1 de outubro de 2017

Guia da Tipologia dos UFOS

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Charuto, bola, bola achatada, triângulo voador ou simplesmente um luz no céu. As testemunhas de OVNIs as descrevem nos mais variados formatos. Neste especial, vamos conhecer um novo sistema de classificação dos OVNIs baseado unicamente em seu formato.

Assombrados, em setembro de 2017 estive na cidade de Campinas-SP no XXI Congresso Brasileiro de Ufologia, e lá tive o prazer de conhecer diversos pesquisadores da área. Com muitos já tinha contato, mas somente na esfera virtual. Acabei encontrando lá Ademar Gevared, Marco Antonio Petit e também o Thiago Luiz Ticchetti, que escreveu alguns livros de ufologia e me auxilio no especial Guia da Tipologia Extraterrestre, que fiz baseado em um dos seus livros. Eis que uma das palestras do Congresso era do Thiago falando do seu novo livro: Guia da Tipologia dos UFOS, onde ele classifica os OVNI exclusivamente de acordo com o seu formato. Ficou muito interessante a classificação e resolvi estou trazendo para vocês o especial sobre o assunto.

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Como o Livro foi Escrito?

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Desde o avistamento que deu o nome de Discos Voadores, em  24 de junho de 1947, pelo piloto Kenneth Arnold, centenas de milhares de pessoas disseram já ter visto um Disco Voador. É preciso catalogar esses avistamentos, classificando segundo sistemas definidos por diversos autores. No livro Guia da Tipologia dos UFOS, Thiago Luiz Ticchetti trás uma nova classificação, baseada exclusivamente na forma dos discos.


Para escrever o livro ele fez uma pesquisa que durou cerca de dois anos, usando como referências livros, boletins, publicações, documentos, relatos, fotografias e filmagens. Um total de 2.315 casos ufológicos de todo o mundo foram encontrados. Só que esses casos precisavam obedecer alguns critérios, tais como data completa do relato, localização e testemunhas. Pois bem, dos 2.315 casos sobraram 771. Curiosamente, ele incluiu uma variante diferente: a solução dos céticos para aquele caso. 

Com esses 771 casos definidos, era preciso agora categorizar os avistamentos. Para evitar os problemas que assolavam os sistemas anteriores de categorização da fenomenologia ufológica, um único critério foi levado em consideração: forma. Um critério mais básico, amplo e ao mesmo tempo certeiro. 

Classificação

O sistema de classificação tem como objetivo principal servir como guia geral e um catálogo no auxílio de pesquisas para os ufólogos e pessoas que gostam desse fascinante assunto. E também não é um guia não é definitivo, pois ainda há muito mais para se descobrir e investigar. A classificação foi criada de forma ampla e para que abranja quaisquer formas que porventura surjam no futuro. 

No livro, Thiago exemplifica cada um desses  tipos com diversos casos ocorridos ao redor do mundo. E mais, todo caso tem uma imagem ilustrativa, feita pelo pesquisador e desenhista Rafael Amorim, consultor e capista da Revista UFO. O artista usou tanto as fontes que lhe Thiago lhe passou como sua própria interpretação visual dos fenômenos relatados. 

Vamos conhecer os tipos de artefatos:

01. Formas de luz: São aqueles de luzes noturnas da classificação de Hynek, como também as bolas de luz, raios, colunas e cones, assim como formações ou matrizes de luz.

Artefato em forma de luz na variante esfera de luz verde avistada no dia 05 de dezembro de 1948 em Albuquerque, Novo México EUA


02. Esféricos: São aqueles que têm a forma perfeitamente redonda. Alguns não chegam ao tamanho de uma bola de futebol, enquanto outros são maiores do que uma casa. Em alguns casos, as esferas formaram a base para algo parecido com anéis de saturno. 

 Artefato de formato esférico da variante esfera com saia, avistado de 07 de janeiro de 1978 em Frodsham, Cheshire Inglaterra

03. Discoides: São os clássicos discos voadores, com domos ou não, finos ou em formato de pratos. Esse tipo é um dos mais relatados pelas testemunhas em todos os tempos. 

Artefato de formato discóide na variante disco com pernas, avistado no dia 30 e 31 de janeiro de 1970 em Tronstad, Noruega.


04. Elípticos: São aqueles que não têm a forma discoide (achatados) nem cilíndricos, mas sim estão entre as duas formas. Eles são normalmente descritos como alongados ou ovais e são vistos com mais frequência próximos ao solo ou pousados. Esses objetos ovais ou em forma de bola de futebol norte-americano normalmente não apresentam características externas, como asas ou janelas. 

Artefato no formato elíptico na variante Oval com Cauda, avistado no dia 10 de outubro de 1966 em  Newton, Illinois, Estados Unidos


05. Cilíndricos: Este tipo é essencialmente o UFO em forma de charuto. Esses objetos são mais longos do que compridos. Geralmente apresentam extremidades cônicas ou retas, mas em alguns casos têm uma extremidade reta e outra parecendo um míssil. Em poucos relatos os objetos têm dois finais retos. 

Artefato em formato cilíndrico, variante charuto esfumaçado. Avistado no dia 14 de Setembro de 1954 em Vendée, Pays de la Loire, França


06. Retangulares: São exatamente isso, ou seja, objetos que têm o formato de geladeira, máquina de lavar ou fogão, que eram raros no início da Ufologia. Já hoje são cada vez mais relatados. Seus registros têm amplitude mundial e não são exclusividade do Brasil ou da América do Sul. Eles podem ser pequenos, como um “tapete voador”, ou gigantescos como um campo de futebol.

Artefato do tipo Retangular variante Almofada avistado no dia 22 de novembro de 1966 em Nova York EUA
07. Triangulares: Observação com esta característica parecem ser o que há hoje em dia. Relativamente raros no início da Era Moderna dos Discos Voadores, atualmente têm um número de registros enorme. Aqui se enquadram os de forma de diamante e cone, assim como os bumerangues. Raramente eles são vistos pousados. 

Artefato de formato triangular variante Bumerangue, avistado no dia 24 de julho de 1984 em Buchanan, Nova York, EUA
08. Metamórficos: Por fim, estes são aqueles UFOs que alteram a sua forma durante o avistamento. A sua importância se deve ao fato de que o seu registro coloca em dúvida a própria origem do fenômeno, deixando aberta uma janela para teorias alternativas.

Artefato do tipo Metamórfico da variante Bolha, avistado em 29 de agosto de 1982 em Central Valley, Califóriia EUA
Recomendo voltar ao inicio dessa postagem e assistir o vídeo que fiz, pois lá está tudo explicado e muito ilustrado.
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