24 de fevereiro de 2017

Os Estados Unidos Enviaram uma Aeronave para Detectar Partículas Radioativas de um Suposto "Teste Nuclear" Realizado pela Rússia?


Por Marco Faustino

Desde maio do ano passado, eu comecei a redigir o que vocês conhecem por "Minuto AssombradO", o qual eu carinhosamente apelidei de "MA" (na verdade foi puramente por preguiça mesmo). Assim sendo, muitas notícias, que não se encaixavam ou não compensavam fazer uma postagem completa sobre as mesmas, passaram a ser divulgadas para vocês através desse formato, que exige muito menos edição por parte do próprio Mateus, mas que para mim o esforço e a dedicação continuam sendo os mesmos, visto que é necessário verificar a veracidade da informação, as fontes, eventuais vídeos, fotos, entre outros detalhes, que acabam passando desapercebidos por vocês. Para que vocês tenham uma ideia, até hoje eu já redigi o texto, que serve como roteiro-base, e comumente publicado na descrição dos vídeos, de cerca de 95 "Minutos AssombradOs". Entretanto, nada é perfeito nessa vida. Apesar desse formato ser mais rápido, de vez em quando falta espaço para maiores informações e explicações, o que acaba gerando uma série de especulações, que podem ser nocivas ao próprio tema abordado.

Esse é o caso, por exemplo, daquele "Minuto AssombradO" no qual comentamos, que uma certa quantidade de um isótopo radioativo de iodo, chamado Iodo-131, de origem desconhecida, tinha sido detectada no mês passado sobre grandes regiões da Europa. Uma vez que esse isótopo tem uma meia-vida de apenas oito dias, a detecção era praticamente uma prova que a liberação do mesmo era recente. Uma estação de análise do ar localizada em Svanhovd, na Noruega, foi a primeira a detectar pequenas quantidades de Iodo-131, na segunda semana de janeiro. Pouco tempo depois, o mesmo Iodo-131 foi detectado em Rovaniemi, capital da Lapônia, na Finlândia. Posteriormente, cerca de duas semanas depois, foram detectados vestígios de radioatividade, embora em pequenas quantidades, na Polônia, República Checa, Alemanha, França e Espanha. A parte "alarmista" é que a estação de Svanhovd está localizada a poucas centenas de metros da fronteira da Noruega, com a península de Kola, na Rússia. Para "piorar a situação" e torná-la ainda mais "conspiratória", Astrid Liland, principal responsável pelo setor de preparação para situações de emergência da Autoridade Norueguesa de Proteção contra a Radiação, acreditava que havia uma forte possibilidade, que a radiação tivesse vindo de algum país do Leste Europeu. A presença de Iodo-131 no ar poderia indicar um possível incidente com um reator nuclear, mas não necessariamente, que tivesse ocorrido uma explosão. Isso indicava apenas que alguma coisa pudesse ter dado errado em algum lugar (provavelmente no Leste Europeu), e ninguém quis assumir a culpa.

Entretanto, esse assunto voltou à tona recentemente, quando surgiu uma notícia dizendo que os Estados Unidos teriam enviado uma aeronave, uma espécie de avião "farejador", o WC-135C, para uma base militar no Reino Unido, e poucos dias depois a mesma decolou rumo a Noruega e o Mar de Barents. E o que essa aeronave faz? Bem, sua missão é coletar amostras da atmosfera com a finalidade de detectar e identificar partículas radioativas a partir de explosões nucleares. Esse avião é informalmente conhecido por "pássaro do tempo" ou então "farejador" por aqueles que participam das operações da Força Aérea dos Estados Unidos. Acho que nem preciso dizer, que começaram a disseminar especulações de que os Estados Unidos teriam levado essa detecção na Europa muito a sério, e até mesmo surgiram hipóteses que a Rússia estaria testando algum tipo de armamento nuclear no Ártico. Contudo, será mesmo que isso é verdade? Será que o Iodo-131 teria vindo, por exemplo, daquele incidente ocorrido em uma usina nuclear na França? É justamente isso que vocês ficarão sabendo a partir de agora. Vamos saber mais sobre esse assunto?

23 de fevereiro de 2017

O "Grande Anúncio da NASA": A Descoberta de Sete Planetas de Tamanhos Semelhantes à Terra em uma Espécie de Mini Sistema Solar!


Por Marco Faustino

Normalmente, quando a NASA avisa ao mundo que fará um importante comunicado, e convoca uma coletiva de imprensa, provavelmente nove em cada dez sites de notícias especulam que o anúncio possa estar relacionado a descoberta de vida extraterrestre. Pelo menos é isso que tentam dizer nas entrelinhas para fazer com que vocês acessem um determinado site. Porém, sites especializados em Astronomia não se empolgam tanto quando se deparam com os cientistas, que estarão presentes nessa mesma coletiva de imprensa, para anunciar uma determinada descoberta, visto que raramente acontece ao acaso, mas diante de um longo estudo e pequenas divulgações, que muitas vezes passam completamente desapercebidas para nós, mas não diante do olhar atento daqueles que vivem e respiram rotineiramente o fantástico mundo da Astronomia. Esse é basicamente o caso do anúncio realizado ontem (22) pela NASA, ao divulgar simultaneamente um estudo publicado na revista Nature, um dos periódicos científicos mais renomados do mundo, sobre a descoberta de sete exoplanetas - que nada mais são do que planetas que orbitam uma estrela que não seja o nosso Sol - ao redor de uma estrela anã super fria. Essa estrela está localizada a cerca de 40 anos-luz de distância da Terra, relativamente perto de nós.

A princípio não parece ser muita coisa, não é mesmo? Porém, essa estrela tem aproximadamente o tamanho de Júpiter, e possui menos que a metade de temperatura superficial do nosso Sol (lembrando que a temperatura média da superfície do Sol é de 5.500ºC). Ninguém esperava encontrar nada ou pouquíssima coisa orbitando essa estrela, porém os astrônomos descobriram uma espécie de mini sistema solar composto por esses sete exoplanetas, sendo que os seis mais próximos da estrela possuem tamanhos e massas que são semelhantes à da Terra, além de possivelmente terem estruturas rochosas. É muito importante ressaltar, que isso não significa que temos plena e total certeza, que esses sete exoplanetas sejam iguais a Terra, que sejam realmente rochosos, que possuam água em estado líquido ou até mesmo, que possuam qualquer forma de vida em sua superfície. O que temos atualmente são fortes possibilidades, baseada em modelos matemáticos, mas não há um certeza absoluta sobre isso, entenderam?

É bom deixar tudo isso bem claro, para evitar que você seja enganado por manchetes sensacionalistas tais como: "Cientistas descobrem sistema com sete planetas iguais à Terra" ou "Cientistas descobrem sete planetas habitáveis ao redor de um estrela". Não é bem assim que as coisas funcionam, e mais próximo que podemos dizer é que esses planetas podem ser potencialmente habitáveis, e possivelmente semelhantes à Terra, em razão de uma série de fatores como tamanho, massa e distância da estrela hospedeira, por exemplo. Porém, isso ainda não é suficiente para cravarmos sobre questões mais complexas de serem respondidas. Nesse ponto vale a pena ressaltar, que semelhante não é igual. Como diria Carl Sagan, ao comentar sobre o "pálido ponto azul" (a famosa fotografia da Terra feita pela sonda Voyager 1), "talvez não haja melhor demonstração da tolice das vaidades humanas, do que esta distante imagem de nosso pequeno mundo. Ela enfatiza nossa responsabilidade de tratarmos melhor uns aos outros, e de preservar e estimar esse pálido ponto azul, o único lar que nós conhecemos". Resumindo? A Terra ainda é única no Universo observável. Vamos saber mais sobre esse assunto?

22 de fevereiro de 2017

A "Casa dos Horrores": Homem Decide Morar com Sua Família em Antiga Casa de um "Monstro" da Segunda Guerra Mundial, na Polônia!


Por Marco Faustino

Sinceramente, escrever ainda que parcialmente sobre um assunto tão complexo, amplo, e que representa um dos mais tristes capítulos na história moderna da civilização humana, assim como foi o Holocausto, que consistiu na  perseguição e o extermínio sistemático, burocraticamente organizado e patrocinado pelo governo nazista, é bem complicado. Apesar de estar acostumado a realizar pesquisas sérias em relação ao que escrevo para vocês, como parte do meu compromisso em trazer incessantemente informações mais próximas da realidade dos fatos, sempre é necessário respirar fundo para não se envolver ou deixar uma determinada emoção tomar conta. Nem sempre é possível evitar, mas espero que saiam dessa postagem enriquecidos culturalmente, visto que esse é o real objetivo pelo qual escrevo, ou seja, que vocês tenham uma informação suficientemente adequada para que possam formar suas opiniões de modo muito mais consciente do que fariam se dependessem apenas do que é publicado de forma resumida e muitas vezes sensacionalista por parte de tabloides britânicos, cujo conteúdo é replicado, sem o menor critério, por jornais populares aqui no Brasil, e até mesmo por portais de notícias considerados "confiáveis".

Nessa postagem iremos conferir uma notícia relacionada a chamada "Casa dos Horrores", que ficou famosa no filme "A Lista de Schindler", onde Amon Göth, um ex-comandante do campo de concentração na cidade de Plaszow, na Polônia, teria atirado em judeus a partir da varanda da própria casa. A mesma vem sendo alvo de polêmica após um "desenvolvedor" começar a convertê-la em uma propriedade de luxo. Vale lembrar nesse ponto que o "sádico" Amon Göth comandava sua casa com punho de ferro ao torturar judeus em sua adega, e ao esfaquear uma de suas empregadas na perna, simplesmente porque não tinha colocado pratos suficientes na mesa. Conta-se ainda que ele teria matado um jovem judeu, porque ele deixou a sala sem pedir permissão. Além disso, os sobreviventes dizem que Amon Göth costumava incentivar seus dois cachorros a atacar os judeus, com o intuito de dilacerá-los. Portanto, a polêmica basicamente reside em quem teria coragem de morar em uma casa , que já abrigou uma pessoa assim.

Conforme dissemos anteriormente, em uma notória adaptação realizada pelo filme "A Lista de Schindler", de 1993, o comandante austríaco da SS, interpretado pelo ator Ralph Fiennes, foi mostrado atirando em prisioneiros a partir da varanda de sua casa. Agora, um homem chamado Artur Niemyski, que teria comprado a propriedade no ano passado (embora algumas fontes indiquem que teria sido em 2015), está reformando-a para se mudar juntamente com sua família para essa mesma casa. Artur Niemyski vem insistindo em dizer que não quer ofender as memórias de ninguém. Por outro lado, ele recusou uma campanha para transformar o local em uma espécie de memorial, no qual contava com o apoio de uma das duas judias que foram torturadas e mantidas como prisioneiras por Amon Göth. Complicado, não é mesmo? Vamos saber mais sobre esse assunto?

20 de fevereiro de 2017

Conheça os Lendários e Supostos "Ossos de Sereia" Guardados há Quase 800 Anos no Templo Ryuguji, na Cidade de Fukuoka, no Japão!


Por Marco Faustino

Se tem algo que nunca decai do interesse popular ou envelhece no imaginário de crianças, adolescentes, adultos e idosos são as sereias. A bela e pequena sereia de cabelos ruivos chamada Ariel, da Disney, não nos deixa mentir nesse aspecto. Embora a animação tenha sido ligeiramente baseada em um conto de fadas dinamarquês de mesmo nome, publicado pela primeira vez em 1837, e ter ganhado diversas adaptações no teatro, cinema e na música, sem dúvida alguma a Disney impulsou consideravelmente a lenda sobre as sereias pelo mundo afora a partir de 1989. É interessante destacar que no folclore europeu medieval e moderno, assim como acontece em "A Pequena Sereia", as sereias são seres aquáticos com a cabeça e o torso de uma mulher e a cauda de um peixe, porém quase todos os povos que dependiam do mar para sobreviver, tinham alguma representação feminina, que poderia enfeitiçar os homens até se afogarem. Na mitologia grega, por exemplo, isso era representado como um ser que continha o corpo de um pássaro e a delicadeza de uma mulher. Foi basicamente a partir da Idade Média, no entanto, começando pelas regiões do Mediterrâneo, que a sereia como "mulher-peixe" obliterou a "mulher-pássaro" da mitologia grega como a criatura que supostamente levava os marinheiros à perdição. A transformação muito provavelmente pode estar relacionada ao maior desenvolvimento da navegação, que permitiu as embarcações viajarem pelo alto-mar, onde acredita-se que as "novas sereias" morem, ou seja, muito além das rochas costeiras.

Para o Cristianismo, esses seres eram sinônimos do pecado, da vaidade e da luxúria. As sereias dos bestiários e outros manuscritos medievais desempenhavam as funções básicas de mostrar a bondade e a riqueza da Criação de Deus, personificava os pecados mortais, as tentações da carne e a vaidade como pecado corporificado na beleza, no espelho e no pente, os inseparáveis objetos característicos da imagem contemporânea das sereias. Por essa mesma razão, as sereias são relativamente comuns na arte sacra, como decoração de igrejas e altares. É bem provável que esse fortalecimento e a propagação das histórias de sereias decorreu dos relatos de marinheiros, que pensavam que ter visto essas criaturas na espuma do oceano e do mar. Na realidade, é bem possível que eles tivessem visto algo bem mais mundano, e totalmente explicável, assim como uma vaca-marinha-de-steller (um mamífero aquático considerado extinto) ou então um mero peixe-boi (um mamífero aquático ameaçado de extinção). De qualquer forma, até hoje nunca existiu uma verdadeira prova da existência das sereias. Ao longo do tempo foram divulgados diversos vídeos, fotos, supostas carcaças, e até mockumentários (falsos documentários) exibidos pelo Discovery Channel, mas infelizmente nunca houve uma prova substancial nesse sentido, sendo que a maioria é declaramente e sabidamente falsa.

No Japão as sereias são chamadas de "ningyo". A palavra " ningyo", formado pelos kanji "nin" (pessoa), e "gyo" (peixe), traduzida comumente como sereia, é utilizada para designar as criaturas ocidentais metade peixe e metade ser humano, assim como também as criaturas orientais que possuem características aquáticas e humanas. As sereias nipônicas possuem dedos longos, garras afiadas e brilhantes escamas douradas, podendo variar em tamanho, desde o tamanho de uma criança até um adulto. Suas cabeças foram, por vezes, descritas como sendo deformadas, possuidoras de chifres ou dentes proeminentes. Em outras versões, as sereias são descritas com uma forma que lembra a versão mais familiar de sereias ocidentais, mas com uma aparência sinistra, meio demoníaca. Segundo a lenda, são capazes de emitir um canto agradável como a canção de um pássaro ou o doce som de uma flauta. Acredita-se que a carne de uma "ningyo" pode conceder a imortalidade e suas lágrimas transformam-se em pérolas que, quando consumidas, trazem a juventude eterna. Enfim, ainda no Japão, existe um tempo chamado Ryuguji, na cidade de Fukuoka, que desde 1222, ou seja, há quase 800 anos, guarda supostos ossos (atualmente cerca de seis ossos) de uma sereia, que teria aparecido no litoral da cidade. É justamente sobre isso que vamos contar para vocês nessa postagem. Vamos saber mais sobre esse assunto?

19 de fevereiro de 2017

A Misteriosa "Luz de Paulding": Um Estranho "Fenômeno" que Ainda Divide Opiniões dos Moradores de Michigan, nos Estados Unidos

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Recentemente, visando trazer casos interessantes e eventualmente misteriosos para vocês, me deparei com uma notícia sobre uma estranha luz que é avistada, "praticamente" todos os dias, sempre durante a noite, e inclusive durante as madrugadas, num vale nos arredores de Paulding, no estado do Michigan. Os relatos sobre essa "misteriosa" luz são contados desde a década de 1960, sendo que o folclore popular, ou seja, as crenças locais para explicá-la são as mais variadas possíveis: fantasmas, atividade geológica, gás dos pantanos, e como não poderia deixar de faltar nessa lista, OVNIs. Assim sendo, caçadores de fantasmas e todos aqueles que adoram uma boa dose de mistério, principalmente os moradores da Península Superior de Michigan, frequentemente se encaminham até uma estrada solitária, em um local praticamente remoto, em meio a floresta, próximo a fonteira com o estado norte-americano do Wisconsin, na expectativa de assistir a um "fenômeno" que ficou conhecido como a "luz de Paulding". Algumas pessoas vão preparadas com repelentes e até mesmo garrafas de cerveja, enquanto outras simplesmente chegam de mãos vazias, apenas para assistir um pouco do "fenômeno", o qual ainda consideram um verdadeiro mistério. Todos, no entanto, querem ver essas luzes com seus próprios olhos, como uma espécie de experiência pessoal.

Conforme dissemos anteriormente, as crenças locais fornecem basicamente uma "explicação" lendária para a "luz de Paulding", cujo processo cultural é derivado, querendo ou não, de uma longa tradição de criar narrativas para explicar processos celestes naturais. Vale lembrar que na mitologia grega, por exemplo, o Sol não era uma estrela "estacionária", mas Helios, a personificação divina do Sol, que conduzia sua carruagem dourada ao redor da Terra. Séculos atrás se contava, que se alguém avistasse três luzes distintas e desconhecidas nos céus em uma mesma noite, seria um sinal de mau presságio, e que três mortes aconteceriam em breve. Embora esse tipo de surpertição raramente seja levada em consideração atualmente, as lendas de fantasmas ou até mesmo de OVNIs associados a luzes misteriosas permanecem vivas até hoje. Como exemplo temos os relatos da "luz fantasma" no Delta do Rio Paraná, na Argentina, a "Luz do Mundo" nas cidades da região do Campo das Vertentes, em Minas Gerais, as famosas luzes fantasmas de Marfa, no estado norte-americano do Texas, entre tantos outros casos ao redor do mundo.

No caso da "luz da Paulding", a lenda mais popular conta que a luminosidade vêm da luz trêmula de uma laterna, que é empunhada pelo fantasma de um guarda-freio (antiga função ocupada por aqueles que eram responsáveis pela vigília, e o acionamento do travão/freio de composições ferroviárias) de uma estrada de ferro, que acabou morrendo ao ser esmagado quando ele tentou impedir que um trem batesse em vagões que estavam parados nos trilhos. Não há ferrovias visíveis na região, porém, uma vez que essa lenda data de mais de meio século atrás, os moradores locais diziam que havia uma série de ferrovias que cortavam a floresta, e que agora estão encobertas pela vegetação. Algumas pessoas acreditam, inclusive, que a luz seja do próprio trem que não conseguiu parar, e que agora se tornou um "trem fantasma". Outras dizem que seria o espírito inquieto de um avô procurando pelo seu neto perdido, e que para isso utiliza uma laterna que constantemente falha, razão pela qual as luzes parecem ir e vir. Enfim, será mesmo que essa luz é algo sobrenatural? Vamos saber mais sobre esse assunto?