5 de junho de 2017

Apartamento AssombradO? "Fenômenos Paranormais" e a Marca de uma Suposta Mão em uma Toalha Causam Medo no Sul do Brasil!


Por Marco Faustino

De vez em quando divulgamos casos envolvendo casas assombradas, mas raramente divulgamos situações, que ocorrem em apartamentos ou prédios residenciais. Para tornar esse caso ainda mais especial, ele não foi divulgado em nenhum veículo de imprensa, sites de cunho paranormal e nem mesmo aqueles de caráter duvidoso, que acabam se tornando meras republicações de conteúdos de terceiros. Pelo contrário, recebemos esse caso com exclusividade, e vamos contar todos os detalhes sobre o que uma moradora de uma cidade da região Sul do Brasil está passando. Vale lembrar nesse ponto, que no primeiro semestre desse ano, tivemos casos muito emblemáticos nesse sentido. O primeiro deles e que conseguiu uma ampla repercussão internacional, foi aquele da suposta casa assombrada no município de Puerto Montt, no Chile, onde a família alegava que estava sendo pertubada há cerca de 2 a 3 semanas por algo que eles não sabiam explicar o que era. Os moradores disseram que objetos flutuavam no ar, e pegavam fogo misteriosamente. Para piorar a situação, policiais que foram chamados em uma determinada noite, teriam sido atacados de forma misteriosa por uma "entidade", e saíram apavorados da casa. Um dos policiais chegou a dizer que "pediu ao 'diabo' para que o mesmo se retirasse da residência". Fizemos uma postagem muito completa sobre esse caso, e inclusive a atualizamos ao longo do tempo, mostrando que muito possivelmente tudo não teria passado de uma farsa (leia mais: Policiais são Atacados por uma Suposta "Entidade Paranormal" ao Atenderem uma Ocorrência em Puerto Montt, no Chile).

Posteriormente, tivemos uma ocorrência em uma casa de Ronda Alta, uma cidade localizada no interior do Rio Grande do Sul. Aparentemente, de maneira "inexplicável", os objetos mudariam de lugar, e pegariam fogo sozinhos. Também fizemos uma interessante cobertura detalhando diversos pontos do que foi apresentado para vocês. No decorrer dessa semana entrarei em contato com o radialista Roger para saber no que resultou o inquérito da Polícia Civil, mas pelo soube, na época, havia uma fortíssima possibilidade de ser uma situação provocada por pessoas de carne e osso, e não "entidades" (leia mais: Fenômeno Poltergeist? Coincidência? Família Alega que Objetos se Movem e Pegam Fogo Sozinhos em uma Casa de Ronda Alta/RS!). Para completar, um outro estranho caso teria acontecido em São João do Paraíso, no distrito de Mascote, na Bahia, em uma casa pertencente a um trabalhador rural. Coisas estranhas teriam começado a acontecer: pedras sendo jogadas no telhado e dentro de casa; móveis estariam sendo quebrados e queimados sem nenhuma explicação; copos, pratos e outros objetos da casa também estariam destruídos sem nenhum motivo aparente e supostamente sem a presença humana. Aliás, essa não teria sido a primeira vez, visto que em uma outra casa onde a família morava na cidade de Itapebi, pedras teriam caído no telhado e, na roça de parentes, objetos teriam pegado fogo e mais pedras teriam caído. Um padre chamado Juarez Faria, alegando ser parapsicólogo, foi chamado para tentar descobrir o que estava acontecendo, e disse que se tratava de "telergia" (assista: Fenômenos Sobrenaturais Assustam Comunidade no Sul da Bahia).

Voltando ao assunto principal dessa postagem, uma vez que existe toda uma espetacularização em torno de casos assim, a pessoa que entrou em contato conosco estava com um pouco receosa em compartilhar alguns detalhes do que vem passando, inclusive em tirar algumas fotografias do local onde mora. Afinal de contas, conforme sabemos, casos assim são vistos com um forte ceticismo e desconfiança, inclusive da minha parte, quando me disponho a escrever sobre situações onde moradores alegam que algo "paranormal" esteja acontecendo em suas vidas. A quantidade ínfima de informações atrelada a uma investigação precária, normalmente não colaboram com esse campo, que carece de profissionais sérios e competentes. Acredito que, diante do nosso trabalho, uma vez que levamos o desconhecido a sério, essa moradora a qual chamaremos apenas de A.P. ganhou confiança e um incentivo a mais para nos contar um pouco sobre sua vida. Desde o fim do ano passado, após mudar de casa, indo morar em outra cidade, situações muito estranhas passaram a acontecer com ela. Primeiramente, seu microondas começou a ligar sozinho, depois seu celular apresentou defeito. O que poderia ser uma coincidência se agravou, quando ela viu uma misteriosa "marca de mão" em sua toalha de banho, e simplesmente o colchão de sua cama apareceu totalmente revirado em seu apartamento, quase matando seu cãozinho de estimação, que teve que ser levado às pressas ao veterinário. Isso sem contar que ela sente a presença de algo na escada do prédio, e acredita que haja uma "manifestação" dentro do seu próprio apartamento. Vamos saber mais sobre esse assunto?

Entenda a Situação: A Misteriosa e Suposta "Marca de uma Mão", em uma Toalha de A.P.


Inicialmente, A.P. entrou em contato conosco, na semana passada, para nos mostrar cerca de três fotos de uma toalha de banho rosa que, de acordo com ela, tanto a toalha quanto suas roupas de cama tinham sido deixadas de molho em um "produto com oxigênio ativo", de uma marca bem conhecida para remoção de manchas, e que provavelmente vocês também devem conhecer: o Vanish.

De acordo com A.P., tinha sido uma semana bem chuvosa em seu estado, e ela aproveitou para colocar suas roupas na máquina de lavar. Assim que ela estendeu sua toalha no varal, eis que ela se deparou com essa estranha marca, que ela alega não ter percebido antes. O detalhe é que ela diz morar sozinha, e que ninguém havia entrado em seu apartamento nos últimos dias. Aliás, a marca era, inclusive, maior do que sua própria mão.

De acordo com A.P. tinha sido uma semana bem chuvosa em seu estado, e ela aproveitou para colocar suas roupas na máquina de lavar. Assim que ela estendeu sua toalha no varal, eis que ela se deparou com essa estranha marca que ela alega não ter percebido antes
O detalhe é que diz morar sozinha, e que ninguém havia entrado em seu apartamento nos últimos dias.
Aliás, a marca era, inclusive, maior do que sua própria mão
A.P. disse que colocou a toalha no cesto de roupa suja logo após ter tomado um banho, e que a mancha estava entre os felpos da tolha (entre as tramas do tecido), ou seja, não era uma mancha superficial. Além disso, ela afirmou categoricamente, que desde o momento que retirou a toalha do cesto até o momento de retirá-la da máquina, não havia notado nada de errado com a mesma, exceto uma pequena e antiga mancha de ferrugem, na qual ela nunca conseguiu retirar da toalha.

Ela somente notou a mancha no exato momento, que foi estender a roupa varal comunitário de seu prédio, descartando também a possibilidade de que alguém tivesse passado pelo local e deixado uma marca de mão na toalha. Esse incidente ocorreu por volta de 12h30 do dia 1º de junho, conforme é possível notar na data e no horário das fotos. A.P. ainda acrescentou que a mancha não tinha cheiro, tão somente a do amaciante que ela havia utilizado.

A.P. afirmou categoricamente, que desde o momento que retirou a toalha do cesto até o momento de retirá-la da máquina, não havia notado nada de errado com a mesma, exceto uma pequena e antiga mancha de ferrugem, na qual ela nunca conseguiu retirar da toalha
De acordo com Marco Migoranca, um membro de nossa SSA (Sociedade Secreta dos AssombradOs), e uma pessoa a qual particularmente tenho um grande respeito devido ao senso ético, generosidade, profissionalismo, e principalmente caráter, seria realmente possível notar a palma de uma mão devido a três elementos presentes:
  • Existe uma falha na mancha, justamente onde deveria haver a parte côncava da palma da mão humana. Geralmente, ao marcar uma mão em um tecido ou papel, você pode notar que geralmente fica um espaço vazio nessa região. Veja um exemplo abaixo:
Geralmente, ao marcar uma mão em um tecido ou papel,
você pode notar que geralmente fica um espaço vazio nessa região central da mão.
  • A abertura de 80º do que seria o polegar em relação aos demais dedos da mão. Veja um exemplo do que estamos falando:
De acordo com Migoranca, existe uma abertura de 80º
em relação ao que seria o polegar em relação aos demais dedos da mão.
  • A assimetria em relação ao que seria dedo mínimo, justamente por ser o menor dos supostos dedos na toalha de banho. Repare na imagem abaixo:
De acordo com Migorcanca, é possível notar a assimetria em relação ao que seria o dedo mínimo,
justamente por ser o menor dos supostos dedos
Migoranca também notou os caquinhos de cerâmica / pedras, tipicamente portugueses, no piso. Algo que denotava ser de um prédio bem antigo, e muito provavelmente com mais de 30 ou 40 anos. Assim sendo, ele recomendou que A.P. tentasse saber mais sobre o seu apartamento com os vizinhos, e se alguém havia falecido no imóvel. Além, é claro, de sempre rezar ou orar pedindo proteção ao dormir e acordar.

Essa questão da toalha seria apenas um dos estranhos e supostos "fenômenos" que estariam ocorrendo com A.P., visto que tudo teria começado em dezembro do ano passado, desde que se mudou para o novo apartamento. Cerca de três semanas atrás, o seu microondas começou a ligar sozinho. Ultimamente, ele passou a ligar, mas não consegue aquecer absolutamente nada. Ela não deu muita importância para isso, uma vez que poderia ser apenas um mero defeito de um eletrodoméstico. Porém, no dia 26 de maio, seu celular também apresentou problema: não queria ligar de jeito nenhum. Ultimamente, o mesmo está intermitente, ou seja, liga quando tem vontade, por assim dizer.

A.P. comentou que o local onde mora é um prédio bem antigo, com um amplo jardim e todas as vagas de garagem estão no térreo. O prédio também não passou desapercebido, visto que, desde os primeiros dias, ela começou a sentir uma forte presença nas escadas, algo que, lhe dava calafrios, uma grande sensação de medo, mas que, curiosamente, ela não vem sentindo ultimamente. Ela disse que mora em uma cidade do litoral, mas por uma questão de privacidade nos pediu para não divulgarmos o nome da respectiva cidade e nem mesmo o seu estado, porque ela obviamente tem receio de se expor, e sabemos o quão complicado é esse assunto no Brasil.

O prédio também não passou desapercebido, visto que, desde os primeiros dias, ela começou a sentir uma forte presença nas escadas, algo que, curiosamente, ela não vem sentindo ultimamente
Calma que os supostos fenômenos ainda não terminaram. A.P. chegou a mencionar que se mudou para essa cidade com objetivos comerciais e, inicialmente, levou apenas colchões (não chegou a levar cama), porque não sabia se iria permanecer no local por muito tempo (o restante das suas roupas e móveis havia sido deixado em um cômodo sem uso da casa de um amigo dela). Então, diariamente, ela levantava o colchão em que deitava para que não mofasse. Certo dia, ela deixou seu cachorrinho no quarto, com a TV ligada. Tanto A.P. quanto sua mãe tinham saído do apartamento e ido até um estabelecimento comercial. Em um determinado momento, sua mãe disse que começou a sentir muita dor no pé, e que iria até o apartamento para trocar de calçado, pois não aguentava mais.

De acordo com A.P., quando sua mãe chegou, o colchão estava em cima do seu cachorrinho, o sufocando devido ao peso, e que o seu animal de estimação quase morreu. Ele teve que ser levado às pressas para uma clínica veterinária. Ainda segundo A.P, o colchão é um Queen Size de mola, pesadíssimo, e que se encontrava a quase 1 metro de distância da parede onde estava. Para ela, seria "humanamente impossível " do colchão ter deslizado daquela maneira. Sua mãe disse que tinha sido um anjo, que apertou seu pé, para que ela fosse para casa, algo que também aconteceria em relação as mãos: "Pense que é teu anjo, que esta sempre te apoiando, te estendendo a mão", disse sua mãe.

De acordo com A.P., quando sua mãe chegou, o colchão estava em cima do seu cachorrinho, e quase perdeu. Seu animal de estimação teve que ser levado às pressas para uma clínica veterinária.
A.P. nos disse que tinha o papel de atendimento de emergência da clínica veterinária, e ainda por cima uma multa, porque estacionou de forma errada, devido ao seu desespero. Seu cachorro chama-se Z., um maltês, que foi adotado na capital do seu estado, após ter sido resgatado por maus tratos. Aliás, ele tem um estranho comportamento de latir para porta da frente da casa, mesmo sem ninguém estar do lado de fora. Essa é a única porta para qual Z. late.

Novas Revelações em Nossa Conversa com A.P: Sensações Estranhas e Paralisia do Sono Aconteciam na Residência da Mãe


Evidentemente, fomos conversar com A.P., que foi extremamente solícita em relação as perguntas que fizemos. Inicialmente, ela disse que estava disposta a procurar por maiores informações do prédio, e também do apartamento no qual ela foi morar. Ela também alegou que possuía uma espécie de altar contendo uma Bíblia e mais alguns objetos. Curiosamente, a síndica do prédio foi até o seu apartamento, e fez o seguinte comentário: "A 'F.T.' que morava aqui antes de você, tinha um altar parecido e no mesmo lugar." Estranho, não é mesmo? Um dos principais itens desse altar seria um crucifixo, que ela resolveu não colocar na foto, limitando a quantidade de objetos, visto que as pessoas que frequentavam sua casa o conheciam.

De acordo com A.P., sua mãe vê espíritos desde criança, assim como sente ou até mesmo pressente quando algo irá ocorrer. Ela acreditava que podia ter "herdado" essa sensibilidade por parte materna. A.P. também explicou, que até meados do ano de 2013 ela morava com sua mãe, no interior do seu estado, onde a própria A.P. sentia a "presença de duas pessoas" na cozinha da casa, mas que não sentia medo. Na casa da mãe também teriam acontecido certas situações estranhas. De vez em quando, quando saíam e posteriormente voltavam para casa, alguns objetos ou móveis estavam fora dos seus devidos lugares, principalmente cadeiras que se encontravam afastadas da mesa. A.P. disse que tem uma espécie de "TOC" (transtorno obsessivo-compulsivo), no qual não consegue ver nada fora do lugar, portanto isso lhe incomodava muito.

Então, ela se mudou para a capital, onde adotou o Z., ou seja, ela já o possui há 4 anos. Aliás, o Z. é um cachorro muito carinhoso que, se a A.P. estiver doente ou algo assim, ele fica bem próximo dela, de forma bem carinhosa. Além disso, A.P. disse que mora sozinha com o Z..

A.P. também alegou que possuía uma espécie de altar contendo uma Bíblia e mais alguns objetos. Curiosamente, a síndica do prédio foi até o seu apartamento, e fez o seguinte comentário: "A 'F.T.' que morava aqui antes de você, tinha um altar parecido e no mesmo lugar."
Durante o período que morou na capital, A.P. disse que nada de estranho lhe ocorreu, exceto alguns "vultos e coisas do gênero", mas que já teriam se tornado parte de sua rotina, independentemente de onde esteja. No ano passado, no entanto, ao visitar a casa de sua mãe, A.P. disse que passou por experiência muito complicada: a chamada paralisia do sono. Naturalmente assustada, ele foi até um centro espirita. Primeiramente, fizeram uma espécie de  "atendimento a distância" (algo que ela disse que foi muito interessante por sinal), assim como uma "blindagem"na casa da sua mãe. Após a "energização" e a "blindagem"que foi feita, essas tais "duas pessoas", que A.P. costumava ver, teriam simplesmente desaparecido. No centro espírito, foi explicado para ela, que aqueles "seres" tinham ido para o "hospital", onde estavam sendo tratados.

Em relação a toalha em si, que foi o suposto fenômeno, no qual temos um registro ilustrativo de sua ocorrência, ela nos contou maiores detalhes. Acompanhe alguns pontos mencionados por A.P.:
  • A toalha de banho estava no cesto de roupa suja, devido as fortes chuvas que se abateram sobre sua cidade e, portanto, não tinha sido possível lavá-la no mesmo dia. Assim sendo, a tolha permaneceu no cesto desde a noite do dia 30 de maio (uma terça-feira) até a manhã de 1 de junho (uma quinta-feira);
  • A toalha de banho estava juntamente com lençóis, fronhas e outras toalhas, e havia peças de roupa de cores escuras no cesto. Porém, ela não notou qualquer peça mais suja do que o normal, e nem mesmo aquela marca antes ou depois de colocar na máquina;
  • Cada peça foi tirada individualmente de sua máquina de lavar, que continha dois lençóis brancos. A marca na toalha de banho foi percebida apenas no momento de estendê-la no varal. Além disso, nenhum outro lençol branco ou qualquer outra peça lavada pela máquina possuía quaisquer manchas;
  • Na última sexta-feira (2), ela esticou novamente a toalha, colocou sua mão por cima da mesma e tentou encontrar uma explicação razoável. Ela tentou buscar na memória as ocasiões em que tinha manipulado a toalha, e a forma como a utilizou, mas não achou lógica. Ela tentou recriar o que poderia ter acontecido. Talvez ela tivesse pegado a toalha com algum creme que, juntamente com o sabão e outros produtos químicos, havia formado a mancha, porém estava bem no canto da toalha, e era possível notar "bem certinho a marca de uma mão". A única possibilidade, segundo a própria A.P., é que ela mesma tivesse carimbado de propósito;
  • Ao conversar com uma amiga adepta do Espiritismo sobre o assunto, ela disse que para haver a materialização e ocorrer o fenômeno, era um sinal que sua energia estava sendo sugada;
  • Antes dessa conversa com sua amiga, A.P. nos contou que havia dormido muito mal de quinta para sexta-feira, e coincidência ou não, ela teria acordado exatamente as 3h33 da madrugada;
  • Seu maltês, o Z., chegou a passar mal na manhã de sexta-feira (2), porém ela acreditava que poderia ter sido pela sua energia, devido ao acontecimento relacionado a suposta marca de mão.

Segundo A.P. cada peça foi tirada individualmente de sua máquina de lavar, que continha dois lençóis brancos. A marca na toalha de banho foi percebida apenas no momento de estendê-la no varal. Além disso, nenhum outro lençol branco ou qualquer outra peça lavada pela máquina possuía quaisquer manchas
Ao conversar com uma amiga adepta do Espiritismo sobre o assunto, ela disse que para haver a materialização e ocorrer o fenômeno, era um sinal que sua energia estava sendo sugada. A imagem mostra um muro de cerca de 20 metros do seu prédio.
Um detalhe muito interessante é que A.P. ainda possui a toalha guardada em sua casa. A marca por assim dizer não desapareceu ao longo do tempo, e ela até mesmo pensou em lavar novamente. Uma vez que pregamos constantemente em levar o desconhecido a sério, aconselhamos A.P., caso queira buscar respostas técnicas e científicas, por assim dizer, a manter sua toalha devidamente guardada, protegida do calor, da luz e da umidade. Além disso, recomendamos, que ela coletasse uma amostra dos produtos que utilizou (o Vanish e o amaciante, por exemplo), incluindo uma amostra da água da mesma torneira em que sua máquina de lavar foi ligada. O motivo? Verificar se algum departamento de faculdade ou universidade próxima do local onde mora, pode analisar quimicamente a marca, descobrindo exatamente o que é o material impregnado e entender o que pode ter causado a mesma.

Nem sempre tais análises são financeiramente viáveis, e não sabemos se A.P. irá realmente conseguir mandar analisar a toalha ou se o caso, devido a correria do dia a dia, irá ser deixado de lado. Além disso, conforme acabamos de mencionar, muitas vezes o custo é alto e não compensa pagar por algo que, ocasionalmente, pode ter sido apenas uma mera reação química, que acabou passando desapercebida. De qualquer forma, achamos um caso bem interessante e se tivermos maiores informações, iremos atualizar vocês através dessa mesma postagem, combinado?

E quanto a vocês, AssombradOs? Já tiveram alguma experiência semelhante a de A.P.? Vocês já se depararam com alguma marca estranha de mão em alguma toalha ou roupa que habitualmente usem? Estranho, não é mesmo? E se fosse com vocês, o que fariam no lugar de A.P.? Aliás, o que acham que pode ter acontecido nesse caso?

Até a próxima, AssombradOs!

Criação/Adaptação: Marco Faustino
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