31 de maio de 2017

Extraterrestres e "OVNIs" Estão Entre Nós? Robert Bigelow, Ex-Proprietário do Rancho Skinwalker, Faz Revelações nos Estados Unidos!

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Por Marco Faustino

Sei que na última segunda-feira (29) falei para vocês, que teríamos uma semana fantasmagórica ou falando de lugares assombrados (e ainda teremos, fiquem calmos, uma vez que na quinta e na sexta-feira tentaremos trazer conteúdos praticamente inéditos envolvendo um certo "poltergeist australiano", assim como uma "mansão muito famosa nos Estados Unidos", conseguem adivinhar?). Contudo, a mais recente e uma das raras entrevistas com Robert Bigelow começou a repercutir na imprensa norte-americana e internacional, com uma força maior do que eu particularmente esperava, então resolvi fazer uma postagem sobre as suas "revelações" (se é que posso chamar assim) para o icônico programa "60 Minutes" da emissora CBS, cujo segmento, de apenas pouco mais de 12 minutos (são três segmentos a cada edição), foi exibido no último domingo (28). Desde então, o assunto vem ganhando uma grande repercussão, e não é para menos, visto que Robert Bigelow disse acreditar fielmente que os seres extraterrestres estão entre nós. Porém, ele não é "qualquer pessoa" para dizer isso: ele é ex-proprietário do famoso "Rancho Skinwalker" (teoricamente o ex-proprietário, é claro, visto que tudo que envolve esse rancho é meio obscuro em termos de informações oficiais).

Coincidentemente, no mesmo dia que essa entrevista com Bigelow foi exibida nos Estados Unidos, nosso especial de quase 50 minutos sobre o rancho também foi publicado no YouTube. Recomendo fortemente que vocês assistam para que saibam de todos os detalhes pertinentes ao Rancho Skinwalker. Provavelmente, o conteúdo proporcionado durante o especial é um dos melhores que já foram publicados até hoje, visto que fizemos uma pesquisa bem robusta e comprometida com a verdade ou pelo menos aquela que é possível investigar utilizando-se de mecanismos legais, é claro (assista: Rancho Skinwalker: OVNIs, Fantasmas, Portais, Criaturas e Muita Conspiração!).

Agora, aparentemente, toda aquela história sobre o Rancho Skinwalker foi deixada de lado pelo Robert Bigelow, visto que suas intenções são outras. Há uma nova corrida espacial e não é entre os Estados Unidos e a Rússia (ao menos não nesse caso), mas entre empresas privadas. Isso acabou atraindo multimilionários e bilionários, assim como Elon Musk e Jeff Bezos. Um apostador ainda menos provável é o magnata do setor imobiliário de Las Vegas, Robert Bigelow, que, aos 73 anos, está fazendo a maior aposta da sua vida, não em foguetes ou então em atividades paranormais e sobrenaturais, mas em espaçonaves expansíveis: grandes e leves estruturas, que inflam no espaço, uma tecnologia que poderia mudar dramaticamente a forma como os seres humanos vivem e trabalham em meio a gravidade zero. Contudo, sua entrevista foi bem além de seus planos nesse setor, envolvendo, como não podia ser diferente, "seres extraterrestres". O que será que Robert Bigelow tinha para dizer? Vamos saber mais sobre esse assunto?

A Entrevista de Robert Bigelow Para o "60 Minutes": Extraterrestres e a Dominação do Espaço pelo Ambiente Corporativo


Segundo a CBS, a NASA fez uma parceria com Robert Bigelow, que é uma figura não convencional no mundo aeroespacial. Ele estaria mais familiarizado com os cassinos e hotéis em Las Vegas do que com a Agência Espacial dos Estados. Além disso, ele estaria obcecado por seres extraterrestres e OVNIs.



Imagem aérea mostrando as instalações da Bigelow Aerospace, em Las Vegas, nos Estados Unidos
Na primavera do ano passado (no Hemisfério Norte), ele e a NASA realizaram um teste histórico para provar, que sua alta tecnologia em termos aeroespaciais, estava pronta para dar suporte aos seres humanos no espaço. Quando o foguete da SpaceX de Elon Musk seguiu bravamente em direção ao céu sobre o Cabo Canaveral, o mesmo estava em uma missão para a NASA, levando cerca de 3.200 quilos de carga para a Estação Espacial Internacional, assim como: alimentos, suprimentos e a "espaçonave expansível" de Robert Bigelow.

Quando o foguete da SpaceX de Elon Musk seguiu bravamente em direção ao céu sobre o Cabo Canaveral, o mesmo estava em uma missão para a NASA, levando cerca de 3.200 quilos de carga para a Estação Espacial Internacional...
...assim como: alimentos, suprimentos e a "espaçonave expansível" de Robert Bigelow (na imagem)
Foi diante desse cenário que Lara Logan, correspondente para o programa "60 Minutes" (uma espécie de revista eletrônica semanal, que está no ar desde 1968, e atualmente em sua 48ª temporada) da CBS, entrevistou Robert Bigelow. Confiram como foi esse segmento através de um canal de terceiros, no DailyMotion (em inglês, mas não se preocupem, porque vamos destrinchar o vídeo inteirinho para vocês):



Robert Bigelow: Voar até a Estação Espacial Internacional é uma grande empreitada. É uma espaçonave experimental, que é um grande negócio. Não temos plena certeza de como ela vai se comportar.

Lara Logan: Isso lhe deixa nervoso?

Robert Bigelow: Estou nervoso, porque eu sou uma pessoa nervosa, eu acho, e nem sempre espero que as coisas saiam bem.

A jornalista Lara Logan perguntou se Robert Bigelow estava nervoso...
...e ele então respondeu que estava, visto que se considerava uma pessoa nervosa,
e nem sempre esperava que as coisas corressem bem.
O inflável de Bigelow foi embalado dentro da cápsula de carga do foguete, conhecida como Dragon ("Dragão", em português), que você pode ver no vídeo (a partir de 01:50) seguindo seu caminho até a Estação Espacial internacional. O vídeo da NASA evidentemente foi "acelerado", uma vez que demorou cerca de dois dias para o foguete chegar ao seu destino.

O mesmo foi colocado em seu devido lugar, e depois de um mês, uma equipe do "60 Minutes" se juntou ao Robert Bigelow no Centro de Controle de Missão, de Houston, no estado norte-americano do Texas, para vê-lo inflar, o último passo crítico. Se funcionasse, isso entraria para a história como a primeira estrutura expansível para os seres humanos no espaço.

O inflável de Bigelow foi embalado dentro da cápsula de carga do foguete, conhecida como Dragon ("Dragão", em português), que você pode ver no vídeo (a partir de 01:50) seguindo seu caminho até a Estação Espacial internacional. O vídeo da NASA evidentemente foi "acelerado", uma vez que demorou cerca de dois dias para o foguete chegar ao seu destino
O mesmo foi colocado em seu devido lugar, e depois de um mês, uma equipe do "60 Minutes" se juntou ao Robert Bigelow no Centro de Controle de Missão, de Houston, no estado norte-americano do Texas, para vê-lo inflar, o último passo crítico
Lara Logan: Então, como é esse momento para você, vendo isso acontecer?

Robert Bigelow: Uma grande curiosidade sobre o que acontecerá depois.

Estando a cerca de 400 km de distância, acima da Terra, Jeff Williams, um astronauta da NASA, começou a injetar ar. Um procedimento que supostamente deveria durar cerca de uma hora. Porém, precisou de duas tentativas ao longo de dois dias.

Finalmente, funcionou. Em um vídeo usando uma técnica de time-lapse (passagem rápida de tempo), você pode conferir a estrutura se expandindo em segundos (a partir de 2:53 de vídeo). Custou cerca de US$ 300 milhões, e demorou cerca de 16 anos para chegar até esse ponto.

Estando a cerca de 400 km de distância, acima da Terra, Jeff Williams, um astronauta da NASA, começou a injetar ar. Um procedimento que supostamente deveria durar cerca de uma hora. Porém, precisou de duas tentativas ao longo de dois dias.
Finalmente, funcionou. Em um vídeo usando uma técnica de time-lapse (passagem rápida de tempo), você pode conferir a estrutura se expandindo em segundos (a partir de 2:53 de vídeo)
Entretanto, para Bigelow, esse tinha sido apenas um começo. Debaixo do galpão de 25 metros de altura de sua empresa em Las Vegas, ele mostrou a CBS seus planos da próxima geração para o espaço sideral. Ele denomina seu projeto de "Olympus" ("Olimpo", em português, em uma clara referente a morada dos deuses de acordo com a mitologia grega), uma "mansão para os céus". A estrutura é tão grande, que um foguete poderoso o suficiente para lançá-lo ainda está bem longe de ser construído.

Entretanto, para Bigelow, esse tinha sido apenas um começo. Debaixo do galpão de 25 metros de altura de sua empresa em Las Vegas, ele mostrou a CBS seus planos da próxima geração para o espaço sideral
Ele denomina seu projeto de "Olympus" ("Olimpo", em português, e a morada dos deuses, de acordo com a mitologia grega), uma "mansão para os céus". A estrutura é tão grande, que um foguete poderoso o suficiente para lançá-lo ainda está bem longe de ser construído
Lara Logan: Existe algo tão grandioso quanto isso, em que os astronautas estejam trabalhando atualmente?

Robert Bigelow: Não, nada. Nem mesmo remotamente próximo a isso.

Robert Bigelow disse que ninguém está trabalhando em algo tão grandioso quanto o que ele está fazendo
Bigelow disse que poderia transformar tudo que é visto no vídeo (a partir de 03:47) de acordo com a necessidade do cliente, o primeiro hotel na órbita da Terra, um hospital ou instalação de pesquisa inflável. O chamado "B330" é menor do que a Olympus.

Lara Logan: Isso pode funcionar sozinho?

Robert Bigelow: Bem, ele pode funcionar como um destino autônomo, porque carrega todos os equipamentos necessários para manter as pessoas vivas.

Para os países que esperam deixar a sua marca no espaço, Robert Bigelow disse que isso acaba oferecendo uma maneira acessível de tornar isso uma realidade. Ele acredita que a indústria privada, está se tornando cada vez mais dominante no desenvolvimento espacial.

Bigelow disse que poderia transformar tudo que é visto no vídeo (a partir de 03:47) de acordo com a necessidade do cliente, o primeiro hotel na órbita da Terra, um hospital ou instalação de pesquisa inflável. O chamado "B330" é menor do que a Olympus
Para os países que esperam deixar a sua marca no espaço, Robert Bigelow disse que isso acaba oferecendo uma maneira acessível de tornar isso uma realidade. Ele acredita que a indústria privada, está se tornando cada vez mais dominante no desenvolvimento espacial
Robert Bigelow: A NASA e o governo norte-americano ainda possuem um papel fundamental, porque ainda está em uma espécie de estágio embrionário. E chegará um momento em que os mesmos não serão mais necessários. O ambiente corporativo será líder absoluto de tudo em termos espaciais.

Lara Logan: E a ideia do orgulho nacional e do que fazemos como nação? Neil Armstrong andou na lua. Ele não fez isso por uma empresa privada. Ele fez isso pelos Estados Unidos da América, e isso significou algo.

Robert Bigelow: Pode apostar que sim. E isso criou um período de inspiração que não foi acompanhado desde então. Portanto, agora estamos à procura de uma nova era que diga: "Tudo bem, como podemos moldar isso para onde seja mais acessível, para mais pessoas, a um custo menor, e ainda ter segurança e confiabilidade ao mesmo tempo?"

"Portanto, agora estamos à procura de uma nova era que diga: "Tudo bem, como podemos moldar isso para onde seja mais acessível, para mais pessoas, a um custo menor, e ainda ter segurança e confiabilidade ao mesmo tempo?", disse Robert Bigelow
Sem formação em Ciências ou Engenharia, Robert Bigelow criou uma empresa aeroespacial com cientistas e engenheiros, que alcançou o que ninguém mais fez na indústria. Sua espaçonave expansível é a primeira e única alternativa às estruturas metálicas, que abrigaram todos os astronautas no espaço por mais de meio século.

Para Bigelow, tudo começou quando era jovem, em uma época de testes nucleares. Ele costumava observar os céus sobre Nevada iluminados devido as explosões de bombas atômicas. Posteriormente, ele observou Neil Armstrong dar os primeiros passos na lua, um momento na história, que ele disse que ainda o inspira.

Sem formação em Ciências ou Engenharia, Robert Bigelow criou uma empresa aeroespacial com cientistas e engenheiros, que alcançou o que ninguém mais fez na indústria. Sua espaçonave expansível é a primeira e única alternativa às estruturas metálicas, que abrigaram todos os astronautas no espaço por mais de meio século
Para Bigelow, tudo começou quando era jovem, em uma época de testes nucleares. Ele costumava observar os céus sobre Nevada iluminados devido as explosões de bombas atômicas
Robert Bigelow: Testemunhando essas explosões nas décadas de 1950 e 1960, você não estava ciente das ramificações definitivas desse tipo de coisa, mas havia um forte sentimento de energia e de manter as coisas em segredo e, assim sendo, era legal.

Entretanto, em uma estrada nos arredores de Las Vegas, a história de Robert Bigelow toma um caminho, que algumas pessoas podem considerar improvável. Ele disse para a CBS, que foi naquele local que seus avós estiveram bem próximos de um OVNI.

Robert Bigelow: Aquilo realmente acelerou e veio em direção ao rosto deles, ocupando todo o espaço do para-brisa do carro. Então, o mesmo decolou em ângulo reto e partiu para longe, em alta velocidade.

Entretanto, em uma estrada nos arredores de Las Vegas, a história de Robert Bigelow toma um caminho,
que algumas pessoas podem considerar improvável
Ele disse para a CBS, que foi naquele local que seus avós estiveram bem próximos de um OVNI
A história despertou sua obsessão, e explica o "alienígena" na fachada da Bigelow Aerospace. E isso acabou gerando o tipo de conversa, que você normalmente não tem com um presidente executivo bem sucedido.

Lara Logan: Você acredita em alienígenas?

Robert Bigelow: Estou absolutamente convencido disso. Isso é tudo que basta.

Lara Logan: Você também acredita que OVNIs vieram para a Terra?

Robert Bigelow: Tem havido, e existe uma presença existente, uma presença extraterrestre. Gastei milhões, e milhões, provavelmente gastei mais sozinho, do que qualquer outra pessoa nos Estados Unidos já gastou nessa questão.

A história despertou sua obsessão, e explica o "alienígena" na fachada da Bigelow Aerospace (na imagem). E isso acabou gerando o tipo de conversa, que você normalmente não tem com um presidente executivo bem sucedido
"em havido, e existe uma presença existente, uma presença extraterrestre. Gastei milhões, e milhões, provavelmente gastei mais sozinho, do que qualquer outra pessoa nos Estados Unidos já gastou nessa questão", disse Robert Bigelow
Lara Logan: É arriscado dizer em público que você acredita em OVNIs e alienígenas?

Robert Bigelow: Não dou a mínima. Não me importo.

Lara Logan: Você não se preocupa que algumas pessoas vão dizer: "Você ouviu esse cara, ele parece ser maluco"?

Robert Bigelow: Não me importo.

Lara Logan: Por que não?

Ao ser questionado sobre sua crença pública sobre OVNIs,
Robert Bigelow disse enfaticamente: "Não me importo"
Robert Bigelow: Não vai fazer a diferença. Não vai mudar a realidade do que eu sei.

Lara Logan: Você imagina que em nossas viagens espaciais encontraremos outras formas de vida inteligente?

Robert Bigelow: Você não precisa ir a lugar nenhum.

Lara Logan: Você pode encontrá-las aqui? Onde exatamente?

Robert Bigelow: Está bem debaixo do nariz das pessoas. Meu Deus. Nossa.

Ao ser questionado onde poderíamos encontrar os seres extraterrestres,
Robert Bigelow disse que eles estão bem debaixo dos nossos narizes
A FAA (Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos) confirmou para a CBS, que anos atrás encaminhou relatos de OVNIs e outros fenômenos inexplicados para uma empresa pertencente ao Bigelow (algo que já tínhamos deixado bem claro em nosso especial sobre o Rancho Skinwalker, que não existe mais tal "recomendação"). Ele também disse que ele teve seus próprios encontros com OVNIs, mas recusou-se a entrar em detalhes (para variar).

A FAA (Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos) confirmou para a CBS, que anos atrás encaminhou relatos de OVNIs e outros fenômenos inexplicados para uma empresa pertencente ao Bigelow (algo que já tínhamos deixado bem claro em nosso especial sobre o Rancho Skinwalker, que não existe mais tal "recomendação")
Ele também disse que ele teve seus próprios encontros com OVNIs, mas recusou-se a entrar em detalhes (para variar)
Robert Bigelow é bem peculiar e ele sabe disso, mas quando você tem tanto dinheiro quanto ele tem, ninguém, nem mesmo a NASA, parece se importar. Ele comprou a ideia de sua tecnologia inflável, da própria agência espacial norte-americana. A NASA estava trabalhando nisso desde o início da década de 1960, mas quando o Congresso colocou um fim no programa em 2000, Bigelow aproveitou a oportunidade e investiu dezenas de milhões de dólares para promover a ideia original da NASA.

Robert Bigelow é bem peculiar e ele sabe disso, mas quando você tem tanto dinheiro quanto ele tem, ninguém, nem mesmo a NASA, parece se importar. Ele comprou a ideia de sua tecnologia inflável, da própria agência espacial norte-americana
A NASA estava trabalhando nisso desde o início da década de 1960, mas quando o Congresso colocou um fim no programa em 2000, Bigelow aproveitou a oportunidade e investiu dezenas de milhões de dólares para promover a ideia original da NASA
Demorou apenas seis anos para lançar a primeira espaçonave expansível em órbita. A segunda foi lançada no ano seguinte. Porém, aquelas espaçonaves nunca foram destinadas aos seres humanos.  Naquela época, Bigelow ainda estava tentando provar que suas estruturas infláveis ​​sobreviveriam no espaço.

Uma década depois, com as duas ainda intactas dando voltas na Terra, a NASA sentiu que a tecnologia estava pronta para ser testada em relação a seres humanos. Bigelow ainda monitora as espaçonaves de seu próprio centro de controle em Las Vegas.

Demorou apenas seis anos para lançar a primeira espaçonave expansível em órbita. A segunda foi lançada no ano seguinte.
Porém, aquelas espaçonaves nunca foram destinadas aos seres humanos
Naquela época, Bigelow ainda estava tentando provar que suas estruturas infláveis ​​sobreviveriam no espaço.
Uma década depois, com as duas ainda intactas dando voltas na Terra, a NASA sentiu que a tecnologia estava pronta para ser testada em relação a seres humanos. Bigelow ainda monitora as espaçonaves de seu próprio centro de controle em Las Vegas.
Robert Bigelow não começou nos negócios sendo um homem rico. Ele fez sua fortuna não muito longe dos grandes cassinos e hotéis de Las Vegas, com uma rede de apartamentos para alugar a um custo baixo e de estadia prolongada chamada "Budget Suites of America." Em uma época de grande ostentação e de crescimento, ele se concentrou em criar casas para os trabalhadores temporários da cidade. E valeu a pena. Atualmente, ele possui 19 empreendimentos em três estados.

Robert Bigelow não começou nos negócios sendo um homem rico. Ele fez sua fortuna não muito longe dos grandes cassinos e hotéis de Las Vegas, com uma rede de apartamentos para alugar a um custo baixo e de estadia prolongada chamada "Budget Suites of America."
Em uma época de grande ostentação e de crescimento, ele se concentrou em criar casas para os trabalhadores temporários da cidade. E valeu a pena. Atualmente, ele possui 19 empreendimentos em três estados
Lara Logan: E você ganhou muito dinheiro?

Robert Bigelow: O suficiente para apoiar a indulgência aeroespacial e a Bigelow Aerospace.

Lara Logan: Bem, "indulgência aeroespacial" é um termo bem expressivo. Então, você quer colocar um valor nisso?

Robert Bigelow: Estamos chegando a US$ 290 milhões.

Lara Logan: Do seu próprio dinheiro?

Robert Bigelow: Sim, com certeza.

Robert Bigelow disse que já tinha investido cerca de US$ 300 milhões do seu próprio dinheiro na indústria aeroespacial
Lara Logan: Então, para um homem que teve um sucesso extraordinário no mundo dos negócios...

Robert Bigelow
: Um pouco, um pouco...

Lara Logan: Esse empreendimento espacial é financeiramente o pior investimento que você já fez?

Robert Bigelow: Isso é cruel, quer dizer, não temos o controle de nosso próprio destino.

Lara Logan: Quem controla seu destino?

Robert Bigelow: Somos reféns do que acontece com o transporte, o transporte espacial.

"Isso é cruel, quer dizer, não temos o controle de nosso próprio destino. Somos reféns do que acontece com o transporte, o transporte espacial.", disse Robert Bigelow
Graças a inovadores como Elon Musk e Jeff Bezos, Robert Bigelow disse a CBS, que os foguetes reutilizáveis, assim como aquele que é possível ver aos 10:36 de vídeo realizando um pouso perfeito depois de lançar o seu inflável, estão fazendo o transporte rotineiro uma possibilidade real na próxima década.

Quando a estrutura inflável de Robert Bigelow foi adicionada pela NASA à Estação Espacial Internacional, é importante lembrar que os seres humanos nunca estiveram dentro de algo assim no espaço. Assim sendo, o teste seria realizado primeira vez. E o astronauta Jeff Williams, foi o primeiro norte-americano a experimentá-la. O interior possui apenas sensores e, durante dois anos, a NASA utilizará os mesmos para monitorar o modo como a estrutura resiste à radiação solar e as temperaturas extremas.

Graças a inovadores como Elon Musk e Jeff Bezos, Robert Bigelow disse a CBS, que os foguetes reutilizáveis, assim como aquele que é possível ver aos 10:36 de vídeo realizando um pouso perfeito depois de lançar o seu inflável, estão fazendo o transporte rotineiro uma possibilidade real na próxima década
Quando a estrutura inflável de Robert Bigelow foi adicionada pela NASA à Estação Espacial Internacional, é importante lembrar que os seres humanos nunca estiveram dentro de algo assim no espaço. Assim sendo, o teste seria realizado primeira vez. E o astronauta Jeff Williams (na imagem), foi o primeiro norte-americano a experimentá-la
Assim sendo, Lara Logan conseguiu conversar com o astronauta Jeff Williams, diretamente da Estação Espacial Internacional!

Lara Logan: Quão longe você está de nós nesse momento?

Jeff Williams: Bem, atualmente, pelo que me lembro, estamos sobre Líbia, mas quando começamos essa conversa, acho que provavelmente estávamos sobre o Oceano Atlântico.

A partir do Centro de Controle de Missão de Bigelow, a NASA conectou a equipe da CBS com Jeff Williams. Durante a conversa, ele estava orbitando a Terra a aproximadamente 8 km/s (por volta de 28.000 km/h).

Assim sendo, Lara Logan conseguiu conversar com o astronauta Jeff Williams, diretamente da Estação Espacial Internacional!
A partir do Centro de Controle de Missão de Bigelow, a NASA conectou a equipe da CBS com Jeff Williams. Durante a conversa, ele estava orbitando a Terra, a aproximadamente 8 km/s (por volta de 28.000 km/h)
Jeff Williams: Fiquei muito animado em fazer parte disso, de fazer parte de algo novo.

Lara Logan: E como a estrutura está resistindo?

Jeff Williams: Está resistindo bem. Até que foi legal, era algo esperado. Um pouco mais frio do que o ar aqui, mas não excessivamente frio, e tinha aquele cheiro de carro novo que você imagina. E também era bem silencioso.

Lara Logan: O que você acha de homens como o Sr. Bigelow, pessoas com muito dinheiro, cidadãos comuns se envolvendo em seu mundo, no mundo espacial?

Jeff Williams: Diria que quaisquer pessoas que tenham condições de fazer algo e estejam dispostos a entrar nesse jogo, que deem mais poder para eles. A iniciativa privada está tentando abrir portas econômicas para a exploração espacial e todos se beneficiarão disso.

"O que você acha de homens como o Sr. Bigelow, pessoas com muito dinheiro, pessoas físicas se envolvendo em seu mundo, no mundo espacial?", perguntou Lara Logan
"Diria que quaisquer pessoas que tenham condições de fazer algo e estejam dispostos a entrar nesse jogo, que deem mais poder para eles. A iniciativa privada está tentando abrir portas econômicas para a exploração espacial e todos se beneficiarão disso", disse Jeff Williams
E sim, a Terra não é plana! Estou brincando, mas essa bela imagem da Estação Espacial Internacional foi um belo desfecho
para uma entrevista que ao meu ver poderia ter sido melhor aproveitada
A sensação que tive ao terminar a entrevista, e imagino que talvez também tenha sido a sua ao acompanhá-la devidamente traduzida e na íntegra, é que ela poderia ter sido melhor aproveitada. Por outro lado, considerando que estamos diante do excêntrico Robert Bigelow, com certeza diversas condições foram impostas para que certos assuntos não fossem abordados, tais como: NIDS, Rancho Skinwalker, sua relação controversa perante a ITAR, entre outros pontos considerados emblemáticos e sensíveis ao longo de sua trajetória como empresário.

Robert Bigelow se comporta como todo metacapitalista. Ele entende exatamente como tudo funciona do ponto de vista financeiro, sabe que está fazendo o futuro ao investir em uma necessidade que ainda vai existir, e quer ter ao menos uma fatia desse bolo. Para isso ele sai contratando especialistas, afinal de contas dinheiro nunca foi exatamente um problema, apenas o desperdício dele. Robert Bigelow é feito de símbolos, gestos e expressões faciais. Aquele "ser extraterrestre" na fachada de sua empresa, a "Bigelow Aerospace", não é algo à toa. Ele sabe explorar o mercado, sabe estar em evidência, sabe estar presente em uma mesa de negociações e ter uma ficha sempre na mão. Esse é Robert Bigelow, um homem que não importa em falar a verdade ou mentir, ele sabe fazer dinheiro, está sempre construindo seu próprio império e, com sorte, o próprio futuro da nossa espécie.

Até a próxima, AssombradOs!

Criação/Tradução/Adaptação: Marco Faustino

Fontes:
http://www.cbsnews.com/news/bigelow-aerospace-founder-says-commercial-world-will-lead-in-space/
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4554970/Robert-Bigelow-absolutely-convinced-aliens-Earth.html
http://www.independent.co.uk/news/science/nasa-robert-bigelow-aliens-extraterrestrials-earth-aerospace-space-international-station-a7763441.html
https://www.theverge.com/2017/5/30/15712270/robert-bigelow-ufo-aliens-60-minutes-aerospace
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