3 de setembro de 2014

Minha História Assombrada: Aparição na Quaresma

É um tanto constrangedor para mim vir compartilhar essa história, leio o blog de vocês a muito tempo e hoje foi o dia que realmente tomei coragem de por em palavras pelo menos uma coisa que vivenciei.

Atualmente me encontro com 20 anos, mas desde que mantenho memórias mais sólidas me lembro de coisas nada comuns, e quando não me lembro sou o pivô de histórias que meus avós costumam contar para as visitas, Nasci em um sítio na beira de um corguinho, e com apenas 1 mês de vida quase morri pelo menos 5 vezes, e nos primeiros 5 anos de vida, mais um tanto de vezes, Segundo os relatos principalmente de minha avó que foi quem me criou até os 5 anos, comecei a andar muito cedo, enquanto crianças de 6 meses estavam aprendendo a gatinhar eu já me equilibrava e andava de um jeito engraçado, com os bracinhos para cima. Com 1 ano eu sumia pelo sítio andando sozinha... Foi mais de uma vez que quase a matei do coração por sumir de dentro de casa e ser encontrada entre os pés de café passeando só. Ou na rodovia... Entendam não que minha avó ou meus pais fossem desleixados, eu simplesmente desaparecia de dentro de casa. Por essa razão começaram a ficar mais vigilantes comigo.

Um dia eu brincava com meu primo 1 ano mais velho, eu tinha 1 ano e ele dois, quando ele tomou meu brinquedo, um trem que era da mãe de minha avó e que a mesma brincava e guardou de herança, e inusitadamente foi reencontrado no galpão do sitio, mesmo minha avó tendo certeza que ela o havia jogado fora a muitas décadas atrás.

Contam que correram ao ouvir meu primo chorando, ele tinha uma mordida nas costas que sangrava muito, enquanto eu ria com meu trenzinho na mão. Me culparam pela mordida, alegando que ele tomou meu trem... mas minha avó nunca aceitou isso, ela dizia que eu tinha só 4 dentes não era o suficiente para aquele estrago. Mas não a deram muita atenção, meu primo começou com convulsões anos mais tarde que nunca pararam,

Por diversas vezes a rede em que dormia era pega se balançando, mesmo sem ninguém ter ido no quarto, outrass vezes a televisão se ligava sozinha, e as luzes viviam queimando. Mas os animais eram sempre muito dóceis, nunca nenhum me atacou e mesmo os bravos deitavam em meus pés procurando carinho. Havia sempre algo que me livrava da morte.

Uma alergia hospitalar no nascimento, a alergia a penicilina, a alergia a insetos, sempre havia algo que me salvou dessas 3 ocasiões.

E então, aos 5 anos me mudei do sítio, para uma casa na cidade e foi ai que as coisas ficaram estranhas. Quantas vezes o padre foi chamado para benzer a nossa casa.

Foi somente aos 13 que comecei a realmente vê-los e sentir presenças. Pela curiosidade e a falta de medo resolvi me aprofundar. Tive variadas visitas, tanto boas como ruins.

Aos quinze anos recebi uma visita de um homem muito bonito, tinha corpo esguio, cabelos castanhos, olhos cor mel, e o sorriso dele era realmente confortante, na hora pensei ser um anjo. Ele me disse que eu não poderia parar, que estava destinada a ser grande, que ele me ajudaria a ter mais força. Eu me recusei e o mandei embora, mas antes de ir, ainda com aquele maldito sorriso, ele concluiu: "Seu melhor amigo vai morrer, e eu irei busca-lo, como buscarei você." 

Em 6 meses meu melhor amigo morreu de causas desconhecidas, um envenenamento que o casou extrema dor.

Depois disso procurei me afastar mais ainda de qualquer coisa que me ligasse ao espiritualismo, mas ele nunca foi embora.

Estou realmente me abrindo nesse e-mail.

Agora vamos ao relato: Aparição na Quaresma

Estava no meu quarto utilizando a internet enquanto minha gatinha estava ao meu lado cochilando, olhei o relógio na tela e notei que já era quase uma hora da manhã e eu não havia me banhado, peguei a toalha e fui até o banheiro no corredor, me banhei, escovei os dentes, penteei o cabelo e voltei ao quarto, mas quando cheguei nele a porta estava escancarada, a porta de meu quarto se fecha sozinha, deve ser algum problema nela... Entrei já sentindo-me entranha, abri a porta do guarda roupa e me vesti, olhei para a Sophia (a gata) que estava agora de pé no meio do quarto olhando fixamente para a porta aberta direto ao corredor... eu olhei também, ela estava com os pelos eriçados. Eu me aproximei do corredor e pronunciei: "Cristo"

Lembrando-me que se fosse algo ruim se revelaria com a palavra, e assim se fez. Sophia sai correndo em um estalo muito assustada e o teto do quarto começou a estralar, como sempre tenho um isqueiro comigo, peguei e o acendi mas a chama foi subitamente apagada e um vento forte chacoalhou meu cabelo como se fosse um baforada.

Teimei e acendi o isqueiro novamente, fazendo um circulo sobre a cabeça e o expulsando em nome de Miguel, fazendo sua oração em seguida. o fogo não se apagou mais... terminei a oração, e respirei aliviada, logo em seguida meu celular tocou, era um amigo que conheci ao compartilharmos o mesmo fardo. Ele disse: "Senti que você estava com problemas, está tudo bem?" Eu lhe contei o que havia ocorrido e ele continuou: "Era uma entidade da quaresma, nem ruim nem boa, apenas curioso, provavelmente ele passava quando viu sua Gatinha e ficou curioso, eu o vi aqui, ele tocava com sua cabeça no teto e era grande o suficiente para preencher seu quarto. Vá acalmar sua gatinha, ele já se foi."

E assim fiz... encontrei minha gata em baixo do sofá, a retirei e a acalmei... voltamos para meu quarto e a porta estava fechada... como de costume.

Abraços. Tchau.

História assombrada enviada por um usuário que preferiu o anonimato

* Minha História Assombrada trás para você relatos assustadores vividos por usuário do site AssombradO.com.br e Sobrenatural.Org - Veja com estes relatos que o mundo sobrenatural está a nossa volta e pode acontecer algo estranho com qualquer um! Tem algum caso e deseja que ele seja publicado? Clique aqui. Toda quarta-feira as histórias aprovadas são publicadas!
Comentários