19 de agosto de 2015

Minha História Assombrada: O Saci do Crochê

Vou contar um lance bizarro que aconteceu comigo há algum tempo atrás.

Eu tenho uma pequena loja de perfumes, mais específico sou proprietária de um quiosque em um shopping popular.

Então, como ficava sozinha o tempo todo, não tenho funcionários, enquanto não estava atendendo clientes, ficava passando o tempo ou estudando, ou lendo, jogando no tablet, ou simplesmente fazendo uma das minha grandes paixões: roupas de crochê. Eu adoro artesanatos.

Então numa tarde, combinei de me encontrar com uma amiga ao final do expediente.  Ela chegou e eu estava  entretida finalizando um cachecol. Na verdade, eu já tinha terminado a peça, só estava medindo e cortando a lã para fazer a franja.

Ela me cumprimentou, e eu peguei as tiras cortadas e o resto do novelo, enrolei do cachecol, guardei na sacolinha e enfiei na gaveta. Detalhe: todas as gavetas tinham tranca, afinal o quiosque ficava exposto logicamente. Fiz todo o ritual para fechar os balcões, desliguei as tomadas, tranquei, coloquei a lona de proteção e fui embora com minha amiga.

No dia seguinte, pela manhã, fui destrancando as gavetas, coloque tudo no seu devido lugar, limpei os vidros e fui procurar o que fazer. Destranquei a gaveta onde estavam guardados os livros e a caixa de artesanato.

Peguei a sacola onde estava o cachecol para terminar de costurar as franjas e tomei um baita susto: TODAS AS TIRAS da franja que forma cortadas, estavam amarradas. As pontas de todas as linhas estavam com um nó cego.

Ok, linhas se emaranham sozinhas, eu sei. Mas todas estavam amarradas na ponta, como se alguém tivesse medido cerca de um cm e dado um nó bem apertado.

Eu não tava doida, por alguns segundos ao ver minha amiga, eu guardei tudo enroladinho no cachecol. Não tinha como as linhas se embromarem daquela forma. Eu não manuseei as linhas para dar aquela bagunça toda! Eu simplesmente peguei as tiras, enrolei na peça e guardei na gaveta. Simples assim! E era uma lã grossa, o que não seria assim tão complicado, afinal linhas mais finas sim se enroscam e se dão nó devido ao atrito. Mas não teve atrito algum.

Comecei a desamarrar os nós e fiquei pensando em como isso aconteceu, por que aconteceu, e mais até: o significado daquele evento. E acabei nem dando bola. Tinha coisas mais importantes para resolver.

Agora, o eu um saci poderia querer com meu artesanato, em pleno centro da cidade, e ainda mais preso dentro de uma gaveta de uma loja?

Ok, que eu moro no Vale do Paraíba, região natural dos Sacis Pererês, mas eu vivo em São José dos Campos, e a capital nacional do ente é São Luiz do Paraitinga. Fica próximo, mas tem muita mata preservada ainda.  Mas tudo bem, antes ficar amiga de um saci crocheteiro do que, por exemplo, outro ilustre morador da região: o Lobisomem de Joanópolis!

História assombrada enviada por Jaqueline Cristina.

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