10 de dezembro de 2014

Minha História Assombrada: Avistamento Ufológico nas Rodovias Anchieta/Imigrantes

Entre  2008 e 2013 houve uma serie de ocorrências ufológicas nas estradas que ligam São Paulo ao Litoral, ou seja, nos complexos de rodovias Anchieta e Imigrantes

Para mim tudo começou em  Outubro de 2008. As 20:00h estava retornando da empresa de engenharia que trabalhava em São Paulo pela rodovia Anchieta, na época eu dividia o carro com um colega de trabalho, nessa noite estava na minha semana de dirigir, dois quilômetros após passar o Pedágio da rodovia Anchieta sentido a baixada Santista, meu carro simplesmente apagou. Apagou completamente, Faróis , luz do painel e radio, o volante ficou duro já que a direção era hidráulica e o carro só continuou a se movimentar por efeito de inércia, acredito que isso durou pelo menos dez segundos, depois o carro ligou novamente e as luzes se acenderam, não tive nem tempo de dar partida novamente e o motor voltou a funcionar as luzes se acenderam. Continuei dirigindo, me lembro que quando tudo apagou  foi o tempo de eu e meu amigo nos olharmos  pensando que ficaríamos quebrados na estrada. Quando tudo voltou ao normal simplesmente rimos e me lembro de ter falado para ele “Nem tenta explicar“...

Na semana seguinte também em agosto de Outubro de 2008, a 0h30 h ,Voltavam de São Paulo, o motorista Ronaldo Cardoso Oliveira, o repórter-fotográfico Luiz Fernando Menezes e um outro fotografo, do Jornal  a Tribuna. Após a cobertura do show de abertura do Tim Festival, com Sonny Rollins, mito do jazz norte-americano.

Na Rodovia dos Imigrantes, pouco antes de chegarem ao pedágio, Luiz Fernando reparou numa luz movendo-se no céu, em paralelo ao carro, do lado direito. Luiz Fernando fez as primeiras fotos e continuaram dirigindo, sem perder a luz de vista. No momento exato em que Luiz Fernando empunhou a câmera para a segunda bateria de fotos, a luz estancou, como se soubesse que seria e quisesse ser fotografada.

Passando o pedágio e o objeto começou a se mover no sentido inverso ao do carro deles. (Abaixo as fotos tiradas por eles e a capa do jornal A Tribuna do dia seguinte)

Quando li a notícia, pensei que o que havia acontecido comigo podia ter uma ligação com o corrido com os reportes da Tribuna

Depois fui tocando a vida sem dar mais importância ao fato .
Em novembro de 2013 eu comecei a trabalhar a noite dando aulas em um curso técnico no ABC Paulista, saia da empresa de Engenharia aonde trabalho em São Paulo as 18:00h e ministrava aulas das 19:30h até as 22:00h, quando saia o melhor caminho é utilizar a Rodovia Anchieta até a Interligação com a Rodovia dos Imigrantes, pegando então a Interligação já que a descida pela nova imigrantes é feita por uma sequência de três Tuneis super iluminados e onde é proibido  o transito de caminhões. Sendo assim um caminho seguro para voltar para casa.

O único problema é que o trecho de interligação da Rodovia Anchieta com a Rodovia dos Imigrantes  é sujeito a neblina pesada sendo algumas vezes interditado por falta total de visibilidade.

Na imagem que envio para vocês o ponto numero ” 1” é o acesso da Rodovia Anchieta com a interligação,  O ponto numero “2” é a chegada na Rodovia Imigrantes.

È justamente este trecho em vermelho que é sujeito a fortes neblinas.

Abaixo uma foto do trecho da Interligação.




Em novembro de 2003  eu terminei minha aula como sempre as 22:00h e entrei no meu carro para fazer o caminho de sempre, Só que ao chegar na Rodovia Anchieta já vi indícios que a neblina seria forte me apressei a chegar na Interligação antes que ela fosse fechada e a neblina me obrigasse a descer pela Rodovia Anchieta.

Entrando na Interligação, a neblina era forte a visibilidade não era mais que cinco metros porem eu sabia que chegando a imigrantes entraria nos tuneis e tudo ficaria bem.

Quando peguei o trecho reto da estrada, bem longe na mão oposta de direção eu podia ver uma mancha azul piscando na neblina, como a visibilidade era baixa só podia distinguir uma mancha azul, logo pensei que eram os carros de socorro mecânico da Ecovias e que alguém havia se envolvido em um acidente, só estranhei não ver na neblina a cor vermelha dos Sinalizadores dos  carros da Polícia rodoviária.

Quando eu estava chegando mais perto a mancha de luz azul passou a piscar na minha pista, simplesmente parou de piscar do outro lado e passou a piscar no meu sentido de direção, diminui o mais possível  e tentava enxergar o que estava acontecendo, de repente a luz simplesmente passou para uma cor alaranjada e se distanciou até desaparecer.

Não entendi nada, simplesmente segui meu caminho, e me lembrei das fotos dos fotógrafos da Tribuna, era exatamente aquilo. 

Nem pensei em parar para nada e cheguei a imigrantes peguei os três tuneis, e na saída do último túnel lá estava bem na frente talvez a uns vinte metros de altura, um objeto claro em forma de diamante contrastando com a noite escura, sem cores nem azul nem laranja, estacionado no ar, parado estático, não balançava ,parecia colado no fundo escuro, e bem claro, uma cor branca.

Passei abaixo dele e fui embora.


Hoje eu tenho certeza que existe alguma coisa lá fora, e não se importa de ser vista, que não pode ser explicado com as bobagens de sempre dos ufólogos, dos militares e dos céticos.

Não pode ser coincidência três avistamentos em um período relativamente curto.

História assombrada enviada por Edvaldo N.

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