11 de setembro de 2015

11 de Setembro de 2001


Este dia mudou o mundo. E muitas pessoas ainda acreditam em teorias da conspiração. Veja aqui uma nova teoria que sepulta as teorias de que foi o governo americano que cometeu os atentados...

No final tem um vídeo sobre o assunto...

Assombrados, ainda existe muita especulação sobre quem realmente ordenou os ataques de 11 de setembro. Seria o bin Laden ou o governo americano? Neste post vou apresentar uma nova teoria, com base científica, que acaba com as teorias de conspiração....

Os atentados do 11 de setembro de 2001, ou mais conhecido apenas como O 11 de Setembro, foi uma série de atentados terroristas suicidas cometidos naquele dia nos Estados Unidos.

Segundo a versão oficial, os ataques foram perpetrados por membros da rede jihadista Al Qaeda mediante o sequestro de aviões comerciais, para impactá-los contra vários objetivos e que causaram a morte de cerca de 3000 pessoas e deixou outras 6000 feridas.

Os ataques culminaram com a destruição do World Trade Center em Nova Iorque e suas imediações, e, oficialmente, fez graves danos ao Pentágono, no Estado da Virginia, sendo o episódio que precederia à guerra do Afeganistão e à adesão pelo Governo Norte-Americano e seus aliados, da política denominada Guerra contra o terrorismo.

Os atentados foram atribuídos a dezenove membros da rede jihadista Al Qaeda, divididos em quatro grupos de sequestradores, onde cada cada grupo possuía um terrorista piloto que se encarregaria de pilotar o avião uma vez já eliminada a tripulação da cabine.

Os atentados, que foram condenados imediatamente como ataques terroristas abomináveis pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, foram caracterizados pelo uso de aviões comerciais como armamento, provocando uma reação de temor generalizado em todo o mundo e particularmente nos países ocidentais, que alterou desde então as políticas internacionais de segurança aérea.

O World Trade Center antes do ataque terrorista


Os Atentados

Segundo as versões oficiais, espinha dorsal desta postagem, quatro aviões de 215 passageiros foram sequestrados enquanto voavam ao estado de Califórnia partindo do Aeroporto Internacional de Boston, do Aeroporto Internacional Washington-Dulles e do Aeroporto Internacional Liberty de Newark. Os sequestradores haviam tomado o controle destes usando simples lâminas com as quais mataram comissárias de bordo e ao menos a um piloto ou passageiro. Segundo as investigações da Comissão do 11-S, sabe-se que foi usado algum tipo de aerosol para reter os passageiros na cabine da primeira classe. Também, ameaçaram com a presença de uma bomba em três dos aviões; não sendo assim no American Airlines 77. Segundo as conclusões desta comissão, acredita-se que as ameaças com bombas eram provavelmente falsos.

Os quatro aviões tinham como destino o estado da Califórnia, os três primeiros aviões para Los Angeles e o último avião a São Francisco e por isso, seus depósitos de combustível estavam cheios com cerca 91.000 litros (65.455 kg).

O vôos 11 da American Airlinesfoi impactado contra a torre norte e o voo 175 da United Airlines foi impactado contra a torre sul do World Trade Center.

O terceiro avião sequestrado pertencia ao voo 77 da American Airlines e foi empregado para ser impactado contra uma das fachadas do Pentágono, na Virginia.

O quarto avião, pertencente ao voo 93 da United Airlines, não atingiu nenhum objetivo ao cair em campo aberto, próximo de Shanksville, na Pensilvânia. A caixa preta revelou que os passageiros, após descobrirem que o resto dos aviões haviam impactado, deliberadamente trataram retomar o controle dos aparelhos, em que os sequestradores reagiram movendo o avião em uma frustrada tentativa para dominar os passageiros. De acordo com a gravação 9-1-1, um dos passageiros, Todd Beamer, pediu à pessoa com quem falava por telefone, que rezasse com ele e ao finalizar, simplesmente disse "let's roll". Pouco depois, o avião caiu em um campo próximo a Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03.11 am hora local. Teria como eventual objetivo o Capitólio dos Estados Unidos, localizado na cidade de Washington.



O Ataque ao World Trade Center (Voo 11 da American Airlines e Voo 175 da United Airlines)

Os primeiros atentados foram no World Trade Center.

O vôo 11 da American Airlines foi o primeiro a ser sequestrado e as 8:46 da manhã, horário dos EUA, e 9:46 horário do Brasil, impactando contra a torre norte do World Trade Center.

As 09:03 da manhã, o voo 175 de , na frente de câmeras de todo o mundo, bate contra a torre Sul. A Torre Sul caiu às 9:59 (hora local em Nova Iorque), depois de estar em chamas durante 56 minutos.

A Torre Norte caiu às 10:28, depois de estar em chamas aproximadamente 102 minutos.

Um terceiro edifício, o World Trade Center 7, desmoronou às 17:20, ao que parece depois de ter sido seriamente danificado pelos escombros das Torres Gêmeas ao cair, junto com uma série de incêndios.

Numerosos edifícios adjacentes ao complexo também sofreram danos substanciais, se incendiaram e tiveram que ser demolidos. O edifício do Deutsche Bank é a única estrutura grande que sofreu danos e incêndios na zona zero que em 2006, ainda não tinha sido totalmente demolido. A demolição foi levada a cabo em fevereiro de 2011.

Várias equipes de comunicações também sofreram danos. As antenas de telecomunicações da Torre Norte caíram com sua queda, enquanto outras antenas de rádio de torres circundantes também foram gravemente danificadas.

Nas horas seguintes aos ataques, foi iniciada uma operação de busca e resgate a grande escala com mais de 350 cães especialmente treinados. Só conseguiram encontrar a alguns poucos sobreviventes feridos, e nas semanas posteriores ficou evidente que não se iam encontrar mais.

Entre as vítimas foram contadas 343 bombeiros do departamento de bombeiros de Nova Iorque, 23 policiais do departamento de polícia da cidade e 37 policiais da autoridade portuária de Nova Iorque e New Jersey. Ainda permanecem 24 pessoas mais entre a lista de desaparecidos.

A recuperação de cadáveres levou meses. Simplesmente para apagar todos os fogos que ardiam entre os escombros, demorou semanas, enquanto a limpeza completa dos escombros não terminou até maio de 2002.

Também foram iniciadas muitas campanhas de coleta de fundos para ajudar às vítimas dos atentados e aos familiares dos falecidos. Uma vez cumprido o prazo para pedir as indenizações (11 de setembro de 2003) 2833 pessoas haviam recebido o pagamento.

World Trade Center dois ( torre sul ), imediatamente após ser atingido pelo voo United Airlines 175

Ataque ao Pentágono (Voo 77 da American Airlines)

O Pentágono foi severamente danificado pelo impacto do Voo 77 da American Airlines as 09:37 horas da manhã, e pelos incêndios subsequentes, causando o desabamento de uma das seções do edifício. Ao se aproximar do Pentágono, as asas do avião derrubaram postes de luz e seu motor direito quebrou um gerador antes de cair no lado ocidental do edifício, matando todos os 53 passageiros, os cinco sequestradores e 6 tripulantes. O avião atingiu o Pentágono no nível do primeiro andar. A parte dianteira da fuselagem desintegrou-se durante o impacto, enquanto que as seções centrais e a cauda mantiveram-se em movimento por uma fração de segundo. Detritos provenientes da cauda penetraram mais fundo no edifício, quebrando por 94 metros três dos cinco anéis mais externos do edifício.



O Voo 93 (United Airlines)

O voo UA93 partiu da cidade de Newark (New Jersey) às 8h42 da manhã com destino à cidade de São Francisco (Califórnia) com 37 passageiros (incluindo os terroristas) e sete tripulantes (cinco comissários de bordo e dois pilotos).

Durante o voo, o avião desviou-se da rota de origem no momento em que terroristas assumiram o controle, após matar seus pilotos e ferir outros passageiros, como a nova direção de voo coincidia com a cidade de Washington supõe-se que a intenção era colidi-lo com o Capitólio ou com a Casa Branca.

Após os terroristas assumirem o voo, os passageiros teriam descoberto através de conversas com parentes e amigos por telefone sobre os sequestros dos outros três aviões, os quais já haviam colidido com as torres gêmeas do World Trade Center e com o Pentágono. Vários deles despediram-se de seus parentes antes da queda.

Como os terroristas já haviam matado os pilotos e sabendo de seu provável destino, os passageiros resolveram atacar os terroristas, tentando recuperar o controle da aeronave. O plano dos terroristas não teve sucesso, o avião ainda não havia atingido seu alvo e os terroristas acabaram por executar uma descida brusca do avião que ocasionou a sua queda em velocidade de cerca de 930 km/h.

A história do voo UA 93 encerra-se às 10h03 da mesma manhã, ao cair em uma área rural próxima da cidade de Shanksville (Pensilvânia).

Os passageiros do voo 93 tornaram heróis, sendo a história retratada em filmes e livros como United 93 (Voo United 93) que traz uma reconstituição cinematográfica da história e relatos da catastrófica situação que decorreu-se a bordo do voo 93.


Trajectória do voo a 11 de Setembro de 2001, descolando de Newark, New Jersey, até Stonycreek Township, Pensilvânia.


Cronologia dos Atentados

O horário está estabelecido segundo a hora local de verão no Leste dos Estados Unidos (EDT). Para estabelecer o tempo universal (UTC) é preciso somar quatro horas à hora local.

08.00: o voo 11 da American Airlines, um Boeing 767 com 92 pessoas a bordo, decola do Aeroporto Internacional Logan de Boston para Los Angeles.

08.14: o voo 175 da United Airlines, um Boeing 767 com 65 pessoas a bordo, decola do Aeroporto Internacional Logan de Boston para Los Angeles.

08.19: A comissária de bordo Betty Ong do voo 11 da American Airlines comunica-se com o escritório de reservas da companhia para informar que o avião parece estar sendo sequestrado.

08.21: o voo 77 da American Airlines, um Boeing 757 com 64 pessoas a bordo, decola do Aeroporto Internacional Dulles de Washington DC para Los Angeles.

08.37: a FAA (A Administração Federal Aeronáutica) notifica ao NORAD (North American Aerospace defense Command, Comando da defesa Aérea da América do Norte) que existe uma suspeita de sequestro do voo 11 da American.

08.41: o voo 93 da United Airlines, um Boeing 757 com 44 pessoas a bordo, decola do Aeroporto Internacional da Newark para São Francisco.

08.46.30: o voo 11 da American impacta e se incrusta por completo na Torre Norte do World Trada Center (WTC).

09.02.59: o voo 175 da United investe na Torre Sul do World Trada Center. O acontecimento é coberto ao vivo por diversas câmeras da televisão que enfocavam às Torres Gêmeas por causa da densa fumaça que surgia da Torre Norte.

09.03: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita da sequestro do voo 175 da United.

09.07: o Chefe de Empregados da Casa Branca avisa ao presidente George W. Bush que investiram contra a segunda torre e que os Estados Unidos se encontra sob ataque. O presidente encontrava-se reunido com algumas crianças de uma escola primária de Sarasota (Flórida).

09.08: a FAA proíbe todos as decolagens que se dirigissem para, ou passassem sobre o espaço de Nova Iorque.

09.10-09.25: Richard Clarke, encarregado do escritório anti-terrorista, organiza uma vídeo-conferência a partir da Casa Branca entre os mais altos chefes militares para organizar uma resposta.

09.21: Todos os túneis e pontes da ilha de Manhattan são fechados.

09.26: a FAA proíbe a decolagem de todos os aviões civis.

09.31: o presidente George W. Bush pronuncia um discurso da escola primária em que se encontra, informando que se trata aparentemente da um ato terrorista.

09.34: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de sequestro do voo 77 da American.

09.34: o presidente George W. Bush sai da escola primária da Sarasota rumo ao aeroporto.

09.39.46: o voo 77 da American choca contra o Pentágono. (Há controvérsias)

09.45: a FAA (com ordens do Presidente) ordena a todos os aviões em voo aterrizar imediatamente no aeroporto mais próximo.

09.48: o Congresso e a Casa Branca são evacuados.

09.57: o presidente Bush abandona a Flórida.

09.59: A torre sul desmorona.

10.03.11: o voo 93 da United cai em campo aberto em Shanksville, Pensilvânia. Ao que parece, teria acontecido uma luta da tripulação e passageiros contra os sequestradores para retomar o controle do aparelho.

10.06: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de sequestro do voo 93 da United.

10.28: cai a Torre Norte.

11.04: o edifício das Nações Unidas em Nova Iorque é evacuado.

11.45: o presidente Bush aterriza na base aérea Barksdale na Luisiana.

13.04: o presidente Bush declara "Alerta Máximo" em todo o mundo e se dirige à nação através dos meios de comunicação desda a base aérea Barksdale.

13.37: o Presidente Bush deixa o Air Force One na base Barksdale.

14.51: a Marinha envia destroyers armados com mísseis a Nova Iorque.

15.07: o Presidente Bush aterriza na base aérea Offutt, em Nebraska.

16.36: o presidente Bush deixa o Air Force One na base Offutt e ordena ser levado à Casa Branca.

17.25: desmorona o edifício 7 de 47 andares do World Trada Center.

19.00: o Presidente Bush chega à Casa Branca.

20.30: O presidente Bush fala à nação a partir do salão Oval, na Casa Branca.

Os Sequestradores

O FBI, trabalhando junto do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, identificou 19 sequestradores mortos em apenas 72 horas. Poucos haviam tratado de ocultar seus nomes ou cartões de crédito, e eram quase os únicos passageiros de origem árabe nos vôos. Assim, o FBI pôde determinar seus nomes e em muitos casos, detalhes, como a data de nascimento, as residências conhecidas ou possíveis, o estado do visto, e a identidade específica dos suspeitos pilotos. O FBI publicou fotos dos 19 sequestradores, junto com a informação sobre as possíveis nacionalidades e seus apelidos.

Os 19 homens que participaram eram todos árabes e embarcaram nos quatro aviões, cinco em cada um, exceto no voo 93 da United Airlines, que teve quatro sequestradores. Dos atacantes, 15 eram da Arabia Saudita, dois eram dos Emiratos Árabes Unidos, um era do Egito, e um do Líbano. No geral, eram pessoas com estudos e de famílias acomodadas. A lista completa é:

Mohammed Atta
(egípcio e suposto piloto)
- Voo 11 da American Airlines:

Mohammed Atta (egípcio e suposto piloto)

Waleed al-Shehri (saudita)

Wail al-Shehri (saudita)

Abdulaziz al-Omari (saudita)

Satam al-Suqami (saudita)




Marwan al-Shehhi
(emirático e suposto piloto)
- Voo 175 da United Airlines:

Marwan al-Shehhi (emirático e suposto piloto)

Fayez Banihammad (emirático)

Mohand al-Shehri (saudita)

Hamza al-Ghamdi (saudita)

Ahmed al-Ghamdi (saudita)




Hani Hanjour
(saudita e suposto piloto)
- Voo 77 da American Airlines:

Hani Hanjour (saudita e suposto piloto)

Khalid al-Mihdhar (saudita)

Majed Moqed (saudita)

Nawaf al-Hazmi (saudita)

Salem al-Hazmi (saudita)



Ziad Jarrah (libanês)

- Voo 93 de United Airlines:

Ziad Jarrah (libanês)

Ahmed al-Haznawi (saudita)

Ahmed al-Nami (saudita)

Saeed al-Ghamdi (saudita)


Os Responsáveis pelos Ataques

As pesquisas do Governo dos Estados Unidos incluíram a operação do FBI PENTTBOM, a maior da história com mais de 7000 agentes envolvidos. Os resultados desta determinaram que Al-Qaeda e Osama bin Laden foram os responsáveis pelos atentados.

Chegaram a conclusão idêntica os estudos encarregados pelo governo britânico. Sua declaração de uma guerra santa contra os Estados Unidos, e uma Fátwa (pronunciamento legal no Islã emitido por um especialista em lei religiosa, sobre um assunto específico.)) assinada por Bin Laden e outros convocando a matar civis norte-americanos em 1998, são consideradas por muitos como evidência de sua motivação para cometer estes atos.

Em 16 de setembro de 2001, Bin Laden negou qualquer participação nos atentados lendo um comunicado que foi emitido pelo canal de satélite catariano Al Jazeera e posteriormente emitido em numerosas redes norte-americanas:

"Insisto que não levei a cabo este ato, que parece ter sido executado por indivíduos com seus próprios motivos."

No entanto, em novembro de 2001, as forças dos Estados Unidos encontraram uma fita de vídeo caseira de uma casa destruída em Jalalabad no Afeganistão, onde Osama bin Laden fala com Khaled Al-Harbi. Em várias seções da fita, como no parágrafo citado a seguir, Bin Laden reconhece ter planejado os ataques:

"Nós calculamos por adiantado a quantidade de baixas do inimigo, que morreriam devido a sua localização na torre. Nós calculamos que os andares que deviam ser abalroados eram três ou quatro andares. Eu era o mais otimista de todos (inaudível) devido a minha experiência neste campo. Eu pensava que o fogo da gasolina no avião derreteria a estrutura de ferro do edifício e somente faria cair a área onde o avião chocasse e os andares de cima. Isso era tudo o que esperávamos."

Em 27 de dezembro de 2001, foi difundido outro vídeo de Bin Laden em que afirma:

"Ocidente em geral, e os EUA em particular, têm um ódio indizível pelo islã... O terrorismo contra os EUA é benéfico e está justificado."

Pouco antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2004, em um comunicado por vídeo, Bin Laden reconheceu publicamente a responsabilidade da Al-Qaeda nos atentados dos Estados Unidos, e admitiu seu envolvimento direto nos ataques. Disse que os atentados foram levados a cabo porque:

"...somos pessoas livres que não aceita injustiças, e queremos recuperar a liberdade da nossa nação."

Em uma fita de áudio transmitida pela Al Jazeera em 21 de maio de 2006, Bin Laden disse que ele dirigiu pessoalmente os 19 sequestradores. Outro vídeo obtido pela Al Jazeera em setembro de 2006, mostra Osama bin Laden com Ramzi Binalshibh, assim como a dois sequestradores, Hamza Al-Ghamdi e Wail Al-Shehri, fazendo preparações para os atentados.

A Comissão Nacional sobre os Ataques Terroristas contra os Estados Unidos foi formada pelo governo dos Estados Unidos e é habitualmente conhecida como Comissão 11-S, Publicou seu relatório em 22 de julho de 2004, concluindo que os atentados foram concebidos e levados a cabo por membros da Al-Qaeda. No relatório da Comissão está assinalado que:

Os conspiradores do 11 de Setembro gastaram finalmente entre $400.000 e $500.000 dólares para planificar e conduzir seu ataque, mas que as origens específicas do dinheiro usado para executar os ataques permanece desconhecido.

Em 11 de setembro de 2007 bin laden emitiu outro comunicado em que dizia:

"Qualifico de heróis os pilotos dos aviões"


Osama bin Laden é líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista à qual são atribuídos vários atentados contra alvos civis e militares dos Estados Unidos e seus aliados, dentre os quais os ataques de 11 de setembro de 2001


Os Motivos do Ataque

Segundo as conclusões das investigações oficiais do governo norte-americano, os ataques cumpriam com a intenção declarada da Al-Qaeda, expressada na fatwa de 1998 assinada por Osama bin Laden, Ayman Al-Zawahiri, Abu-Yasir Rifa'i Ahmad Taha, Shaykh Mir Hamzah, e Fazlur Rahman (emir do Movimento Jihadista de Bangladesh, Fazlur Rahman).

A fatwa em que se listam os três "crimes e pecados" cometidos pelos norte-americanos, em opinião de seus autores, continha os seguintes motivos dos ataques:

- Apoio militar dos EUA a Israel.
- Ocupação militar da península arábica pelos EUA.
- Agressão norte-americana contra o povo do Iraque.

Na mesma fatwa foi estabelecido que os Estados Unidos:

- Saqueia os recursos da Península arábica.
- Dita a política a seguir aos governantes de ditos países.
- Apoia regimes e monarquias abusivos que oprimem o seu próprio povo.
- Tem bases e instalações militares na península arábica, violando assim sua Terra Santa, com o fim de atemorizar os estados vizinhos.
- Tenta dividir os estados árabes com a finalidade de debilitá-los como força política.
- Apoia a Israel, e deseja distrair à opinião mundial da ocupação dos Territórios Palestinos.

A Primeira Guerra do Golfo, o posterior embargo sobre o Iraque, e o bombardeio deste país pelos Estados Unidos são citados na fatwa de 1998 como prova dessas alegações.

Para desaprovação de muçulmanos moderados, a fatwa cita textos islâmicos como exortação da ação violenta contra militares e cidadãos norte-americanos até que as queixas alegadas sejam solucionadas: estabelecendo que "os conhecedores da lei ao longo da história têm estado de acordo em que a Jihad é um dever individual se os inimigos destroem os países muçulmanos."

Em contraste com estas conclusões, a administração Bush reduziu os motivos do ataque ao "ódio à liberdade e a democracia, exemplificados pelos Estados Unidos".

Segundo o especialista antiterrorista Richard A. Clarke, os conflitos internos no mundo muçulmano são a causa dos atentados do 11 de setembro. Especificamente, Bin Laden e outros residentes da Arábia Saudita e Egito, acreditam que a maioria dos governos do Oriente Médio são infiéis, que não seguem seu modelo de piedade islâmica, dado que nenhum é um califado (que significa sucessão em árabe, como um novo sistema de governo. O califa é literalmente o sucessor do profeta como chefe da nação e líder da 'umma', comunidade de muçulmanos, e tem o poder de aplicar a lei islâmica (sharia) na terra do Islã.). Inspirados pelo teólogo egípcio Sayyid Qutb, Bin Laden e seus seguidores acreditam que é um dever para os muçulmanos estabelecer um califado no Oriente Médio.

O apoio dos EUA a Israel seria um dos motivos do ataque


A Resposta Norte-americana

O então Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, declarou a "Guerra ao Terror" como parte de uma estratégia global de combate ao terrorismo.

A Guerra ao Terror significou um esforço de mobilização em diferentes planos: político-diplomático, econômico, militar, de inteligência e contra-inteligência.

O objetivo central da Guerra ao Terror seria eliminar o terrorismo. Os Estados supostamente apoiadores de movimentos ou grupos terroristas, referidos como "Estados-bandido" ou "Estados-pária" (Rougue States) - os mesmos que inicialmente eram chamados de "Eixo do Mal".

Como parte das operações militares da "Guerra do Terror", os Estados Unidos invadiram e ocuparam países como o Afeganistão e o Iraque.

Em  27 de novembro de 2002 foi criada a Comissão Nacional sobre os Ataques Terroristas nos Estados Unidos, também conhecida como Comissão 11/9 ou Comissão do 11 de Setembro. Foi criada para "para preparar uma conta total e completa das circunstâncias que envolveram os ataques de 11 de setembro de 2001", incluindo uma preparação e resposta imediata aos ataques.

A comissão também foi incumbida de formular recomendações destinadas a evitar ataques futuro e concluiu que os ataques poderiam ter sido evitados.

Após a publicação do seu relatório final, a Comissão foi encerrada em 21 de agosto de 2004.

Soldado americano do Afeganistão


Por que as Torres do World Trade Center Caíram?

Assombrados, nunca antes do World Trade Center um prédio havia caído devido a um incêndio. E até hoje só caíram as torres do World Trade Center e o WTC 7. O que aconteceu lá? Tentando responder essa pergunta, os EUA contrataram a National Institute of Standards and Technology (NIST) do Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Os objetivos dessa investigação, que levou em conta a construção do edifício, os materiais usados, e as condições técnicas que contribuíram ao desmoronamento, foram dados como terminados em 6 de abril de 2005, em um relatório com quase 300 páginas que você pode ler aqui!

O relatório concluiu que a proteção contra incêndios das infra-estruturas de aço das Torres Gêmeas se desprendeu com o impacto inicial dos aviões - que se desintegraram com o impacto e foram espalhados por vários andares - e que, se isto não tivesse ocorrido, as torres provavelmente teriam permanecido erguidas.

O World Trade Center assim como a maioria dos prédios do mundo são feitos para durar, e para isso eles são construídos em um esqueleto de aço resistente. E a forma como foi projetado o World Trade Center não permite que o impacto sozinho causasse o desmoronamento da torre. Alguma outra coisa fez as torres caírem. Segundo o relatório oficial, foi um incêndio que enfraqueceu as colunas de aço que ficaram sem a proteção térmica com o impacto dos aviões. Lembrando novamente, esse continua a ser o único caso onde prédios caíram devido a um incêndio.

Haviam 38 mil litros de combustível nas aeronaves, mas ele queimou em segundos ou no máximo minutos. Depois disso, os incêndios foram mantidos unicamente pelo conteúdo dos escritórios. As vigas principais dos prédios estavam revestidas de spray resistente ao calor. A investigação oficial fez vários experimentos para descobrir qual rapidamente o aço atinge sua temperatura crítica, onde ele perde sua força. Com o spray de isolamento demorou mais de 10 horas. Sem o spray, foi 30 minutos.

Os incêndios debilitaram as treliças que sustentavam os andares, e fizeram que os andares se curvaram. A sua vez, os andares ao se curvarem, puxaram as colunas de aço exteriores até o ponto que as colunas exteriores se inclinaram para o interior. Com os danos nas colunas principais, as colunas exteriores torcidas não puderam suportar o peso dos edifícios, produzindo o desmoronamento.

Além disso, o relatório afirma que os ocos das escadas das torres não foram reforçados adequadamente para proporcionar uma saída de emergência para as pessoas que se encontravam acima das zonas de impacto. O NIST declarou que o relatório final sobre o colapso do WTC 7 apareceria em um relatório separado.

O relatório limitou-se a encontrar uma razão para a ruptura repentina dos suportes de aço só dos andares atingidos. Ele não tratou do posterior desabamento das torres.







Teorias da Conspiração

Desde os atentados, surgiram várias hipóteses às que se costuma agrupar sob a denominação de teorias conspirativas, que tentam sustentar que as conclusões obtidas na investigação oficial não resultam consistentes com os fatos.

Entre os principais opositores à versão dada pelo governo norte-americano encontra-se o jornalista francês e diretor do site de esquerda Rede Voltaire Thierry Meyssan, quem escreveu um livro intitulado L'Effroyable Imposture ("A grande impostura"). Em seu trabalho, Meyssan exibe uma série de razões e argumentos pelos que, segundo ele, não é possível dar por verdadeira a versão governamental.

Outro dos mais acirrados críticos é o professor norte-americano David Ray Griffin, autor do livro Debunking 9/11 Debunking: An Answer to Popular Mechanics and Other Defenders of the Official Conspiracy Theory "(Desmascarando o 11-S") onde faz uma análise ponto por ponto dos fatos ocorridos em 11 de setembro de 2001. Griffin afirma ter encontrado ao menos 115 falhas lógicas graves na versão oficial dos atentados.

A maioria dos teóricos da conspiração diz que o relatório oficial diz que a espuma de proteção das colunas NÃO foi arrancada com o impacto, o que causou o desabamento dos préios. Isso anula a conclusão do relatório. Vamos mostrar a seguir os principais pontos defendidos pelos teóricos da conspiração em cada ataque.

Ataque ao Pentágono

- Como o avião não foi derrubado? Algumas das supostas inconsistências que os críticos mencionam seriam o fato de que, em teoria, era impossível que um avião pudesse se aproximar do Pentágono sem acionar as defesas antiaéreas ou que o FBI tivesse localizado o passaporte intacto de um dos terroristas dentro dos restos fumegantes do World Trade Center. Outras incongruências estão baseadas nas irregularidades econômicas ocorridas, antes, durante e após os atentados.

- Era um avião mesmo? a possibilidade de que um Boeing 757 tivesse realmente chocado contra o Pentágono. Como é possível que depois de uma colisão como a que se supõe que tenha ocorrido no Pentágono não sobrassem restos visíveis do avião, como se vêem claramente em outros acidentes aéreos?

Ataque ao World Trade Center

- Mísseis: Os aviões antes de baterem contra a torre lançaram mísseis. Imagens mostrariam isso.

- Explosivos: para as Torres Gêmeas desabarem daquele jeito, só com a ajuda de explosivos. Ele na verdade foi demolido! A maioria dos teóricos da conspiração afirma que o relatório oficial não levou em consideração as centenas de testemunhas que ouviram explosões no World Trade Center. Ao todo, 118 bombeiros disseram ter ouvido explosões antes das torres caírem. Só foram liberados em agosto de 2005, o que indica que queriam encobrir a verdade! Bombas teriam sido colocadas antes dos aviões colidirem para garantir seu desabamento.

Voo 93

- Derrubado pelo governo: atacam se no voo 93 da United realmente ocorreu um confronto entre os passageiros e os terroristas, o que resultou na queda. Muitos acreditam que foram caças do governo que derrubaram o avião

Respondendo as Teorias da Conspiração

- Ataque ao Pentágono: A parede do Pentágono é reforçada e quando o avião se chocou, a mais de 850 km por hora, ela estraçalhou o avião, fazendo as partes mais pesadas adentrarem o prédio e as mais leves, como a fuselagem de alumínio chover sobre o Pentágono. Existem diversas fotos que mostrar peças do avião 77 da American Airlines por todos os lados no local.

- Voo 93: Depois de anos, diversas mensagens transmitidas entre os passageiros e tripulação em terra mostram que ouve um violenta luta corporal. Os passageiros foram avisados pelos telefones do destino dos outros aviões e decidiram agir. Filmes foram produzidos reproduzindo as falas, como o Voo 93.

- World Trade Center: Desde 1993 os edifícios do World Trade Center estavam entre os mais seguros de Nova York. Para sustentar a teoria de que haviam explosivos nos prédios, eles teriam de ter sido contrabandeados para as duas torres e detonados no momento exato!. Mas vamos mostrar a seguir uma teoria a seguir que explica os barulhos de bombas e também por que o prédio caiu.

Uma Teoria da Queda do World Trade Center

Dr. Frank Greening, físico nuclear por mais de 20 anos, resolveu calcular se as Torres poderiam desabar com o próprio peso, sem a necessidade de explosivos. Para responder isso, ele usou um programa de computador baseado em Transferência de Momento para observar o impacto de cada andar. O programa calculou o peso da construção sobre os andares atingidos. Se um andar cai, o peso dos andares superiores faria o peso dos inferiores cederem exatamente como aconteceu! O programa inclusive previu o tempo de cada colapso, com a Torre Norte, com um bloco menor de andares acima do impacto caiu em 13 segundos, e a Sul, com um bloco maior em 11. Uma vez iniciado o processo, não tinha como parar.

Esses cálculos provaram, de uma vez por todas, que não havia explosivos nas torres, sepultando a idéia de explosão controlada. O trabalho do Dr. Greening foi publicado em 2008 no Journal of Engineering Mechanics ASCE e você pode ler o mesmo aqui.

O Dr. Greening não parou por ai, ele queria saber o que causou a queda das torres. Sua teoria deveria levar em conta o relato de mais de 118 bombeiros que ouviram explosões antes do desabamento. Ele leu as quase 300 páginas do relatório oficial e encontrou algo que chamou sua atenção: "Sete minutos antes da torre sul cair, havia sinais de explosões dentro da torre e um líquido brilhante começou a jorrar de um dos andares atingidos". Uma filmagem mostra claramente esse líquido jorrando da Torre Sul. Para a equipe do relatório oficial, isso não tinha importância, mas para dr. Greening era a prova que ele estava procurando.

Dr. Greening viu com um olhar químico e suspeitou que o metal jorrando fosse um material com um ponto de fusão mais baixo que o aço, e presente em abundância no piso em chamas. Esse metal era o alumínio.

Lembra que a comissão NIST NÃO utilizou pedaços de aeronaves nos testes? Eles disseram que o avião se desintegrou. Para muitos especialistas, isso praticamente anula os testes. Além do Dr. Greening, outro cientista na Noruega também reparou esse descuido no relatório oficial, Christian Simensen, uma das maiores autoridades do mundo em metais. Ela também publicou um artigo no Journal of Engineering Mechanics ASCE. Trabalhando independentemente, os 2 cientistas chegaram a mesma conclusão: faltou considerar a aeronave no relatório oficial.

As aeronaves que bateram nos aviões tinham cerca de 30 toneladas de alumínio, e alumínio fundido, nas condições certas, pode ser uma das substâncias mais explosivas do mundo. Quem pode comprovar isso são as Usinas de Alumínio, que a muito tempo conhecem o perigo desse metal.

Alumínio fundido é seguro, até ele entrar em contato com a água. Quando isso ocorre, as moléculas de água se recombinam produzindo óxido de alumínio e hidrogênio, liberando uma quantidade explosivo de energia. Alumínio fundido é 3x mais poderoso que dinamite. Assim, se tinha 30 toneladas no avião, eles representam 90 toneladas de dinamite! Os pesquisadores estão convencidos de que o alumínio fundido tinha potencial para derrubar as torres gêmeas.

Essa teoria responde diversas perguntas que não foram respondidas pelo relatório original. Poças de alumínio poderiam explicar as explosões ouvidas pelos 118 bombeiros. E os incêndios eram quentes o suficiente para fundir o alumínio da aeronave, na liga usada na aeronave (20/40) era em torno de 550ºC.

Mas temos um problema aqui. As gravações mostram um metal na cor amarelo incandescente, e para isso ocorrer o alumínio tem de ser aquecido a mais de 1.000º C! Como isso foi possível? O entulho (painéis de gesso e paredes internas) dentro das torres! Ele serviu como isolante, elevando a temperatura e reproduzindo uma fornalha. O relatório oficial suporta essa teoria, mostrando que em locais específicos a temperatura atingiu 900º C.

E mais, se o alumínio estava jorrando pelas laterais do edifício, como mostram as imagens, ele também estava se infiltrando pelas rachaduras nos andares inferiores.
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Só falta a água para causar uma explosão gigantesca...

Em todas as salas haviam sprinkles. Dentro dos prédios haviam 100 mil litros d´água, projetados para serem jorrados automaticamente em andares onde houvesse fogo. O relatório oficial diz que os sprinkles nos andares atingidos foram danificados, mas havia água nos banheiros, cozinhas, garrafas de água, máquinas de refrigerantes, além de substâncias que contem os componente da água, como cal (usado no reboco), óxido de ferro (vigas de aço), gesso, concreto e seres humanos. Portanto, havia muita água. Nos andares inferiores, os sprinkles estavam funcionando perfeitamente, esguichando água para todos os lados.

A teoria final é essa: com o impacto, a estrutura em aço das torres cortou a aeronave em grandes sessões, e dentro dos andares em chamas, os detritos formaram uma parede isolante envolta dos destroços da aeronave. Em menos de uma hora, o fogo atingiu temperaturas semelhantes a fornalhas de 1.000ºC. O alumínio assim não só se fundiu como também fluiu como água, penetrando por rachaduras e buracos nos andares inferiores, caindo sobre poças d´água criadas pelos sprinkles que estavam funcionando, causando as explosões ouvidas pelos bombeiros. A grande explosão ocorre no local do choque dos aviões. É a maior explosão de alumínio fundido já registrada.

Para provar a teoria, basta analisar os escombros das torres, que estão num aterro em Staten Island, administrado pela Autoridade Portuária. Se tiver óxido de alumínio nos detritos, é sinal de que a teoria está certa. Só que a Autoridade Portuária não liberou o acesso a qualquer detrito, desapontando a todos.

Além disso, os NIST manteve sua posição dizendo que a aeronave se desintegrou com o impacto, e qualquer alumínio fundido teria escorrido para baixo e se re-solidificado novamente. Isso não é condizendo com imagens registradas...

Como Está o Local Hoje?

A limpeza terminou em maio de 2002, quatro meses antes do previsto, e custou 5 bilhões de dólares. Nos primeiros dois meses, os escombros eram removidos em bacias de 20 litros, passadas de mão em mão pelas equipes de resgate até chegar à equipe que as vistoriava, em busca de restos mortais. Em seguida, o material seguia para um antigo aterro sanitário de Nova York, o lixão de Staten Island. Em novembro de 2001, contudo, os restos de corpos deixaram de ser prioridade e os escombros passaram a ser removidos por escavadeiras. O material não reciclável era mantido no lixão, enquanto o aço era compactado e encaminhado para venda.

A área ocupada pelos restos materiais das Torres Gêmeas é conhecida como Marco Zero e foi erguido um belo monumento onde estão os nomes de todas as vítimas.

Para simbolizar a reconstrução da América, foi construído o One World Trade Center, mais conhecido simplesmente como WTC 1 e anteriormente conhecido como Freedom Tower, e fica no local onde ficava o prédio do WTC 6, que foi danificado pela queda da Torre Norte, incendiou-se e foi demolido. Após a sua conclusão, em 2014, o One World Trade Center se tornou o edifício mais alto nos Estados Unidos, com 540 metros.

O memorial Tribute in Light - ocorre no aniversário do ataque onde 88 holofotes projetas "os edifícios" - em 11 de setembro de 2014, no décimo terceiro aniversário dos ataques, vistos de Bayonne, Nova Jersey. O edifício à esquerda é o novo One World Trade Center.


Conclusão

Foi um dia que mudou o mundo. Podemos dividir a história entre antes e depois destes ataques terroristas. A pergunta que ainda persiste para muitos é: quem foi o responsável? Caso essa nova teoria fique comprovada, acaba de vez as teorias da conspiração...


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Tradução/Adaptaçãorusmea.com & Mateus Fornazari

Fontes (acessadas em 08/09/2015):
Understanding 9/11: The events of September 11th, 2001 affected the entire world.
CNN.com: War Against Terror
NGC: Remenbering 9/11
Wikipedia.pt: Ataques de 11 de setembro de 2001
- Wikipedia.pt: Guerra ao Terror
- Wikipedia.pt: 1 World Trade Center
- Ceticismo Aberto: Os Ataques de 11/09: A ausência de destroços
- G1: Entenda o que é um califado
- Wikipedia.pt: Voo 93 da United Airlines
- Documentário Segundos Fatais: 11 de Setembro
- Jornal Nacional de 11 de Setembro de 2001
- Wikipedia.pt: Comissão do 11 de Setembro
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