29 de março de 2016

Os Vestígios Evolutivos Presentes no Corpo Humano e Um Simples Teste que Comprovaria a Teoria da Evolução!

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Por Marco Faustino

Recentemente, mais precisamente no dia 17 de março, foi publicado um vídeo no Youtube, que desde então vem gerando fervorosos comentários e uma grande discussão em redes sociais, bem como nas notícias que estão sendo veiculadas sobre o mesmo. O vídeo foi postado pelo canal "Vox", que por sua vez pertence a um site norte-americano de notícias de interesse geral, cujo objetivo seria explicar as mais diversas notícias que são destaque, tanto nos Estados Unidos quanto no mundo. A grande questão é que dessa vez, aparentemente, o Vox expôs um ponto delicado sobre nossa existência: a teoria da evolução.

Sim, tenho plena consciência que o assunto é polêmico, porque sempre existiu um "duelo velado" para explicar "de onde viemos". Existem duas principais correntes para fornecer tal explicação. Por um lado temos o Criacionismo, a teoria que explica a origem do Universo, da Terra e de todos os seres vivos que nela habitam a partir da ação de uma entidade divina. Do outro lado temos o Evolucionismo, a teoria que defende o processo de evolução das espécies de seres vivos, através de modificações lentas e progressivas consoantes ao ambiente em que habitam. Um dos maiores nomes do Evolucionismo foi o naturalista britânico Charles Darwin (1809-1882), que desenvolveu no século XIX um conjunto de estudos que deram origem ao Darwinismo, teoria considerada por muitos como sinônimo do Evolucionismo.

O vídeo publicado no canal "Vox", que já possui mais de 15 milhões de visualizações, retrata justamente alguns resquícios ou vestígios de certa forma pouco conhecidos, que ainda carregamos em nossos corpos, e que seriam indicativos claros do processo evolutivo que o ser humano vem sofrendo ao longo do tempo. Através de um simples teste que qualquer um pode fazer em qualquer lugar e a qualquer momento, podemos notar diante de nossos próprios olhos, independentemente de nossa crença, que o "homem" seria apenas um elo de uma longa cadeia evolutiva. Vamos saber mais sobre esse assunto?

Apesar de ampla aceitação da chamada "teoria da evolução" por parte da comunidade científica, muitas pessoas permanecem céticas em relação ao processo evolutivo, mesmo nos dias atuais, embora certamente não seja por falta de provas. Na verdade, no vídeo chamado "Proof of Evolution That You Can Find On Your Own Body" ("Prova da Evolução que Você Pode Encontrar em seu Próprio Corpo", em português) publicado no canal Vox, no Youtube, no dia 17 de março, deixa claro que a evolução está bem presente dentro de cada um de nós. Sim, inclusive em você que está lendo essa postagem.

Mesmo para aqueles que reconhecem a existência da "evolução", o processo é raramente discutido em termos de sua influência presente nos seres humanos, muito embora isso esteja começando a mudar. É importante ressaltar nesse ponto, uma série de desenvolvimentos ao longo de milhares de anos, que levaram ao nosso estado atual - a expansão de nossos cérebros, o bipedalismo, e assim por diante - ou mesmo exemplos relativamente recentes de seleção natural em outras espécies, sendo que um desses casos amplamente citados é da mariposa "Biston betularia" (conhecida como "peppered moth", em inglês, algo como "mariposa salpicada").

Exemplares de mariposas da mariposa "Biston betularia", sendo que o exemplar da esquerda surgiu de forma abrupta
na década de 50, na Grã-Bretanha, devido a fumaça gerada pela queima do carvão ter escurecido as árvores,
algo que permitiu que as mariposas pudessem se camuflar junto as árvores.
Mariposas com asas escuras se tornaram mais comuns e surgiram de forma abrupta na década de 50, na Grã-Bretanha, devido a fumaça gerada pela queima do carvão ter escurecido as árvores, algo que permitiu que as mariposas pudessem se camuflar junto as árvores. No entanto, temos muito mais em comum com os animais do que muitos de nós gostariam de lembrar, e o corpo humano é repleto desses resquícios da evolução.

O Músculo Palmar Longo (Palmaris Longus)


Muitos desses "lembretes evolutivos" assumiram a forma de estruturas vestigiais ou partes dos nossos corpos, aparentemente inúteis, e que ainda não foram eliminados dos mesmos. "Olhe atentamente e você verá partes do corpo que existem, não porque você precisa delas, mas porque seus ancestrais-animais precisavam... Esses resquícios de nossa profunda história só fazem sentido no quadro da evolução por seleção natural", diz um determinado trecho da introdução do vídeo, que você pode assistir logo abaixo (em inglês):



Muitos de vocês já podem ter aprendido de que o cóccix, também conhecido como o "osso da cauda", é uma espécie de resquício das caudas dos nossos antepassados, mas o vídeo publicado pelo Vox enumera uma série de exemplos menos conhecidos. Esses exemplos incluem um músculo chamado "músculo palmar longo" (palmaris longus) que possuímos em nossos braços, quer dizer, ao menos a maioria de nós, visto que entre 10 a 15% das pessoas no mundo não possuem esse músculo. Sim, isso mesmo que você leu, simplesmente uma parcela da população mundial não o possui. Aliás, ainda é possível que uma outra parcela possua apenas em dos braços, notando, é claro, a ausência no outro.

Exemplo de uma pessoa fazendo o teste para detectar a presença do "músculo palmar longo", sendo que
ao realizá-lo, é possível notar a ausência dele em um de seus braços
O músculo é um remanescente de nossos ancestrais que usavam os antebraços para a escalar, e pode ser usado para exemplificar e reforçar a teoria da evolução. Entretanto, nos tempos modernos aqueles que não possuem esse músculo são capazes de "agarrar" ou "escalar" tão bem quanto aqueles que possuem o músculo, ou seja, não há diferença significativa em ter ou não essa "parte do corpo".

Localização do "músculo palmar longo"
A constituição do mesmo também pode variar de pessoa para pessoa. Em alguns casos por ser formado por uma espécie de tendão superior e uma estrutura muscular logo abaixo, em outros ser muscular na região central com um tendão acima e outro abaixo, pode ser também formado por dois feixes musculares com um tendão central ou pode consistir em apenas uma banda "tendinosa". Além disso, às vezes ele pode ser encontrado mais próximo do pulso.

Isso efetivamente demonstra o que antes era uma parte importante e vital da nossa anatomia, e que foi considerada supérflua conforme os nossos estilos de vida mudaram. Esta é a base da teoria da evolução - que nossos corpos evoluam em resposta às mudanças ao longo de milhões de anos.

Ter esse músculo não significa que você seja "menos evoluído" do que alguém que não o possua. Aliás, existem chances reais que ao longo dos próximos milhões de anos, nossos corpos possam evoluir ainda mais de modo que todos nós não tenhamos mais esse músculo.

Para complementar esse trecho do vídeo que comenta sobre o "músculo palmar longo" são citados dois estudos científicos. Um deles foi realizado pelo Departamento de Microcirurgia Reconstrutiva do National University Hospital, em Cingapura, e publicado em 2005 no "The Journal of Hand Surgery British", que apontou não ter sido observada diferença estatisticamente significativa no modo de segurar ou na força em apertar a mão entre os indivíduos que possuíam o "músculo palmar longo" e aqueles em que o músculo não estava presente.

O segundo, no entanto, soa particularmente interessante, pois conta com a participação de pesquisadores brasileiros do Laboratório de Anatomia Humana da Universidade Federal de Goiás e do Laboratório de Antropologia, Bioquímica, Neurociências e Comportamento de Primatas (Labinecop), da Universidade Federal do Tocantins. Além deles, pesquisadores dos Estados Unidos e do Japão também participaram do estudo que foi publicado em 2014 pela BioMed Research International. Nesse estudo foram dissecadas, documentadas e medidas as estruturas do "músculo palmar longo" de cerca de 14 cadáveres humanos (todos do sexo masculino), e de uma série de exemplares de primatas, tais como macacos-prego, saguis, macacos-japoneses, lêmures-de-cauda-anelada entre outros.

O músculo palmar longo músculo é maior em primatas como os lêmures, que usam seus braços para escalar
com mais frequência, sendo que é mais curto e mais propensos a estar ausente em humanos e macacos
que não usam os braços para a escalar tão regularmente
Os pesquisadores revelaram que o músculo é maior em primatas como os lêmures, que usam seus braços para escalar com mais frequência, sendo que é mais curto e mais propensos a estar ausente em humanos e macacos que não usam os braços para a escalar tão regularmente. O estudo ainda sugere que esse músculo é mais fraco em primatas terrestres quando comparado aos primatas arborícolas.

O  tendão do músculo palmar longo pode ser retirado para a realização de microcirurgias reconstrutivas,
como por exemplo, a labial
O trecho relacionado ao "músculo palmar longo" também cita que o tendão do mesmo ainda pode ser retirado e utilizado, para a realização de microcirurgias reconstrutivas, como por exemplo, a labial. Interessante, não é mesmo?

O Teste Para Detectar a Presença do "Músculo Palmar Longo"


Se você não entendeu muito bem como fazer o teste uma vez que o vídeo está em inglês, siga esse passo a passo logo abaixo, não é difícil de fazer:

1. Coloque seu braço em uma superfície plana, podendo ser em cima de uma mesa, do sofá da sala, da sua cama, enfim, qualquer região que seja minimamente reta, certo?

Imagem referente ao primeiro passo
2. Junte o polegar ao dedo mínimo

Imagem referente ao passo dois
3.  Levante a mão em direção ao seu antebraço, ou seja, movendo sua mão para trás, dobrando levemente seu punho. Se você ver uma espécie de "elevação" ou "cordão" no meio do seu pulso, isso mostra que você ainda tem esse músculo em seu corpo. Caso seu pulso fique liso, bem a evolução já desempenhou seu papel em remover essa parte considerada desnecessária do seu corpo.

Imagem referente ao passo três

Pensa que acabou por aí? Pois é, o vídeo cita mais alguns exemplos.

Os Músculos Vestigiais Ao Redor de Nossas Orelhas


Você alguma vez tentou descobrir como manipular os três músculos ao redor da sua orelha para que você consiga movê-la, ainda que ligeiramente? Provavelmente você conhece ou já conheceu alguém que conseguia mover suas próprias orelhas, e sempre achou isso muito divertido. Entretanto, os músculos que permitem as pessoas fazerem isso são vestigiais: o músculo anterior auricular (auricularis anterior), o auricular superior (auricularis superior), e o auricular posterior (auricularis posterior), que permitem que outros mamíferos movam suas orelhas de modo que ouçam melhor os sons vindos de diferentes direções.

O conjunto de músculos ao redor de nossa orelha, chamados de músculo anterior auricular (auricularis anterior),
auricular superior (auricularis superior), e o auricular posterior (auricularis posterior)
Assim como muitos animais considerados noturnos hoje em dia, tais como coelhos, gazelas, e gatos, contam com uma extensa gama de ângulos nos quais permitem que suas orelhas e cabeças possam se virar uma melhor localização da origem de um determinado som, nossos ancestrais também teriam se aproveitado desse mecanismo há milhões de anos.

O sistema de músculos permitem os redor de nossas orelhas teriam permitido que nossos ancestrais
escutassem melhor o que se passava no ambiente, assim como podemos ver hoje, por exemplo, em felinos e caninos
A curiosidade é que nós não perdemos completamente essa funcionalidade, visto que estudos apontaram que os seres humanos ainda tentam movimentar suas orelhas para tentar localizar a origem dos sons, porém de uma forma muito sutil, que na maioria dos casos só é detectável por meio da utilização de eletrodos conectados aos mesmos.

Estudos apontaram que os seres humanos ainda tentam movimentar suas orelhas para tentar localizar a origem
dos sons, porém de uma forma muito sutil, que na maioria dos casos só é detectável qual a utilização
de eletrodos conectados aos mesmos.
No entanto, é possível fazer um simples teste ao estalar os dedos próximo, atrás de uma pessoa ou em uma determinada distância (no fundo de uma sala). Ao fazer isso você deve notar se a ponta superior da orelha da outra pessoa se movimenta ainda que muito ligeiramente. Não é comum ter êxito nesse teste, porém isso é mais uma prova da nossa evolução.

Os "Arrepios" Sentidos Pelas Pessoas


Outra característica vestigial comum entre todos os seres humanos são os conhecidos "arrepios", ou seja, quando uma pessoa, por exemplo, fica com os pelos do braço arrepiados. Esses arrepios são causados por pequenos músculos, individualmente chamados de "músculo eretor do pelo", que de acordo com o próprio nome, faz com que os pelos se contraiam e fiquem mais eretos, principalmente quando estamos com frio.

O "músculo eretor do pelo", que de acordo com o próprio nome, faz com que os pelos se contraiam
e fiquem mais eretos, principalmente quando estamos com frio.
Isso permite que mamíferos cobertos por pelo fiquem temporariamente com uma cobertura corporal maior, tendo um melhor isolamento térmico e consequentemente, que fiquem mais aquecidos. A função dessa característica em nossos ancestrais, no entanto, era eriçar os pelos do corpo, fazendo com que parecessem maiores, de modo a assustar os predadores, como uma espécie de resposta para o instinto de luta ou fuga de uma determinada situação. Curiosamente, algumas espécies de pássaros também apresentam esse mesmo tipo de comportamento em determinadas situações, principalmente no frio.

A função dessa característica em nossos ancestrais, no entanto, era eriçar os pelos do corpo, fazendo
com que parecessem maiores, de modo a assustar os predadores, como uma espécie de resposta
para o instinto de luta ou fuga de uma determinada situação
Também já foi sugerido que tais arrepios possam nos dar a exata noção de como estamos nos sentindo, visto que em 2014, pesquisadores da Coréia do Sul aparentemente descobriram como mensurar isso. Eles anunciaram uma espécie de sensor de pele capaz de detectar pequenas variações nesses arrepios, conhecidos como "piloereções". Os pesquisadores disseram que essas variações podem refletir o humor da pessoa, e poderiam ser utilizadas para determinar praticamente tudo, desde a experiência de uma pessoa com uma determinada música, reações a anúncios na internet ou até mesmo a temperatura dentro de uma sala.

O Cóccix, Conhecido Também Como "Osso da Cauda"


Agora, sem dúvida alguma, a mais polêmica de todas as partes ou características abordadas no vídeo é referente ao cóccix, também denominado como "osso da cauda", que nada mais é do que o segmento final da coluna vertebral em seres humanos e macacos, assim como de outros mamíferos tais como cavalos. Essa parte, portanto, é o resquício das caudas dos nossos antepassados.

Localização do cóccix, também conhecido como "osso da cauda"
Ao longo do tempo, a necessidade de possuir uma cauda foi desaparecendo, porém a utilidade para o cóccix não foi perdida. O osso agora funciona como uma estrutura de suporte para diversos músculos e um suporte para as pessoas quando elas se sentam ou se inclinam para trás.

Os embriões humanos têm uma pequena cauda por volta das quatro semanas de gestação, mas as células da cauda são "programadas" para que o respectivo desenvolvimento seja interrompido. É interessante notar que com quatro semanas o embrião humano assemelha-se aos embriões de outros mamíferos durante essa mesma fase. Para muitos outros animais a cauda continua se desenvolvendo, mas em relação aos seres humanos essas células morrem.

Imagens de embriões, da esquerda para direita: humano, rato, aligátor e galinha
Por volta de seis a doze semanas, as células brancas do sangue dissolvem essa cauda, e o feto desenvolve-se normalmente, quer dizer, pelo menos na maioria das vezes. Isso porque, apesar de muito raro, existem registros de crianças que nascem com uma pequena cauda, que por sua vez não possui ossos, e contém apenas os vasos sanguíneos, músculos e nervos.

Imagens reais de crianças que nasceram com uma pequena cauda, que por sua vez não possui ossos,
e contém apenas os vasos sanguíneos, músculos e nervos
Em um relatório de 1984 realizado pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos em conjunto com os Institutos Nacionais de Saúde, também dos Estados Unidos foram discutidos 34 casos de caudas humanas, que poderiam ter até 13 cm de comprimento e que ocorreria mais frequentemente em homens do que em mulheres (o dobro de chances).

Existe até mesmo um vídeo de apenas 23 segundos publicado no ano de 2007, no Youtube, por um canal chamado "tellnothing" onde supostamente mostraria o primeiro caso de um "ser humano que teria a capacidade de mover a própria cauda". O vídeo apontaria um homem de 20 anos de idade chamado Oleg Polovski, morador da cidade de Moscou, na Rússia. Assista:



Entretanto, muitos usuários no Youtube acreditam que o vídeo seja falso, e que essa não seria uma "cauda verdadeira". Segundo um usuário identificado como "PaulRevere731", se fosse real, a cauda estaria mais próxima do final do cóccix. Aliás, não haveria músculos na região onde a cauda do homem que aparece no vídeo está localizada, para que então pudesse ser movimentada. Ele até poderia ter uma "cauda", mas estaria movendo a mesma com a utilização de fios de nylon. Ainda segundo esse usuário, o que estamos vendo no vídeo também poderia ser apenas uma sobra de tecido adiposo, que protegia a coluna vertebral durante sua respectiva gestação. O mesmo vídeo foi replicado novamente no Youtube em 2011 por um outro canal, porém não teve a mesma repercussão.

Fiz uma rápida pesquisa sobre esse assunto e não encontrei nenhuma referência concreta sobre a pessoa que supostamente se chamaria Oleg Polovski e nenhuma informação científica dizendo sobre a possibilidade de controle muscular de uma "cauda humana". Portanto, é muito provável que o vídeo seja falso.

Enfim, Assombrados, assunto interessante esse não é mesmo? O que foi apresentado nessa postagem não é algo necessariamente novo, visto que até mesmo o teste para a detecção do "músculo palmar longo", já foi divulgado anteriormente em outros sites e vídeos na internet. A questão é que muita gente não conhecia maiores detalhes e de forma simplificada, os resquícios evolutivos que estão presentes em nossos corpos, que aliás existe muito mais do que foi citado nessa postagem. O vídeo postado pelo Vox está fazendo um enorme sucesso e gerando muita discussão em torno da teoria da evolução. E isso, independentemente de qualquer coisa, é bom para todos nós. Por essa mesma razão que resolvemos trazer esse assunto para o AssombradO.com.br!

Vale lembrar que esta postagem não deve ser considerada como uma afronta ou algo que vise desmoralizar qualquer tipo de crença de ordem religiosa ou não. Aliás, existem diversas postagens em nosso blog onde retratamos, com o devido, necessário e merecido respeito, casos relacionados ao catolicismo, satanismo, budismo, "bruxaria" entre outros aspectos culturais e religiosos das mais diversas sociedades em nosso planeta. Nossa intenção é tão somente transmitir a informação da maneira mais correta possível, evitando o máximo possível de julgamentos, porém imprimindo-os conforme necessário, para que não nos tornemos omissos diante de informações que sejam incorretas ou que visem distorcer a realidade dos fatos. Esperamos que vocês tenham gostado da nossa abordagem, e quem sabe não voltaremos a tocar nesse assunto no futuro?

Até a próxima, Assombrados!

Criação/Tradução/Adaptação: Marco Faustino

Fontes:
http://www.sciencealert.com/watch-proof-of-evolution-that-you-can-find-on-your-own-body
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-3502679/The-evolutionary-leftovers-bodies-Video-reveals-tailbone-forearms-ears-tell-ancestors.html
http://www.bustle.com/articles/148968-voxs-proof-of-evolution-that-you-can-find-on-your-body-video-will-blow-your-mind
http://www.inquisitr.com/2905693/video-examines-palmaris-longus-other-vestigial-organs-in-modern-humans-as-proof-of-evolution/
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4016873/
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3263034/
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/6373560

http://minilua.com/prova-evolucao-corpo/
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