24 de setembro de 2014

Minha História Assombrada: A Luz do meu Quarto todo dia Amanhecia Acesa!

Lembro da primeira vez que provoquei uma visão do outro lado, era algo inusitado, curioso, eu via eles ali de um lado para o outro, as vezes paravam diante a mim e esperavam... Não via suas faces, apenas as delimitações de seus corpos, eram como ondas de calor em formato, na sua maioria humano. As vezes os escutava, iam de lamúrias a risadas. Por algum tempo tive receio de entrar em igrejas sozinha, diversas vezes entrava e ouvia choros e pedidos de perdão, era desesperador. Por muito tempo eu entrava em cemitérios com muita cautela, era comum ser rodeadas por eles, só de tocar no assunto cemitério me lembrei de mais dois causos, mas não abordarei caso contrário ficará demasiadamente comprido.

No meu antigo quarto da minha antiga casa havia duas entidades que se fixaram nele, um era alto e magro, outro era baixo e parecia gatinhar sempre para baixo da minha cama quando eu entrava no quarto. O mais alto gostava de ficar no canto próximo a janela me olhando e o menor parecia ter medo.  Dos dois eu não sentia perigo evidente, por isso não os expulsei...

Em um certo momento minha mãe começou com reclamações a respeito de que eu estava dormindo com a luz acesa... Mas eu tinha certeza que apagava ela todas as noites.

Comecei a ser mais vigilante, apagava a luz, me cerificava e dormia, mas na manhã seguinte ela voltava a falar que minha luz estava acesa. Comecei a pensar que o menor o que ficava embaixo da cama tinha medo do escuro, e o convidei para dormir comigo na cama, mas mesmo assim a luz continuava a amanhecer ou acesa, ou apagada e com a minha mãe novamente reclamando.

Perguntei a ela que horas ela acordava e se deparava com minha luz acesa, normalmente era as 6 horas da manhã. Durante uma noite peguei um livro e comecei a ler, me mantendo acordada o máximo possível, perto das três da manhã resolvi por fim apagar a luz, mas continuei acordada... Quando eu quase caia no sono uma claridade machucou minha pálpebra, abri os olhos e vi o mais alto e magrelo perto do interruptor de luz, era ele que a acendia toda noite, +- ás 3:45 da madrugada.

Quando estava para anoitecer da noite seguinte, temendo que ele pudesse fazer algo a mais do que acender e apagar luzes, eu mandei os dois embora... Mas as noites a seguir foram diferentes.

Comecei a acordar próximo a aquele horário com arranhões no forro de madeira, bem acima de minha cama... e esses arranhões só iam piorando, o barulho era ensurdecedor, cheguei a chamar minha mãe, mas ela dizia sempre não ouvir nada...

Durante a oitava noite, senti meu corpo pesar quando acordei neste mesmo horário, minha mão esquerda ficou dormente e eu comecei a me agredir com ela, minha mão não me obedecia, desferindo arranhões e tapas em minha face, os arranhões eram tão firmes que chegaram a cortar a carne, ainda em choque com a mão direita eu agarrei a esquerda e comecei a colidi-la contra a parede, a quantidade de vezes o suficiente para que ela parasse de se mover.

Meu rosto ficou com vários cortes...

Depois desse dia, fiz algumas orações e expulsei tudo o que poderia haver, cortei laços, e tentei regredir tudo o que eu havia conquistado, voltar é muito mais difícil do que chegar lá...

No mesmo ano nos mudamos de casa,e  isso foi maravilhoso, poucos meses depois com o evidente retrocesso que estava conseguindo, o tal homem apareceu para me oferecendo poder.

Tenho certeza que não devo ter simplesmente mexido com espíritos...
E até hoje não sei, se aquela entidade alta acendia a luz para me proteger ou quis se vingar porque eu a expulsei...

Depois desse episódio eu desisti de me aprofundar, mas o fato é... aquilo nunca desistiu de mim.

Até uma próxima, abraços.

História assombrada enviada por Aline M., que enviou anteriormente o relato: Aparição na Quaresma

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