quarta-feira, outubro 1

Thai Ngoc: O Homem que não dorme (Assombrado Produções)

Em 1973 esse vietnamita ficou doente e o médico receitou um remédio. Só que esse remédio teve um terrível efeito colateral: fez o homem ficar sem dormir! Isso mesmo, já faz mais de 40 anos que ele não pega no sono...


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Estranha Menina de Apucarana (#30 - Histórias Assombradas!)

Na praça em Apucarana-PR as crianças brincavam e no final da tarde todas iam para as suas casa, menos uma. Será que vocês sabem o por que? Ana conta hoje o relato "Estranha Menina de Apucarana-PR"

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Minha História Assombrada: Caso com o Boneco Max Steel

Meu nome é Lindomar, tenho 14 anos, sempre tive uma queda pelo sobrenatural, várias coisas já aconteceram comigo e uma delas é relacionado ao boneco Max Steel.

Sempre fui fã de bonecos, os meus brinquedos favoritos eram bonecos e ainda hoje é, mas em 2005 eu sempre via os comercias do Max Steel na TV, mas até então não me despertava um interesse grande em ter um, até que conheci dois meninos que vivaram meus amigos e eles tinha alguns bonecos Max Steel, foi então que tive uma vontade enorme de ter um.

Em 2006 minha mãe comprou meu primeiro Max Steel, com armaduras são de fogo, e fiquei extremamente feliz com o brinquedo.  Por eu gostar tanto dele, quando eu me deitava para dormir, colocava-o esticado no meu lado.

Minha História Assombrada: Conversa com um ser do outro lado

Quando tinha 14 anos, fiz uma amizade muito forte com outras duas pessoas. Essas pessoas sofriam muito bulling, eu era do dito grupo dos populares, e por não aguentar mais ver o pessoal zuando os dois, e as vezes fazendo pegadinhas grossas e terríveis, acabei por me revoltar com todos e comecei a ajudar e defender essas duas pessoas.

Era um sentimento estranho, sempre que olhava para o menino, eu sentia que devia ajuda-lo. E assim fiz, e essa foi a melhor escolha da minha vida.

Em apenas 1 ano de amizade, parecia que sempre fomos amigos, eu ia na casa desse jovem todos os dias, menos de segunda feira. Nós nos sentávamos na frente de sua Casa, sobre a sombra da árvore, ficávamos rindo, conversando, comendo besteiras, e mais duas amigas nos acompanhavam.  Íamos todas as tardes, as vezes saíamos a noite, menos de Segunda... Menos de segunda.

Como já havia contado a anos eu mexia com o mundo sobrenatural, e eu não me saia muito bem nisso...

No mês de Outubro de 2008 recebi uma visita durante a noite, não lembro o dia certo, apenas que foi 1 mês antes do meu aniversário.

Era um homem bonito, alto, robusto, cabelos castanhos sedosos, usava paletó preto com uma camisa social branca dentro, ele devia ter +- 1,90 de altura, aparência de talvez uns 28 ou 30 anos, era jovem, o rosto comprido, queixo quadrado, lábios finos, nariz médio, fino e pontudo, olhos com aparência forte e doce ao mesmo tempo, eram quase um mel, maças do rosto proeminentes, os cabelos eram penteados para um dos lado e liso, ombros largos... Mas o que mais me chamou a atenção foi aquele sorriso, era tão branco... e grande.

Só notei a presença dele após ele acender meu abajur, e se sentar no pé de minha cama. Abri os olhos e vi aquele homem sentado me olhando, segurando meu pé sob o edredom... Eu sentei na cama um tanto assustada, mas não pensei em gritar por ajuda, apenas  o encarei... Ele sorria.

Minha História Assombrada: O Curupira Cuidou da Criança

Minha família materna é oriunda do interior do Pará, estado onde moro. No interior sempre acontecem coisas sobrenaturais, principalmente anos atrás, quando a eletricidade ainda era algo incomum. Há quase dez anos, meu tio avô, que ainda morava no interior, mandou notícias a minha avó, aqui na capital, e contou-lhe uma história que havia mobilizado todos os familiares e moradores durante dias a fio.


Em um dia comum, meu tio e sua família realizavam os afazeres diários normalmente, sem notar que um dos seus filhos, de apenas quatro anos na época, se afastou da casa em direção à mata atrás da casa. Como e por que a criança saiu, ate então era um mistério. Quando deram falta, começou a procura e apos algum tempo, os vizinhos foram chamados a fim de saber se alguém havia visto a criança. Nada. Ninguém viu. Passaram três dias e nada da criança aparecer e nenhuma novidade surgia.