22 de março de 2015

Os Fantasmas do 11 de Setembro de 2001

Na manhã de 11 de setembro de 2001, terroristas sequestraram quatro aviões comerciais e tentaram destruir vários alvos norte-americanos. Um dos aviões, o voo 11 da American Airlines, chocou contra a Torre Um do World Trade Center às 8:50 da manhã, e o voo 175 de United Airlines chocou na Torre Dois às 9:04h, enquanto o mundo observava aterrorizado como a Torre Dois se desmoronava às 10:00h.

Lamentavelmente, esta horrível cena voltou a se repetir às 10:30 da manhã quando a Torre Um veio abaixo. Este ataque terrorista causou a morte de aproximadamente 3.000 homens, mulheres e crianças. Mas entre tanta desgraça também ocorreram fatos inexplicáveis que desafiam toda a lógica. Um desses casos assombrosos foi o de Rom DiFrancesco, a última pessoa que escapou com vida da Torre Sul.


DiFrancesco conseguiu sobreviver graças a uma enigmática presença que lhe protegeu e lhe guiou através do horror, uma experiência conhecida como "o fator do terceiro homem".

Outro misterioso acontecimento também teve lugar no catastrófico 11 de setembro de 2001. Lillie Leonardi, ex-agente do FBI de 56 anos, quem estava designada como ligação entre a polícia e os familiares dos passageiros e tripulantes que faleceram no acidente do voo 93 da United Airlines em Shanksville, Pensilvânia.

Quando Leonardi chegou à cena do acidente viu com seu próprios olhos, misteriosas luzes muito brilhantes e no meio de um enigmático nevoeiro, observou centenas de pessoas altas e de uma cor branca, como se se tratassem de anjos.

A enfermeira fantasma da Segunda Guerra Mundial 

Frank Marra
E quando tudo parecia fazer parte da imaginação de alguns poucos, uma nova experiência parece demonstrar que durante o 11 de setembro de 2001, ocorreram verdadeiros fenômenos inexplicáveis. Um oficial de polícia aposentado de Nova Iorque, que tratava de procurar restos humanos entre os escombros das torres, afirmou que viu o fantasma de uma enfermeira tratando de ajudar os recém falecidos.

O sargento de polícia de Nova Iorque Frank Marra, de 48 anos, escreveu um livro intitulado "From Landfill to Hallowed Ground ("Do aterro à terra santificada")", que relata suas experiências procurando através de dez toneladas de escombros dos ataques do 11 de Setembro no aterro de Fresh Kills, em Staten Island. Marra afirma que durante sua busca, viu uma enfermeira fantasmagórica vestida com o típico uniforme da Cruz Vermelha da Segunda Guerra Mundial.

Marra, quem esteve de serviço durante 17 anos, afirma que ele não foi o único que viu o fantasma. Os voluntários que ajudaram a identificar os restos de 1.200 pessoas que morreram durante os ataques fazem questão de afirmar que também viram uma mulher afroamericana vestida como uma enfermeira da Cruz Vermelha da Segunda Guerra Mundial, e com uma bandeja de sanduíches.

O sargento Marra, que agora vive em Nova Jersey com sua esposa e três filhos, pensou no início que a mulher que viu a aproximados 50 metros de distância, era outra voluntária tratando de ajudar, e não pensou mais no acontecido até que entrevistou um detetive aposentado para o seu livro em 2013.

"Você ouviu as histórias sobre a trabalhadora da Cruz Vermelha servindo sanduíches e café?", lhe disse o detetive aposentado.

Marra explicou que então lembrou da enfermeira com o vestido da Cruz Vermelha no aterro de Fresh Kills.

"Senti como se me acertassem com uma tonelada de tijolos", explicou Marra. "Fiquei em estado latente, e me lembrei do que vi."

Terra Santa, um Cemitério sem lápides

O sargento aposentado explicou que um médium psíquico lhe disse que o fantasma vestido como uma enfermeira da Cruz Vermelha era um guia espiritual que estava ajudando às pessoas a irem para o além como consequência da terrível tragédia.

Mas o mais surpreendente foi que outros voluntários que auxiliaram a recuperar 54.000 objetos pessoais no aterro também afirmaram ver outros misteriosos aparecimentos no local, incluindo figuras obscuras e grandes "massas negras". Por esses motivos, agora o aterro de Staten Island se converteu em uma espécie de "terra santa".

"Com o tempo percebemos a quantidade de cinzas e restos de pessoas que ainda permanecem no aterro", disse Marra. "Estava claro que com o tempo se converteria em uma terra sagrada, um lugar de descanso para muitas pessoas que faleceram no atentado, um cemitério sem lápides."


Mais de 54.000 objetos pessoais foram recuperados dos escombros.




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