15 de outubro de 2014

Minha História Assombrada: Fui Atacada na Cama

O relato que estou a te enviar é um relato da minha mãe Lindalva, ela tinha 19 anos na época e aconteceu na cidade de Caruaru-PE. Obrigado pelos abraços no resumo semanal 14, ficamos super lisonjeados.

''Eu morava e trabalhava na cidade de Recife, nas minhas férias, decidi ir visitar a minha mãe que havia recentemente se mudado para uma casa alugada em Caruaru. A proprietária da casa era Maria, a quem conheci dois dias depois e que morava na casa vizinha a da minha mãe. Maria era uma mulher solteira, era mais velha do que eu, e morava sozinha com a sua irmã mais nova chamada Rute. Rute havia ido para Recife, também à visitar parentes, deixando Maria sozinha.

Nesse segundo dia em Caruaru em que conheci Maria, já com uma certa amizade entre nós, acabei sendo convidada para passar aquela noite em sua casa. Porém antes de ir, a minha mãe querendo que eu mudasse de ideia, alertou que todas as noites a mãe de Maria falava com ela. Não dei ouvidos e fui assim mesmo. Já havíamos conversado bastante antes de chegarmos na casa, e na sala conversamos poucos minutos até irmos dormir. Mas em toda a nossa conversa ela não tocou no assunto da mãe dela e eu também não perguntei. Na hora de dormir ela me levou para o quarto onde haviam duas camas, a dela e a da irmã mais nova, na qual eu dormiria. Por volta das 23:30 e 24:00, deitada virada para a parede, com os olhos fechados mas ainda acordada, senti alguma coisa puxar o meu cabelo e a puxar de modo cada vez mais forte. Ao mesmo eu não conseguia me mexer nem gritar por socorro. Aquilo que puxava o meu cabelo urrava com fúria e cada vez mais alto. O som preenchia todo o quarto e me fazia estremecer. Eu tentei mover o meu braço para ver o que era aquilo e entender o que estava acontecendo, mas o meu braço estava pesado e por mais força que eu fizesse não saia do lugar. Foi quando eu comecei a falar em meus pensamentos ''meu Deus, dá-me forças para que eu veja o que é isso que está puxando o meu cabelo'', e comecei a repreender dizendo ''em nome de Jesus seja expulso todo mal''. Orava em meus pesamentos insistentemente enquanto eu conseguia levantar o meu braço aos poucos. Enquanto isso, na medida em que orava e erguia lentamente o meu braço, aquilo além de urrar mais alto puxava com ainda mais força, ao ponto que achei que o meu couro cabeludo seria arrancado a qualquer momento. Quando eu finalmente consegui erguer o meu braço, a minha mão repousou sobre o ombro de uma pessoa, foi quando cessou o som e a parar de puxar os meus cabelos. Fui descendo a minha mão e a sentir um braço, quando eu cheguei até a mão aquilo soltou definitivamente os meus cabelos. Quando me vi livre eu me sentei na cama olhando para todos os cantos do quarto para ver se via algo, ao mesmo tempo em que agradecia a Deus por ter Ele me livrado daquilo. Percebi que Maria ainda dormia e resolvi não acordá-la, caminhei pela casa até o banheiro e acendi a luz. Ao voltar passei pelo quarto onde a mãe dela havia dormido quando era viva. Voltei e fiquei sentada na cama quando Maria acordou perguntando porque eu estava acordada, eu disse que estava sem sono e ela voltou a dormir. Tornei a deitar mas não consegui dormir achando que aquilo voltaria a qualquer momento. Assim que o dia amanheceu eu fui embora.

Eu contei a minha mãe quando cheguei em casa e ela disse ter avisado. Minha mãe por sua vez contou a Maria e a reação dela foi surpreendente, ela começou a rir e a dizer que por essa razão a mãe dela não havia falado com ela aquela noite. Todas as noites Maria sentia o colchão abaixar ao seu lado, enquanto era chamada pelo nome, a voz era da mãe dela que sempre ao conversar perguntava como estava Rute. Contou também que antes de morrer a sua mãe a advertiu pedindo que tomasse muito cuidado com a irmã mais nova, e o que havia acontecido comigo foi por ciúmes da mãe dela.

Um dia enquanto Maria mostrava as fotos do álbum de família para minha mãe e eu, vi a falecida mãe de Maria e Rute. Ao notar os braços enrugados dela fui tomada de espanto, ao descer pelo braço daquilo que me tocou eu pude sentir ser o braço de uma pessoa idosa.''

Observação: A minha mãe e eu não acreditamos que aquilo que a atacou tenha sido um espírito de alguma pessoa. Somos evangélicos, porém temos muito respeito com quem que acredita em espírito de pessoas entre nós. A forma que aquilo urrava e reagia ao nome de Jesus não era humano. A força que aquilo possuía e todo o ódio que demonstrava era demoníaco...

História assombrada enviada por Rodrigo S.

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