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Por Marco Faustino
Email para contato: marcofaustino@gmx.de
Recentemente, a Netflix adicionou em seu catálogo um filme chamado "Verónica" (não estranhem o acento agudo, uma vez que é o título original do filme em espanhol). Em diversos sites brasileiros, que não irei citar os nomes, as pessoas vêm sendo informadas, que se trata de um obra "baseada em fatos reais" sobre um caso de possessão demoníaca ocorrido na Espanha, na década de 1990. Inicialmente, o filme foi exibido no Festival de Cinema de Toronto, no Canadá, no ano passado, e vem sendo taxado de o "filme de terror mais assustador de todos os tempos". Outros sites publicaram com grande entusiasmo que a "crítica especializada" apontava o filme com 100% de aprovação em um dos maiores sites de classificação de filmes e séries do mundo, o Rotten Tomatoes. Atualmente, no entanto, o filme tem 88% de aprovação da "crítica especializada" (de um total de 16 críticos), e apenas 44% de aprovação do público, que é aquele que efetivamente paga para assistir um determinado filme, ou seja, sem público, sem bilheteria (de um total de 815 votos). Entender o filme é algo relativamente bem simples, ainda mais quando se trata do gênero de terror. Neste caso, a obra cinematográfica acompanha uma jovem, que precisa proteger seu irmãos mais novos depois que ela tenta trazer de volta o espírito de seu pai ao usar uma tábua Ouija durante um eclipse (sim, mais um filme sobre a famigerada tábua Ouija). Sinceramente, por mais que eu goste do diretor Paco Plaza - que conseguiu fazer um filme bem interessante chamado "[•REC]" (o mesmo não é possível dizer de suas sequências [•REC]² e [•REC]³, sendo que este último foi massacrado pela crítica e pelo público), e que acabou ganhando adaptações com outros atores para o mercado norte-americano (e muito mais fraco que o filme em espanhol), onde acabou sendo chamado de "Quarantine" - existe uma forte apelação contextual nessa história, ou seja, a tentativa de usar um suposto instrumento de comunicação com os mortos com um eventual misticismo arcaico sobre eclipses.
Entretanto, como se não bastante todo o apelo contextual para obviamente tentar induzir o medo nas pessoas (afinal de contas trata-se de um filme de terror), os sites começaram a divulgar, conforme acabei de dizer, que o filme seria "baseado em fatos reais", sendo que outros resolveram apontar "a verdadeira história por trás de Verónica". Uma vez que sempre sou muito honesto com o público que nos acompanha, preciso dizer uma coisa bem sincera para vocês: o filme é, no máximo, vagamente inspirado em um suposto caso de "possessão demoníaca" ocorrido em Puente de Vallecas, um distrito de Madri, capital da Espanha, em 1990. Isso significa, que praticamente nada do que você viu ou verá no filme realmente aconteceu. Para piorar a situação o chamado "Caso Vallecas", que teria servido para a vaga inspiração de "Verónica" é um caso extremamente mal documentado, e o que vocês verão a seguir é uma espécie de tentativa de reconstruir o que teria acontecido no passado, a partir do cruzamento de inúmeras informações coletadas a partir de entrevistas, programas televisivos e conteúdo publicado por terceiros, na internet. Existe muito joio em todo esse trigo, e essa matéria especial é uma tentativa de trazer esse caso o mais próximo possível da realidade para vocês. Vamos saber mais sobre esse assunto?
OBS: Essa matéria especial foi originalmente publicada em 20 de março de 2018, e foi apenas realocada devido a realizado do especial em vídeo sobre a mesma.
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25 de março de 2018
O Caso Vallecas: O Filme "Verónica" Foi Mesmo Baseado em um Caso de "Possessão Demoníaca" Ocorrido na Espanha? (Atualizado 29/09)
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11 de setembro de 2016
A Lenda da Bruxa de Blair: A História Real do Filme "Bruxa de Blair"
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Fala Assombrados! Em 1999 estreou um dos filmes mais aterrorizantes já feitos, o Bruxa de Blair. Esse filme mostrou uma compilação de imagens feita por 3 estudantes enquanto investigavam a lenda de que existe uma bruxa, conhecida como Bruxa de Blair, na floresta Black Hills, próximo a pequena cidade americana de Burkittsville, localizada no estado de Maryland. Esses três estudantes nunca mais foram vistos, e todos acreditavam que eles estavam mortos. Até que surge uma nova filmagem feita nessa floresta onde aparece rapidamente o que seria um deles, no caso a jovem Heather Donahue Montgomery. Isso motiva seu irmão a fazer uma nova expedição a floresta, e esses jovens descobrem que a lenda da Bruxa de Blair é real. E é essa nova expedição que vamos ver no filme Bruxa de Blair, que estreia dia 15 de setembro nos cinemas. Vamos saber mais sobre o assunto...
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20 de junho de 2016
A Estranha "Onda de Eventos Sobrenaturais" Ocorrida Após o Lançamento do Filme "Invocação do Mal 2"
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Por Marco Faustino
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Não há como negar que o filme "Invocação do Mal 2" é um sucesso em termos de bilheteria. Em seu fim de semana de lançamento, o mesmo arrecadou cerca de US$ 40,4 milhões (cerca de R$ 140 milhões pela cotação atual) nos cinemas norte-americanos, um valor bem próximo do que seu antecessor arrecadou em 2013 (cerca de US$ 41,9 milhões, ou R$ 147 milhões). No Brasil, em seu primeiro dia, o filme mostrou a força da franquia. Lançado em 782 salas pelo país, o longa atraiu 199 mil espectadores e arrecadou R$ 2,7 milhões. Para se ter uma ideia, apesar da brutal diferença de valores entre as bilheterias, trata-se do dobro de público que o primeiro filme teve em seu primeiro dia de exibição em 2013 (cerca de 97,6 mil espectadores). Essa situação não é muito diferente se formos comparar ou mencionar outros países ao redor do mundo, onde o filme vem tendo uma grande repercussão, principalmente na Ásia e no Sudeste Asiático.
Basicamente, a trama acontece sete anos após os eventos do primeiro filme, "Invocação do Mal" (2013), quando Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) desembarcam na Inglaterra para ajudar uma família atormentada por uma manifestação poltergeist. A trama é baseada no caso do "Poltergeist de Enfield", registrado no final da década de 1970, e que já comentamos exaustivamente tanto aqui no blog AssombradO.com.br, quando em nosso canal no Youtube (leia mais em: A Verdadeira História de Invocação do Mal 2 - O Caso Poltergeist de Enfield | Invocação do Mal 2: O que é Verdade e o que é Mentira). Vale ressaltar que a maioria das críticas que o filme recebeu foram positivas, tanto de quem simplesmente vai ao cinema para se distrair, quanto dos amantes da sétima arte. Então, se você gosta de filmes desse gênero, vale a pena conferir e assisti-lo em uma sala de cinema mais próxima da sua casa.
O foco dessa postagem, no entanto, não é comentar sobre o filme, mas sim sobre uma estranha sucessão de casos inusitados ou supostamente "sobrenaturais", que estariam acontecendo durante e após a exibição do filme a "Invocação do Mal 2" nas salas de cinema ao redor do mundo. Curiosamente, os casos estão mais concentrados em países Ásia e no Sudeste Asiático, onde a cultura, a religião e crença no sobrenatural se unem, e ganham uma dimensão muito maior do que em qualquer outra região. Nessa postagem você irá conhecer alguns casos que estão sendo divulgados na mídia, e saberá o que existe de verdade ou não por trás deles. Vamos saber mais sobre esse assunto?
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Não há como negar que o filme "Invocação do Mal 2" é um sucesso em termos de bilheteria. Em seu fim de semana de lançamento, o mesmo arrecadou cerca de US$ 40,4 milhões (cerca de R$ 140 milhões pela cotação atual) nos cinemas norte-americanos, um valor bem próximo do que seu antecessor arrecadou em 2013 (cerca de US$ 41,9 milhões, ou R$ 147 milhões). No Brasil, em seu primeiro dia, o filme mostrou a força da franquia. Lançado em 782 salas pelo país, o longa atraiu 199 mil espectadores e arrecadou R$ 2,7 milhões. Para se ter uma ideia, apesar da brutal diferença de valores entre as bilheterias, trata-se do dobro de público que o primeiro filme teve em seu primeiro dia de exibição em 2013 (cerca de 97,6 mil espectadores). Essa situação não é muito diferente se formos comparar ou mencionar outros países ao redor do mundo, onde o filme vem tendo uma grande repercussão, principalmente na Ásia e no Sudeste Asiático.
Basicamente, a trama acontece sete anos após os eventos do primeiro filme, "Invocação do Mal" (2013), quando Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) desembarcam na Inglaterra para ajudar uma família atormentada por uma manifestação poltergeist. A trama é baseada no caso do "Poltergeist de Enfield", registrado no final da década de 1970, e que já comentamos exaustivamente tanto aqui no blog AssombradO.com.br, quando em nosso canal no Youtube (leia mais em: A Verdadeira História de Invocação do Mal 2 - O Caso Poltergeist de Enfield | Invocação do Mal 2: O que é Verdade e o que é Mentira). Vale ressaltar que a maioria das críticas que o filme recebeu foram positivas, tanto de quem simplesmente vai ao cinema para se distrair, quanto dos amantes da sétima arte. Então, se você gosta de filmes desse gênero, vale a pena conferir e assisti-lo em uma sala de cinema mais próxima da sua casa.
O foco dessa postagem, no entanto, não é comentar sobre o filme, mas sim sobre uma estranha sucessão de casos inusitados ou supostamente "sobrenaturais", que estariam acontecendo durante e após a exibição do filme a "Invocação do Mal 2" nas salas de cinema ao redor do mundo. Curiosamente, os casos estão mais concentrados em países Ásia e no Sudeste Asiático, onde a cultura, a religião e crença no sobrenatural se unem, e ganham uma dimensão muito maior do que em qualquer outra região. Nessa postagem você irá conhecer alguns casos que estão sendo divulgados na mídia, e saberá o que existe de verdade ou não por trás deles. Vamos saber mais sobre esse assunto?
12 de junho de 2016
Invocação do Mal 2: O que é Verdade e o que é Mentira
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Invocação do Mal 2 é baseado no famoso caso do Poltergeist de Enfield. Aqui vou mostrar para você o que é real e o que é mentira no filme...
Fala Assombrados! Finalmente saiu o filme Invocação do Mal 2 nos cinemas. Aqui no AssombradO.com.br eu já fiz um especial bem legal contando a verdadeira história do caso, o Poltergeist de Enfield. Ficou muito legal o vídeo e recomendo muito você assistir.
Eu e a Ana fomos assistir Invocação do Mal 2 no cinema e gostamos bastante. Tem muitos sustos que vão fazer você gelar a espinha, e incrivelmente tem até uma parte bastante emotiva, que vai fazer seus olhos suarem :) Registramos tudo em um vídeo liberado em nosso canal secundário. Para assistir, basta clicar aqui!
O filme começa dizendo que é baseado em uma história real, no caso o Poltergeist de Enfield. É claro que Hollywood fantasiou muita coisa, assim nesta postagem eu vou mostrar para vocês o que é real e o que é mentira no filme...
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Invocação do Mal 2 é baseado no famoso caso do Poltergeist de Enfield. Aqui vou mostrar para você o que é real e o que é mentira no filme...
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Eu e a Ana fomos assistir Invocação do Mal 2 no cinema e gostamos bastante. Tem muitos sustos que vão fazer você gelar a espinha, e incrivelmente tem até uma parte bastante emotiva, que vai fazer seus olhos suarem :) Registramos tudo em um vídeo liberado em nosso canal secundário. Para assistir, basta clicar aqui!
O filme começa dizendo que é baseado em uma história real, no caso o Poltergeist de Enfield. É claro que Hollywood fantasiou muita coisa, assim nesta postagem eu vou mostrar para vocês o que é real e o que é mentira no filme...
10 de abril de 2016
A Verdadeira História de Invocação do Mal 2 (O Caso Poltergeist de Enfield)
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Fala Assombrados! Em 9 de junho estreia o filme Invocação do Mal 2, baseado na história do Poltergeist de Enfield, ocorrido na Inglaterra em 1977 e que para muitos é dos mais bem documentados casos de fantasmas da história. Assim, eu resolvi fazer um postagem detalhada sobre o caso com vocês. Além disso vou contar a verdadeira relação dos Warren com a história, que é bem diferente da mostrada no filme...
Quando Tudo Começou?
Verão de 1977 no município de Enfield, Grande Londres, Reino Unido. Peggy Hodgson põe dois de seus quatro filhos para dormir. Esta quente e tudo parece presagiar outra longa e tranquila noite de sono. Mas algo aconteceu naquela noite, algo que foi o começo de uma longa e terrível temporada de acontecimentos tidos como paranormais que, ainda hoje, seguem sem explicação.
A senhora Hodgson era uma divorciada de 40 anos que vivia com seus filhos em uma bonita casa anexa em um popular bairro operário de Enfield. Seus quatro filhos se chamavam: Margareth, de 13 anos; Janet, de 11; Jhonny, de 10, e Billy; de 7 anos. Naquela madrugada de 30 de agosto de 1977, os gritos de seus filhos Jhonny e Janet acordaram Peggy e esta alarmada, subiu até o quarto. Tudo estava calmo, mas seus filhos, entre soluços, contaram a sua mamãe que a cama de Janet havia começado a se mover por si só e Peggy, achando que se tratava apenas de um pesadelo, acalmou os garotos e ficou com eles até que voltassem a dormir.
Na noite seguinte, as crianças voltaram a gritar e nessa ocasião, relatam a sua mãe como depois de fortes ruídos, uma cadeira que estava em um canto do quarto começou a se mover sozinha. Peggy segue sem ver nada estranho na habitação e para tranquilizar às crianças, trata de levar a cadeira ao seu quarto, mas quando apaga a luz e está prestes a sair do dormitório das crianças, ela mesma escuta fortes ruídos procedentes do piso.
Ela acende novamente a luz e observa que tudo está em ordem; as crianças estão na cama e todos os móveis em seus lugares. Volta a apagar a luz e os ruídos seguidos de fortes pancadas começam de novo a soar...Ao acender de novo a luz, contempla assombrada como uma enorme cômoda que estava encostado contra uma parede lateral, se moveu dois palmos...Peggy, começa a suspeitar que o ocorrido não é uma coisa da imaginação das crianças. Ela volta a pôr a cômoda em seu lugar e apenas ao dar às costas, o móvel volta a se arrastar por si só até a posição anterior. Desta vez com a luz acesa e ante seus olhos.
Buscando Ajuda com os Vizinhos
O medo se apodera imediatamente da senhora Hodgson que sem pensar duas vezes, tira os filhos da habitação e sai em busca de auxílio nas proximidades. Um grupo de vizinhos revistam a casa e o jardim em busca de algum possível intruso que estivesse causando os ruídos que Peggy lhes relatou completamente horrorizada, mas não encontram ninguém. Em vez disso, quando estão tranquilizando Peggy, todos escutam as pancadas que ocorrem em curtos intervalos e que provêm do interior da casa. Ato seguido, chamam à polícia que, em uma ata de serviço surpreendente, um policial deu testemunho em declaração escrita, de como uma cadeira se movia inexplicavelmente pela casa e como escutavam batidas de procedência desconhecida.
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Fala Assombrados! Em 9 de junho estreia o filme Invocação do Mal 2, baseado na história do Poltergeist de Enfield, ocorrido na Inglaterra em 1977 e que para muitos é dos mais bem documentados casos de fantasmas da história. Assim, eu resolvi fazer um postagem detalhada sobre o caso com vocês. Além disso vou contar a verdadeira relação dos Warren com a história, que é bem diferente da mostrada no filme...
Quando Tudo Começou?
Verão de 1977 no município de Enfield, Grande Londres, Reino Unido. Peggy Hodgson põe dois de seus quatro filhos para dormir. Esta quente e tudo parece presagiar outra longa e tranquila noite de sono. Mas algo aconteceu naquela noite, algo que foi o começo de uma longa e terrível temporada de acontecimentos tidos como paranormais que, ainda hoje, seguem sem explicação.
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| Casa onde tudo aconteceu em Enfield |
Na noite seguinte, as crianças voltaram a gritar e nessa ocasião, relatam a sua mãe como depois de fortes ruídos, uma cadeira que estava em um canto do quarto começou a se mover sozinha. Peggy segue sem ver nada estranho na habitação e para tranquilizar às crianças, trata de levar a cadeira ao seu quarto, mas quando apaga a luz e está prestes a sair do dormitório das crianças, ela mesma escuta fortes ruídos procedentes do piso.
Ela acende novamente a luz e observa que tudo está em ordem; as crianças estão na cama e todos os móveis em seus lugares. Volta a apagar a luz e os ruídos seguidos de fortes pancadas começam de novo a soar...Ao acender de novo a luz, contempla assombrada como uma enorme cômoda que estava encostado contra uma parede lateral, se moveu dois palmos...Peggy, começa a suspeitar que o ocorrido não é uma coisa da imaginação das crianças. Ela volta a pôr a cômoda em seu lugar e apenas ao dar às costas, o móvel volta a se arrastar por si só até a posição anterior. Desta vez com a luz acesa e ante seus olhos.
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| Peggy Hodson e tres de seus filhos sentados no sofa. As duas meninas foram os epicentro dos acontecimentos, com destaque para Janet de apenas 11 anos |
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| Janet de 11 anos (ao centro) e Margareth de 13 eram o centro das manifestações. |
O medo se apodera imediatamente da senhora Hodgson que sem pensar duas vezes, tira os filhos da habitação e sai em busca de auxílio nas proximidades. Um grupo de vizinhos revistam a casa e o jardim em busca de algum possível intruso que estivesse causando os ruídos que Peggy lhes relatou completamente horrorizada, mas não encontram ninguém. Em vez disso, quando estão tranquilizando Peggy, todos escutam as pancadas que ocorrem em curtos intervalos e que provêm do interior da casa. Ato seguido, chamam à polícia que, em uma ata de serviço surpreendente, um policial deu testemunho em declaração escrita, de como uma cadeira se movia inexplicavelmente pela casa e como escutavam batidas de procedência desconhecida.
22 de maio de 2015
10 Curiosidades Sobrenaturais do Filme Poltergeist (2015 e Anteriores...)
Assistiu Poltergeist? Aqui eu listo 10 curiosidades do remake e dos anteriores, como a maldição, eventos estranhos que aconteceram durante as filmagens, as mortes e até a história real que inspirou o filme.
No final tem um vídeo meu falando sobre o assunto...
Eu e a Ana não poderíamos poder de assistir o remake de um dos melhores filmes de terror já feitos: Poltergeist! Após assistir o filme resolvi fazer um post com 10 curiosidades deste e dos outros filmes da saga.
Atenção, contém Spoilers!
27 de outubro de 2014
A História Real do Filme "A Bruxa de Blair"
O filme "A Bruxa de Blair" foi um fenômeno de bilheteria em 1999. Ele mostra as imagens registradas por um trio de estudantes de cinema que tentaram investigar a famosa lenda da bruxa de Blair. Mas é verdade que existe uma "bruxa de Blair"?
No final tem um vídeo onde falo sobre o assunto...
Muita gente pediu para eu falar sobre "Bruxa de Blair" nos comentários de diversos vídeos em nossa canal, então para iniciar a semana do dia das Bruxas, resolvi falar sobre o assunto :)
No final tem um vídeo onde falo sobre o assunto...
Muita gente pediu para eu falar sobre "Bruxa de Blair" nos comentários de diversos vídeos em nossa canal, então para iniciar a semana do dia das Bruxas, resolvi falar sobre o assunto :)
9 de outubro de 2014
A Verdadeira História do Filme Annabelle
Assombrados, fazia tempo que um filme não causava tanta expectativa como esse! O vídeo que a Ana fez sobre a boneca a alguns meses atrás explodiu o acesso, assim como a matéria que ela escreveu aqui no blog. Neste post não vou me aprofundar na boneca, existe uma matéria completa sobre ela publicada no blog. Vou focar mais no filme, nas verdades e mentiras.
18 de setembro de 2014
A Verdadeira História do Filme Livrai-nos do Mal (2014)
O que é real e o que não e no filme "Livrai-nos do Mal" que é inspirado nos casos do policial de Nova York Ralph Sarchie? Vamos responder essa pergunta e trazer a história completa de como Ralph Sarchie tornou-se demonologista.
Para quem quer saber mais informações ou está com preguiça de ler, tem um vídeo meu sobre o assunto no final :)
Livrai-nos do Mal (Deliver us from Evil), é um filme que é inspirado em fatos vividos pelo sargento Ralph Sarchie narrados no livro publicado em 2001 "Beware the Night". É importante reparar na palavra inspirado, pois o filme não conta um caso real que Sarchie investigou, mas sim pega elementos de vários casos do livro e junta no filme. Portanto o filme não é "baseado em uma história real"... Mas sim, o personagem do filme Ralph Sarchie existe e na vida real, e ele se chama.... Ralph Sarchie! Vamos conhecer sua história, alguns dos casos, detalhes reais e fantasioso do filme e muito mais.
Para quem quer saber mais informações ou está com preguiça de ler, tem um vídeo meu sobre o assunto no final :)
Livrai-nos do Mal (Deliver us from Evil), é um filme que é inspirado em fatos vividos pelo sargento Ralph Sarchie narrados no livro publicado em 2001 "Beware the Night". É importante reparar na palavra inspirado, pois o filme não conta um caso real que Sarchie investigou, mas sim pega elementos de vários casos do livro e junta no filme. Portanto o filme não é "baseado em uma história real"... Mas sim, o personagem do filme Ralph Sarchie existe e na vida real, e ele se chama.... Ralph Sarchie! Vamos conhecer sua história, alguns dos casos, detalhes reais e fantasioso do filme e muito mais.
11 de setembro de 2014
Crítica de Filme: Infectado (2013)
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Afflicted - Traduzido para "Infectado". Lançamento de 2013, mas somente agora consegui ver. Filme de suspense e terror. Produção Canadá e Estados Unidos.
Em resumo: dois amigos saem pelo mundo em busca de aventuras, filmando tudo o que fazem, até que um deles começa a mudar de comportamento radicalmente.
Difícil não dar SPOILER. Mas, é um filme de vampiro!
Confesso que comecei a ver e pensei que estava vendo o filme errado. "Found Footage" já é chato por natureza, mas estava bem feitinho. Achei estranho, já que é uma raridade atualmente.
Então, começou uma história impossível de enfiar um vampiro no meio. Não combina. Mas fui surpreendida. Ficou ótimo!
Apesar do baixo orçamento, a fotografia é impressionante. Efeitos especiais bem feitos.
Além disso, roteiro sem ponta solta, envolvente e tenso.
Claro que é difícil fugir do óbvio, mas foram clichês que não ficaram chatos.
"Afflicted" foi vencedor do Melhor Filme (Terror), Melhor Roteiro (Terror), Melhor Diretor (Terror) no Fantastic Fest, um dos maiores festivais de cinema de terror dos EUA.
Foi dirigido por Derek Lee. Ele mesmo foi protagonista do filme. Eu não conhecia o ator/diretor. Pesquisando um pouquinho vi que é diretor e ator de filmes de curta metragem. Não saberia dizer se foi estreia dele em longas. Se alguém souber, me informe. Ele foi muito bem no filme. Tanto dirigindo quanto atuando.
Ao lado dele, o ator Clif Prowse, que também não conheço, fez a co-direção. Fez com competência o papel de amigo fiel de Derek. O roteiro também é dos dois.
No filme os atores principais mantêm seu próprio nome, o Derek faz o Derek e o Clif faz o Clif. Aliás, quase todos mantêm o próprio nome.
O final é até surpreendente.
Não é o tipo de filme que tenha sustos gigantes. São sustos discretos. Ou quase nenhum. Nem tem muitas cenas de sangue. O que mexe mesmo com a gente é que se torna tão plausível, tão possível de ser verdade, que dá um medo. Pior, a gente se coloca fácil no lugar deles. A empatia é instantânea. Será que faríamos o mesmo que fizeram?
Vi com gosto. É original e recomendo.
No Brasil, o filme não foi para os cinemas, a Sony Pictures lançou direto em DVD contendo cenas excluídas e de bastidores.
Afflicted - Traduzido para "Infectado". Lançamento de 2013, mas somente agora consegui ver. Filme de suspense e terror. Produção Canadá e Estados Unidos.
Em resumo: dois amigos saem pelo mundo em busca de aventuras, filmando tudo o que fazem, até que um deles começa a mudar de comportamento radicalmente.
Difícil não dar SPOILER. Mas, é um filme de vampiro!
Confesso que comecei a ver e pensei que estava vendo o filme errado. "Found Footage" já é chato por natureza, mas estava bem feitinho. Achei estranho, já que é uma raridade atualmente.
Então, começou uma história impossível de enfiar um vampiro no meio. Não combina. Mas fui surpreendida. Ficou ótimo!
Apesar do baixo orçamento, a fotografia é impressionante. Efeitos especiais bem feitos.
Além disso, roteiro sem ponta solta, envolvente e tenso.
Claro que é difícil fugir do óbvio, mas foram clichês que não ficaram chatos.
"Afflicted" foi vencedor do Melhor Filme (Terror), Melhor Roteiro (Terror), Melhor Diretor (Terror) no Fantastic Fest, um dos maiores festivais de cinema de terror dos EUA.
Foi dirigido por Derek Lee. Ele mesmo foi protagonista do filme. Eu não conhecia o ator/diretor. Pesquisando um pouquinho vi que é diretor e ator de filmes de curta metragem. Não saberia dizer se foi estreia dele em longas. Se alguém souber, me informe. Ele foi muito bem no filme. Tanto dirigindo quanto atuando.
Ao lado dele, o ator Clif Prowse, que também não conheço, fez a co-direção. Fez com competência o papel de amigo fiel de Derek. O roteiro também é dos dois.
No filme os atores principais mantêm seu próprio nome, o Derek faz o Derek e o Clif faz o Clif. Aliás, quase todos mantêm o próprio nome.
O final é até surpreendente.
Não é o tipo de filme que tenha sustos gigantes. São sustos discretos. Ou quase nenhum. Nem tem muitas cenas de sangue. O que mexe mesmo com a gente é que se torna tão plausível, tão possível de ser verdade, que dá um medo. Pior, a gente se coloca fácil no lugar deles. A empatia é instantânea. Será que faríamos o mesmo que fizeram?
Vi com gosto. É original e recomendo.
No Brasil, o filme não foi para os cinemas, a Sony Pictures lançou direto em DVD contendo cenas excluídas e de bastidores.
21 de agosto de 2014
Crítica de Filme: Quando eu era Vivo
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Quando Eu Era Vivo (2014) - A produção é de 2012, mas o lançamento foi este ano (2014). Produção brasileira de suspense, terror e drama.
O filme conta a história de Júnior, que volta para a casa do pai depois de ter se divorciado. Perturbado pelas lembranças da mãe morta e do irmão mais novo louco, Júnior vai revivendo o passado e começa a ter um comportamento estranho,desenterrando velhos fantasmas e vários medos. O pai, que seguiu em frente e tenta recomeçar a vida, alugou o antigo quarto dos filhos para a estudante Bruna. A estudante faz amizade com Júnior que dá claros sinais de insanidade e perturbação.
Elenco enxuto para contar uma história de mistério, medo e loucura. Antônio Fagundes dá vida ao Sênior, o pai. Acho que o ator não precisa de apresentação, né? Atua mais uma vez com maestria. Faz um pai simples, preocupado com o filho mais velho, que tenta se reerguer da amargura de perder a esposa e internar o filho caçula maluco.
Júnior é interpretado por Marat Descartes. Logo de cara não dá pra reconhecer. Colocaram uma peruca no ator, mas conhecemos ele da série "O Tempo e o Vento", onde fez Licurgo Cambará, e é o vilão de "2 Coelhos". Excelente no papel.
A surpresa é a Sandy Leah (Sandy e Júnior). A moça fez com competência o papel fraco que lhe foi dado. Encarou com naturalidade as várias cenas em que cantou. Eu me pergunto se as cenas já existiam antes da Sandy ou foram feitas para ela cantar. De qualquer forma, não tem culpa da personagem ser incoerente e vazia. Fez tudo direitinho.
O filme foi baseado no romance de Lourenço Mutarelli, "A arte de produzir efeito sem causa". O escritor já teve outro livro adaptado: "O cheiro do ralo".
No geral, é um filme bom. Traz várias influências evidentes, como por exemplo, o filme "O Iluminado", dirigido pelo Kubrick.
ATENÇÃO - SPOILER - Podemos começar com a comparação entre o alucinado Jack Torrance, papel de Jack Nicholson no "Iluminado" e o Júnior, o filho perturbado. O cabelo é igual, as roupas são iguais, o cobertor pendurado no pescoço... A trajetória do personagem também é muito semelhante: aquela coisa da loucura ir se instalando aos poucos e o personagem se manter dentro de um ambiente fechado, quase claustrofóbico, se deteriorando O ambiente é muito parecido e a reação alheia também: as pessoas que estão por perto vão assumindo o medo que sentem deles e chegam a atacá-los.
O filme também tem vários elementos sutis de lendas urbanas. Eu, por exemplo, morro de medo de disco rodando ao contrário. Depois daquela história do disco da Xuxa ter mensagens demoníacas, até hoje não superei o trauma após verificar que sim, tem mesmo umas coisas estranhas lá. E no filme tem disco rodando ao contrário e tem disco rodando em rotação mais lenta. Me dá muito medo. É tudo sutil, mas tá lá.
O boneco Fofão, que também passou por boas fofocas nos anos 1980, está no filme. Quem não sabe, dizia-se que o Fofão tinha uma espada dentro dele e que seria fruto de um pacto com o demônio. Também tá lá, fácil de ver.
Outra sutileza interessante: o tal Fofão aparece dentro de uma caixa com porta de vidro igualzinho a boneca amaldiçoada Anabelle.
Outros elementos de terror também compõe o filme, como as músicas sombrias e as crianças assustadoras. Falando em música, uma em especial me chamou muito a atenção. Ela se chama "Serpente da Noite". Imediatamente lembrei da música "Willow Waly", dos filme "Os Inocentes", um terror clássico de 1962 que foi uma adaptação do livro "A Volta do Parafuso". Fiquei intrigada e ouvi as duas músicas ao mesmo tempo. E são mesmo parecidíssimas. Acredito que o autor da música se inspirou no clássico. O fato é que as duas metem muito medo. São músicas lentas, quase inocentes, mas com um apelo de terror muito forte. Vale prestar atenção. O resto da trilha instrumental garantiu a tensão e o uso da Sandy para dar o toque musical ao filme foi bem explorado.
ATENÇÃO - SPOILER - Acho que o mais legal do filme foi a dúvida se é tudo verdade ou não. Esse foi o ponto forte.
MAIS SPOILER: O ponto mais fraco foi mesmo a personagem da Sandy, a estudante Bruna. Ela entra facilmente na loucura do cara. Não se questiona, não duvida, só vai na onda. Fraca e desnecessária, mesmo pontuando as músicas.
Outra coisa, o filme poderia ter cinco minutos a mais só para explicar o que afinal a mãe fez com os meninos, e dar mais uma ênfase ao que os meninos escutavam na parede do apartamento. Eu senti falta disso.
Enfim, filme sem sangue, mas de suspense. O final é ótimo e fiquei com vontade de ler o livro.
Quando Eu Era Vivo (2014) - A produção é de 2012, mas o lançamento foi este ano (2014). Produção brasileira de suspense, terror e drama.
O filme conta a história de Júnior, que volta para a casa do pai depois de ter se divorciado. Perturbado pelas lembranças da mãe morta e do irmão mais novo louco, Júnior vai revivendo o passado e começa a ter um comportamento estranho,desenterrando velhos fantasmas e vários medos. O pai, que seguiu em frente e tenta recomeçar a vida, alugou o antigo quarto dos filhos para a estudante Bruna. A estudante faz amizade com Júnior que dá claros sinais de insanidade e perturbação.
Elenco enxuto para contar uma história de mistério, medo e loucura. Antônio Fagundes dá vida ao Sênior, o pai. Acho que o ator não precisa de apresentação, né? Atua mais uma vez com maestria. Faz um pai simples, preocupado com o filho mais velho, que tenta se reerguer da amargura de perder a esposa e internar o filho caçula maluco.
Júnior é interpretado por Marat Descartes. Logo de cara não dá pra reconhecer. Colocaram uma peruca no ator, mas conhecemos ele da série "O Tempo e o Vento", onde fez Licurgo Cambará, e é o vilão de "2 Coelhos". Excelente no papel.
A surpresa é a Sandy Leah (Sandy e Júnior). A moça fez com competência o papel fraco que lhe foi dado. Encarou com naturalidade as várias cenas em que cantou. Eu me pergunto se as cenas já existiam antes da Sandy ou foram feitas para ela cantar. De qualquer forma, não tem culpa da personagem ser incoerente e vazia. Fez tudo direitinho.
O filme foi baseado no romance de Lourenço Mutarelli, "A arte de produzir efeito sem causa". O escritor já teve outro livro adaptado: "O cheiro do ralo".
No geral, é um filme bom. Traz várias influências evidentes, como por exemplo, o filme "O Iluminado", dirigido pelo Kubrick.
ATENÇÃO - SPOILER - Podemos começar com a comparação entre o alucinado Jack Torrance, papel de Jack Nicholson no "Iluminado" e o Júnior, o filho perturbado. O cabelo é igual, as roupas são iguais, o cobertor pendurado no pescoço... A trajetória do personagem também é muito semelhante: aquela coisa da loucura ir se instalando aos poucos e o personagem se manter dentro de um ambiente fechado, quase claustrofóbico, se deteriorando O ambiente é muito parecido e a reação alheia também: as pessoas que estão por perto vão assumindo o medo que sentem deles e chegam a atacá-los.
O filme também tem vários elementos sutis de lendas urbanas. Eu, por exemplo, morro de medo de disco rodando ao contrário. Depois daquela história do disco da Xuxa ter mensagens demoníacas, até hoje não superei o trauma após verificar que sim, tem mesmo umas coisas estranhas lá. E no filme tem disco rodando ao contrário e tem disco rodando em rotação mais lenta. Me dá muito medo. É tudo sutil, mas tá lá.
O boneco Fofão, que também passou por boas fofocas nos anos 1980, está no filme. Quem não sabe, dizia-se que o Fofão tinha uma espada dentro dele e que seria fruto de um pacto com o demônio. Também tá lá, fácil de ver.
Outra sutileza interessante: o tal Fofão aparece dentro de uma caixa com porta de vidro igualzinho a boneca amaldiçoada Anabelle.
Outros elementos de terror também compõe o filme, como as músicas sombrias e as crianças assustadoras. Falando em música, uma em especial me chamou muito a atenção. Ela se chama "Serpente da Noite". Imediatamente lembrei da música "Willow Waly", dos filme "Os Inocentes", um terror clássico de 1962 que foi uma adaptação do livro "A Volta do Parafuso". Fiquei intrigada e ouvi as duas músicas ao mesmo tempo. E são mesmo parecidíssimas. Acredito que o autor da música se inspirou no clássico. O fato é que as duas metem muito medo. São músicas lentas, quase inocentes, mas com um apelo de terror muito forte. Vale prestar atenção. O resto da trilha instrumental garantiu a tensão e o uso da Sandy para dar o toque musical ao filme foi bem explorado.
ATENÇÃO - SPOILER - Acho que o mais legal do filme foi a dúvida se é tudo verdade ou não. Esse foi o ponto forte.
MAIS SPOILER: O ponto mais fraco foi mesmo a personagem da Sandy, a estudante Bruna. Ela entra facilmente na loucura do cara. Não se questiona, não duvida, só vai na onda. Fraca e desnecessária, mesmo pontuando as músicas.
Outra coisa, o filme poderia ter cinco minutos a mais só para explicar o que afinal a mãe fez com os meninos, e dar mais uma ênfase ao que os meninos escutavam na parede do apartamento. Eu senti falta disso.
Enfim, filme sem sangue, mas de suspense. O final é ótimo e fiquei com vontade de ler o livro.
14 de agosto de 2014
Crítica de Filme: Expresso do Amanhã (2013)
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Expresso do Amanhã (Snowpiercer) (2013) – Ficção Científica. Mais um que ganha nome estranho na tradução. Em resumo, é assim: o mundo acabou. Os únicos sobreviventes são os tripulantes de um trem que fica dando volta ao mundo, uma viagem que leva um ano. A história começa quase 20 anos dessa rota. Os passageiros estão divididos entre os que ficam no fundo do trem – e são pobres – e os que ficam na frente do trem – os ricos. Os miseráveis acabam se rebelando contra a situação e decidem tomar o trem.
Apesar de bastante aclamado pela crítica em geral, eu vou ser sincera: gostei mais ou menos. Mais pra menos, que pra mais. Um começo bom, tenso, apresentação de personagens fortes, bons efeitos especiais, roteiro seguro e coerente. Do meio pro fim foi enfraquecendo, enfraquecendo e acabou surreal. Uma pena, porque tinha tudo para ser um bom filme.
O filme foi baseado na "graphic novel" francesa "Le Transperceneige". O diretor é o coreano Joon-ho Bong. É o primeiro filme em inglês dele. Foi o diretor que gostou da história durante a pré-produção de "O Hospedeiro”. Ele ficou fascinado com a ideia de pessoas lutando pela sobrevivência em um trem. E como eu disse, tinha tudo pra ser um bom filme.
O elenco é de primeira grandeza. Com Chris Evans (o Capitão América); Jamie Bell (o Coisa, do novo "Quarteto Fantástico", reconhecido por seu papel protagonista em Billy Elliot); Tilda Swinton (a maravilhosa Tilda, que a gente já conhece por excelentes trabalhos como em "As Crônicas de Nárnia", "O Curioso Caso de Benjamim Button" e "Constantine", só pra citar alguns); Ed Harris (do "Show de Truman" e "Pollock"); John Hurt (o eterno "Homem Elefante"); e Octavia Spencer (de "James Brown"). Um elencão, né?
A fotografia claustrofóbica é da melhor qualidade, com cenas sujas e, outras, até repugnantes. Algumas são lindas fotografias de um mundo apocalíptico sombrio. Outras são marcantes como a dos mascarados com os machados. Dá uma agonia a cena toda.
Genial a comparação do lado rico com o pobre por meio de contraste de cores. Também genial, a paisagem branca, impassível, como espectadora do fim da humanidade.
O trem faz bem a representação de uma sociedade doente como a nossa, onde poucos tem muito e muitos têm pouco. E pouco se faz para que isso mude. Somos o trem quase desgovernado rumo ao trágico final.
Mas, no meio do caminho o roteiro se perdeu. As pessoas passaram de guerreiras a selvagens, transformaram-se de inteligente a completamente idiotas. Uma mudança muito forte que não demonstra a evolução do personagem, mas o enfraquecimento do roteiro mesmo. E corre para um final cheio de furos, cheio de uma filosofia barata e homens que se consideram deuses, fazendo o trabalho da natureza, decidindo sobre a vida e a morte.
Vale a pena ver? Sim, é diferente. Mas, prepare-se para o final fraco, preguiçoso e desconcertante.
Expresso do Amanhã (Snowpiercer) (2013) – Ficção Científica. Mais um que ganha nome estranho na tradução. Em resumo, é assim: o mundo acabou. Os únicos sobreviventes são os tripulantes de um trem que fica dando volta ao mundo, uma viagem que leva um ano. A história começa quase 20 anos dessa rota. Os passageiros estão divididos entre os que ficam no fundo do trem – e são pobres – e os que ficam na frente do trem – os ricos. Os miseráveis acabam se rebelando contra a situação e decidem tomar o trem.
Apesar de bastante aclamado pela crítica em geral, eu vou ser sincera: gostei mais ou menos. Mais pra menos, que pra mais. Um começo bom, tenso, apresentação de personagens fortes, bons efeitos especiais, roteiro seguro e coerente. Do meio pro fim foi enfraquecendo, enfraquecendo e acabou surreal. Uma pena, porque tinha tudo para ser um bom filme.
O filme foi baseado na "graphic novel" francesa "Le Transperceneige". O diretor é o coreano Joon-ho Bong. É o primeiro filme em inglês dele. Foi o diretor que gostou da história durante a pré-produção de "O Hospedeiro”. Ele ficou fascinado com a ideia de pessoas lutando pela sobrevivência em um trem. E como eu disse, tinha tudo pra ser um bom filme.
O elenco é de primeira grandeza. Com Chris Evans (o Capitão América); Jamie Bell (o Coisa, do novo "Quarteto Fantástico", reconhecido por seu papel protagonista em Billy Elliot); Tilda Swinton (a maravilhosa Tilda, que a gente já conhece por excelentes trabalhos como em "As Crônicas de Nárnia", "O Curioso Caso de Benjamim Button" e "Constantine", só pra citar alguns); Ed Harris (do "Show de Truman" e "Pollock"); John Hurt (o eterno "Homem Elefante"); e Octavia Spencer (de "James Brown"). Um elencão, né?
A fotografia claustrofóbica é da melhor qualidade, com cenas sujas e, outras, até repugnantes. Algumas são lindas fotografias de um mundo apocalíptico sombrio. Outras são marcantes como a dos mascarados com os machados. Dá uma agonia a cena toda.
Genial a comparação do lado rico com o pobre por meio de contraste de cores. Também genial, a paisagem branca, impassível, como espectadora do fim da humanidade.
O trem faz bem a representação de uma sociedade doente como a nossa, onde poucos tem muito e muitos têm pouco. E pouco se faz para que isso mude. Somos o trem quase desgovernado rumo ao trágico final.
Mas, no meio do caminho o roteiro se perdeu. As pessoas passaram de guerreiras a selvagens, transformaram-se de inteligente a completamente idiotas. Uma mudança muito forte que não demonstra a evolução do personagem, mas o enfraquecimento do roteiro mesmo. E corre para um final cheio de furos, cheio de uma filosofia barata e homens que se consideram deuses, fazendo o trabalho da natureza, decidindo sobre a vida e a morte.
Vale a pena ver? Sim, é diferente. Mas, prepare-se para o final fraco, preguiçoso e desconcertante.
7 de agosto de 2014
Crítica de Filme: Caso 39
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Caso 39 (2009) - Case 39. Por incrível que pareça no Brasil não ganhou nenhum título estranho. Apenas a tradução literal.
O caso em questão é o de uma menina que sofria maus tratos nas mãos dos pais e foi "salva" por uma assistente social. A assistente fica tão apegada à menina que consegue autorização para levá-la para casa até que apareça um lar adotivo. Ao investigar o passado da criança, a assistente percebe um histórico muito misterioso, no qual todos que entram em contato com a menina ficam meio loucos, ou morrem.
No elenco, a linda Renée Zellweger dá vida à assistente social. Uma personagem que se convence facilmente de que a menina é possuída pelo demônio. Em uma vida real, assistente nenhuma seria convencida tão rapidamente. Acredito que o grande furo do filme está ai. Basta a menina dar uma olhada diferente e a "mãe adotiva" já acha que a criança tá possuída. Calma, né? Acredito que deveria ter acontecido muito mais para a mulher entrar em pânico. Enfim, no frigir dos ovos, a atriz convenceu.
A atriz Jodelle Ferland interpreta a menina misteriosa Lilith Sullivan. Só de a menina entrar em cena já dá arrepios. A garota tem 19 anos e um longo currículo de filmes sombrios e papéis bem macabros. Eu sou fã. Basta lembrar que além do "Terror em Silent Hill" ela já fez “Kingdom Hospital”, “O Segredo da Cabana”, “O Homem das Sombras”, “ParaNorman”, “Os Mensageiros” e tantos outros. Um detalhe: prestou atenção no nome da personagem? Lilith, uma clara referência ao demônio.
Uma aparição rápida de Bradley Cooper dá mais beleza ao filme (meninas, aqueles olhos azuis...). Enfim, ele faz um médico que também é facilmente convencido que a menina é um demônio.
Fora esse fato, que incomoda bastante, o resto do filme segue normal. Bons efeitos especiais, bom desenvolvimento da trama - apesar de personagens fracos - e um final surpreendente. Muitas cenas extremamente bem feitas prendem pelo medo e suspense. Como a cena em que a menina "pede" para entrar no quarto da assistente ou quando Renée Zellwege sai correndo em direção ao ônibus para pedir socorro. São bons sustos.
Não é uma obra-prima mas cumpre ao que se propõe: diverte, assusta e não decepciona.
Caso 39 (2009) - Case 39. Por incrível que pareça no Brasil não ganhou nenhum título estranho. Apenas a tradução literal.
O caso em questão é o de uma menina que sofria maus tratos nas mãos dos pais e foi "salva" por uma assistente social. A assistente fica tão apegada à menina que consegue autorização para levá-la para casa até que apareça um lar adotivo. Ao investigar o passado da criança, a assistente percebe um histórico muito misterioso, no qual todos que entram em contato com a menina ficam meio loucos, ou morrem.
No elenco, a linda Renée Zellweger dá vida à assistente social. Uma personagem que se convence facilmente de que a menina é possuída pelo demônio. Em uma vida real, assistente nenhuma seria convencida tão rapidamente. Acredito que o grande furo do filme está ai. Basta a menina dar uma olhada diferente e a "mãe adotiva" já acha que a criança tá possuída. Calma, né? Acredito que deveria ter acontecido muito mais para a mulher entrar em pânico. Enfim, no frigir dos ovos, a atriz convenceu.
A atriz Jodelle Ferland interpreta a menina misteriosa Lilith Sullivan. Só de a menina entrar em cena já dá arrepios. A garota tem 19 anos e um longo currículo de filmes sombrios e papéis bem macabros. Eu sou fã. Basta lembrar que além do "Terror em Silent Hill" ela já fez “Kingdom Hospital”, “O Segredo da Cabana”, “O Homem das Sombras”, “ParaNorman”, “Os Mensageiros” e tantos outros. Um detalhe: prestou atenção no nome da personagem? Lilith, uma clara referência ao demônio.
Uma aparição rápida de Bradley Cooper dá mais beleza ao filme (meninas, aqueles olhos azuis...). Enfim, ele faz um médico que também é facilmente convencido que a menina é um demônio.
Fora esse fato, que incomoda bastante, o resto do filme segue normal. Bons efeitos especiais, bom desenvolvimento da trama - apesar de personagens fracos - e um final surpreendente. Muitas cenas extremamente bem feitas prendem pelo medo e suspense. Como a cena em que a menina "pede" para entrar no quarto da assistente ou quando Renée Zellwege sai correndo em direção ao ônibus para pedir socorro. São bons sustos.
Não é uma obra-prima mas cumpre ao que se propõe: diverte, assusta e não decepciona.
31 de julho de 2014
Crítica de Filme: Transcendence: A Revolução (2014)
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Transcendence: A Revolução (Transcendence) 2014 - No Brasil o título ganhou o complemento "A Revolução". Não entendi o porquê da revolução, mas é aquela coisa, por aqui, eles sempre nos surpreendem com títulos "criativos".
Não é um filme de terror. É de suspense e ficção científica.
Em resumo, o dr. Will Caster sofre um atentado e fica muito mal. Antes de morrer, tem a ideia de transferir sua inteligência para um computador. A experiência dá certo. Já transformando em máquina, ele desenvolve um sistema de nanotecnologia que ajuda a curar as pessoas. Ai começa a confusão...
O filme merece destaque em dois pontos: nos efeitos especiais e no elenco.
Sobre o elenco, vamos lá: é de primeiríssima grandeza. Traz Johny Depp na pele do Dr. Will Caster. Nem precisa de apresentação, não é? Temos também Rebecca Hall como esposa do cientista. Eu, particularmente, não gosto da atriz. Acho fraquinha e faz as mesmas (irritantes) caras e bocas em qualquer filme. Tanto faz vê-la no "Grande Truque" ou em "Dorian Gray". É sempre a mesma. Mas a seu favor, lembro que ela fez um filme que eu adoro "The Awakening" (O despertar). Aliás, filme que me inspirou a fazer o conto "O Misterioso Caso da Menina que Desapareceu" (publicado aqui no blog). Ainda no elenco, Paul Bettany, o excepcional Paul Bettany. É impossível falar dele sem lembrar de "O Código Da Vinci", "Uma Mente Brilhante", "Coração de Tinta", "Dog Ville",“Priest” e tantos, tantos outros. Ele dá vida ao cientista amigo que ajuda na transferência da inteligência. Ainda surpreendendo na qualidade do elenco, temos Morgan Freeman, Cilian Murphy e Clifton Collins Jr. É ou não é recheado de estrelas?
Mas de que adianta um elenco desses com um roteiro sofrível e uma história vazia? Começa bem, mas vai ganhando contornos de uma ficção boba e infantil. No final, uma sensação de uma mensagem hipócrita e retrógrada contra a evolução das máquinas a favor do ser humano.
Sobre os efeitos especiais: bem legais. A (re)construção de pele e seres humanos foi muito bem feita. Engraçado que já vi várias críticas por ai falando exatamente do excesso de efeitos. Eu gostei.
Enfim, o que posso falar é que o filme é bem fraco.
Quando vi que era produzido por Christopher Nolan – diretor de três filmes do Batman, produtor do Homem de Ferro – eu confesso que fiquei animada. Mas esperava mais. Muito mais. Não chega a ser perda de tempo, mas veja depois que sair em DVD, não gaste seu dinheiro para ir ver no cinema.
Transcendence: A Revolução (Transcendence) 2014 - No Brasil o título ganhou o complemento "A Revolução". Não entendi o porquê da revolução, mas é aquela coisa, por aqui, eles sempre nos surpreendem com títulos "criativos".
Não é um filme de terror. É de suspense e ficção científica.
Em resumo, o dr. Will Caster sofre um atentado e fica muito mal. Antes de morrer, tem a ideia de transferir sua inteligência para um computador. A experiência dá certo. Já transformando em máquina, ele desenvolve um sistema de nanotecnologia que ajuda a curar as pessoas. Ai começa a confusão...
O filme merece destaque em dois pontos: nos efeitos especiais e no elenco.
Sobre o elenco, vamos lá: é de primeiríssima grandeza. Traz Johny Depp na pele do Dr. Will Caster. Nem precisa de apresentação, não é? Temos também Rebecca Hall como esposa do cientista. Eu, particularmente, não gosto da atriz. Acho fraquinha e faz as mesmas (irritantes) caras e bocas em qualquer filme. Tanto faz vê-la no "Grande Truque" ou em "Dorian Gray". É sempre a mesma. Mas a seu favor, lembro que ela fez um filme que eu adoro "The Awakening" (O despertar). Aliás, filme que me inspirou a fazer o conto "O Misterioso Caso da Menina que Desapareceu" (publicado aqui no blog). Ainda no elenco, Paul Bettany, o excepcional Paul Bettany. É impossível falar dele sem lembrar de "O Código Da Vinci", "Uma Mente Brilhante", "Coração de Tinta", "Dog Ville",“Priest” e tantos, tantos outros. Ele dá vida ao cientista amigo que ajuda na transferência da inteligência. Ainda surpreendendo na qualidade do elenco, temos Morgan Freeman, Cilian Murphy e Clifton Collins Jr. É ou não é recheado de estrelas?
Mas de que adianta um elenco desses com um roteiro sofrível e uma história vazia? Começa bem, mas vai ganhando contornos de uma ficção boba e infantil. No final, uma sensação de uma mensagem hipócrita e retrógrada contra a evolução das máquinas a favor do ser humano.
Sobre os efeitos especiais: bem legais. A (re)construção de pele e seres humanos foi muito bem feita. Engraçado que já vi várias críticas por ai falando exatamente do excesso de efeitos. Eu gostei.
Enfim, o que posso falar é que o filme é bem fraco.
Quando vi que era produzido por Christopher Nolan – diretor de três filmes do Batman, produtor do Homem de Ferro – eu confesso que fiquei animada. Mas esperava mais. Muito mais. Não chega a ser perda de tempo, mas veja depois que sair em DVD, não gaste seu dinheiro para ir ver no cinema.
23 de julho de 2014
Crítica de Filme: A Pata do Macaco (2013)
The Monkey´s Paw (A Pata do Macaco) (2013) – Em 1902, o escritor inglês W.W.Jacobs publicou o conto "The Monkey´s Paw" ("A Pata do Macaco"). Virou um clássico da literatura de terror. Conta a história de uma pata de macaco encantada. Um amuleto hindu que concede três pedidos a quem a possui. Mas o talismã é do tipo: cuidado com o que você pede. Toda ação tem uma consequência.
Veja um trechinho do conto:
" – Bem, por que não faz os seus três pedidos, senhor? — disse Herbert White astutamente.
O soldado olhou para ele como olham as pessoas de meia–idade para um jovem presunçoso.
– Eu fiz — disse ele calmamente, e seu rosto marcado empalideceu.
– E teve mesmo os três desejos satisfeitos? — perguntou a Sra. White.
– Tive — disse o sargento, e o copo bateu nos dentes fortes.
– E alguém mais fez os pedidos? — insistiu a senhora.
– O primeiro homem realizou os três desejos — foi a resposta. — Eu não sei quais foram os dois primeiros, mas o terceiro foi para morrer. Por isso é que consegui a pata.
Seu tom de voz era tão grave que o grupo ficou em silêncio.
– Se você conseguiu realizar os três desejos, ela não serve mais para você Morris — disse o velho finalmente. — Para que você guarda essa pata?
O soldado meneou a cabeça.
– Por capricho, suponho — disse lentamente. — Cheguei a pensar em vendê–la, mas acho que não o farei. Ela já causou muitas desgraças. Além disso, as pessoas não vão comprar. Acham que é um conto de fadas, algumas delas; e as que acreditam querem tentar primeiro para pagar depois".
Vale a pena ler o conto inteiro (tem publicado aqui no blog, e você pode ler aqui!). Em resumo seria isso: a pata concede o desejo, mas ferra com a vida da pessoa.
8 de julho de 2014
Return to Babylon: Filme Assombrado Onde o Rosto dos Atores Mudam para Formas Assustadoras!
O diretor Canawati queria fazer um filme mudo, preto e branco e ambientado nos anos 1900. Um dia, caminhando pela calçada ele encontra um saco de lixo com 19 rolos selados de fita preta e branco. Ele grava o filme sobre elas e quando vai fazer a edição fica perplexo ao ver que em vários quadros, os atores se transformavam em algo bizarro, com os rostos assumindo formatos demoníacos. Conheça a história do assombrado filme "Return to Babylon".
A leitora Isabela R. me escreveu dizendo que tinha visto no programa "Minha História de Fantasma" o caso do filme "Return to Babylon". Eu já tinha visto esse episódio a algum tempo atrás, mas havia me esquecido completamente dele. O negócio é o seguinte...
A leitora Isabela R. me escreveu dizendo que tinha visto no programa "Minha História de Fantasma" o caso do filme "Return to Babylon". Eu já tinha visto esse episódio a algum tempo atrás, mas havia me esquecido completamente dele. O negócio é o seguinte...
3 de julho de 2014
Crítica de Filme: A Face do Mal (Haunt) (2014)
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
A Face do Mal (Haunt) - Filme lançado este ano (2014).
A história é pra lá de conhecida: família muda para casa nova, a filha caçula vê amigos imaginários e ninguém acredita; o filho adolescente se apaixona pela vizinha misteriosa e passa a investigar o passado da casa; os pais são legais e demoram a perceber os ataques sobrenaturais. Cantos escuros, porões mal-assombrados, quartos misteriosos e um passado obscuro... É o de sempre. Mais do mesmo. Mas, com a diferença que foi tudo feito com competência pela direção, que ficou nas mãos de Marc Carter. Foi o primeiro trabalho dele em longas e apesar de usar vários clichês, fez tudo direitinho.
O bom do filme é que a gente demora a perceber quem são os verdadeiros monstros. E levamos alguns sustos. O ruim é que é pouco original.
No elenco, Harrison Gilbertson faz o adolescente apaixonado Evan que conhece a misteriosa vizinha e começam um relacionamento. Entre as coisas que passam a fazer juntos é mexer no passado da casa. Claro que acabam metendo o nariz onde não devem.
Harrison é um ator australiano, de apenas 21 anos, participa do elenco de "Fallen", ainda a ser lançado. (Fallen é o primeiro romance da série de livros de ficção sobre anjos da escritora norte-americana Lauren Kate. Conta a história de uma jovem que se apaixona por um anjo caído. Virou filme).
A vizinha, Sam, Liana Liberato, é bem fraquinha como atriz. Faz uma vizinha adolescente afetada, pouco convincente e sem noção. É apenas bonita. Os piores diálogos são os dela. Os argumentos são fracos e a atriz deixa muito a desejar. O maior equivoco do filme. E olha que ela deu um show de interpretação em um filme anterior chamado "Confiar" (de 2011. Dirigido por David Schwimmer, conhecido pelo papel de Ross no seriado Friends). Boa atriz na infância, não rendeu na adolescência. Mas é lindinha, e tá lá cumprindo o papel que pouco ajudou em sua interpretação sofrível.
Ainda no elenco, destaque para Jacki Weaver, que faz a antiga dona da propriedade: Janet Morello. A atriz também australiana recentemente fez "O Lado Bom da Vida". Só a cara dela já assusta.
O filme me conquistou por dar sustos fantasmagóricos. Eu adoro. Sabe aquela coisa da pessoa abrir os olhos e o fantasma estar ao lado da cama? Ou a porta estar fechada e abrir sozinha? Ou suspiros inexplicáveis que te deixam nervoso? Ou as luzes que piscam dando com um medo danado de se apagarem e elas apagam? Tem tudo lá.
Apesar de previsível, o roteiro é amarradinho e o final é surpreendente. Considero um pouquinho melhor que a média.
A Face do Mal (Haunt) - Filme lançado este ano (2014).
A história é pra lá de conhecida: família muda para casa nova, a filha caçula vê amigos imaginários e ninguém acredita; o filho adolescente se apaixona pela vizinha misteriosa e passa a investigar o passado da casa; os pais são legais e demoram a perceber os ataques sobrenaturais. Cantos escuros, porões mal-assombrados, quartos misteriosos e um passado obscuro... É o de sempre. Mais do mesmo. Mas, com a diferença que foi tudo feito com competência pela direção, que ficou nas mãos de Marc Carter. Foi o primeiro trabalho dele em longas e apesar de usar vários clichês, fez tudo direitinho.
O bom do filme é que a gente demora a perceber quem são os verdadeiros monstros. E levamos alguns sustos. O ruim é que é pouco original.
No elenco, Harrison Gilbertson faz o adolescente apaixonado Evan que conhece a misteriosa vizinha e começam um relacionamento. Entre as coisas que passam a fazer juntos é mexer no passado da casa. Claro que acabam metendo o nariz onde não devem.
Harrison é um ator australiano, de apenas 21 anos, participa do elenco de "Fallen", ainda a ser lançado. (Fallen é o primeiro romance da série de livros de ficção sobre anjos da escritora norte-americana Lauren Kate. Conta a história de uma jovem que se apaixona por um anjo caído. Virou filme).
A vizinha, Sam, Liana Liberato, é bem fraquinha como atriz. Faz uma vizinha adolescente afetada, pouco convincente e sem noção. É apenas bonita. Os piores diálogos são os dela. Os argumentos são fracos e a atriz deixa muito a desejar. O maior equivoco do filme. E olha que ela deu um show de interpretação em um filme anterior chamado "Confiar" (de 2011. Dirigido por David Schwimmer, conhecido pelo papel de Ross no seriado Friends). Boa atriz na infância, não rendeu na adolescência. Mas é lindinha, e tá lá cumprindo o papel que pouco ajudou em sua interpretação sofrível.
Ainda no elenco, destaque para Jacki Weaver, que faz a antiga dona da propriedade: Janet Morello. A atriz também australiana recentemente fez "O Lado Bom da Vida". Só a cara dela já assusta.
O filme me conquistou por dar sustos fantasmagóricos. Eu adoro. Sabe aquela coisa da pessoa abrir os olhos e o fantasma estar ao lado da cama? Ou a porta estar fechada e abrir sozinha? Ou suspiros inexplicáveis que te deixam nervoso? Ou as luzes que piscam dando com um medo danado de se apagarem e elas apagam? Tem tudo lá.
Apesar de previsível, o roteiro é amarradinho e o final é surpreendente. Considero um pouquinho melhor que a média.
26 de junho de 2014
Crítica de Filme: Sanitarium (2013)
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Sanitarium (2013) - Não achei tradução para o português. Mas, a tradução em sites para baixar filmes é Sanatório. Não confundir com "Sanatorium", esse é outro.
Em resumo, o filme conta as histórias de três doentes psicológicos. Eles estão em um sanatório e são tratados pelo médico, Dr. Stenson. Os três eventos de cada paciente foram dirigidos por três diretores diferentes. São contos de loucura, tensão, medo, sangue.
Lembram de "Tales From The Crypt" (Contos da Cripta)? Para quem é mais antigo, é fácil lembrar; para quem não conhece, era uma série americana que contava historietas de terror baseadas em quadrinhos. Era apresentada pelo Guardião da Cripta, uma espécie de coveiro "cara de esqueleto" divertido e apavorante, que sempre fazia a introdução das histórias e no final voltava para comentar. Assim que comecei a assistir "Sanitarium" me reportei à série.
O filme começa com o maravilhoso Malcom McDowell, o dr. Stenson, apresentando as histórias. Assim como o guardião em Tales From The Crypt, ele vai costurando o filme.
Falando em Malcom McDowell, o elenco do filme é de primeira: o próprio Malcom já dá o brilho necessário. Eterno Alex de "Laranja Mecânica", o ator dá vida ao médico que faz os tratamentos. Já estamos acostumados a vê-lo em filmes de terror, afinal ele deu seu ar da graça em muitos filmes do gênero como no último "Silent Hill Revelação", em "Halloween, o Início" e "Halloween II", além das participações na série "The Mentalist". Isso só pra citar alguns. Eu, sinceramente, sou fã dele, babo mesmo por tudo o que ele faz. Mesmo nos filmes ruins.
Na primeira história, a direção ficou por conta de Bryan Ramirez e conta a loucura do artista plástico Gustav, que passa a ouvir seus bonecos. John Glover dá vida ao artista. Glover deu um show de interpretação. É conhecido da gente por seu papel de Lionel Luthor, na série "Smallvile", além das participações em "Gremlins 2" e "Robocop 2". Em "Sanitarium", o ator está nota dez. Faz um artista enlouquecido, magro, descabelado, drogado, meio bêbado, daqueles que a gente tem vontade de dar um banho e sopa quente. Totalmente convincente. Vale destacar no elenco também a participação de Robert Englund. Sim, nosso eterno Freddy Kruger.
A história ganhou o título de "Figuratively Speaking" e mostra uma fotografia impecável e belíssimo jogo de cores. A evolução da esquizofrenia se apresenta sem pontas soltas. O único senão é ritmo do final da história, além de ter uma ou duas frases desnecessárias. Mas no frigir dos ovos, o desenvolvimento é surpreendente.
A segunda história ficou nas mãos de Bryan Ortiz e fala dos monstros que são reais. Um menino que sofre abuso do pai e passa a ver em seu dia-a-dia uma figura estranha que o persegue. No elenco, destaque para o menino David Mazouz que deu um show na série "Touch". Aqui, ele faz o garoto abusado, numa interpretação pra lá de convincente. A historinha ganhou o título de "Monster are Real", e resumidamente é isso mesmo: o pai abusa do filho, o filho vê monstros pelos cantos, uma professora se preocupa com garoto e... o final é surpreendente e perfeito. Das três histórias, é a que dá mais medo. Difícil acreditar que seja apenas a loucura de uma criança. Algumas pontinhas soltas enfraquecem o filme, mas nada que comprometa demais.
A última história é a mais fraquinha. Sobre a solidão de homem que está num banker se protegendo do fim do mundo. Ele acredita que os aliens estão chegando trazendo o apocalipse. Conforme se desenrola, você entende porque ele está sozinho. Aqui o terror psicológico é o mais evidente. Ganhou o título de "Up to The Last Man" e tem no elenco Lou Diamond Phillips, o eterno Ritchie Valens do filme "La bamba". Final pouco surpreendente.
Um bom filme, intrigante, original, com produção boa e elenco excelente. Recomendo.
Sanitarium (2013) - Não achei tradução para o português. Mas, a tradução em sites para baixar filmes é Sanatório. Não confundir com "Sanatorium", esse é outro.
Em resumo, o filme conta as histórias de três doentes psicológicos. Eles estão em um sanatório e são tratados pelo médico, Dr. Stenson. Os três eventos de cada paciente foram dirigidos por três diretores diferentes. São contos de loucura, tensão, medo, sangue.
Lembram de "Tales From The Crypt" (Contos da Cripta)? Para quem é mais antigo, é fácil lembrar; para quem não conhece, era uma série americana que contava historietas de terror baseadas em quadrinhos. Era apresentada pelo Guardião da Cripta, uma espécie de coveiro "cara de esqueleto" divertido e apavorante, que sempre fazia a introdução das histórias e no final voltava para comentar. Assim que comecei a assistir "Sanitarium" me reportei à série.
O filme começa com o maravilhoso Malcom McDowell, o dr. Stenson, apresentando as histórias. Assim como o guardião em Tales From The Crypt, ele vai costurando o filme.
Falando em Malcom McDowell, o elenco do filme é de primeira: o próprio Malcom já dá o brilho necessário. Eterno Alex de "Laranja Mecânica", o ator dá vida ao médico que faz os tratamentos. Já estamos acostumados a vê-lo em filmes de terror, afinal ele deu seu ar da graça em muitos filmes do gênero como no último "Silent Hill Revelação", em "Halloween, o Início" e "Halloween II", além das participações na série "The Mentalist". Isso só pra citar alguns. Eu, sinceramente, sou fã dele, babo mesmo por tudo o que ele faz. Mesmo nos filmes ruins.
Na primeira história, a direção ficou por conta de Bryan Ramirez e conta a loucura do artista plástico Gustav, que passa a ouvir seus bonecos. John Glover dá vida ao artista. Glover deu um show de interpretação. É conhecido da gente por seu papel de Lionel Luthor, na série "Smallvile", além das participações em "Gremlins 2" e "Robocop 2". Em "Sanitarium", o ator está nota dez. Faz um artista enlouquecido, magro, descabelado, drogado, meio bêbado, daqueles que a gente tem vontade de dar um banho e sopa quente. Totalmente convincente. Vale destacar no elenco também a participação de Robert Englund. Sim, nosso eterno Freddy Kruger.
A história ganhou o título de "Figuratively Speaking" e mostra uma fotografia impecável e belíssimo jogo de cores. A evolução da esquizofrenia se apresenta sem pontas soltas. O único senão é ritmo do final da história, além de ter uma ou duas frases desnecessárias. Mas no frigir dos ovos, o desenvolvimento é surpreendente.
A segunda história ficou nas mãos de Bryan Ortiz e fala dos monstros que são reais. Um menino que sofre abuso do pai e passa a ver em seu dia-a-dia uma figura estranha que o persegue. No elenco, destaque para o menino David Mazouz que deu um show na série "Touch". Aqui, ele faz o garoto abusado, numa interpretação pra lá de convincente. A historinha ganhou o título de "Monster are Real", e resumidamente é isso mesmo: o pai abusa do filho, o filho vê monstros pelos cantos, uma professora se preocupa com garoto e... o final é surpreendente e perfeito. Das três histórias, é a que dá mais medo. Difícil acreditar que seja apenas a loucura de uma criança. Algumas pontinhas soltas enfraquecem o filme, mas nada que comprometa demais.
A última história é a mais fraquinha. Sobre a solidão de homem que está num banker se protegendo do fim do mundo. Ele acredita que os aliens estão chegando trazendo o apocalipse. Conforme se desenrola, você entende porque ele está sozinho. Aqui o terror psicológico é o mais evidente. Ganhou o título de "Up to The Last Man" e tem no elenco Lou Diamond Phillips, o eterno Ritchie Valens do filme "La bamba". Final pouco surpreendente.
Um bom filme, intrigante, original, com produção boa e elenco excelente. Recomendo.
18 de junho de 2014
Crítica de Filme: O Colecionador de Corpos (2009)
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Colecionador de Corpos (The Collector) - Filme de 2009. Dirigido por Marcus Dunstan, o competente roteirista de Jogos Mortais 4, 5, 6 e 7. Por ai já dá pra ter uma ideia do vem pela frente.
Em resumo, o filme conta a história de um ex-presidiário que tenta ganhar a vida honestamente. Trabalhando numa bela mansão, cai em tentação e resolve levar o dinheiro da família para pagar uma dívida da namorada. Ele volta à noite para fazer o roubo. Mas ele não está sozinho, um serial killer, conhecido como Colecionador, está lá também. O assassino usa uma máscara sinistra e faz várias armadilhas pela casa. Tortura sadicamente todo mundo. Sai alguém vivo da casa? Aí, só vendo o final.
Filme violento e, pra quem gosta de sangue, é um prato cheio.
É um daqueles slasher bem feito, com direção precisa e muitas cenas de pura agonia. Daqueles que a gente pula em frente à tela, fica torcendo pelo protagonista e grita quando ele entra numa sala coberta de armadilhas, por exemplo.
O protagonista é Josh Stewart, figura conhecida. Participou de Third Watch , CSI, Grimm, “O curioso caso de Benjamin Button” e fez um websódio do The Walking Dead. O resto do elenco nem merece muito destaque porque pouco fizeram.
Apesar do nome, do gênero e do sangue, não é um roteiro bobo. É simples, mas original. Não deixa pontas soltas. Consegue prender a gente na cadeira, suando frio. Mantém o suspense de forma coerente e usa e abusa – com competência – de tortura e morte.
Por fim, a continuação do filme foi feita em 2012 e começa no momento em que o primeiro acaba. Por isso, é bom ver os dois um seguido do outro. E essa sequência também tem um final surpreendente. Vale muito a pena.
Colecionador de Corpos (The Collector) - Filme de 2009. Dirigido por Marcus Dunstan, o competente roteirista de Jogos Mortais 4, 5, 6 e 7. Por ai já dá pra ter uma ideia do vem pela frente.
Em resumo, o filme conta a história de um ex-presidiário que tenta ganhar a vida honestamente. Trabalhando numa bela mansão, cai em tentação e resolve levar o dinheiro da família para pagar uma dívida da namorada. Ele volta à noite para fazer o roubo. Mas ele não está sozinho, um serial killer, conhecido como Colecionador, está lá também. O assassino usa uma máscara sinistra e faz várias armadilhas pela casa. Tortura sadicamente todo mundo. Sai alguém vivo da casa? Aí, só vendo o final.
Filme violento e, pra quem gosta de sangue, é um prato cheio.
É um daqueles slasher bem feito, com direção precisa e muitas cenas de pura agonia. Daqueles que a gente pula em frente à tela, fica torcendo pelo protagonista e grita quando ele entra numa sala coberta de armadilhas, por exemplo.
O protagonista é Josh Stewart, figura conhecida. Participou de Third Watch , CSI, Grimm, “O curioso caso de Benjamin Button” e fez um websódio do The Walking Dead. O resto do elenco nem merece muito destaque porque pouco fizeram.
Apesar do nome, do gênero e do sangue, não é um roteiro bobo. É simples, mas original. Não deixa pontas soltas. Consegue prender a gente na cadeira, suando frio. Mantém o suspense de forma coerente e usa e abusa – com competência – de tortura e morte.
Por fim, a continuação do filme foi feita em 2012 e começa no momento em que o primeiro acaba. Por isso, é bom ver os dois um seguido do outro. E essa sequência também tem um final surpreendente. Vale muito a pena.
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11 de junho de 2014
Crítica de Filme: Atividade Paranormal: Marcados Pelo Mal (2014)
* Crítica escrita por Andrea Carvalho
Atividade Paranormal: Marcados Pelo Mal/ Paranormal Activity: The Marked Ones (2014) – Não veja. Nota zero. Pronto. Nem teria mais nada a falar nesta análise.
Mas, como a ideia aqui é dar uma luz aos que gostam de filmes de terror, vamos lá: filme chato, chato, sem sustos, clichê, trash, desnecessário e... Já disse chato?
Em resumo: Jesse, o protagonista, compra uma câmera e sai filmando tudo. A curiosidade faz com que ele vá até o apartamento da misteriosa (e recém falecida) vizinha Ana. Ele e dois amigos entram no apartamento, descobrem coisas estranhas ligadas a uma seita (aquela que a gente já conhece dos outros filmes). O jovem passa a ter um comportamento questionável e os amigos investigam o que poderia ser.
É um chamado "spin-off" da franquia Atividade Paranormal. Um braço. E mantém a fórmula de uma câmera na mão filmando tudo em tempo real. Funcionou no primeiro filme? Funcionou. Na minha opinião, só no primeiro mesmo, porque o resto foi mais do mesmo. Inclusive acho o japonês (outro "spin-off") muito mais interessante que as continuações. Enfim, não vem ao caso agora.
Atividade Paranormal: Marcados Pelo Mal/ Paranormal Activity: The Marked Ones (2014) – Não veja. Nota zero. Pronto. Nem teria mais nada a falar nesta análise.
Mas, como a ideia aqui é dar uma luz aos que gostam de filmes de terror, vamos lá: filme chato, chato, sem sustos, clichê, trash, desnecessário e... Já disse chato?
Em resumo: Jesse, o protagonista, compra uma câmera e sai filmando tudo. A curiosidade faz com que ele vá até o apartamento da misteriosa (e recém falecida) vizinha Ana. Ele e dois amigos entram no apartamento, descobrem coisas estranhas ligadas a uma seita (aquela que a gente já conhece dos outros filmes). O jovem passa a ter um comportamento questionável e os amigos investigam o que poderia ser.
É um chamado "spin-off" da franquia Atividade Paranormal. Um braço. E mantém a fórmula de uma câmera na mão filmando tudo em tempo real. Funcionou no primeiro filme? Funcionou. Na minha opinião, só no primeiro mesmo, porque o resto foi mais do mesmo. Inclusive acho o japonês (outro "spin-off") muito mais interessante que as continuações. Enfim, não vem ao caso agora.
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