17 de julho de 2016

Conspiração: O Homem Foi ou Não Foi a Lua?

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Assombrados, segundo parte do especial de 1 milhão de inscritos em nosso canal no Youtube. Anteriormente, nós focamos na jornada até a Lua, demonstrando que não foi de uma hora para a outra que o homem realizou o feito. Mostrei tudo do início, focando nas principais missões dos programas Mercury, Gemini e Apollo. O especial está muito legal, e você pode lê-lo aqui ou assistir ele abaixo. É recomendável, mas não essencial assistir antes de ver esse daqui.

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Como previsto, muita gente comentou nesse primeiro vídeo da teoria da conspiração, de que foi tudo uma farsa. Vamos então agora falar sobre o assunto e explicar algumas coisas...

A Conspiração


Depois de 30 anos do pouso do homem na Lua, começou a ganhar força uma teoria que dizia que o homem na verdade não pousou na Lua, que foi tudo uma encenação. Na verdade tudo foi filmado aqui na Terra, em um deserto ou estúdio de Hollywood, muito provavelmente por Stanley Kubrick.

A teoria diz ainda que os astronautas sofreram lavagem cerebral para acreditar que foram a Lua e retornaram.

E mais, os russos participaram dessa farsa, por isso não denunciaram que tudo foi uma mentira, porque os próprios russos mentiram para a humanidade. Yuri Gagarin não foi para o espaço que nada, tudo mentira!

Mas porque os dois países enganariam o mundo? Por causa da industria bélica! Ela move a economia, e com os projetos bilionários dos projetos espaciais, o dinheiro serviu para encher o bolso de muita gente.

As principais provas de que o homem não foi a Lua segundo os adeptos da Teoria da Conspiração estão listadas abaixo:


- Tudo foi Feito por Stanley Kubrick!

Quando os EUA viram que não conseguiriam superar os russos na corrida espacial, traçaram um plano B, que seria encenar o pouso na Lua em um estúdio aqui na Terra!

Hollywood fez os filmes da Apollo 11, 12, 13, 14, 15, 16 e 17. Na Apollo 13 ocorreu aquele pequeno problema, e era tudo planejado, como num bom filme. Quem teria feito esses filmes? Stanley Kubrick.

Em 1968 Stanley Kubrick lançou o filme 2001 – Uma Odisséia no Espaço, com efeitos especiais nunca vistos antes na história do cinema, que renderam um Oscar ao brilhante Kubrick! E esses efeitos especiais poderiam muito bem ser utilizados pelos Estados Unidos para forjar uma viagem do homem à Lua.

O site A Fraude do Século mostra uma suposta foto de Stanley Kubrick, na NASA, meio escondido, agachado atrás do astronauta Neil Armstrong, antes da suposta viagem do homem à Lua. Na mesma foto, há um telão com fundo escuro muito semelhante aos fundos usados em Chroma Key, que é uma técnica cinematográfica que permite substituir um fundo com uma cor padrão por outra imagem qualquer. Esta foto teria sido tirada dentro da própria NASA. Mas, para quê a NASA usaria um telão com um fundo especial como esse?

Recentemente surgiu até na rede um vídeo onde ele revela que isso é verdade, e eu falei disso em uma notícia assombrada.

Essa imagem mostra Stlaney Kubrick dirigindo o filme da chegada do homem na Lua.







- Não Seria Possível Tirar as Fotos!
As fotos foram do pouso na Lua foram tiradas na Terra! Se tivessem sido tiradas no espaço, a radiação aliada a temperaturas extremas acabaria com o filme. Pegue um rolo de filme (se conseguir achar um hoje em dia) e veja que o fabricante adverte que o filme estraga com mudança de temperatura e radiação.

Como a NASA fez o milagre dos filmes da Apollo não estragarem? Por que esta evolução incrível nos filmes não foi repassada para a humanidade? Por que até hoje os negativos são frágeis e sensíveis às variações de temperatura? Se os filmes fotográficos são tratados até hoje no meio cinematográfico como “material sensível”, imagine em 1969.

As fotografias nos levam a pensar que os astronautas são superfotógrafos, como os profissionais, por vezes quase mágicos. Com toda aquela roupa, tirando fotos em ângulos perfeitos em um ambiente de gravidade desconhecida, ou no mínimo estranha a seus organismos, seria possível eles ficarem estáticos nesta superfície?

E mais, se as câmeras Hasselblad tiram fotografias quadradas, porque as fotos publicadas pela NASA são retangulares? Isto significa que, provavelmente, foram ajustadas aqui na Terra para se obter a melhor composição possível. Ou será que a NASA queria tirar propositalmente algo das imagens?

Vamos ver agora algumas fotos que denunciam que elas foram tiradas em um estúdio aqui na Terra.

Fotografia 01
Missão: Apolo 11

Esta foto  de Neil Amstrong e Buzz Aldrin foi tirada com uma câmera de 16 mm instalada no módulo lunar. A sombra de Aldrin (A) é bem mais comprimida que a de Amstrong. Como a única luz na Lua - e a única fonte luminosa utilizada pela NASA - procedia do Sol, as sombras geradas não deveriam ser tão desiguais.



Fotografia 02
Missão: Apolo 11

Buzz Aldrin está de pé com o Sol brilhando por cima do seu ombro esquerdo. Mesmo seu lado direito estando na sombra, pode ser visto muitos detalhes de seu traje espacial (B). Deveria ser muito mais escuro e menos visível, porque na lua, o contraste entre a luz e a sombra é muito maior. Sem atmosfera que interfira na luz - como na Lua -, a paisagem, segundo os especialistas, fica clara e nítida, mas o que esta atrás de Aldrin (C), gradualmente desaparece na sombra. Esta graduação desaparece na sombra. Esta graduação de luz poderia dever-se ao fato do filme ser menos sensível que o olho humano, fazendo com que os objetos apareçam mais escuros à medida que se distanciam da câmera. Há um curioso objeto refletido no capacete de Aldrin (D). Há quem pense que se trate de um helicóptero ou de uma estrutura de vidro de 12 metros de altura. A NASA afirma que se trata de uma peça do equipamento situada na superfície lunar.



Fotografia 03
Missão: Apolo 11

Segundo a NASA, a estranha silhueta (E)  que aparece na foto, tirada desde o módulo lunar a 95 Km da superfície da Lua, é a sombra projetada do foguete do Módulo de Comando. Porém, quando um avião de grande porte voa a baixa atitude a Terra, nunca projeta sombras tão grandes e definidas.



Fotografia 04
Missão: Apolo 12

Na foto tirada por Charles Conrad, com uma câmera presa no peito paralela ao solo, aparece Alan Bean segurando um coletor de amostras. Podemos vê-lo claramente na parte superior do capacete, quando na realidade ele não poderia ser visto (L). As sombras no visor de Alan Bean (M)  vão em várias direções e não são paralelas, como era de se esperar, o que sugere que existe mais de uma fonte luminosa. O coletor de amostras exibido por Bean (N), está com a parte inferior muito clara mesmo estando de costas para a luz. Isto poderia ocorrer em função da luz que reflete o coletor, mas por que então este também não aparece tão claro?



Fotografia 05
Missão: Apolo 16

Esta é uma fotografia na qual John Young aparece reajustando uma antena junto ao Veículo de Exploração Lunar (VEL), há um marcador em forma de cruz (P), conhecido como "retícula" (foto inserida), que fica atrás de um dispositivo do VEL. Estas cruzes de referência (Q)  que aparecem em todas as fotografias lunares, são feitas com um molde transparente com estas marcas, situado entre o obturador e o filme. A forte luz refletida pode ter eliminado parte da retícula, mas também pode ter sido realizado um retoque na imagem. Em uma rocha (R) há um marca parecida com a letra "C", que poderia ser uma letra de identificação de material de estúdio.

As marcas deixadas pelos pneus do VEL são bem peculiares e estão em ângulo reto (S). Estas marcas poderiam ter sido feitas por técnicos de um estúdio ao empurrar o veículo até o lugar que ocupa.




Fotografia 06
Missão: Apolo 11

Essa foto mostra Buzz Aldrin decendo do Módulo Lunar. Como ele pode estar tão iluminado se só existe uma fonte de luz na Lua?




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- Bandeira Tremulando
Aqui temos mais uma prova de que tudo foi encenado em um estúdio, pois em fotografias e em vídeos vemos claramente que a bandeira está tremulando! Na Lua não existe atmosfera, portanto não tem vento, então por que a bandeira americana fincada pelos astronautas tremula? Seria o ar-condicionado do estúdio batendo nela?

E quer mais, nas fotos os dois lados da bandeira estão iluminados. Como pode se só havia uma fonte de luz, o Sol?



- As Estrelas, por que não Aparecem?
Existem muitas estrelas no céu. Aqui na Terra elas tem o brilho ofuscado pela atmosfera e pela luz das cidades. Na Lua não tem atmosfera nem cidades, portanto, deveria haver um céu muito estrelado. Só que tanto nas fotos quanto nos filmes, não existe estrelas no céu. Por que nas fotos e na transmissão em vídeo do evento não aparecem as estrelas? 

Estas são algumas das fotos de John Young e de James Irvin que, como muitas outras das naves Apolo, mostram um céu sem estrelas (J). Maria Blyzinsky, diretora de astronomia do observatório de Greenwich (Londres), afirma que na Lua, as estrelas são visíveis porque não há atmosfera. A NASA não podendo recriar o céu lunar possivelmente teria optado por um fundo preto. Sobre isso, a NASA afirma que a luz solar era tão intensa que anulava a luz das estrelas. Nas partes do módulo de alunissagem que se encontram na sombra, existem placas (K)  com a bandeira norte-americana e as palavras "United States", que aparecem claras e visíveis, porém as lâminas de ouro ao redor do módulo simplesmente não podem ser vistas. Isto poderia ter acontecido pelo fato dos pontos de luz nesta área terem sido realçados - feito em um estúdio - ou então por causa do retoque das cópias.

John Young

James Irvin
- A Transmissão ao Vivo
Para muitos a Transmissão das imagens da Lua para a Terra seria impossível

O engenheiro Paulo Inácio Schwarzkopf, especialista em transmissões de TV, disse no livro O Homem não foi na Lua:

“Em 1969, os aparelhos de TV eram bastante diferentes dos atuais. As transmissões eram feitas através de links de microondas, já que ainda não existia compressão de imagem. Não havia, portanto, outro jeito de transmitir imagens que não fosse de forma linears. As câmeras eram grandes e os tubos de imagem eram enormes."

Outra coisa que as pessoas dizem é que precisaria de muita bateria. Era várias câmeras e não havia uma tomada na Lua. Atualmente você não sofre com o seu celular que acaba sempre a bateria? Então, como que os astronautas resolveram esse mistério, ainda mais transmitindo em microondas?

Simplesmente seria impossível transmitir ao vivo da lua com várias câmeras em 1969!

- Ao pousar na Lua ficaria uma cratera
Quando o Módulo Lunar desceu na Lua, seus potentes motores deveriam abrir uma cratera no solo Lunar! E mais, o calor deles deveria vitrificar algumas rochas, mas nada disso aconteceu.

Vamos exemplificar com a missão da Apollo 14. Quando o Módulo Lunar Antares pousou na superfície da Lua, não produziu nenhuma cratera em seus pés (F), apesar da considerável quantidade de poeira que deveria ter sido levantada durante a descida. Debaixo do módulo há uma pegada (G), apesar de ninguém ter andado por esta parte da Lua antes da descida do veículo. Á esquerda do módulo é possível ver as palavras "United States" (H), mesmo estando na sombra. Buzz Aldrin disse que na Lua não havia refração da luz, o que sugere que foi empregada outra fonte luminosa.

Módulo Lunar deveria gerar uma cratera quando desceu na Lua, mas não aconteceu isso. Sinal de fraude...
- Ficou sem Combustível no Pouso, como Voltou?
Durante o pouso de Apollo 11, Armstrong teve de assumir o controle do Módulo Lunar pois detectou que ele estava indo para o lugar errado, uma cratera irregular. Armstrong então queima combustível e consegue pousar falta 30 segundos de combustível um lugar seguro. Se ele queimou quase todo combustível, como fez para voltar para o módulo de controle?

- Pegadas no Solo
Normalmente, para que se forme a marca de uma pegada, teria que haver umidade no ar. Na Lua não tem ar! Muito menos umidade! Levando-se também em consideração a pouca gravidade da Lua para manter a poeira abaixada, seria praticamente impossível que se formassem pegadas tão bem definidas como estas abaixo, encontradas em milhares de outras fotos tiradas "na Lua". Uma pegada, na Lua, poderia se desmanchar assim que a bota do astronauta levantasse do chão, tal como acontece no fundo do mar, onde há umidade aos extremos.




- Modo de Andar
Vocês já repararam que nos filmes o modo de andar dos astronautas é estranho? Sabe por quê? Porque eles estão em velocidade modificada. Na verdade os astronautas correram aqui no estúdio da Terra e quando liberaram o vídeo da farsa, diminuíram a velocidade!

- Temperaturas Extremas
Que roupas eram aquelas utilizadas pelos astronautas que resistiam a uma radiação solar tão exacerbada? Que roupas eram aquelas que resistiam também a altíssimas e baixíssimas temperaturas que existem na Lua e ainda suportavam à extrema falta da pressão atmosférica? Lembrando que na Lua a temperatura vai de -153ºC a +107ºC!

- Radiação: Simplesmente tudo foi uma fraude por causa da radiação! Estendendo-se até 50 mil Km existe dois grandes regiões de radiação chamadas de Cinturão de Van Allen. Esses locais foram descobertos em 1958 num experimento realizado pela Explorer I, o primeiro satélite espacial americano lançado ao espaço.

Segundo a conspiração, esse campo é mortal, e todas as missões espaciais ficaram orbitando abaixo dele, não cruzando sua mortal radiação. Mas quando o homem foi para a Lua, ele teve de cruzá-lo, e infelizmente, os astronautas receberiam doses mortais de radiação.

Para evitar isso, teriam que revestir tudo com pesadas camadas de chumbo, o que inviabiliza-va o projeto...

- Tecnologia
Um celular atual tem mais pode de processamento do que os computadores da época. Como foi possível então enviar o homem a Lua com tão baixa tecnologia?

- Por que não voltaram?
A pergunta chave. Por que não voltaram mais? Já faz mais de 40 anos que foram para a Lua, por que então nunca mais voltaram? Simples, porque nunca estiveram lá!

Explicando a Verdade


Será que tudo isso que mostrei acima faz sentido? É verdade que o pouso do homem na Lua foi uma fraude? Não. Vamos explicar alguns dos tópicos.

- Foi o Stanley Kubrick?
Não! E mais, Stanley Kubrick era extremamente detalhista e perfeccionista. Você acha que ele iria vacilar em tantos aspectos? Não iria perceber que no seu filme faltam estrelas no céu? Ou que esqueceram o ar-condicionado ligado e que ele moveu simplesmente o simbolo americano da conquista, a bandeira? Ou que esqueceram vários pontos de luz ligados, gerando sombras com ângulos diferentes? E quanto as pedras cenográficas esquecidas?

E outra, foram feitos filmes simulando os pousos da Apollo 12, 13, 14, 15, 16 e 17. Não seria melhor ter parado no primeiro pouso, na Apollo 11?  Por que ficar gastando dinheiro filmando fraudes por mais 6 missões.

- As Câmeras e os Filmes Fotográficos
Nas missões Apolo, a NASA, utilizou as câmeras Hasselblade de última geração, desenvolvidas especialmente para tirar fotos no espaço.

Os astronautas levaram as câmeras montadas em uma unidade de controle presa no peito. Possuíam uma lente teleobjetiva fixa de 250mm, e a única coisa que tinham que fazer era direcionar a câmera para a posição correta sem se preocupar com o foco. O cabo de disparo era difícil de ser manuseado devido às pesadas luvas utilizadas, que dificultavam movimentos mais precisos.

Essas câmeras estão na Lua atualmente, se você for lá vai encontrá-las. Não vão estar funcionando, mas estarão lá. E sabe porque deixaram elas lá? Por causa do peso. O que importava era o filme, então ao invés de trazerem câmeras, trouxeram rochas lunares. Simples assim...

E os filmes que os astronautas usaram foram fabricados pela KODAK e são especiais. Eles não existem a venda simplesmente porque são muito caros e porque na Terra seria muito improvável uma pessoa pegar o mesmo filme e bater uma foto num lugar muito quente e depois correr para um mais frio! Ou seja, usar um filme para tirar fotos no Alasca e depois viajar milhares de quilômetros e tirar foto no deserto do Saara! Não tem o porque fazer um filme assim, por isso que não tem a venda!

E mais, os filmes eram especiais para lidar com a diferença de iluminação entre o terreno e os astronautas, coisas que aqui na Terra não precisava e isso ajudou no desenvolvimento de filmes de diferentes sensibilidades depois.

- Todas as fotos eram perfeitas? Não...
Os adeptos da teoria da conspiração dizem que todas as fotos eram perfeitas e que isso era indicio de fraude. Será mesmo?

Para começar, os astronautas treinaram muito, muito mesmo. Para aprender a tirar fotos, foram dadas câmeras idênticas para eles e foram instruídos a tirar foto de tudo para praticar. Eles ficavam com elas no peito e tiravam fotos de tudo, como um encontro com os amigos a churrasco da família.

A missão Apollo 11 levou quatro câmeras Hasselblad 70MM. Elas tiraram um total de 1407 fotos em 9 rolos de filme. Destas, 857 imagens foram em preto e branco e 500 foram coloridas. Quer conferir uma a uma, acesse esse link.

E é claro que muitas fotos apresentaram defeito. Eu fui lá, vi as fotos e selecionei algumas que com certeza não saíram em revistas...

Você publicaria essa imagem na sua revista? Veja no site.

Esta foto também não foi publicada em nenhuma revista, mas foi tirada por astronautas na missão Apollo 11. Veja no site.

E essa outra aqui, colocaria na sua reportagem sobre o pouso do homem na Lua? Veja no site.


- Explicando as Transmissões ao Vivo
Como vocês puderam ver, as imagens da transmissão das missões Apollo não são HD... São na verdade bem ruins mesmo, e isso é proposital. As imagens que você está acostumado a ver são versões restauradas, melhoradas. Na época, a TV era muito diferente das de hoje, e as imagens até que ficavam boa nelas. tenta assistir um programa daquela época sem restaurar na sua TV tela plana de LED. Você não vai conseguir ver nada.

Outra coisa é que as imagens foram transmitidas da Lua para a Terra através de sinais de rádio, não de microondas. Segundo a NASA, a transferência dos vídeos em baixa qualidade foi proposital para que eles pudessem ser exibidos ao vivo aqui na Terra. Além da qualidade da transmissão das imagens ser baixa, durante o envio perdeu-se ainda mais qualidade. De acordo com a NASA, as imagens teriam chegaram à Terra sendo exibidas num monitor preto-e-branco que estava sendo filmado por uma outra câmera para, a partir desta última filmagem, onde se perdia mais qualidade pela terceira vez, transmitir os vídeos para as principais redes de televisão mundiais. Então, teriam sido estes os fortes motivos que fizeram com que as imagens perdessem tanta qualidade em cada um desses processos.

Explicando melhor, o processo foi mais ou menos o seguinte:

01. Os astronautas não gravavam o que estavam vendo em um "HD" enquanto eles andavam na Lua e depois trouxeram para a Terra. Foi tudo ao vivo, então eles transmitiam tudo automaticamente via sinal de rádio. E eram várias câmeras transmitindo ao mesmo tempo sinais via rádio, como a câmera no módulo lunar e a câmera dos astronautas (veja tem uma antena na roupa deles...)

02. Esse sinais de rádios eram enviados para a Terra, mais precisamente para o telescópio de Parkes na Austrália. Aqui ocorria a 1ª perda de qualidade no sinal.

03. Parkes recebia esses sinais de radio e então retransmitia para Houston as imagens e foi essa retransmissão que se perdeu. Aqui ocorre a 2ª perda de qualidade no sinal.

04. Em Houstou-EUA, o sinal era recebido e exibido em um TV, e então uma câmera gravava essa TV e esse sinal era o que foi transmitido para o mundo! Ocorria aqui a 3ª e última perda de qualidade no sinal.

Existe um filme bem legal que conta todo essa história, chamado "Direto da Lua", do ano 2000. Eu já assisti ele uma vez. É meio complicado achar o filme hoje, mas me lembra que passou em algum canal da rede HBO.

Infelizmente, as imagens que o telescópio Parkes retransmitiu para Houston foram perdidas, e esse era o sinal bruto, com mais qualidade. Para fazerem economia financeira, utilizaram as fitas onde havia as gravações originais e gravaram por cima delas. Ninguém imaginou que depois de décadas iria ganhar força a teoria da conspiração.

"As imagens originais da Apollo 11 foram gravadas pela SSTV, o slow-scan television* da Apollo 11, um formato bruto de telemetria", explica Sérgio Sacani, do canal Space Today TV. Ele complementa dizendo:

"Esse material bruto é que foi perdido. Em 1990 alguns pedaços foram recuperados em Parkes na Austrália. Eles converteram esses dados recebidos na Austrália para a qualidade de NTSC, que é uma qualidade de super 8 e lançaram o vídeo, que foi premiado." (vídeo está logo abaixo)

Quer ficar craque em como foi feita a transmissão em vídeo da Lua para a Terra? O site do observatório de Parker na Austrália tem tudo detalhadinho.

* Televisão de varredura lenta, um método de transmissão de imagem usado principalmente por operadores de rádio amador para transmitir e receber imagens estáticas via rádio em preto e branco ou a cores. As primeiras missões Apollo transferiram dez quadros por segundo com uma resolução de 320 linhas, usando menos largura de banda do que uma transmissão de TV normal. Quer ver como era?

Conferência de Imprensa ocorrida em 1969 no telescópio Parkes na Austrália, onde eles mostraram como seria feita a transmissão das imagens.


Foto da imagem SSTV de alta qualidade antes da conversão da varredura

A imagem degradada após a conversão de digitalização SSTV






- Explicando Algumas Fotos

Antes de explicar as fotos, devo deixar claro que as imagens que você vê publicada em revistas ou qualquer outro local não são as imagens originais, mas sim cópias dos originais. Para a NASA, as imagens originais são inestimáveis, muito importantes, por isso foram feitas cópias delas para preservar as mesmas. Assim, as imagens que você vê são cópias de 2, 3 ou até 4ª geração.

Os americanos soltavam cópias das fotos com qualidade inferior também para se precaver. Eles não queriam dar detalhes de seus equipamentos para os Russos!

- Buzz Aldrin Iluminado
Refração do Regolito lunar.

- Foto do módulo Lunar Gigante
Recortaram uma imagem! Veja ela aqui

- Diferentes Sombras
A NASA afirma que irregularidades no terreno podem fazer com que passemos a ver uma sombra para uma direção e outra sombra para outra direção.

- A Rocha com um "C"
Uma das fotos mais famosas é a que apresenta uma letra C. Para os adeptos da conspiração, isso seria uma marcação, um local onde os astronautas deveriam ficar. Nada disse, o que você vê é um fio de cabelo! Essa imagem é uma imagem de 3ª geração da original. Confira abaixo a original.


A esquerda, imagem original. A esquerda, imagem da 3ª geração com um cabelo.


- Bandeira Tremulando
As bandeiras tinham duas hastes. Uma que era fincada no solo e outra que era coloca horizontalmente no topo para manter a bandeira esticada. Quando o astronautas ia fincar a bandeira em solo lunar ele fazia força, e a força refletia no pano da bandeira, dando a impressão que estava tremulando.

Como curiosidade, todas as bandeiras fincadas pelos americanos estão brancas atualmente devido a intensão radiação que receberam nos últimos 40 anos.

Animação das duas fotos, mostrando que, apesar da câmera de Armstrong mover-se entre as exposições, a bandeira não apresenta qualquer movimento 
- Marca no Solo Lunar
O solo da Lua chama Regolito. Por estar parado, os pequenos grãos de poeira são irregulares. Por isso que fica a marca tão definida.

Na Terra, devido o planeta ser vivo, os cantos dos grãos são arredondados. Assim, para você deixar uma marca no solo, ele tem de estar úmido. Se pisar em solo seco, não vai ficar uma pegada muito definida.

- Por que o Módulo Lunar não criou uma cratera?
Não deveria haver nenhuma cratera. O Descent Propulsions System (sistema de propulsão de descida) estava com a pressão mínima durante o final do pouso. O Módulo Lunar não estava mais desacelerando rapidamente, assim o motor de descida só precisava suportar o peso próprio do Módulo Lunar, que estava diminuído em 1/6 pela gravidade lunar e pela quase exaustão do combustível usado na descida.

E mais, o ML pousou em rocha sólida, coberta com fina camada de regolito, assim não deveria mesmo gerar uma cratera.

- Radiação Mataria os Astronautas? 
A Nasa fez um estudo grande antes para ver se realmente era perigoso atravessar esse cinturão e chegaram a conclusão de que se os astronautas atravessassem vem rapidamente onde ele é mais fino, a dose de radiação recebida seria mito pequena

- Temperaturas Mortais?
Apesar de a temperatura na Lua variar muito, o local escolhido para o pouso foi numa região de penumbra.

- Por que não vemos as estrelas?
Simples. As câmeras Hasselblade eram as mais modernas da época, e foram configuradas aqui na Terra para tirar fotos dos astronautas e arredores, não das estrelas. Os astronautas só tinham que apertar um botão e bater as fotos. Não tinham que mudar foco, tempo de abertura do obturador, ISO, nada. Tudo era travado.

Para tirar fotos das estrelas, você precisa de um longo tempo de exposição, de 20 a 30 segundos no mínimo. Faça o teste. Pegue seu celular e tire foto de um céu estrelado. Saiu alguma estrela na foto? Não...

A cidade de Chicago com o céu sem estrelas. Será que a cidade é uma farsa então?


Aliás, ocorreu uma exceção e foi na Apollo 16. Nessa missão os astronautas levaram um telescópio ultravioleta de 3 polegadas e fizeram imagens de estrelas da lua com um tempo de exposição de 40 segundos. Foram tiradas 178 fotos que foram usadas para a construção do Skylab. Uma delas está abaixo, e o grande circulo branco é a Terra, com superexposição.



- A Tecnologia Usada
Está certo afirmar que os computadores da época era mais fracos que os celulares atualmente. Acontece que os celulares e os computadores hoje tem uma interface amigável entre o usuário e a linguagem do computador, o Sistema Operacional: Windows, Linux, MAC. Esse sistema operacional tem de controlar diversas tarefas, consumindo poder da máquina.

Mas naquela época o computador fazia só uma coisa: Cálculos. E foram usados muitos, muitos computadores em casa missão. Cada computador era responsável por uma área, telemetria, sensoriamento, saúde etc etc e etc... E o computador trabalha de uma forma muito otimizada. Quando um programa era executado, o resultado era jogado na memória ROM (aquela que não apaga quando o computador é desligado), assim só um pouco de memória RAM era necessária

Então quando falarem em tecnologia, lembre que os computadores naquela época eram puros, só faziam cálculos e que usaram muitos, muitos mesmo.

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Outra coisa, precisava de alguém para escrever os programas para o computador executar. E quem eram? Mulheres! Recrutadas nas décadas de 40 e 50, essas genias da matemática desafiaram os papéis sociais de gênero da época para trabalharem como “computadores” humanos. Com apenas lápis, papel e fórmulas, era a responsabilidade delas fazerem os cálculos que possibilitaram todas as missões espaciais da época, da trajetória de foguetes ao sistema de satélites.

Recentemente um livro foi escrito sobre elas, Rise of the Rocket Girls: The Women Who Propelled Us, From Missiles to the Moon to Mars (algo como “A ascensão das garotas-foguete: as mulheres que nos propulsionaram, de mísseis à lua e à Marte”), escrito por Nathalia Holt. O Gizmodo fez uma rápida entrevista com ela, onde ela narra alguns fatos interessantes presentes no livro. Confira!

Infelizmente essas mulheres são desprezadas. Tanto que na festa de 50 anos do lançamento do foguete Explorer I, elas nem foram chamadas. Que mancada heim pessoal!

Ah! Não posso deixar de falar de Margaret Hamilton, a cientista da computação que que desenvolveu o programa de voo usado no projeto Apollo 11, a primeira missão tripulada à Lua. Seu código era tão bem escrito, que impediu que o pouso fosse abortado a menos de 3 minutos do pouso. Os computadores ficaram sobrecarregados com tantos dados, e foi emitido um alerta, que só havia acontecido uma vez em um teste. Todo mundo ficou se perguntando o que fazer até que foi comunicado para continuar. O código foi escrito de uma forma que atividades prioritárias interrompessem as menos prioritárias. Quer ver o código fonte do programa de voo usado na Apollo 11? Ele está disponível na internet, e é repleto de piadinhas :)

Abaixo temos a famosa foto onde Margaret Hamilton está ao lado de impressões do código-fonte do Apollo Guidance Computer.


Olha a quantidade de linhas de código para guia a nave até a Lua, pousar e fazer voltar para a Terra...




Um pequeno trecho de uma parte do programa de voo usado na missão Apollo 11
- Porque não mandaram mais pessoas para a Lua?
Quem disse que não voltaram? Depois da Apollo 11 pousaram na Lua a Apollo 12, 14, 15, 16 e 17. Outras 10 pessoas voltaram pisaram na Lua depois de Neil Armstrong e Buzz Aldrin.

E mais, a NASA tinha planos de enviar as missões Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20, mas elas foram canceladas. Por quê? Desinteresse popular e alto custo.

Assombrados, enviar uma pessoa para a Lua custa muito, muito caro. Os EUA já tinham vencido a corrida espacial contra a URSS, portanto não era mais prioridade do congresso liberar bilhões e bilhões de dólares para continuar enviando homens para a Lua.

A mesma alegação que fizemos aqui quando construíram estádios para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, dizendo que não precisávamos de estádios e Olimpíadas, precisamos de hospitais e segurança, começou a ecoar nos ouvidos do Congresso Americano, que cortou a verba.

Outra coisa é que já tinham feito o que era necessário, como coletar rochas, fazer experimentos no local e deixar aparelhos. O que precisasse ser feito depois, uma sonda poderia fazer. Poupando assim milhões e milhões de dólares, e vidas. Vai que acontece alguma coisa...

Portanto, o homem voltou sim a Lua, e o programa só foi cancelado por desinteresse popular e porque é muito caro a viagem. Saiba mais lendo este artigo.

- Provas Cabais


- As Rochas

O programa Apollo coletou um total de 382 quilogramas de rochas lunares durante as missões Apollo 11, 12, 14, 15, 16 e 17. É bastante rocha! E é claro que elas são diferentes das rochas encontradas no nosso querido planeta Terra.

A teoria da conspiração explica essas rochas como sendo trazidas da Antártica ou fabricadas em laboratório. Só que isso cai por terra quando você sabe que cada meteorito tem uma "crosta de fusão" em torno dele que se desenvolveu em sua jornada de fogo através da atmosfera da Terra. Nenhuma das amostras da rocha da lua tem uma crosta de fusão. Eles, portanto, não pode ser meteoritos.

E outra, a análise feita por cientistas do mundo inteiro concorda que estas rochas vieram da Lua - não existe nenhum artigo publicado em jornais e revistas científicas colocando em dúvida esta afirmação.

Rochas lunares trazidas pela missão Apollo 11


- O Laser

O projeto Lunar Laser Ranging Experiment foi um projeto para medir a distância da Terra à Lua usando lasers de 1GW de potência e espelhos retrorefletores na superfície da Lua. Graças a este experimento sabemos que a Lua afasta-se da Terra a uma taxa de 3,8 cm por ano. Esse experimento pode ser feito atualmente.

Os "Laser Light Reflectors" foram deixados na Lua pelas missões Apollo 11, 14 e 15.

Esquema de funcionamento do "Laser Light Reflectors"


Quem curte a série The Big Bang Theory deve lembrar que no episódio "The Lunar Excitation", o 23º da 3ª Temporada, os rapazes fazem o experimento do laser.


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- O Módulo LRO (Lunar Reconessense Orbiter)

O Lunar Reconnaissance Orbiter (Orbitador de Reconhecimento Lunar, LRO) é uma espaçonave robótica lançada pela Nasa, que atualmente está orbitando a Lua.[1] O lançamento não tripulado do Lunar Precursor Robotic Program (Programa de Precursores Robóticos Lunares) ocorrido em 18 de junho de 2009.

o LRO vai orbitar a Lua, pesquisar os recursos lunares, e identificar possíveis locais de pouso. A sonda será capaz de fornecer um mapa 3D da superfície lunar e forneceu algumas das primeiras imagens de alguns equipamentos do projeto Apollo deixados na Lua.

As várias missões Apollo deixaram na Lua 181 toneladas de lixo (há quem considere vestígios arqueológicos). Só Neil Armstrong e Buzz Aldrin, os primeiros homens a passearem na Lua, deixaram por lá 106 objetos. A explicação nada tem a ver com falta de cuidado ambientalista. Quanto mais pesados fossem os objetos terrestres deixados para trás, mais rochas e amostras de solo lunar as missões Apollo podiam trazer de volta.

Para casa, trouxeram 380 quilos de pedaços da Lua. Por lá ficaram mais de 90 sacos de urina e fezes, embalagens de refeições vazias e até 12 pares de botas, calçados por cada um dos 12 homens que visitaram a Lua. O buggy conduzido na Lua pelas tripulações da Apollo 15, 16 e 17 ficou por lá, mas dificilmente estará em condições para voltar a ser conduzido.

O módulo LRO já fotografou o local de pouso das 6 missões Apollo. Veja aqui.

Locais de pouso das missões Apollo.


Foto feita pelo módulo LRO e que mostra o local de pouso da Apollo 11. Saiba mais aqui

O Soco de Buzz Aldrin

Apesar de tudo isso, é claro que quem acredita e defende a não ida do homem a Lua não vai ficar convencido, aliás, não importa o que você falar, não vão mudar de opinião. O duro é que tentam disseminar e convencer as pessoas de que elas estão sendo enganadas.

Um desses teóricos é um homem chamado Bart Sibrel, que encontrou com Buzz Aldrin, o segundo astronauta a pousar na Lua e começou a falar que tudo era fraude, se Buzz jurava sobre a bíblia que tinha ido a Lua e tudo mais. Buzz se esquivou no início, mas depois perdeu a paciência e mandou um soco no rosto do cidadão! Assista o vídeo abaixo:



Conclusão


Assombrados, primeiramente devemos pensar que estava ocorrendo uma guerra para conquista a Lua entre as duas maiores potências da época: EUA x U.R.S.S. Os soviéticos tinham muitos espiões e investiam muito dinheiro em espionagem. Nenhum espião apresentou provas de que o homem não foi na Lua. Os soviéticos examinaram de cima até embaixo o pouso na Lua e chegou a conclusão de que foi real. Eles haviam perdido essa guerra, a da corrida espacial.

Outra coisa é que trabalhavam na NASA no época dos pousos na Lua cerca de 400 mil pessoas. Era uma batalhão de gente para enganar.

Depois, as alegação dos adeptos da teoria da conspiração são facilmente explicadas, como demonstrei.

E  temos as provas cabais, que são os quase 400 kg de rocha trazidas de lá, o experimento do laser, que pode ser feito até hoje, e as fotos enviadas pela LRO, que mostram objetos deixados nos locais de pouso, assim como rastros do veículo lunar.

Assombrados, espero que para aqueles que tinham dúvidas se o homem foi realmente para a Lua, essa postagem e o vídeo ajudaram a esclarecer a questão e a se decidir. Espero que tenha sido para o lado do FOI, ao invés de se juntar a teoria da Conspiração.

E para finalizar, quero dizer que esse artigo e vídeo não foi feito para tentar convencer quem crê piamente que não fomos a Lua. Sei que não importa o que eu fale não vai mudar o posicionamento dos defensores da teoria da conspiração. Eu espero que tudo que escrevi e mostrei seja útil para as pessoas que tem dúvidas da realização, para não se deixarem ser enganados pelos defensores de que o homem não foi a Lua.

Fontes (Acessadas em 11/07/2016):
- Livro O Homem não Pisou na Lua - Andre Mauro
- Fantástico comentando documentario Conspiracy Theory: Did We Land on the Moon?
- Documentario: Revelações A Farsa so Homem na Lua (the truth behind the moon landing)
- Documentário Verdade Sobre a Conquista Lunar
- Canal Assombrado: O Homem Foi a Lua: A Jornada
- AssombradO.com.br: 8 Fotos da Lua Supostamente Manipuladas pela NASA
- G1: Relação custo-benefício lança sombra sobre futuro das missões tripuladas
- A Fraude do Século
- Wikipedia.pt: Acusações de falsificação nas alunissagens do Programa Apollo
- Wikipedia.en: Apollo 11 missing tapes
- MoonLandingHoax: No Stars in the Moon's sky?
- Wikipedia.pt: Regolito
- Wikipedia.en: Slow-scan television
- Operations at Parkes
- Highlights from the Television Broadcasts
- Wired: Her Code Got Humans on the Moon—And Invented Software Itself
- Gizmodo: O código fonte da Apollo 11 está disponível online e é cheio de piadas
- Gizmodo: Conheça as mulheres que ajudaram a NASA a alcançar as estrelas
- Github.com: chrislgarry/Apollo-11
- Wikipedia.en: Margaret Hamilton (cientista da computação)
- Wikipedia.pt: Cinturão de Van Allen
- Lunar Reconnaissance Orbiter
- Wikipedia.pt: Explorer I
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