6 de novembro de 2016

Os Círculos nas Plantações / Agroglifos / Círculos Ingleses: Histórico, Famosos, Quem Faz, Círculos no Brasil

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Os círculos nas plantações, popularmente conhecidos como Círculos Ingleses, despertam a curiosidade nas pessoas, que se perguntam quem os faz. Para muitos são os extraterrestres, já para outros, são seres humanos simplesmente usando tábuas e cordas. Vou mostrar aqui um pouco da história, como ficam as plantas, as formações mais famosas, os círculos no Brasil e como a ciência explica o fenômeno...

Fala Assombrados, Mateus na área para falar sobre famosos desenhos nas plantações. Fazia tempo que estava querendo estudar o assunto, uma vez que os círculos nas plantações começaram a aparecer no Brasil e o assunto todo ano volta a mídia. Então, como na LojaAssombrada.com.br tem uma camiseta com uma estampa de um círculo na plantação com o formato do logo do canal AssombradO (e esse logo ainda brilha no escuro!), resolvi fazer esse especial para vocês. Para saber mais sobre a camiseta, basta clicar aqui!

Os círculos nas plantações, também chamado de agroglifos, termo cunhado pelo Ademar Gevaerd, editor da Revista UFO em 2008, são formações que aparecem em plantações de trigo, colza, cana, capim entre outros. São feitos pelo homem ou obra de extraterrestres?

Um agroglifo feito em uma plantação. Existem milhares documentados. Hoje a maioria das pessoas creditam a aparição de um como sendo feitas por mãos humanas, nada de extraterrestres


História

Gravura de um jornal de 1678
sobre o "Demônio Ceifador"
Livros de história mencionam os hoje conhecidos agroglifos, como por exemplo uma carta de 1880 escrita para a revista Nature por um cientista amador John Rand Capron, onde ele descreveu como uma recente tempestade havia criado vários círculos em um campo. Ou a história do demônio-Ceifador, uma criatura de existência não provada que supostamente seria responsável pelos estranhos círculos que freqüentemente aparecem nas plantações inglesas. Existe uma gravura de um jornal de 1678 sobre o "Demônio Ceifador" bem interessante, que o mostra fazendo esses círculos.

Tudo começou a mudar na manhã do dia 19 de janeiro de 1966, por volta das 9:00 um fazendeiro de 28 anos de idade chamado George Pedley estava dirigindo seu trator próximo à Horseshoe Lagoon, na propriedade de Albert Pennisi, perto de Tully, ao norte de Queensland, na Australia. Quando ele estava a 25 metros da lagoa ele ouviu um ruído mais alto que o barulho do trator. Pedley percorreu a região e chegou ao local onde o objeto havia surgido. No pântano no meio da lagoa havia uma grande área circular que estava livre de caniços e onde a água rodopiava lentamente.

Assim, a partir desse acontecimento na Austrália, no final da década de 70,  muitas formações começaram a aparecer em áreas rurais inglesas. Este fenômeno se tornou amplamente conhecido no final de 1980 início do 1990, depois que a imprensa começou a relatar círculos nas plantações de Hampshire e Wiltshire na Inglaterra, grandes centros produtores de cereais da Inglaterra. A região também possui algumas jazidas pré-históricas importantes: Stonehenge, Avebury e Silbury Hills. Eram tantos os círculos que eles passaram a ser conhecidos como Círculos Ingleses. Nos anos que se seguiram, nada menos de algumas centenas de formações semelhantes começaram a aparecer, sempre no verão, nos campos de cereais daquela parte da Inglaterra. Em 1989 se registrou o aparecimento de 250 marcas de diversos tamanhos.

É claro que esses círculos apareceram em outros locais do mundo, como Rússia, EUA, Holanda etc, mas nada com a intensidade que aconteceu na Inglaterra.

Marca deixada pelo UFO em charco, na região de Tully, Austrália


Algumas Imagens

Trago para vocês alguns agroglifos. Eles estão dispostos de acordo com o ano que foram descobertos. Repare na evolução dos desenhos.

O 'Tetrahedron', Barbury Castle, Wiltshire, 17 de julho de 1991. No dia seguinte a descoberta, um jornal britânico publicou uma foto do desenho com a manchete: 'Agora explique isso". A área do círculo central é igual à soma das áreas dos três formas circulares menores nos pontos triângulo.

Conhecido como "Escorpião" ou "Libélula", apareceu em Bishops Cannings, Wiltshire, 15/07/1994.

Projeto Galaxy, West Stowell, Wiltshire, 23 de julho de 1994. Tem sido interpretada como se tivesse mostrando uma conjunção de planetas na constelação de Cetus que ocorreu em Abril de 2000.

'Teia de aranha', Avebury, Wiltshire, 11/12 de Agosto de 1994. O efeito cintilante é criado pela cultura que está sendo colocado em direções opostas.

Glifo do Sistema Solar, Longwood Warren, Hampshire, 22 de Junho de 1995. Descreve as órbitas ao redor do Sol de Mercúrio, Vênus, Terra, Marte e Júpiter. De acordo com Gerald Hawkins, mostra um alinhamento planetário que ocorreu em 6 de novembro de 1903, dia em que os irmãos Wright provou que o homem podia voar, e novamente em 11 de julho de 1971, durante a jornada de Mariner 9 a Marte.

"Julia Set", Stonehenge, Wiltshire, 7 de Julho de 1996. Esta espiral de 151 círculos, medindo 278 metros ao longo de sua espinha central, apareceu em plena luz do dia em plena vista de uma rua movimentada, em frente Stonehenge, dentro de uma janela de tempo de 15 minutos (de acordo com o depoimento de pilotos, um agricultor, um guarda de segurança, e motoristas chamar a polícia). Um engenheiro de levantamento profissional disse que levaria cerca de dois dias completos para fazer algo parecido.

'Koch fractal', Milk Hill, Wiltshire, 08 de agosto de 1997. Duas empresas de engenharia estimaram que foi necessário demarcar 346 pontos de referência para construir o projeto 71 metros de largura antes de achatar o trigo. Levaria 6 ​​a 7 dias, ou 11 dias se for feito sob a cobertura da escuridão para finalizar. No entanto, a formação definitivamente apareceu durante a noite.

3-D ‘ribbon’, Beckhampton, Wiltshire, 28/07/1999.
'O anjo', Great Shelford, Cambridgeshire, 25 de julho de 2001. As linhas radiais que compõem o manto tem cerca de 15 centímetros de largura. As linhas sucessivas cobrem uma extensão total de mais de 1200 metros.

"Roda do Sol", 92 metros de diâmetro, Silbury Hill, 3-4 de Agosto de 2004. Esta formação apareceu no contorno na primeira noite, e foi concluída na noite seguinte. Alguns pesquisadores supõem que isso significa que ele deve ser feito pelo homem, mas não há nenhuma evidência conclusiva deste.

Formação de Golden Ball Hill, Alton Barnes, Wiltshire - 2005. Feita em uma plantação de Colza. É especial porque as folhes não foram destroçadas como se tivessem sido feitas usando tábuas e cordas.

"As Torres", Waylands Smithy, Oxfordshire, 8 de Julho de 2006.

Formação PI - Junho 2008 - Após muita análise, descobriu-se que este desenho representa geometricamente o PI até a 10ª casa decimal!

Silbury Hill, Wiltshire, 5 de Julho de 2009.


A Revelação Bombástica

Final dos anos 80, início dos anos 90. O mundo estava focado no assunto Círculos Ingleses. Na Inglaterra então, nem se fala, pois era lá que quase todos apareciam.

Pessoas iam para Whiltshire e ficavam de campana esperando ver a formação de um círculo. Outros viajavam para ver os círculos formados. Emissoras de televisão do mundo todo faziam reportagens na tentativa de descobrir o que estava por trás do fenômeno. Era o auge.

Até que em 1991 a dupla Doug Bower e Dave Chorley chocou o mundo ao afirmarem que foram eles que começaram o fenômeno em 1978, com o uso de ferramentas simples que consistem em uma prancha de madeira, corda e um boné de beisebol equipado com um laço de arame para ajudá-los a caminhar em linha reta. Para provar a sua alegação eles fizeram um círculo em frente aos jornalistas; o "cerealogista" (um especialista nessas formações), Pat Delgado, analisou o círculo e o declarou autêntico antes de ter sido revelado que era um trote.

Inspirados por relatos de círculos em plantações australianas em 1966, aquele de Tully que falei mais acima, Doug e Dave alegaram serem os responsáveis por todos os círculos feitos antes de 1987 e por mais de 200 círculos em plantações no período entre 1978 e 1991.

Eles resolveram contar tudo porque ficaram cansados de ver pessoas ganhando dinheiro as custas de suas criações anônimas. Após o seu anúncio, os dois homens demonstraram fazendo um círculo de cultura. Segundo o professor Richard Taylor, "as pictografias que eles criaram inspiraram uma segunda geração de artistas de plantações ... os círculos em plantações evoluíram para um fenômeno internacional, sendo que agora centenas de pictogramas sofisticados aparecem anualmente em todo o mundo".

Basta olhar as imagens acima e ver as de antes de 1991 e as depois, como começaram a ser muito mais elaboradas.

Isso foi um tremendo balde de água fria e fez que até hoje, os círculos ingleses praticamente esquecidos. Só que em alguns círculos acontecem coisas estranhas e alguns são tão complexos que fica difícil acreditar que foram pessoas que fizeram...

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Características

Assombrados, como vocês viram, os circulos podem ser feitos usando simples cordas e tábuas. Só que os estudioso do assunto começaram a perceber que nem todos os círculos foram feitos dessa forma. Veja algumas característcas dos

- Tempo Chuvoso: 60% dos círculos aparecem em noites chuvosas. No entanto, os agricultores e pesquisadores muitas vezes percebem que não há lama na parte achatada da plantação, o que não procede caso tivesse sido achatada por seres humanos usando instrumentos mecânicos.

- Padrão: Em algumas formações, hastes individuais foram atraídas para as bordas exteriores dos círculos por trás da planta, o que impede claramente o uso de implementos físicos. A direção do fluxo da planta é muitas vezes diferente sob a camada superior das plantas achatadas. Multi-camadas, camadas multi-direcionais, nunca foram replicadas pelo uso de pés, pranchas, rolos de jardim ou tubos de plástico. Quando falsos, são geralmente rodados no sentido horário ou anti-horário a partir de um ponto central em direção ao exterior. Observe a imagem abaixo. Cada um dos 3 grandes círculos foi feito usando um padrão diferente. A formação famosa conhecida como Golden Ball Sill feita em uma plantação de Colza é exemplo especial porque as folhes não foram destroçadas como se tivessem sido feitas usando tábuas e cordas. As plantas tendem a estar entrançadas umas sobre as outras, sugerindo que todas as plantas entraram em colapso em direções opostas simultaneamente.

Oeste de Overton Hill, Wiltshire, 8 de agosto de 2009. Cada um dos três círculos centrais tem um padrão de camadas diferente, incluindo tecelagem e cestaria.



- Largura do Feixe: A largura de alguns feixes é tão estreita que são forçados a serem descartados serem humanos com pranchas. No Reino Unido, é comum o surgimento de pictogramas cercados por dezenas de mini-círculos com poucos centímetros de diâmetro, localizados em lugares que não podem ser alcançados a pé sem deixar traços visíveis.

Libélula, Little London, perto de Yatesbury, Wiltshire, 3 de junho de 2009. As nervuras realistas sobre as asas variam em largura por cerca de 40 a 5 centímetros.





- Continuarem Crescendo: as plantas achatadas tendem a estar em grande parte não danificadas (até a chegada dos visitantes...) e continuam crescendo, enquanto que nos círculos falsos, os talos ficam geralmente quebrados, esmagados e muitas vezes, mortos. Em formações classificadas como genuínas, os talos achatados da vegetação estariam dobrados em ângulos de até 90 graus, e muitas vezes estariam definidos em uma forma surpreendentemente intrincada e bem tecida.

- Plantas Específicas: Assombrados, os pesquisadores dizem que nos círculos verdadeiros, pode-se notar que somente plantas maduras foram afetadas. Em outros casos são selecionadas as espécies de plantas que podem ser deixados intocados. Exemplo. Apareceu um círculo no em meio de uma plantação de trigo. A erva daninha que estava no meio ficou intacta!. Isso portanto exclui o uso de pranchas e rolos de jardim.

- Solo Modificado: O solo dentro de agroglifos muitas vezes mostram diferenças com o solo fora deles. Em uma formação canadense, por exemplo, o solo havia sido aparentemente cozido, resultando tão duro como cimento, enquanto que o resto do campo estava úmido e enlameado. Relatórios a respeito de terra cozida sob plantas achatadas em círculos em plantações, também vêm de outros países, como a Rússia. Em 50% dos círculos, o solo no interior é notavelmente mais seco do que fora. Muitos dos efeitos sobre as plantas e do solo são consistentes com a afirmação sobre a geração de calor intenso durante a criação dos círculos nas plantações, embora quem afirme isso, não explique como as plantas não são queimadas durante o processo.

- Substâncias Estranhas: Substâncias estranhas, tais como algo parecido com geleia e depósitos de algum tipo de pó, às vezes são encontrados nas plantas e no solo dentro dos agroglifos. Os depósitos de pó que foram identificados, incluem dióxido de silício de alta pureza, óxido de magnésio, e magnetite (minério de ferro magnético). Este último poderia ser poeira meteórica, que está em constante queda do espaço passando pela nossa atmosfera e chegando à superfície da terra; a concentração dessa substância em círculos é até 600 vezes maior do que o valor normal, indicando a presença de fortes campos magnéticos em torno dos agroglifos.

- Mudanças Físicas: O Biofísico William Levengood, e uma série de outros pesquisadores, teriam descoberto que as plantas possuem frequentemente nós ampliados (as pequenas "juntas" ao longo dos caules de plantas como o milho) e, por vezes, possuem buracos na parede celular, e as chamadas "cavidades de expulsão" nas mesmas áreas, onde a umidade parece ter achatado explodindo para o exterior.


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Os Círculos de Whinchester e Chibolton

Mensagem de
Arecido
Assombrados, existem literalmente milhares de agroglifos, mas para mim um caso é especial. Trata-se de um feito a poucos metros do maior telescópio da Inglaterra, chamado Chilbolton, e que é uma resposta direta a uma mensagem que nós, humanos, enviamos ao espaço em 1974.

Resumindo a história, aconteceu o seguinte. No dia 16 de novembro de 1974 o radiotelescópio de Arecibo enviou uma mensagem ao espaço, em direção ao agrupamento globular estelar M 13. A mensagem compreendia 7 seções, cada uma representando um particular aspecto da nossa civilização, como representação binária dos números de 1 a 10, representação de nós, nossa posição no Sistema Solar, nosso DNA, entre outras coisas.

Anos e anos depois, no dia 14 de agosto de 2001 foi descoberto ao lado do maior telescópio da Inglaterra, o Chilbolton, um rosto feito com uma técnica diferente da usada por falsificadores de círculos. Era algo incrível e completo para ser feito em apenas uma curta noite inglesa.

Só que a coisa ficou mesmo séria 3 dias depois, quando a 200 metros deste rosto apareceu algo como uma fita, que logo foi identificada como muito parecida com a enviada em 1974 pelo radiotelescópio de Arecibo. Eu disse parecida, porque nem tudo era igual. Veja as imagens abaixo e surpreenda-se, pois ela seria uma resposta a mensagem de 1974.

Detalhe do rosto e da faixa. Você só consegue ver o rosto se estiver voando bem alto. O telescópio Chilbolton está no canto superior esquerdo. 
A imagem de 2002 tem 80 x 120 metros

Mas não parou por ai, porque no ano seguinte, 2002, quase no mesmo dia, apareceu uma imagem impressionante em uma plantação perto da cidade de Winchester, em Hampshire - Inglaterra. É bem nítido que o desenho mostra o rosto de um alienígena e um disco com vários pontos, como se nele estivesse embutida uma mensagem codificada. A imagem tem uma particularidade interessante, pois foi feita com um novo padrão, com faixas horizontais mais largas e finas, semelhante a forma que a TV de tubo exibe sua imagem na tela.

Não demorou muito e alguém decifrou a mensagem: Cuidado os portadores de FALSOS presentes e suas QUEBRADAS PROMESSAS. Muita DOR mas ainda tempo. EELRIJUE. Existe BEM lá fora. Nos OPomos DECEPÇÃO. FECHANDO canal. (SINO SOM).


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Círculos nas Plantações no Brasil

Maurício da Silva, antigo arrendatário da pousada Piapara, em
frente a trecho do canavial amassado supostamente por OVNI
(Crédito da Foto: Sérgio Menezes)
- Riolândia-SP: Assombrados, para mim um dos primeiros círculos a surgir no Brasil foi esse de Riolância, que fica na região de Rio Preto-SP. Era madrugada do dia 20 de janeiro de 2008 quando o arredantário de uma pousada chamado Maurício Pereira da Silva escutou um grande barulho de cana quebrando. Então ele olhou pela janela e viu uma grande bola de luz, que achatou a cana.

Sérias pesquisas foram conduzidas pelo ufólogo Ademar Gevaerd, que depois de 5 anos liberou o relatório do caso onde diz estar convencido de que o caso é ufológico e que inclusive a Aeronáutica tinha conhecimento do caso.

Depois de todo esse tempo a principal testemunha do caso, Maurício Pereira da Silva, 45, pôde enfim respirar aliviado: “Não estou louco!”.

O desabafo não é de quem duvidava de sua sanidade, mas de quem diz ter se cansado de ser alvo de chacotas na cidade. Em entrevista exclusiva à reportagem do Diário da Região, ele vem a público para reafirmar o que havia declarado na ocasião. E mais, de que não só testemunhou a aparição de três objetos luminosos no céu em frente à pousada da qual era arrendatário à época, como também, na tentativa de se aproximar do ovni, foi vítima de hipnose pelos seres que conduziam a nave.

Maurício conta que três dias após o primeiro avistamento, que deixaram três clareiras no meio do canavial, convidou o irmão mais velho, o comerciante Antônio Pereira da Silva, hoje com 56 anos, para permanecer de campana na pousada. O objetivo era ter mais alguém de sua confiança que também testemunhasse as aparições. E foi o que aconteceu.

Na madrugada do dia 23 para o dia 24, por volta das 3h da manhã, uma revoada de pássaros seguida de três fortes luzes vindas do céu chamaram a atenção de Maurício, que gritou pelo irmão. Juntos, correram pelas terras da propriedade até se aproximarem do ponto em que a suposta nave teria pousado.

“Quando estávamos próximo do local, apagamos. É como se esses seres tivessem notado nossa presença e impedido a nossa aproximação. Retomamos a consciência três horas depois. Estávamos em pé, eu e meu irmão, estarrecidos, do lado de dentro do canavial.”


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- Sidrolância-MS: Um círculo na plantação aconteceu em Sidrolândia-MS, município a 70 quilômetros de Campo Grande. O ufólogo Lúcio Valério Barbosa, que já escreveu três livros sobre assunto, foi quem registrou as imagens e garantiu que as marcas na lavoura não foram feitas por ventos, nem por humanos.

Lúcio disse ao Portal Correio do Estado que as tiras do milharal foram dobradas para a direita, fileira sim e outra não. O esmagamento na plantação da propriedade formou desenhos assimétricos e o escritor arrisca dizer que o desenho no milharal pode ser o Crop Circles - os círculos ingleses -  formados supostamente por naves extraterrestres.

O professor detalha que as fileiras esmagadas para o mesmo lado, sem destruir as hastes, são as mesmas características dos Círculos da Inglaterra. "Não pode ter sido feito por humanos, pois são muitos quilômetros de plantação. A única explicação são os círculos ingleses, feitos por naves. As imagens foram feitas e serão analisadas", diz o professor.


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- Ipuaçu-SC: O Brasil não é um pais com tradição em círculos em plantações, mas temos um local que sempre entre o final de outubro começo de novembro eles aparecem, é a cidade de Ipuaçu, no oeste do estado de Santa Catarina. O fenômeno começou em 200 e desde então vem se repetindo, com os círculos aparecendo no final de outubro e início e novembro.

A Revista UFO conseguiu registrar o segundo círculo antes de ele ser destruído. (Foto: Revista UFO)



Marcas foram vistas no início da manhã deste sábado (Foto: Novelo Filmes/Divulgação)



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- Prudentópolis-PR: Assombrados, a cidade que está na moda atualmente quando falamos de Círculos nas plantações no Brasil é Prudentópolis no Paraná. No ano passado, em 06 de outubro de 2015 Círculos misteriosos surgiram na lavoura de trigo que pertence à família Santini. Ao G1, o ufólogo Ademar José Gevaerd confessou estar impressionado com as imagens. “Grande chance de terem sido feitos por extraterrestres”, diz.


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Eis que agora surgiram novos círculos, entre a noite de segunda-feira (26) e a manhã de terça-feira (27) de setembro de 2016. Desta vez, os desenhos apareceram na propriedade de Éder Rickli, que diz ter certeza que "não é coisa de E.T".

O Ademar Gevared foi novamente até lá e fez uma investigação preliminar, chegando a conclusão que é autentico. Ele explica que um agroglifo é como se fosse um telefonema de um ET. Ademar vai fazer imagens com drone, e quando ele liberá-las eu coloco elas na descrição do vídeo ou no final.

Já para o dono da propriedade, os desenhos não são obra de extraterrestres. Ele disse: "Eu andei investigando. Vi as câmeras de segurança da BR [rodovia] e vi uma caminhonete. Reconheci a placa. São colegas meus, foi trote. Eles avisaram que iam fazer na minha plantação um dia, assim como fizeram no ano passado", relata.

Ainda segundo Éder, a figura foi muito mal feita. "Parecem florzinhas. Dá para ver o rastro da caminhonete. É coisa de quem não tem o que fazer, não de ET", conclui.

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Quem Produz esses Agroglifos?

Assombrados, existem muitos círculos ingleses que já foram registrados. Mas quem os fez? Analisando as imagens, podemos responder essa pergunta da seguinte forma:

- Natureza: Assombrados, as marcas nas plantações podem ser feitas por vento, chuva ou outro fenômeno metereológico. Aqui no Brasil, ocorreu um falso alerta de agroglifo ocorrido no início de outubro em Balsa Nova-PR. Uma plantação mostrou sinais interessantes, mas que quando foram analisados, demonstraram ser criados por vento e chuva.

Formação natural ocorreu em Balsa Nova-PR

Formação natural ocorreu em Balsa Nova-PR
- Pessoas Comuns: muitos dos círculos ingleses foram feitos por nós mesmo, com o objetivo de pregar uma peça nas pessoas.


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- Profissionais: Chamados de Circlemakers, esses profissionais são contratados por empresas para realizar desenhos nas plantações, recebendo para isso. Geralmente se juntam em equipes. Uma delas é a XL D-SIGN, que vem criando formações fantásticas há muitos anos. Em um noite noite de agosto de 2009 na província de Zeeland, Holanda, 60 pessoas se uniram para fazer o maior agriglifo moderno, que tem 530 x 450 metros de tamanho. O gigantesco desenho tem uma série de simbologias, da metamorfose ao Homem Vitruviano, passando pelo Homem-Mariposa e mesmo chakras. Simbologia humana, com mensagem humana, criada por humanos e para humanos, superando tudo que já foi criado em círculos ingleses até hoje. Tudo foi registrado pelo programa de TV holandês “Try Before You Die”.

Este é o maior desenho em plantação feito pelos serse humanos. Feito na Holanda, ele tem impressionantes 530 x 450 metros de tamanho!




Nâo podemos nos esquecer do famoso caso que aconteceu em uma plantação de trigo no interior dos Estados Unidos. Uma equipe de Circlemakers fez o logo do navegador Firefox e tudo foi registrado.


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- Extraterrestres: Alguns círculo são tão complexos e feitos tão rapidamente que para muito não existe outra explicação a não ser de que são os extraterrestres. Um exemplo comumente usado como prova de um círculo que só pode ser obra de extraterrestres é a formação de Milk Hill, que apareceu no dia 12 de agosto de 2001. É uma das mais belas e complexas imagens já desenhadas nas plantações inglesas. A imensa formação, composta de 409 círculos dispostos sobre 6 braços com um diâmetro de 240 metros, foi encontrada em um campo de trigo chamado Milk Hill, que é o local mais alto da região de Wiltshire. Assim, este círculo passou a ser chamado de Milk Hill (outros chamam de Milk Hill Galaxy).

Para os estudiosos, estes círculo é autentico por um simples motivo: para fazer esse desenho em uma noite, seria preciso desenhar cada círculo (são 409) em menos de um minuto cada. Lembre-se que agosto é verão na Inglaterra, e as noites tem em média 5 horas de duração.

Um concurso foi lançado este ano chamado "The Crop Circle Challenge 2013". Ganharia £ 100 mil (R$ 300 mil) quem reproduzi-se a formação de Milk Hill em até 7 horas e a equipe poderia ter até 13 pessoas. As inscrições começaram no dia 21 de abril e se encerraram no dia 21 e julho. O resultado? Nenhum grupo de "Circle Makers", como são conhecidos os humanos que fazem os desenhos nas plantações se inscreveu! Não sei se o prêmio foi pequeno ou sabem que não iriam conseguir...

A Formação de Milk Hill
Conclusão

Assombrados, é inegável que o fenômeno existe. E que ele evoluiu ao longo do tempo. No começo os agroglifos eram bem mais rudimentares e foram se especializando ao longo dos anos, sugerindo uma ação humana. Assim, para muita gente, TODOS são feitos por mãos humanas. Acontece que alguns são tão intrincados e feitos em tão pouco tempo que fica difícil acreditar nisso.

Não podemos desprezar os diversos vídeos e testemunhas de pessoas que mostram que bolas flutuaram sobre uma plantação e então magicamente o agroglifo apareceu.

Será portanto que alguns não foram criados por nós? Só sei que se foram feitos pelos extraterrestres fica a pergunta se não existem formas mais fáceis de comunicação...

Fontes (acessadas dia 22/10/2016):
- Documentário Alienígenas do Passado: Círculos do Céu
- Wikipedia.pt: Círculos nas plantações
- Ceticismo Aberto: Registrada a criação do maior círculo em plantação
- Fato e farsa!: Círculos nas plantações: fato ou farsa? Mensagens dos aliens ou brincadeira dos humanos?
- SuperInteressante: O mistério dos círculos nos campos ingleses
- Ceticismo Aberto: “Especialistas” em círculos ingleses destroem sua evidência
- AssombradO.com.br: A Formação de Milk Hill
- AsombradO.com.br: Os Círculos de Riolândia-SP são Realmente de Outro Mundo
- G1: Ufólogo diz que há 'grande chance' de círculos em lavoura serem de ETs
- Correio do Estado: Marcas em milharal geram polêmica sobre visita de ovnis em cidade do Estado
- Portal Fenomenum: Pouso em Tully, Austrália
- Facebook Ademar José Gevaerd: ALARME FALSO DE AGROGLIFO EM BALSA NOVA (PR)
- David Pratt: Crop Circles and their Message
- Crop Circle Connector
- Revista Fator X - Edição 55 - Página 91-96
- Mail Online: Easy as pi: Astrophysicist solves riddle of Britain's most complex crop circle
- ufo: A Ufologia Brasileira novamente enlutada com o falecimento de Wallacy Albino
- UltimoSegundo: Você sabe o que são agroglifos?
- Livro: O Mistério dos Círculos Ingleses - Wallacy Albino
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