24 de setembro de 2014

Minha História Assombrada: Experiências que Vivi (5 Relatos!)

Nasci em Alegrete, no interior do RS, naquela época, início dos anos 80, morávamos em uma casa velha de tábua, lembro até hoje como era: Era uma casa de tábua azul, toda descascada, tinha um piso vermelho de tabuão, na frente tinha várias plantas e um muro baixinho de tijolo com um portãozinho também azul. Nos fundos tinha muita árvore frutífera, pé de mamão, abacate, pêssego, uva, ameixa, limeira, limão, laranjeira e uma roseira bem grande perto da porta da cozinha com lindas rosas cor-de-rosa. Havia também uma cerquinha de arame que fazia limite com o pátio da vizinha. As coisas estavam melhorando para o meu pai, ele estava ganhando mais e minha mãe também trabalhava, eu ficava com minha irmã que é 12 anos mais velha, então ele juntou um bom dinheiro e decidiu construir uma casa de material, pois aquela que tínhamos, já estava muito velha e caindo aos pedaços. Eu não lembro muito bem, mas eu devia ter uns 4 ou 5 anos na época, mas lembro direitinho de tudo que aconteceu a partir do momento que a construção começou, foi aí que com anos pesquisando e tentando entender o que se passa lá naquela casa, acho que talvez tudo mudou no momento em que meu pai mexeu naquele terreno e construiu tudo por cima. Segundo alguns pesquisadores e entendidos no assunto, esse é um dos motivos que levam as casas se tornarem assombradas, perturbadas, etc.

Não sei o motivo, mas meu pai não poderia construir uma casa de material naquele terreno, ele teria que elevar mais para poder construir. O aterramento deste terreno em relação ao da vizinha do lado, tem em torno de mais ou menos 1 metro e meio de diferença em altura. Lembro que ele começou pelos fundos da casa, cortou todas as árvores, manteve apenas a ameixeira que ficava perto da cozinha e a roseira ele removeu e depois plantou de novo. A construção da nova casa começou por fora da outra e mais para cima, foi aí que as coisas começaram. Minha irmã tinha o quarto dela e eu dormia com meus pais, certa noite, logo após terem começado com a construção, também começaram meus pesadelos e visões. Uma vez eu estava deitada, sem conseguir dormir, meus pais já estavam dormindo mas eu estava sem sono, quando olhei para o corredorzinho que dava para a sala, eu vi sombras caminhando em direção ao quarto e se agrupando ao redor da cama em que estávamos, pareciam pessoas marchando em nossa direção. Eu dei um grito, mas meu pai não acordava e quando olhei para o lado da minha mãe, ela estava diferente, estava deitada de costas para mim mas ela parecia estar coberta de pelos, parecia um macaco, então eu me sentei e agarrei os dois e chorava, até que meu pai acordou e achou que eu estava sonhando, então ele me benzeu e esperou que eu dormisse pra depois se deitar de novo. Eu sei que não foi sonho nem imaginação de criança, lembro perfeitamente o que vi aquele dia.

Os Pesadelos
Depois daquele noite, passei a ter medo, eu sempre deitava e ficava olhando para o corredor, a luz do poste da rua refletia então ficava bem claro na sala, eu ficava olhando pra lá até dormir sem me dar conta.

O primeiro pesadelo que tive foi com uma "mulher aranha", sonhei que eu estava na cozinha jantando e tinha uma moça de cabelo curto sentada na cama da minha irmã, chorando muito, ela usava tipo uma camisola branca e comprida, de repente ela começou a passar a mão no rosto e começou a ficar com uma boca grande e feia, bem cor de rosa e cheia de dentes pontudos, se abaixou como uma aranha e veio correndo em minha direção, no sonho eu saí correndo e chamando minha mãe, mas ninguém me ouvia e ela me pegou do pé, então acordei e vi em cima do mosquiteiro uma aranha enorme com um bocona rosa, me olhando, eu tentava gritar e não saía voz, até que comecei a chutar e meu pai acordou e quando eu olhei pra cima, o bicho tinha sumido. Hoje, eu tenho aracnofobia, tenho medo até de aranha morta.

O outro pesadelo nunca vou esquecer, porque de todos os sonhos ruins que já tive, este foi o mais perturbador e talvez tenha sido um aviso que as coisas mudariam.

Sonhei com minha mãe, ela usava uma blusa azul de gola ''v'', com listras brancas na pontinha das mangas e na gola, usava uma calça marrom boca de sino, de veludo. Ela tinha o cabelo preto, meio crespo dividido ao meio, preso por um grampo de cada lado. Ela estava mexendo na roseira que ela gostava muito, de repente eu não ouvia mais ela então olhei para a porta da cozinha e vi outra mãe, igual a ela, mas era má. Essa mãe má, matou a outra mãe boa, degolou ela com um galho da roseira e atirou ela em cima das rosas. A mãe boa morreu e a má tomou o lugar dela. Me acordei chorando e fiquei olhando pra minha mãe, me deu medo que aquela mãe má do sonho tivesse tomado o lugar dela, o que de certa forma, aconteceu.

A construção continuava e mais coisas aconteciam, louças caiam dos armários e quebravam, mas quando íamos ver não tinha nada no chão, minha irmã começou a sentir medo de ficar sozinha no quarto porque achava que tinha alguém observando ela, minha mãe se tornava uma mulher má e egoísta, me falava coisas ruins e parecia que não gostava de mim, com o tempo a minha mãe só piorou, cada vez ficou mais ambiciosa, mesquinha e arrogante, até hoje, ninguém gosta muito da minha mãe, nem mesmo as irmãs dela a procuram.

Igreja, Demônios e Vizinhas 
Minha mãe sempre foi evangélica, daquelas fervorosas, tudo é culpa do capeta ou das ''macumbas'' que as vizinhas invejosas fazem para ela.

Ela dizia que as vizinhas tinham inveja dela porque ela tinha uma casa bonita e um marido trabalhador e que elas eram velhas feias e pobres, aí vai vendo a que ponto chegou. As vezes ela chamava o pastor da igreja pra ir fazer oração e pra piorar a coisa, o pastor colocava mais pilha na minha mãe, dizendo que aquilo era obra do demônio, que era coisa mandada. Eu sempre tive dúvidas sobre essas coisas desde pequena, eu era obrigada a ir na igreja com minha mãe, não podia brincar com algumas crianças ou frequentar algumas casas da rua, principalmente a casa das vizinhas que ela teimava em dizer que invejavam ela (até hoje ela fica de birra com essas vizinhas e elas não estão nem aí pra minha mãe), ela chama as vizinhas de tudo que é coisa e fica dizendo que o diabo vive montado nas costas delas. Tipo, uma pessoa da igreja, tem que perdoar ou orar por aquele que ele considera ''inimigo'', sei lá, por isso a muito tempo deixei de acreditar nessas coisas. Me considero atéia porque não acredito em deus ou deuses mas também sou agnóstica, pois acredito que existam algumas coisas sim, coisas que ainda não sabemos explicar, acredito em mundos paralelos, talvez pessoas ou coisas que ficaram presas de alguma forma em nosso mundo ou que atravessam algum portal, sei lá, mas isso é outro assunto.

Sabe aquilo que acontece com a menina do filme ''Invocação do Mal'' que puxam o pé dela? Pois é, isso acontecia direto com minha irmã e eu, por várias vezes nos puxaram do pé ao ponto de quase cairmos da cama. Anos depois, isso veio acontecer com minha sobrinha também, mesmo sem ela saber da história, certa vez ela se deitou de tarde pra dormir um pouco e então ela veio correndo apavorada em minha direção e disse que tinham puxado o pé dela e que ela caiu da cama, ela pediu pra não contar para minha mãe ou pra mãe dela, eu entendi o que ela quis dizer com aquilo, então contei que isso acontecia comigo e a mãe dela também.

A partir do momento em que aconteciam mais coisas com minha irmã e eu, decidimos não contar mais para nossa mãe, porque toda vez que contávamos, ela dizia que era nós que estávamos perturbadas e nos mandava para o pastor fazer oração e mandar o ''encosto'' que estava com a gente embora. Um dia, estava só minha irmã e eu em casa, estava escurecendo, faltou luz. Minha irmã recolhia a roupa do varal e foi para o quarto da minha mãe colocar a roupa em cima da cama dela, mas quando ela entrou no quarto, ela bateu como se fosse em uma parede invisível e essa coisa empurrou ela que quase caiu de costas, não viu o que era pois estava muito escuro, só vi ela correndo apavorada gritando e me disse o que aconteceu. Quando meu pai e minha mãe chegaram, ela foi contar o que houve, então minha mãe foi orar por ela, expulsando ou achando que expulsava algum encosto que estivesse com minha irmã. A mãe nunca admitiu que o que tem de errado é com a casa e não com a gente. Com o tempo, minha irmã se casou e foi embora, ficou só eu e as coisas da casa, coisas que eu só contava para minha amiga e para a avó dela, porque não podia contar e pedir ajuda a minha própria mãe e meu pai, ah, pobre pai, é um homem maravilhoso, muito bom porém é governado pela minha mãe, o que ela fala ele diz amém.

Tentando Contato
Eu tinha 11 anos quando minha irmã foi embora de casa, fiquei com o quarto só pra mim, o que é motivo de felicidade para uns, para mim foi pavoroso. Eu não tinha mais com quem dividir minhas experiências então eu comecei a tentar entender o que estava acontecendo lá, não podia ser encosto, trabalho de magia negra, era alguma coisa que ninguém podia explicar e eu sentia que era algo com o lugar e não conosco mas isso afetou minha mãe, como se algo sugasse ela, ela tinha problemas de saúde, tinha depressão, mas era aquilo, não admitia, toda vez que ela sentia alguma dor ou ouvia algum barulho, ela batia o pé no chão e ''amarrava o diabo'', ficava virada em direção a casa das vizinhas e orava e ''amarrava''. Isso era um inferno pra mim e sabia que meu pai aguentava quieto porque se ele falava alguma coisa, ela ficava furiosa e dizia que ele não tinha fé. Meus pais começaram a ir passar todos os finais de semana na casa de uma tia deles, que mora no sítio, eu ficava sozinha, mas não tinha medo, pelo contrario, eu ia na locadora e alugava muitas e muitas fitas de filmes de terror porque quando minha mãe estava em casa, não podia ver esse tipo de filme. Eu adorava principalmente os filmes sobre casas assombradas, até para tentar entender um pouco sobre a nossa casa. Vi que nos filmes, eles tentavam contato através de gravações de voz ou vídeo, então comecei a fazer o mesmo, eu comprava fita k7 virgem e tentava gravar alguma coisa. Eu ficava ansiosa pelo fim de semana porque meus pais saíam no sábado bem cedinho e só voltavam domingo a noite, então eu podia tentar meus contatos com o além. Eu sentava em todas as peças da casa e tentava o contato, ligava o gravador (meu gravador era um rádio com toca fitas da philco)e fazia perguntas tipo ''tem alguém aqui comigo?'' ''Qual seu nome?'' ''De onde você veio?'', essas coisas, por um bom tempo eu não consegui nada até que uma das vezes quando perguntei ''Tem alguém aqui comigo?'' ouvi uma resposta quando coloquei a fita para rodar: "Oi, eu!''

Para mim foi uma coisa incrível, fiquei com um pouco de medo sim e tentei mais perguntas, mas não obtive mais respostas. Outras vezes consegui algumas palavras soltas como ''aqui'', vozes que pareciam em outra língua, risadinhas tipo de crianças, até que um dia... O quarto da minha mãe, era o lugar que mais temíamos naquela casa, é muito gelado lá dentro, é escuro, mesmo de dia, a luz do sol parece não penetrar naquela peça, foi onde a coisa empurrou minha irmã, é onde minha mãe fica ''amarrando'' o diabo todos os dias, é um lugar que não se sente confortável, foi o lugar onde gravei minha última fita. Certa noite, tentei o contato lá no quarto dela, fiquei um tempão fazendo perguntas até quando fui escutar a fita ouvi um barulho terrível, um rosnado, tão nítido que parecia que estava em cima de mim, mas na hora não ouvi nada, só ouvi depois quando coloquei a fita pra tocar. Decidi parar com aquilo, me assustou muito, pensei, e se fosse essa coisa que empurrou minha irmã, essa coisa que rosnou? Passou um tempo, fiz outra experiência, mas de dia, a brincadeira da caneta, tipo a do copo mas com uma caneta. Nenhuma resposta, nenhum movimento, nada. Guardei de volta no meu estojo. A noite, quando meus pais já estavam em casa, fui pegar meu material do colégio pra fazer meus deveres de casa, então quando peguei o estojo, estava todo azul, a caneta estourou e estava muito quente, como se o líquido estivesse quente dentro da caneta e explodiu. Não entendi o que aconteceu.

O Frio, as Sombras e Alguém
A casa dos meus pais é pequena, são 5 peças, na frente a sala e o quarto dos meus pais, depois vem o quarto que era da minha irmã e meu, a cozinha no meio e o banheiro. Nos fundos, meu pai construiu uma peça  grande que ficava a churrasqueira, a garagem e outra cozinha bem maior com banheiro. Passávamos a maior parte do tempo na peça do fundo que, ao contrário da casa frente, é aconchegante e não acontece nada de estranho. A casa da frente é gelada, mesmo no verão, quando entramos lá, parece que abriram a porta da geladeira. As peças mais desconfortáveis digamos assim, é a sala e o quarto da minha mãe. São as peças mais geladas e as paredes estão sempre mofadas, úmidas e descascando a tinta, meu pai já fez de tudo e sempre a tinta descasca. Outra coisa que é muito estranho lá, são os estalos, não é um estalo comum como quando o telhado se dilata com o calor do sol ou algo do tipo, qualquer coisa estala, as vezes parecem estouros, nunca vi isso em outro lugar, a TV estala, a estante estala, o forro estala, a mesa estala, o sofá estala, qualquer coisa estala ou estoura. Um dia, quando eu estava indo dormir, quando olhei para a sala, vi nitidamente alguém sentado no sofá, no canto perto da janela, era um homem de chapéu e bengala, não vi o homem mas uma sombra como se alguém estivesse sentado no escuro. Levei um susto fiquei encarando aquilo e quando ele se mexeu eu entrei no meu quarto e fechei a porta, fiquei a noite toda com a luz acessa mas não consegui dormir direito.

Pouco tempo depois, eu estava com 14 anos, minha irmã teve bebê, minha sobrinha, então ela foi passar uns tempos lá em casa. Numa noite, depois do jantar, eu estava lavando a louça, meus pais já estavam dormindo e minha irmã também, ela dormia na minha cama com a neném e eu dormia em um colchão no chão nos pés da cama, eu estava olhando uma novela mexicana no SBT então a TV se desligou, me assustei na hora mas liguei de novo, eu queria continuar assistindo minha novela, um pouco depois, novamente ela se desligou e eu furiosa, liguei de novo e ainda resmunguei ''Deixa ligado!''

Mais tarde, quando fui me deitar, como era de costume, quando eu estava sem sono eu lia um livro até vir a vontade de dormir, li um tempo e não veio o sono, então resolvi apagar a luz pra ver se eu dormia. Logo que me virei para o lado, fiquei com as costas para a porta do quarto, senti que alguma coisa entrou lá e ficou respirando perto da minha cabeça, eu gelei e não conseguia me mover, ao mesmo tempo, entrou alguém e sentou na ponta do colchão, senti encostar no meu pé, então eu fui virando bem devagar e com o canto do olho, vi a sombra de um homem sentado nos meus pés e num impulso de coragem e pavor ao mesmo tempo virei rápido e sentei no colchão, o homem sumiu mas vi a coisa saindo pela porta, era a sombra de um bicho, um bicho espinhudo, parecia um mini estegossauro só que espinhudo (procure em imagens do Google o estegossauro que você vai ter idéia do bicho que estou descrevendo). Fiquei com aquela sensação de pavor a noite toda, liguei a luz e tirei alguns cochilos, no outra dia, eu dormia na mesa da sala de aula, a professora perguntou se estava acontecendo algo e eu disse que era minha sobrinha que tinha chorado a noite toda. A tarde naquele dia, minha irmã e eu estávamos tomando chimarrão e minha mãe estava na igreja, minha irmã disse que não conseguiu dormir direito porque minha mãe ficava toda hora espiando ela e a neném por cima do mosquiteiro. Eu perguntei: Quando isso? Ela me disse que era a hora que eu estava lavando a louça. Então eu falei que ninguém tinha entrado no quarto, que a mãe estava dormindo e não tinha como ela passar por mim e eu não ver, mas ela disse que alguém estava espiando elas, que ela via a sombra da pessoa na parede e encostar na beirada do colchão, então eu contei o que havia me acontecido naquela noite. Nós duas ficamos apavoradas porque não sabíamos se era a mesma coisa ou alguém que ficou espiando a nós. Na outra noite, minha sobrinha não parava de chorar de dor de barriga, então eu tive que dormir na sala, porque no outro dia tinha aula. De nada adiantou, não vi nada mas não dormi a noite inteira por causa do frio, um gelo absurdo que fazia naquela sala, eu estava cheia de cobertores e dormindo cheia de roupa, mas parecia que algo pairava no ar, algo gelado.

Outras Testemunhas
Certa vez, um primo meu, estava morando em outra cidade mas teve que voltar a Alegrete pra resolver uns assuntos pendentes e acabou ficando 3 dias lá em casa. Como não tinha quarto sobrando, ele dormia na sala, na primeira noite eu ouvi barulho dele, parecia que ele não conseguia dormir. Na manhã seguinte perguntei como ele tinha passado a noite e ele disse que não dormiu direito, talvez fosse porque não tivesse na cama dele. Estranhei mas fiquei quieta. Na noite seguinte ele dormiu um pouco, de madrugada só escutei o primo correndo da sala, se bateu na cadeira da cozinha então eu levantei e meu pai também se acordou com o barulho, ele disse que sentiu alguém apertar os pés dele e quando ele olhou, tinha um homem de chapéu sentado no sofá olhando pra ele. Meu pai entrou na sala e ligou a luz, viu que não tinha ninguém e chamou meu primo de fiasquiento, um baita homem com medo de bobagem, devia ser alguma sombra que deu na porta da sala e como ele estava meio dormindo se assustou. Meu primo estava branco como um papel, tremia e jurava que não foi impressão dele, que ele realmente viu o homem sentado de chapéu. Meu pai mandou ele pegar o colchão e dormir no meu quarto, ele pediu pra eu não apagar a luz. No outro dia eu comecei a contar o que acontecia lá, disse que não era pra ele falar pra mãe e nem pro pai, ele sabia porque e não contou, perguntou como eu conseguia conviver com aquilo e eu disse que era curiosa e que alguma explicação havia de ter, mas que eu tinha medo sim, mas tinha que ter coragem ao mesmo tempo. Também tive uma gata, muito apegada a mim, ela não entrava dentro de casa de jeito nenhum, as vezes eu até conseguia carregar ela para o meu quarto, mas do nada, ela rosnava e saía correndo de lá. Uma vez, minha amiga foi lá me pedir uma blusa emprestada, eu estava lá na cozinha dos fundos tomando chimarrão com minha irmã, então eu disse que havia recolhido a blusa do varal e estava em cima da minha cama, quando eu vi, minha amiga veio correndo de lá gritando, disse que alguma coisa correu atrás dela, ela ouviu batidas de pé no chão e parecia que vinha correndo. Nunca mais ela entrou sozinha lá. A tia dessa minha amiga que morava do lado da nossa casa, disse que já tinha visto uma mulher parada na porta da sala e que sumiu de repente, ela disse que foi um dia que não tinha ninguém em casa.

Espero que tenham achado interessante essa minha história, porém ela não acaba aqui, ainda tem mais coisas para contar. Sei que parece mentira, parece coisa tirada de um livro, mas é a mais pura verdade. Se vocês gostaram, dê um joinha! hehehehe. Sou fã de vocês, minha filha também.

Até a Parte 2. Tchau, tchau!

História assombrada enviada por Joice B.

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