3 de dezembro de 2014

Minha História Assombrada: A Menina do Parque

A história que eu vou contar agora aconteceu quando eu tinha 10 anos. Minha mãe sempre caminhava em um parque perto da minha casa, mas ela não gostava de me deixar sozinha em casa, então me levava junto. Me lembro de odiar ir com ela porque ela ficava caminhando até anoitecer e eu ficava apenas sentada na grama sem fazer nada.

Uma tarde em que ela estava caminhando, e eu sentada na grama como sempre e veio uma menina falar comigo. Lembro-me perfeitamente da aparência dela: era branca, tinha os olhos levemente puxados, usava óculos, cabelos cacheados e uma pinta na bochecha perto do olho esquerdo. Nós conversamos muito. Lembro que ela sabia fazer estrelhinha e eu não, lembro que ela disse que tinha 11 anos e, me lembro também, que seu nome começava com M... Só não lembro que nome era. Nós falávamos sobre uma viagem que eu havia feito para o Rio de Janeiro quando ela, de repente, começou a me contar que o pai dela era de uma tribo indígena e que, as vezes ela ia lá. Depois me contou que havia sofrido um acidente de carro com o pai, a madrasta e a irmã. Disse que havia batido a cabeça em uma árvore e tinha perdido um pedaço do crânio e cérebro. Eu estava assustada com aquela história, então ela pegou minha mão direita e disse "Sente aqui" e colocou minha mão sobre a parte de sua cabeça que teria sido supostamente arrancada no acidente, e eu senti como se não tivesse cabeça por baixo do cabelo! Puxei a mão rapidamente, assustada, e a menina apenas sorriu. Depois conversamos mais um pouco e minha mãe me chamou pra ir embora.

"Com quem você estava falando ?" Minha mãe perguntou. Quando me virei pra mostrar a menina, ela havia sumido! Eu não me liguei e comecei a contar aquela história para minha mãe inocentemente e ela só disse "Nossa... Que estranho".

Dois anos depois contei para minha tia sobre "uma menina estranha" que eu havia conhecido no parque, e contei também a história que ela havia me contado. Minha tia, que é muito inclinada para o espiritualismo, acreditou que a garota podia ser, na verdade, um espírito, e me pediu para procurar na internet sobre acidentes de carro  ocorridos em Porangatu ( a cidade onde a menina havia afirmado que tinha acontecido o acidente.

Pesquisei, meio descrente, mas o que eu encontrei foi muito mais do que eu imaginava. Naquele ano, dois meses antes de eu ver a menina no parque, havia ocorrido um acidente de carro, em Porangatu, com um pai, suas duas filhas (4 e 11 anos) e a madrasta. Todos do carro haviam morrido no acidente mas a menina de 11 anos estava sem sinto, portanto voou pela janela e bateu a cabeça em uma árvore, morrendo após perder parte do crânio e cérebro. Seu nome era Marina e seu pai era de uma tribo indígena do Tocantins. Fiquei pasma quando descobri.

De todas as experiências paranormais que eu vivi, essa eu nunca vou esquecer...

História assombrada enviada por Duda S.

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