29 de abril de 2018

O Supervulcão de Yellowstone: Uma Grande Ameaça Para a Humanidade

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Yellowstone é um parque americano visitado por milhares de pessoas todos os dias, com lindas paisagens e muito famoso por seus gêiseres. O que muita gente não sabe é que ali existe uma gigantesca caldeira de vulcão que quando entrar em erupção - porque já entrou anteriormente e vai entrar novamente - vai mudar a vida no planeta Terra...

Assombrados, faz muito tempo que estou querendo trazer para vocês um especial sobre o supervulcão de Yellowstone, nos EUA, porque se ele explodir, a vida na Terra vai mudar pra valer. Aliás, para muitos cientistas, não são os asteroides que representam uma grande ameaça a vida, mas sim a explosão desse vulcão. Os EUA seriam arrasados, milhares de pessoas morreriam com a explosão e milhões com a fome que se seguiria. É realmente algo preocupante, ainda mais que a erupção ocorre a cada 600 mil anos em média, e faz 630 mil desde a última! Vamos saber mais do assunto.

O Parque Nacional de Yellowstone

O Parque Nacional de Yellowstone é um parque nacional norte-americano localizado nos estados de Wyoming, Montana e Idaho. É o mais antigo parque nacional no mundo, e um marco na história das áreas protegidas. Foi inaugurado a 1 de março de 1872 e cobre uma área de 8980 km², estando a maior parte dele no condado de Park, no noroeste do Wyoming. A cidade mais próxima do parque Yellowstone é Billings, Montana. Milhões de pessoas o visitam todos os anos.

O parque tem uma variedade de vida selvagem, na qual incluem-se ursos mansos, lobos, bisontes, alces, e outros animais. É o centro do grande ecossistema de Yellowstone, que é um dos maiores ecossistemas de clima temperado ainda restantes no planeta.

Yellowstone tem cerca de 10.000 recursos térmicos. Destes, apenas três por cento são gêiseres. O resto são piscinas fumegantes, fumarolas, poças de lama borbulhantes ou infiltrações quentes. A maioria dos gêiseres de Yellowstone é pequena e apenas respinga e espirra, chegando a quase três metros de altura. Apenas seis grandes gêiseres, jogam água a 30 metros ou mais O Old Faithful, é o mais famoso gêiser do mundo, irrompe a cada 45 a 90 minutos aproximadamente. Mais da metado dos gêiseres do mundo se encontra no parque.


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O Supervulcão de Yellowstone

Viu como são lindas as atrações do parque, com fontes termais e gêiseres? Agora, sabe porque tem isso lá? Porque no subsolo do belíssimo Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, há uma imensa câmara de magma! Ela é a responsável pelos gêiseres e fontes termais que fazem da área um cartão postal famoso no mundo todo.

Muito antes de haver presença humana em Yellowstone, uma grande erupção vulcânica ejetou um volume imenso de cinza vulcânica que cobriu todo o oeste dos Estados Unidos, a maioria do centro-oeste, o norte do México e algumas áreas da costa leste do Oceano Pacífico. Esta erupção foi muito maior que a famosa erupção do Monte Santa Helena, em 1980. Deixou uma enorme caldeira vulcânica (70 km por 30 km) assentada sobre uma câmara magmática. Yellowstone registou três grandes eventos eruptivos nos últimos 2,2 milhões de anos, o último dos quais ocorreu há 640 000 anos. Estas erupções são as de maiores proporções ocorridas na Terra durante esse período de tempo, provocando alterações no clima nos períodos posteriores à sua ocorrência.

Os supervulcões, como o de Yellowstone, são, para cientistas da Nasa, a agência espacial americana, uma mas maiores ameaças naturais à civilização.

A Terra tem pelo menos 20 supervulcões conhecidos, e grandes erupções ocorrem em média uma vez a cada 100 mil anos. Uma das maiores ameaças de um acontecimento como esse é a fome, pois uma queda prolongada na temperatura causada por cinzas bloqueando a luz do sol - o chamado inverno vulcânico - pode privar a humanidade de comida.

Em 2012, a ONU estimou que as reservas mundiais de alimentos seriam suficientes para 74 dias.

Localização da Caldeira. Ela tem 70 por 30 km de comprimento. É grande demais!


Diagrama da Caldeira de Yellowstone.
O que Aconteceria se Yellowstone Entrasse em Erupção?

Vamos imaginar que ele vai entrar em erupção. Primeiro o parque de Yellowstone se elevará um pouco. As fontes de águas termais vão aquecer rapidamente a temperaturas superiores à ebulição, existindo a chance de se tornarem extremamente ácidas. Além do mais, haveria uma série de terremotos no centro da caldeira, impulsionando uma chuva de lava e cinza que alcançaria 25 quilômetros acima do nível do mar.

A cinza e a lava poderiam atingir velocidade de 482 km/h e exceder a temperatura de 1.000°C. Se chover muito depois da erupção, os fluxos de material piroclástico e os depósitos de cinza se misturariam, convertendo-se em lodos de cimento.

Estima-se que 87 mil pessoas seriam mortas imediatamente num raio de 160 km que seria totalmente destruído, e dois terços dos EUA seriam imediatamente inabitáveis ​​devido a uma enorme nuvem de cinzas, provocando mudanças climáticas rápidas.

A grande quantidade de cinzas na atmosfera bloquearia a luz solar e afetaria diretamente a vida sob ela, criando um ‘inverno nuclear’ por grande parte da Terra – não simplesmente no oeste dos EUA.

Se o vulcão explodir, uma mudança climática ocorreria, pois o vulcão vomitaria enormes quantidades de dióxido de enxofre na atmosfera, o que pode formar um aerosol de enxofre que reflete e absorve a luz solar.

Só lembrando que essa catástrofe já aconteceu três vezes no vulcão em questão: há 2,1 milhões de anos, 1,3 milhão de anos e há 640 mil anos. A última erupção criou uma coluna irruptiva tão grande que cobriu cerca de 60% do território atual dos EUA com cinzas.

Imagem mostrando as áreas afetadas nos EUA. Como descrito, pois vai depender do vento, período do ano e outros fatores. Como vemos grande parte dos EUA seria arrasada


Vários Terremotos em Fevereiro de 2018

Como vimos anteriormente, o vulcão entra em erupção a cada 600 mil anos e já se passou esse tempo desde a última erupção. E vimos também que um dos sinais de que ele vai explodir é aumentar a atividade sísmica. Pois Yellowstone foi atingido por 12 terremotos pequenos no dia 17 de fevereiro de 2018. Todos os terremotos ocorreram perto de Maple Creek e mediram 2,9 ou menos em magnitude. Embora todos os terremotos foram relativamente pequenos, isso aponta para uma paisagem geológica cada vez mais volátil no parque. Quarenta e seis terremotos foram medidos desde 12 de fevereiro de 2018 neste mesmo ponto!

Abaixo temos a imagem de um "dia típico" em Yellowstone. Na imagem seguinte vemos os dados do dia 17 de fevereiro de 2018. Bem agitado. E não é apenas esse único local de leitura. Quase todos os 29 sismógrafos em e ao redor de Yellowstone mostraram atividade dramática subterrânea.

Dia comum na leitora dos sismógrafos em Yellowstone


Aqui temos um dia agitado...

Existem 29 sismógrafos monitorando o parque, e quase todos registraram aumento nas atividades


Número de terremotos na região do Parque Nacional de Yellowstone (1973-2014).
Plano da NASA Para Evitar a Explosão

Como deter a explosão de um supervulcão? Quando os cientistas da Nasa estudaram o problema, a mais lógica solução encontrada foi a de resfriar os supervulcões.

O de Yellowstone é essencialmente um imenso gerador de calor, equivalente a seis usinas. Até 70% deste calor é vazado para a atmosfera através da água que entra na câmara de magma por meio de rachaduras no solo.

O restante acumula no interior do magma, fazendo com que ele dissolva mais e mais gases e rochas em volta. Quando o calor chegar a um determinado ponto, uma erupção será inevitável.

Porém, se mais calor for extraído, o supervulcão jamais explodirá. E, de acordo com as cálculos da Nasa, um aumento de 35% na transferência de calor gerado por Yellowstone seria suficiente para neutralizar a ameaça. O problema é como fazer isso.

Uma possibilidade é aumentar a quantidade de água no supervulcão. Realizável na teoria, a medida seria mais complicada na prática, a começar no que diz respeito a obter autorização das autoridades. Seria bastante custoso e as pessoas não veriam com bons olhos jogar água e mais água dentro dele com a água cada vez mais escassa no mundo.

Sendo assim, a Nasa criou outro plano. A agência acredita que o mais viável agora é cavar um túnel de 10 km de profundidade no interior do supervulcão e bombear água em alta pressão, que circularia diariamente, extraindo calor dele.

O projeto tem um orçamento salgado - cerca de US$ 3,46 bilhões -, mas apresenta um aspecto que poder ser convincente para os políticos, pois pode render lucro com a venda de energia!

Yellowstone atualmente perde 6 gigawatts em calor (por ano). A escavação poderia utilizar o calor para criar uma usina geotérmica capaz de gerar energia a preços competitivos, cerca de 10 centavos de dólar por quilowatt

As companhias de energia termelétrica teriam que cavar mais fundo e usar água mais quente do que o normal, mas este investimento teria retorno sob a forma de eletricidade capaz de abastecer a área em volta por dezenas de milhares de anos. E, a longo prazo, há o benefício de prevenir a erupção de um supervulcão que poderia devastar a humanidade.

O problema é que escavar um vulcão tem alguns riscos. Incluindo detonar a erupção que se está tentando evitar.

"Se você escavar o topo da câmara de magma e tentar resfriá-la a partir de lá, seria arriscado. Isso poderia deixar a superfície frágil e propensa a fraturas. E resultar na liberação de gases voláteis no magma no topo da câmara, que de outra maneira não seriam liberados.. A ideia é escavar o supervulcão pela parte debaixo para extrair o calor da parte inferior da câmara. "Dessa maneira você evita que o calor da parte de baixo atinja o topo, que é onde mora o perigo", afirma um especialista chamado Wilcox.

Tal solução pode ser potencialmente aplicada a todos os supervulcões ativos do planeta, e os cientistas da Nasa esperam que os planos possam encorajar mais discussões cientificas práticas sobre o problema.

No entanto, os defensores desse projeto jamais o verão ficar pronto ou nem sequer têm ideia de seu potencial sucesso.

Resfriar Yellowstone desta maneira fará com que sejam necessários milhares de anos para que apenas rocha fria permaneça na câmara. E, apesar de não ser necessário que ela seja totalmente resfriada para deixar de ser uma ameaça, não há garantia de que a empreitada seria um sucesso antes de pelo menos centenas de anos.

Grand Prismatic Spring: Esta fonte hidrotermal apresenta uma diversidade de cores brilhantes. Estas cores são devidas à existência de películas de bactérias termofílicas. A zona em azul contém água a ferver e é livre de bactérias; as zonas que vão do verde ao laranja são zonas onde crescem bactérias em temperaturas sucessivamente menores.


Algo Estranho Aconteceu em Yellowstone

Existe uma série de webcams em Yellowstone que transmitem ao vivo algumas partes do parque, como por exemplo a webcam Old Faithful, que mostra o gêiser mais famoso do parque.

E essa webcam gravou uma série de eventos estranhos nos dias 21 e 22 de abril de 2018.

No dia 21 de abril, ela gravou uma esfera brilhante que se aproxima e explode na frente da câmera! Era 23:25h no horário local quando um carro com guardas florestais chega no local e em seguida a filmagem mostra os guardas apontando uma lanterna em algo estranho no chão (que posteriormente foi identificado como sendo um cadáver humano). Os guardas recolhem o corpo e saem do local. Então cerca de 10 minutos depois, uma bola de luz vem de longe e explode na frente da câmera!

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No dia seguinte, um leve pilar de luz subindo para o céu no lado esquerdo da tela e uma forma de triângulo branco muito definida aparecem. O triângulo começou a mudar de forma um pouco e, em seguida, o que parecia uma bolha translúcida veio da esquerda e se moveu para onde o ele estava. Depois de alguns minutos, a forma branca começou a se mover para baixo até que desapareceu atrás do monte. Aterrissou na parte da frente da linha das árvores. Logo depois disso, um helicóptero passou. Esse helicóptero estava procurando por algo, já que a luz de busca estava ligada em baixa altitude e focada no solo!

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Visite o Parque Nacional de Yellowstone

Quer passear lá? Aqui vão algumas informações encontradas no site oficial. O parque é gigantesco, e tem 5 entradas:

- North Entrance - Gardiner, MT, a entrada norte é a única entrada do parque aberta para veículos com rodas durante todo o ano.
- Entrada do nordeste - Cooke City / Silvergate via Beartooth Hwy - final de maio a início de junho, se o clima permitir
- East Entrance - Cody, WY - meados de maio
- Entrada Sul - Jackson, WY- meados de maio
- West Entrance - West Yellowstone, MT - final de abril

Preços (2014):
US $ 25 - veículo particular e não comercial;
US $ 20 - Motocicleta ou snowmobile (inverno)
US $ 12 - Visitantes de 16 anos ou mais entrando a pé, de bicicleta, de esqui, etc.
* Esta taxa oferece ao visitante uma permissão de entrada de 7 dias para os Parques Nacionais Yellowstone e Grand Teton.

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Conclusão

É um perigo real para a humanidade, mais ameaçador até do que um asteroide que possa se chocar no nosso planeta (depende do tamanho dele, é claro). Já está na hora dele explodir novamente. E como vimos, se explodir, os EUA ficarão arrasado assim como o planeta Terra vai mudar drasticamente durante anos e anos. Plano para impedir que o desastre aconteça existe, mas dificilmente sairá do papel. O que nos resta é torcer para demorar para explodir...

Fontes (acessadas dia 28/04/2018):
- Documentário
- Wikipedia.pt: Parque Nacional de Yellowstone
- Wikipedia.pt: Caldeira de Yellowstone
- Yellowstone National Park
- Old Faithful Live-streaming Webcam
- G1: O plano ambicioso da Nasa para salvar mundo de supervulcão nos EUA, ameaça maior que 'qualquer asteroide'
- OVNI Hoje!: Série de terremotos no Parque Yellowstone provoca receios de iminente erupção do super vulcão
- OVNI Hoje!: Mistério em Yellowstone: Esfera voadora explode no solo, corpo estranho é encontrado, e mais…
- Sputnik: Catástrofe para o mundo se supervulcão de Yellowstone entrasse em erupção hoje
- Thot3126: Supervulcão Yellowstone pode destruir os EUA
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