27 de agosto de 2014

Minha História Assombrada: As 3 Vezes que vi meu Avô

Boa tarde Mateus e Ana. Primeiramente, parabéns pelo trabalho de qualidade que fazem no blog, fontes seguras e histórias incríveis.

Vim aqui hoje contar pra vocês 3 eventos relacionados ao meu avô. Nunca contei pra muitas pessoas o que me aconteceu, mas gostaria da opinião de vocês diante das minhas histórias.

Desde pequena, com 6 anos, eu já tive contato com o sobrenatural, sempre tive uma sensibilidade grande pra eventos paranormais, experiência de projeção extra-corpórea, visões, etc.

Minha 1ª Experiência foi a 22 anos atrás: Meu avô paterno se chamava J.C.B.. Ele faleceu devido um câncer na próstata. Foi a exatos 22 anos, e dia 21/08 é o aniversário de falecimento dele. Minha primeira experiência foi justamente no dia de seu falecimento. Como era costume na época, as pessoas que morriam em casa pro causas naturais ou doenças que a família já tinha conhecimento (como no caso do meu avô), o corpo não era mandado pro IML, e sim direto pra funerária pra ser devidamente preparado pros ritos fúnebres. Meu pai nesse dia me levou pra ver meu avô pela última vez. Ele ainda estava na cama, aguardando o serviço funerário, no quarto. Então meu pai me pegou pela mão e disse baixinho: "filha, pede a benção pro seu avô". então respondi: "pra qual deles pai?". Foi nesse momento que vi, nitidamente, a imagem do meu avô de pé na janela do quarto, olhando pro próprio corpo e depois pra mim. Ele não trajava a mesma roupa, na cama estava com uma camisa marfim, tipo um pérola, e uma calça social bege que os filhos colocaram. Na janela, ele estava com uma camisa marrom, de botões e manga curta, pois deu pra ver seus braços. Lembro-me do meu pai chorando muito, não sei dizer se foi pela minha declaração ou pela emoção do pai falecido. Nunca mais falamos disso.

A segunda foi um ano atrás. Estava eu numa unidade de saúde para uma consulta com uma médica na especialidade Clínico Geral. Como era público, éramos atendidos por ordem de chegada. Tinha 40 senhas por dia, eu peguei a senha de número 20. então fui sentar num banco vazio, perto do fim do corredor, e um senhor moreno, aparentando ter bastante idade, sentou do meu lado. Eu não costumo puxar muito assunto, ainda mais pela manhã, então fiquei com minha música nos fones de ouvido por um tempo, isso eram umas 8:30. Às 9:40 começaram a chamar as senhas, então foi quando esse senhor falou comigo: "pois é minha filha, finalmente começaram a chamar né", e eu pra não ser antipática respondi "pois é, que bom", e me prontifiquei a olhar qual era a senha dele, então peguei o cartãozinho com a senha anotada e li o nome: J.C.B., mas prestei muita atenção na hora que se tratava do mesmo nome do meu avô. Vi apenas a senha dele, que era a 19 (uma antes de mim) e que a consulta dele era com a mesma médica que eu. Aí falei pra ele: "a senha do senhor é antes da minha, depois que esvaziar um pouco a gente senta perto da porta", ele agradeceu e guardou o papel numa sacola que trazia debaixo do braço, e não nos falamos mais. Quando chamaram o número 16, ele se levantou do meu lado, sem dizer nada, e saiu pra um corredor na parte de trás do posto. Ainda pensei: "nossa, ele vai perder a vez". Quando pro meu espanto, foi chamado o número 19 e era outra pessoa! Fiquei aturdida na hora, porque tenho certeza absoluta do nome que vi no papel, vi o nome da médica e o número da senha! Mas no momento que foi chamado era outra pessoa! Não podia ser... eu peguei o papel nas minhas mãos e vi o nome! Fiquei aguardando minha vez, fui atendida, e ainda fiquei no corredor até o número 26 ser atendido, e nenhum deles era aquele senhor, e ele também não voltou. Fui em uma entrada do posto, dei a descrição dele com o máximo de detalhes (moreno, de idade, tinha uma bengala, reparei que a mão dele tremia e que repuxava uma das pernas) pro segurança, ele me disse que não havia visto ninguém com aquela descrição. Perguntei na farmácia, ninguém viu também. Perguntei a uma servente, mesma resposta. Fui então pra outra saída do posto, perguntei ao moço que vende pastel e lanche na entrada do posto, ele disse que também não o viu. Cheguei em casa e contei essa história pra minha mãe e pro meu pai, ambos disseram "você viu seu avô", no dia seguinte (21/08/13) fariam 21 anos que ele tinha falecido, ou seja, isso aconteceu a 1 ano atrás.

A terceira foi dia 20/08/2014. Já tive vários sonhos com ele, mas igual esse foi a primeira vez. No ano passado nos mudamos pra essa casa onde meu avô faleceu, porque minha avó faleceu a 3 anos e a casa estava vazia, e a gente morando de aluguel. Muitas lembranças e recordações vieram à tona. Essa noite eu sonhei que minha gata persa (sempre os gatos) Nina estava miando muito na janela da cozinha. Ela raramente mia, é muito dengosa, e não sobe nunca nessa janela, porque do lado de fora tem um cachorro que ela morre de medo. Nesse quintal tem uma mangueira que meu avô plantou. Pois bem. No sonho, eu olhei da janela pra saber porque a Nina miava tanto, e ali estava meu avô, sentado numa cadeira comendo biscoito recheado (ele comia muito antes de falecer, adorava doces). Eu o vi e surpresa perguntei: "o vô ta fazendo vista?", ele respondeu "eu venho aqui todo dia, mas você quase nunca está em casa, aí vou embora". Eu respondi: "me desculpa por isso vô", ele então respondeu "deixa de besteira menina, não precisa pedir desculpa. Agora vou indo porque tenho que falar com seu tio". Eu pedi a benção, ele entrou na varanda e sumiu, então acordei.

Bom, espero que consigam entender minha história e que possam dar sua opinião.

Sucesso sempre, continuo seguindo vocês.
Aliás, não olhem pra trás agora...

História assombrada enviada por um usuário que preferiu o anonimato.

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