúvidas que foram feitos pelo homem e puderam servir para marcar sepulturas, ao menos. Na Mongolia, as escavações ocasionalmente encontraram tumbas no centro dos círculos", explica Volker Heyd, arqueólogo da Universidade de Bristol. "Outros, possivelmente a maioria, denotam serem locais sagrados da paisagem com propriedades espirituais especiais, ou talvez, eram um lugar de reunião para adoradores e ritualistas". Volker pensa que as primeiras estruturas no Deserto de Gobi alcançariam uma antiguidade de ao menos 4.500 anos.

O Círculo do Sol 

Um dos círculos de pedra é especificamente conhecido como o "Círculo do Sol". Está formado por quatro círculos concêntricos; o maior mede 8 metros de diâmetro e o mais pequeno está no interior e parcialmente destruído. A sudeste dessa formação, existem múltiplos círculos de tamanhos variados.

Círculo do Sol, o "Stonehenge" chinês.
Devido à forma do "Círculo do Sol", e à falta de evidência de corpos enterrados ali, o especialista local (Cujo nome não foi mencionado. Minuto 0:25) opina que os círculos, ou ao menos uma fração importante dos mesmos, constituíram locais onde os ancestrais nômades levaram a cabo sacrifícios rituais.

"Ao longo da Ásia Central, esses círculos são lugares de sacrifício", assinalou. "Imagino que este (o Círculo do Sol) era um local onde se adorava ao deus Sol". Localizados cerimoniosamente em terras altas, os círculos foram comparados com o Stonehenge da Grã-Bretanha, cujas origens e propósito também são largamente debatidos.

E o paralelismo não é pouca coisa ao considerar que, do mesmo modo que Stonehenge, as rochas dos círculos na China não pertencem ao deserto onde foram erigidos, mas sim, que foram levadas ali de outra parte. O "Círculo do Sol" está formado por 200 destas misteriosas rochas.

Tradução/Adaptação: rusmea.com & Mateus Fornazari

Fonte Fonte 

Irlandesa Assassinada há 183 anos em Duffy's Cut vai ser Reenterrada na Irlanda


Os restos mortais de Catherine Burns, uma irlandesa assassinada há 183 anos no local de trabalho de Duffy's Cut na Pensilvânia, EUA, em breve será devolvida a sua terra natal no condado de Tyrone na Irlanda do Norte.

Duffy's Cut é o canteiro de obras da infame ferrovia onde cerca de 60 trabalhadores irlandeses foram mortos em 1832. Alguns sucumbiram a uma epidemia de cólera, mas acredita-se que muitos deles tenham sido sido massacrados em uma violenta tentativa de deter a propagação da doença.

Os organizadores da escavação do sítio de Duffy’s Cut
arrecadam fundos para enviar os restos de Catherine
Burns, de volta à sua terra natal na Irlanda do Norte.
O local e sua história foram trazidos à luz nos últimos 12 anos pelos irmãos William e Frank Watson, um um pastor luterano e um historiador da Immaculata University.

Os irmãos Watson, juntamente com o seu colega Earl Schandelmeier, fundaram em 2002, o projeto Duffy's Cut. Desde então a equipe trabalhou para escavar o local, identificar os restos, determinar as causas da morte, e assegurar o financiamento para que o projeto continue em andamento.

O trabalho de repatriação começou em 2013, quando o corpo do trabalhador de 18 anos de idade, John Ruddy foi identificado e devolvido à Ardara, condado de Donegal para um enterro apropriado. Catherine Burns, vai ser a segunda vítima de Duffy's Cut a ser enviada para casa na Irlanda.

Enterro de John Ruddy em Ardara,
Condado de Donegal. 
A triste jornada dos trabalhadores irlandeses assassinados começou com o navio britânico John Stamp, que partiu de Derry com destino a Filadélfia.

A maioria dos passageiros eram de Donegal, Derry e Tyrone, na Irlanda. Depois de dois meses no mar, chegaram na Filadélfia em 23 de junho de 1832. Lá, eles se reuniram com o empreiteiro irlandês Philip Duffy, que lhes ofereceu empregos.

Eles haviam sido contratados pelas empresas de ferrovias Philadelphia e Columbia para construir uma seção na faixa chamada Mile 59, que mais tarde se tornou conhecida como Duffy's Cut. Dentro de seis semanas, aquele 57 trabalhadores foram mortos. Entre eles estavam Catherine Burns, uma viúva de 29 anos de idade, e seu pai de 70 anos, John Burns.

Burns, foi facilmente identificada porque ela era uma espécie de anomalia entre os trabalhadores na sua maioria do sexo masculino. O Dr. Frank Watson disse que "Nós encontramos dois pequenos ossos que haviam sido cobertos de oxidação e no outono do ano passado, levamos a um dentista em Lancaster. Fomos capazes de verificar que eles eram os restos mortais de uma mulher de 30 anos de idade e usando protocolos genealógicos, fomos capazes de rastreá-los até Catherine Burns."

Restos descobertos em Duffy's Cut.
A causa de sua morte foi determinada como trauma contundente e ela foi uma das primeiras sete pessoas a morrer no local, disse o Dr. Frank Watson. A comunidade irlandesa da Philadelphia e os organizadores do o projeto Duffy's Cut, têm realizado festas beneficentes para obter dinheiro para o translado dos restos de Burns.

"Já demos lar a John Ruddy na República e seria adorável se Catherine pudesse ir para casa também," disse Watson. "E se nós pudermos encontrar John Burns, teríamos a intenção de repatriá-lo também. Tem sido um caso incomum para nós e nós sentimos que seria justiça histórica que Catherine seja levada de volta à Irlanda."

Tradução/Adaptação: rusmea.com & Mateus Fornazari

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