30 de setembro de 2015

O Experimento Bradford: O Homem Que Se Matou Para Provar Que Poderia Se Comunicar Com O Mundo dos Vivos

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Por Marco Faustino

A história da cidade de Detroit, nos Estados Unidos é repleta de histórias estranhas e fascinantes personagens, inclusive chegamos a publicar algum tempo atrás, que a cidade tinha sido palco da inauguração da "Estátua Satânica de Baphomet", lembram? Caso não lembrem, assistam ao nosso vídeo sobre o assunto no Youtube. Entretanto, histórias ainda mais estranhas se escondem em recortes de jornais antigos, perdidos em meio a imensidão de tantos outros que vão se acumulando e sendo empilhados ao longo do tempo.

Nesta postagem vamos conhecer uma história do início do século passado sobre Thomas Lynn Bradford, o homem que desafiou a ciência e levou sua crença ao extremo. E acreditem, essa é uma história fantástica.

Um Pouco Sobre Thomas Lynn Bradford

Um morador de Detroit, no Estado de Michigan, Estados Unidos, chamado Thomas Lynn Bradford, era uma pessoa bem peculiar. Ele alegava ser um ex-engenheiro elétrico, e dizia que já tinha sido ator e até mesmo atleta profissional. Quase no fim de sua vida, porém, Bradford voltou sua atenção para algumas "explorações mais profundas".

Ele começou a estudar o espiritismo, que bem basicamente é a crença de que os seres humanos na verdade não morrem, mas eles vivem como espíritos, e que ainda podem se comunicar com o mundo dos vivos. Espiritualistas veem a vida após a morte como um lugar onde os espíritos continuam a viver e evoluir, uma vez que a alma deixou o corpo físico no momento da morte. Os espíritos então procuram se comunicar com o mundo dos vivos, para compartilhar informações valiosas sobre importantes questões morais, bem como a natureza de Deus.

Thomas Bradford dessa forma se autoproclamava como um medium e também realizou inúmeras palestras sobre o ocultismo. Apesar de suas palestras não serem particularmente populares, ele ainda produziu numerosos (e principalmente não publicados) ensaios sobre diferentes temas sobrenaturais. Pouco antes de sua morte, Bradford escreveu que "todos os fenômenos estão fora do reino do sobrenatural", e que a ciência acabaria por provar a existência da alma e sua sobrevivência após a morte. Tudo isso levou ao que seria o teste científico mais extremo, que até então alguém já tivesse tentado.

O Suicídio de Bradford

Notícia do "The Detroit Free Press" publicada
no dia 11 de fevereiro de 1921, citando a morte de Bradford
Em uma madrugada de domingo, 6 de fevereiro de 1921, Bradford chocou a comunidade de Detroit ao vedar seu quarto alugado de forma metódica, tendo em seguida soprado a chama piloto do seu aquecedor, apagando-a, e deixando que o gás vazasse.

Seu corpo foi encontrado horas mais tarde, sem nenhum sinal de ferimento, pela polícia. Bradford aparentemente tinha morrido por asfixia.

Embora as circunstâncias do suicídio de Bradford parecessem mundanas o suficiente para os investigadores da polícia, sua razão para cometer suicídio era algo além deste mundo.

A polícia encontrou uma página inacabada de um manuscrito em sua máquina de escrever com a seguinte citação:  "...e é através de fatos científicos, que me proponho a demonstrar claramente os fenômenos dos espíritos, e provar que todos os fenômenos estão fora do domínio do sobrenatural".  Sombrio, não é mesmo?

A Busca por Respostas

A polícia estava perplexa com o aparente suicídio, e o bilhete enigmático deixado por Bradford. Então foi iniciada uma investigação sobre o caso. A busca por pistas os levou a uma mulher chamada Ruth Doran.

Como se constatou na época, semanas antes de seu suicídio, Bradford tinha feito um anúncio, com o pseudônimo de "Professor Flynn" em um jornal local, no intuito de contratar alguém "interessado em ciências espiritualistas". Não parece haver nenhum registro de que tipo de resposta ele recebeu ao anúncio, mas ele conseguiu encontrar uma pessoa. É nesse ponto que Bradford passa a conhecer a Sra. Ruth Starkweather Doran.

A Sra. Doran tinha 40 anos de idade e pertencia a uma proeminante família de Detroit, que residia há muito tempo na cidade. Ela tinha retornado recentemente a Detroit, após passar um tempo na cidade de Duluth, e estava realizando uma pesquisa histórica na cidade. A Sra. Doran também disse à polícia, que era escritora e membro da Igreja Episcopal Protestante. Alegava que não tinha vínculos anteriores com a comunidade espírita, mas que simplesmente havia encontrado o intrigante anúncio, e decidiu responder por mero capricho.

Ruth Doran afirmou por diversas vezes, que apesar de Bradford ter contado para ela que planejava provar que os espíritos podiam se comunicar com os vivos, ele jamais disse que seu suicídio fazia parte do experimento. Nenhuma evidência de algum crime que ela pudesse ter cometido contra Bradford foi encontrado, e não havia nenhum motivo aparente para assassiná-lo. Bradford havia morrido sem deixar um centavo sequer.

Ela contou a polícia que teve apenas um breve encontro com Bradford, no dia 5 de feveireiro, praticamente momentos antes que cometesse suicídio. Ele assegurou que entraria em contato com ela e deu instruções cuidadosas sobre como conduzir o experimento.

Como dissemos anteriomente, a Sra. Doran sempre negou enfaticamente que soubesse de um plano envolvendo suicídio. Aliás, caso ela falasse isso seria presa.

A polícia então concluiu que a Sra. Doran estava falando a verdade. Assim a investigação foi encerrada, e afirmou-se que a Thomas Lynn Bradford havia mesmo cometido suicídio devido ao vazamento de gás. A verdade por trás do suicídio, aparentemente sem sentido de Bradford, começou a tomar forma.

Thomas Bradford havia planejado uma demonstração empírica da vida após a morte. Não satisfeito por ainda ter que esperar para morrer de uma forma natural, ele decidiu cometer suicídio, pois isso lhe permitiria tomar as providências necessárias para enviar uma mensagem a partir do outro lado. Era exatamente isso que o mundo iria descobrir algum tempo depois de sua morte.

Uma Mulher Chamada Lulu Mack Diz Ter Escutado A Voz de Thomas Bradford

Poucos dias depois da morte de Bradford, a Sra. Ruth Doran, que alegava não ter conhecimento que ele pretendia se matar, organizou encontros de líderes espíritas na sala de sua casa para esperarem pela mensagem que ele enviaria. Nenhum dos espíritas pareciam particularmente impressionados com o plano de Bradford ou em sua tentativa de contatá-los a partir do "Outro Lado". Havia também muito ceticismo até mesmo por parte dos espíritas, que algo assim pudesse acontecer.

A Sra. Doran tentava minimizar seu papel dizendo que estava mais para um ser humano comum, do que para uma espiritualista ou médium, mas era a principal encarregada de realizar esses encontros. Embora ela tivesse dito que sentiu uma sensação estranha durante aquele período, como se o espírito de Bradford tivesse pairando sobre ela, apenas esperando para entrar em contato, nada acontecia. Não havia nenhuma mensagem, apesar dos esforços que ela fazia.

Notícia publicada pelo "The Turners Falls Reporter" citando que a Sra. Doran estava esperando por uma mensagem de Thomas Bradford
A mídia logo descobriu sobre o assunto e o tal experimento de Bradford. Ainda apontavam que a Sra. Doran estava confiante que ele logo entraria em contato com ela.

Notícia do "The New York Times",
publicada em 7 de fevereiro de 1921
"Sou sua amiga, se ele conseguir fazer com que seu espírito retorne à Terra, acredito que seu espírito primeiramente virá até mim. Acreditei nele em vida, e vou esperar para ver se haverá qualquer manifestação do espírito. Se houver tal coisa, como a comunicação espiritual, acredito que ele se fará presente para mim", disse a Sra. Doran em entrevista para o respeitado jornal "The New York Times" em 7 fevereiro de 1921.

Entretanto, algo muito curioso estava para acontecer, pois se Bradford realmente estava disposto a entrar em contato com o mundo dos vivos, haveria uma competição por sua atenção. Enquanto a Sra. Doran e seu grupo esperavam sentados por uma mensagem dele, uma outra espírita chamada Lulu Mack, moradora do nº 300 da Rua Brady, alegou que já tinha entrado em contato com o professor morto.

Lulu Mack, que se dizia ser uma teosofista de longa data e espiritualista, foi manchete de diversos jornais ao dizer que no dia 9 de fevereiro, apenas 3 dias depois da morte de Bradford, ela se sentiu pressionada por um espírito, que queria fazer contato. Naquela noite ela chamou sua médium para uma sessão espírita, e alegou ter ouvido uma voz fraca. A voz não estava chamando por ela, mas a si mesmo dizendo: "Thomas Bradford. Thomas Bradford!".

Ela alegava que não conhecia Bradford e não sabia sobre sua história, justamente por esse motivo questionou sua médium. Foi explicado, que com base na tradição teosófica em descrever o progresso do Bradford após a morte, ele era incapaz de se comunicar de uma forma eficaz, uma vez que ele tinha entrado apenas "na primeira esfera da constelação celestial". Conforme ele progredisse de esfera em esfera e fosse expurgado de suas falhas terrenas, Bradford acabaria por ser capaz de se comunicar com outros espiritualistas. Ela sugeriu que ele estava pagando o preço por seu suicídio, e descreveu como algo "nem sábio, nem certo". Portanto, levaria algum tempo para sua alma se arrepender da decisão que tomou, e alcançar o poder de falar com os vivos.

Notícia publicada no jornal "The Pittsburgh Press" em 10 de fevereiro de 1921, que cita sobre Sra. Lula Mack ter ouvido a voz de Thomas Bradford
Vamos simplificar isso? Foi explicado a Lulu Mack, que Bradford ainda tinha que fazer a passagem para o outro plano, pois ainda estava consciente das coisas terrenas, embora fosse pouco provável que ele soubesse de sua própria morte. Bradford estaria nos primeiros estágios de sua jornada espiritual e estava fraco demais para ser ouvido por este mundo. De acordo com ela, isso explicaria o seu murmúrio ouvido por Lulu Mack. Ela acreditava que conforme seu espírito se fortalecesse e se purificasse, a probabilidade de haver algum contato aumentaria. Talvez após alguns anos.

A Mensagem de Thomas Bradford

Sem se deixar abater pelo sucesso de Lulu Mack e da imprensa claramente cética, a Sra. Doran continuou realizando sessões para tentar entrar em contato com Bradford.

Foi assim que no dia 12 de fevereiro, praticamente uma semana após o suicídio e a data prevista para o regresso de Bradford, a Sra. Doran chamou uma parte da imprensa e algumas seitas espiritualistas para se reunirem em sua casa às 21h. Outros grupos espiritualistas por toda a cidade também se juntaram, criando "blocos de concentração" para ajudar a "fortalecer o sinal esperado". Em sua casa também havia membros da Sociedade Americana de Pesquisa Psiquica, que foram realizar uma investigação mais aprofundada sobre o caso.

Notícia publicada no "The Milwaukee Journal" em 17 de fevereiro de 1921,
citando a mensagem supostamente enviada por Thomas Bradford
Naquela noite, ela sentiu uma presença em sua sala mal iluminada. Ela ficou olhando para um canto escuro por alguns minutos, colocou as mãos sobre as têmporas e ordenou que as luzes fossem desligadas. Depois de alguns momentos de silêncio, ela disse que conseguia ouvir a voz de Bradford. Sua voz era bem fraca, mas crescente. Ainda distante, mas ela dizia que era discernível.

"Escreva isso!", exclamou Ruth Doran em direção a uma das testemunhas presentes, que passou a transcrever a mensagem ditada por ela em voz baixa. Depois de meia hora, ela disse que a "voz começou a ficar gradativamente mais baixa". O relógio, em seguida, bateu marcando exatamente 22h, e as luzes foram acesas novamente.

Resplandecente ela olhou para as anotações, assinou as mesmas para autenticar que era exatamente o que ela havia dito, e começou a recitá-las.

"Eu sou o professor que fala com você a partir do Além. Venho rapidamente através do véu. A ajuda dos vivos tem me auxiliado muito. Eu simplesmente fui dormir. Eu acordei, e a princípio não percebi que eu tinha morrido. Não vejo nenhuma grande mudança aparente. Eu esperava que as coisas fossem muito diferentes. Elas não são. Formas humanas permanecem delineadas, mas não no plano físico. Não tenho viajado para longe. Eu ainda continuo na escuridão. Eu vejo muitas pessoas. Elas parecem naturais. Há uma leveza de responsabilidade aqui, ao contrário na vida. A pessoa se sente repleta de êxtase e felicidade. Pessoas como se estivessem associadas a natureza. Estou associado com outros investigadores. Não me arrependo do meu ato. Meu plano atual é meramente a primeira série. Ainda estou investigando sobre os planos futuros, sobre aos quais somos tão ignorantes quanto os seres terrenos, a respeito da vida além da vida humana", diziam as anotações.

Imediatamente após a ditar a mensagem, a Sra. Doran insistiu em dizer que a voz de Bradford tinha ficado muito fraca para que fosse escutado mais alguma coisa. Ela desmaiou, caindo no chão. Quando voltou a si, ela foi questionada se era mesmo a voz de Thomas Bradford que ela tinha escutado.

"Estou convencida. Nunca tinha ouvido uma voz de espírito antes. Essa voz era do professor, sem dúvida...", jurou a Sra. Doran.

Mais tarde naquele mesmo ano, a Sra. Doran escreveu em um artigo exclusivo publicado no dia 4 de abril de 1921, no "Syracuse Daily Journal", dizendo que ela teve contato regular com Bradford, quase todas as noites e também durante o dia, depois daquela primeira mensagem. Em meio a "sabedoria" transmitida por Bradford, estava o sentimento de que um dia a vida seria eterna tanto na plano espiritual quanto no plano físico:

"Através do espiritualismo o mundo vai ser recuperado: o pecado será vencido, o sofrimento vai terminar. O homem deixará de ser físico, e a morte física, que é a única morte, não existirá mais. Os homens vão viver na Terra para sempre, mesmo que eles vivam para sempre no mundo dos espíritos", disse o espírito de Thomas Bradford para a Sra. Doran.

Parte do artigo da Sra. Ruth S. Doran publicada no Syracuse Daily Journal em 4 de abril de 1921
Ela ainda diz que o espírito de Thomas Bradford disse para ela que alguns espíritos usavam ternos. Tinham também algumas outras mensagens no mínimo curiosas.

"Como eu já disse anteriormente, os traços do formato dos seres humanos são preservados aqui, mas não a parte física. Homens e mulheres usam vestidos como eles usavam na Terra, consistindo na roupa astral, que para nós, trás todo o realismo da aparência da matéria. Corpos espirituais dos homens usam roupa utilizadas a noite, as mesmas utilizadas em seus corpos terrestres durante suas vidas físicas. Espíritos de mulheres usam chapéus, e ficam adequadas as suas naturezas terrestres", disse o espírito de Thomas Bradford.

"Não há tempo nem espaço aqui, tal como é conhecido na Terra. Há espíritos aqui de Marte e outros planetas", disse Bradford em outra mensagem.

A Sra. Doran parecia animada em seu artigo, e disse que o espírito de Thomas Bradford estava falando muito com ela, lhe prometendo contar muito mais, porém infelizmente, o testemunho de Ruth Doran ficou muito aquém da prova absoluta do pós-vida, que Thomas Bradford tinha dado sua vida para fornecer. Isso sem contar que o grande experimento de Bradford não foi capaz de reescrever os livros de ciência como ele esperava que acontecesse. Depois desse acontecimento não há praticamente nada a respeito da Sra. Doran. Ela desapareceu na mesma obscuridade, que Thomas Bradford e Lulu Mack. Até mesmo os espiritualistas que acompanharam seu experimento, pareciam ter esquecido de Bradford, uma vez que não houve nenhuma alegação de terem entrado em contato com seu espírito nos anos que se seguiram.

O Experimento Bradford Inspirou O Mágico Harry Houdini?

Apesar de Bradford ter tomado medidas mais extremas do que quaisquer outros espiritualistas, que fizeram promessas semelhantes para dar uma mensagem após a morte, ele não teve mais sucesso do que qualquer outro na época. Ainda assim, é perfeitamente possível que o experimento de Bradford tenha inspirada o grande mágico Harry Houdini, um dos maiores mágicos ilusionistas de todos os tempos, a organizar seu próprio experimento com a ajuda de Bess, sua esposa.

Poster Antigo sobre Harry Houdini
O experimento envolveu uma frase previamente acordada entre ambos, uma espécie de código secreto, que era "Rosabelle believe" ("Rosabelle acredite", em português), que provaria que a mensagem que ela recebesse de algum espírito era autêntica.

Harry Houdini faleceu no dia 31 de outubro (Dia das bruxas) de 1926, aos 52 anos, devido a uma peritonite (inflamação provocada por bactéria ou fungo do peritônio, o tecido que reveste a parede interna do abdômen), seguida da ruptura do apêndice. Existem algumas controvérsias a respeito de sua morte, mas o certo é que ele não se matou como Bradford havia feito em 1921.

Após a morte de Harry em 1926, Bess Houdini passou dez anos tentando entrar em contato com seu marido na noite do Dia das Bruxas (o dia da sua morte). Embora Bess tenha por desistido das sessões, amigos e colegas de seu marido continuam tentando entrar em contato com ele até os dias atuais, mais memoravelmente na forma de uma sessão anual realizada pelo Comitê para a Investigação Cética em sua convenção anual.

Aliás, há muita história que renderia uma matéria a parte somente para comentar deste assunto, que é tão interessante e curioso quanto o experimento Bradford.

As Implicações Do Experimento e Legado de Bradford

Apesar das alegações de cada mulher - uma espiritualista devota, e uma outra protestante - nem a comunidade espiríta, nem a população em geral, estavam convencidos de que o experimento de Bradford tinha funcionado, e que seu espírito tivesse se comunicado com sucesso com o mundo dos vivos.

A mídia surpreendentemente esqueceu do caso, assim como continua sendo feito hoje em dia, até mesmo com assuntos considerados muito mais importantes ou relevantes. Como dissemos anteriormente, todos os envolvidos caíram no esquecimento e não se falou mais nisso. É quase impossível achar mais alguma coisa a respeito da Sra. Doran ou de Lulu Mack.

No final das contas, Bradford não conseguiu mudar o mundo. Não provou com eficácia que sua hipótese era verdade, e certamente não deixou uma marca nos livros de história. Em vez disso, o legado de Bradford é nada mais do que uma história sombria e um tanto quanto trágica, que desapareceu no abismo do tempo.

Ainda assim, apesar da forma como a história terminou, é interessante questionar se tudo isso não passou de uma mentira bem planejada ou se realmente Bradford entrou em contato com aquelas duas mulheres. Acredito que um dia, mais cedo ou mais tarde, descobriremos a verdade. Seja pela ciência, seja por nós mesmos.

Criação/Tradução/Adaptação: Marco Faustino

Fontes:
http://www.dailydetroit.com/2015/09/04/a-ghost-story-from-detroits-past-youve-probably-never-heard/
http://archive.randi.org/site/index.php/swift-blog/2224-the-bradford-experiment.html
http://weirddetroit.blogspot.ca/2011/10/hauntings-have-been-part-of-human.html
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