10 de agosto de 2018

10 Pessoas que Voltaram dos Mortos



A ciência moderna tem trabalhando duro para eliminar uma das únicas coisas das quais podemos ter certeza em nossas vidas. Por milhares de anos, os humanos buscaram a chave da imortalidade e é bem possível que em um futuro não muito distante, talvez, existam algumas possíveis opções para escapar da morte: Se congelar, transferir sua mente para um computador, alterar o DNA... Mas até quebrarmos essa última regra, vamos ter que continuar morrendo.

10 - Luz Milagros Veron

A argentina Analia Bouter estava grávida de seu quinto filho quando entrou em trabalho de parto com 12 semanas de antecedência.

Depois que o parto foi concluído, os médicos disseram a ela que a bebê era natimorta, e Bouter e seu marido foram mandados para casa com um atestado de óbito para a criança.

Eles decidiram voltar 12 horas depois para ver o corpo da menina, que estava sendo mantida em uma gaveta refrigerada no necrotério. O bebê havia sido visto por obstetras, ginecologistas e até mesmo por um neonatologista, e todos chegaram à conclusão de que ela estava morta.

Mas quando abriram a gaveta, o bebê começou a chorar e eles perceberam que a menina estava viva. A menina foi nomeada Luz Milagros (Milagres da Luz) e as últimas notícias disseram que ela cresceu forte e saudável.

09 - Álvaro Garza, Jr.

Alvaro Garza, Jr. tinha 11 anos de idade em 1987, quando caiu no gelo e no Rio Vermelho do Norte, que separa Minnesota de Dakota do Norte.

Ele estava brincando no rio congelado e caiu enquanto tentava pegar o corpo de um esquilo morto. A tentativa de resgate não foi particularmente rápida, e Alvaro passou 45 minutos completamente embaixo d'água.

Quando ele foi retirado do rio, ele estava clinicamente morto: ele não tinha pulso e sua temperatura corporal caiu para 25 graus Celsius (77 graus Fahrenheit). Ele foi levado para o hospital, onde os médicos o reviveram usando uma máquina de Bypass de coração-pulmão, que aqueceu o seu corpo, expeliu água e bombeou ar.

A explicação por trás dessa história é que Álvaro estava lutando por alguns minutos antes de realmente submergir, o que, segundo as autoridades, permitiu que seu corpo esfriasse e reduzisse sua necessidade de oxigênio.

Após quatro dias no hospital, ele conseguiu se comunicar piscando e foi liberado após 17 dias no total. Por um tempo, ele tinha um uso limitado de seus membros, exigindo um aparelho para poder andar. Mas ele finalmente recuperou os movimentos completamente e parece não ter tido danos cerebrais.

08 - Ty Houston

Ty Houston, uma enfermeira de Michigan, estava preenchendo sua cédula de votação de 2012 quando ouviu uma mulher gritando por ajuda.

Ele foi até lá e descobriu que o marido da mulher não tinha batimentos cardíacos e não estava respirando.

Houston colocou o corpo do homem no chão e começou a fazer reanimação cardiorrespiratória nele. Depois de alguns minutos, ele conseguiu trazer o homem de volta à vida.

Apesar de ter acabado de morrer, a primeira coisa que o homem perguntou ao ser revivido foi "Eu votei?"

07 - Joanesburgo

Em julho de 2011, a família de um sul-africano de 80 anos chamou um agente funerário, informando que o homem estava morto.

Um motorista foi enviado e verificou o homem para tentar encontrar um pulso ou batimento cardíaco, mas não conseguiu, então levou o para o necrotério, onde foi colocado em um refrigerador. Vinte e uma horas depois, o homem morto voltou à vida e começou a gritar.

Compreensivelmente, isso assustou o pessoal do necrotério, que achava que o homem era um fantasma. Apavorado, o dono, Ayanda Maqolo, chamou a polícia e esperou até que chegassem ao necrotério.

Maqolo disse que se sentia mais seguro com armas de fogo ali, para o caso de confrontar seja lá o que estivesse gritando. Depois que o homem morto-vivo foi retirado do refrigerador, ele foi enviado para um hospital próximo antes de ser dispensado.

Maqolo disse na época, que estava se recuperando de sua experiência traumática, mas não mencionou o óbvio trauma do homem que foi retirado gavetão de um necrotério pela polícia armada.

06 - Kelvin Santos

Kelvin Santos, um menino brasileiro de dois anos de idade, morreu depois que complicações decorrentes de uma broncopneumonia fizeram com que ele parasse de respirar.

Ele foi colocado em um saco lacrado por três horas, e uma vigília foi realizada pela família mais tarde naquele dia. Sua tia estava velando o corpo quando ela disse que ele começou a se mexer, e então ele se sentou em seu caixão na frente de toda a família e pediu ao pai dele um copo d'água.

A família pensou que eles estavam tendo mais uma chance, mas infelizmente, ele imediatamente se deitou e morreu novamente.

Kelvin foi levado às pressas para o hospital, mas foi declarado morto pela segunda vez.

Enquanto que alguns afirmam que o caso poderia ter sido uma farsa, é preciso se perguntar quem iria ter uma ideia dessas e de que forma conseguir que toda a família atuasse junto.

05 - Carlos Camejo

Carlos Camejo tinha 33 anos quando se envolveu em uma colisão em alta velocidade em uma estrada venezuelana, foi declarado morto e foi levado para o necrotério local.

Nesse meio tempo, sua esposa foi informada de sua perda e pediu para identificar o corpo. Os legistas no necrotério estavam se preparando para uma autópsia em Camejo com uma incisão no seu queixo quando perceberam que algo estava errado: a incisão estava sangrando.

Eles começaram a costurar o corte justamente quando Camejo acordou, dizendo que a dor dos pontos era insuportável.

Não muito tempo depois que ele acordou, sua esposa chegou para identificar o seu corpo e ficou muito feliz em encontrar seu marido vivo.

04 - Erica Nigrelli

Erica Nigrelli, uma professora de inglês do Missouri, EUA, estava grávida de 36 semanas quando começou a ter desmaios. Um certo dia, ela desmaiou no trabalho.

Seu marido Nathan, professor da mesma escola, ligou para emergências, dizendo que ela estava tendo uma convulsão. Colegas de trabalho começaram  a fazer reanimação cardiorrespiratória e usaram um desfibrilador na tentativa de reiniciar o seu coração.

O pessoal da emergência chegou e levou Erica para o hospital, onde os médicos interromperam o RCP, dando ela como morta, e passaram para os procedimentos de cesariana para tentar salvar a vida da criança.

Eles então disseram a Nathan que sua esposa havia feito o parto, mas que logo depois do parto, o coração de Erica começou a bater de novo.

Ela foi mantida em coma induzido por cinco dias, e descobriram que ela sofre de uma doença cardíaca conhecida como cardiomiopatia hipertrófica, que exige que ela tenha um marcapasso.

Erica e sua filha, Elanya, estão vivas e bem.

03 - MaNdlo

Em março de 2013, uma prostituta de Bulowayo, no Zimbábue, morreu enquanto estava "conduzindo negócios" com um de seus clientes.

As autoridades foram chamadas ao hotel onde ela trabalhava para remover o corpo. Uma multidão de espectadores se reuniu para assistir, e assim que a polícia estava colocando seu corpo em um caixão de metal, ela voltou à vida gritando "Você quer me matar!"

Naturalmente, ver uma mulher em um caixão voltar à vida gritando daquele jeito, chocou muitas das pessoas na multidão, que começaram a fugir da cena.

MaNdlo foi levada para casa por um de seus colegas, enquanto seu cliente saiu silenciosamente do quarto de hotel depois que a polícia foi embora.

02 - Li Xiufeng

Quando uma pessoa tem 95 anos, ainda que seja lamentável, provavelmente não é um grande choque se ela morre.

E quando alguém morre, você geralmente espera que eles permaneçam mortos. Quando essa pessoa está morta há seis dias, você seriamente não espera que que volte ao mundo dos vivos.

Bem, Li Xiufeng da cidade de Beiliu, província de Guangxi, China, tinha 95 anos quando sua vizinha a encontrou imóvel e sem respirar na cama, duas semanas depois de sofrer um ferimento na cabeça.

Depois que o vizinho, Sr. Qingwang, tentou e não conseguiu acordar a mulher, ela foi colocada em um caixão e mantida em sua casa antes do funeral, para que amigos e familiares pudessem aparecer para prestar seus respeitos.

No dia anterior ao seu enterro, o sr. Qingwang foi até a casa dela para encontrar o caixão vazio.

A sra. Xiufeng... Digamos... acordou, lutou para sair do caixão fechado e foi para a cozinha cozinhar.

Um médico do hospital local foi citado dizendo: "Graças à tradição local de deixar o caixão na casa por vários dias, ela pôde ser salva."

Enquanto que não estar morto é algo muito feliz, deve ter sido muito frustrante para essa senhora voltar à vida, só para encontrar praticamente todos os seus bens queimados como manda a tradição local.

01 - Lyudmila Steblitskaya

Lyudmila Steblitskaya é outro exemplo de alguém ser declarado morto e posteriormente colocado em um necrotério, apenas para ser encontrado mais tarde com vida.

O que a diferencia do outro no necrotério que mencionamos, é que ele passou 21 horas no gavetão enquanto que Lyudmila Steblitskaya, passou três dias em um.

Em novembro de 2011, sua filha Nastya foi ao hospital para visitar Lyudmila e foi informada de que havia morrido no mesmo dia.

O necrotério estava fechado naquela hora, e sendo uma sexta-feira, isso significava que Nastya não seria capaz de ver o corpo de sua mãe até segunda-feira.

Por mais chateada que estivesse, Nastya começou a fazer os preparativos para o funeral, decidindo realizar serviço na segunda-feira. A coisa toda custou cerca de 2 mil dólares (cerca de 6 mil 250 reais) e 50 pessoas compareceram.

Mas quando a segunda-feira chegou e ela foi buscar o corpo, uma mulher disse que acabara de falar com Lyudmila alguns minutos antes.

Natsya seguiu essa mulher até um quarto e, ao ver sua mãe viva, ela jogou sua bolsa e correu pra fora gritando.

O hospital se recusou a comentar sobre o incidente, mas Lyudmila foi informada que ela estava de fato no necrotério no final de semana.

Mesmo tendo que trabalhar duro para devolver o dinheiro emprestado para o funeral, Nastya ficou muito feliz em ter sua mãe de volta quando se recuperou do choque.

Cerca de um ano depois disso, Lyudmila esteve morta de novo, por várias horas, antes de ser trazida de volta à vida novamente.

Esperamos que na próxima vez que ela morrer, que os familiares aguardem uma semana para enterrá-la. Só pra ter certeza.

Tradução/AdaptaçãoRusmea & Mateus Fornazari
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