4 de abril de 2014

10 Histórias que Mostram que as Palavras tem Poder (Cuidado com o que você fala e deseja!!!!)

"Queria que ele morresse...". Cuidado com o que fala, pois as palavras tem muito poder. Veja 10 histórias fantásticas que separei e depois pense duas vezes para dizer certas coisas....



10. Cuidado com o que sai da sua boca
História enviada por Aninha

Vou relatar alguns casos de pessoas que falaram mal ou zombaram de uma pessoa e acabaram pagando por isso:

- Uma mulher, comadre da minha avó e amiga de infância dela, sempre tirava sarro do calcanhar de uma sobrinha da minha avó (o calcâneo era um pouco mais saliente do que o comum). Dizia que era comprido, chamava-a de “calcanhar comprido” etc...
RESULTADO: sua filha nasceu com o calcanhar idêntico ao da sobrinha da minha avó!

- O irmão dessa comadre da minha avó sempre passava a cavalo ao lado de uma casa que ficava no caminho da casa dele. A mulher que morava nessa casa tinha uma filha muda e toda vez que esse homem passava pela casa ele dizia zombando à mãe da menina “não tem uma ‘mudinha’ pra me dá?” e ria... Fazendo alusão a uma “muda” de planta. Sempre fazia isso e a mãe ficava calada. Certo dia a mãe da garota saiu e respondeu ao homem: “Eu não tenho pra dar não senhor, mas Deus tem muitos pra dar!”.
RESULTADO: esse homem teve não um, mas quatro filhos surdos-mudos!!!

- Minha tia (irmã mais nova da minha mãe) engravidou aos 15 anos, antes de se casar (isso em 1976). Essa mesma comadre da minha avó (ela batizou essa minha tia) quando ficou sabendo da gravidez da minha tia, falou um monte para minha avó (nessa época a comadre da minha avó já tinha uma filha casada e um filho). Criticou tanto, mas tanto que minha avó voltou pra casa chorando, sentida.
RESULTADO: ela teve três netas que além de engravidarem novas, antes de se casarem, viveram uma vida bem promíscua.

- Uma cunhada da minha avó era muito racista. Até o seu filho que era um pouco mais moreno que os outros ela chamava (“xingava”) de “negrinho”. Não queria de jeito nenhum que um de seus filhos namorasse uma “negra”.
RESULTADO: um de seus filhos namorou e casou com uma negra. Só que a cunhada da minha avó caiu muito doente e a única nora que cuidou dela até a morte foi essa “negra”, mesmo sabendo do preconceito de sua sogra.

- Um homem conhecido de meu bisavô tinha uma plantação de arroz. Ele sempre dizia: “Se Deus quiser vai dar uma boa colheita”; “Se Deus quiser terá muito arroz”; “Se Deus quiser...”. Pois bem, chegou o dia da colheita. De fato houve abundância de arroz! Em sua casa eles preparam uma ‘panelada’ desse bonito arroz e o homem disse: “Agora Deus queira ou não eu vou comer esse arroz!”...
RESULTADO: ele infartou na mesa, sem colocar um bocado sequer de arroz na boca!

Esses são apenas alguns casos que conheço. Aposto que muitos de vocês também conhecem casos do tipo.

É pessoal... cuidado com o que sai da boca!!!

“O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem”.
Mateus 15.10

“De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, isso não deve ser assim”.
Tiago 3.10

“A língua também é um fogo. Ela é um mundo de maldade, ocupa o seu lugar no nosso corpo e espalha o mal em todo o nosso ser. Como o fogo que vem do próprio inferno, ela põe toda a nossa vida em chamas. O ser humano é capaz de dominar todas as criaturas e tem dominado os animais selvagens, os pássaros, os répteis e os peixes. Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de veneno mortal. Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim”
Tiago 3.6-10

"Quem toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida, mas quem fala demais destrói a si mesmo". 
Provérbios 13.3

“Não julgueis e não sereis julgados” 
Lucas 6.37



09. O Poder das Palavras
História enviada por Edelson

Uma certa noite de 2002 eu estava conversando com minha amiga Juliana sobre este assunto, quando ela me relatou seu desejo de ver um anjo, e eu disse a ela: na verdade eu queria ver mesmo era um demônio, para saber como ele é.

Terminamos a conversa e fui pra casa. A noite quando estava dormindo, comecei a "sonhar" e eis que me apareceu um homem ele olhou pra mim e disse: "Você queria saber como eu sou? Toque-me!" Logo eu o toquei, mas quando fiz isso ele se transformou, a pele ficou negra e escamosa, ele tinha chifres e um olhar morto e sem vida. Meu Deus! gritei eu, e acordei apavorado.

Pois é, tenha cuidado com suas palavras e desejos, pois você pode ser atendido.



08. Pagou caro a língua
História contada por Regiane C. nas opiniões do relato "Cuidado com o que sai da sua boca"

Uma criatura que adorava bater na cara das empregadas que ela tinha em casa, além de ter nojo de pessoas que tinham algum tipo de doença, também gostava de rogar praga e maldição para os outros. Além de não gostar de crianças, ela as agredia, covardemente, com beliscões e mordidas quando julgava não haver testemunhas por perto. As crianças que ela gostava eram apenas as filhas de uma de suas filhas. Aquelas eram as únicas crianças as quais ela idolatrava (os outros netos, além do desprezo que recebiam, também eram constantemente humilhados com palavras e atitudes). RESULTADO: Anos depois ela teve vários AVCs que a deixaram com o lado direito do corpo paralisado, mas, somente a mão direita (a que ela batia na cara das empregadas) atrofiou.

Lembro como se fosse hoje de uma vez que ela olhou para uma criança, filha de uma moça que ela não gostava e disse: ESSA MENINA VAI SER PUTA IGUAL A MÃE, QUANDO CRESCER. Ela viveu para ver uma daquelas neta adoradas roubar dinheiro de dentro da casa dela, além de fazer strip-tease e programa numa casa de shows aqui de Belém.

Como ficou inválida por causa da doença, precisava de cuidados especiais para fazer suas necessidades mais básicas. Outra das netas que ela idolatrava um dia teve um acesso de raiva por ter de limpá-la e deu-lhe vários bofetões na cara, chamando-a de "PUTA VELHA". Por fim, alguns meses antes de falecer, apareceram em sua pele umas bolhas d'água que quando estouravam, transformavam-se em queimaduras, piores do que aquelas a qual faziam ela se enojar quando via em outras pessoas!!!!!!!!!!

Centenas de pessoas foram testemunhas dessa história real.



07. No fim eu cuidei dela
História contada por Amaray Caus nas opiniões do relato "Cuidado com o que sai da sua boca"

O dia que eu conheci a mãe da minha melhor amiga ela passou pela rua e viu nós duas de mãos dadas, coisa de adolescente, e me xingou de vários nomes homofóbicos, disse que a filha (única) queria matar ela de desgosto porque com 18 anos tinha saído de casa pra viver com o namorado negro e agora andava com "essa lésbica vestida de preto".

Pouco tempo depois ela adoeceu, minha amiga largou do namorado e voltou pra casa da mãe, mas guardava muita mágoa dela, então não passava muito tempo em casa cuidando dela e ela precisava.

Eu ia lá de vez em quando ver minha amiga, e acho que pela doença a mãe dela não reconheceu que eu era a mesma que ela havia xingado na rua, ou reconheceu e decidiu agir diferente. Só sei dizer que durante quase um ano, quase todos os dias eu ia lá antes do trabalho, lia pra ela, as vezes cozinhava, quando saia colocava algum CD que ela gostava pra ela ouvir.

Tivemos que interná-la pouco antes de ela morrer e fui com minha amiga visitá-la, e ela me chamava de filha e pedia pra eu levar ela pra casa, perguntava da outra filha dizendo o nome da minha amiga e eu mostrava ela do meu lado, e ela dizia que não conhecia aquela garota. Fui a última pessoa com quem ela teve uma conversa inteligível antes de falecer.

Fora o fato de que por causa da minha aparência, minha família inteira se voltou contra a minha mãe e me chamavam de drogada e várias outras coisas, eu não uso drogas, já os filhos dessas pessoas.



06. As palavras afetaram os filhos dela
História contada por Ana Paula De Freitas Dos Santos nas opiniões do relato "Cuidado com o que sai da sua boca"

Minha avó contava uma história de uma mulher que ela conheceu que era super preconceituosa.

Um dia, na igreja tinha uma mulher negra com seu bebe, e a criança começou a chorar. A mulher começou a reclamar, até que mandou a outra sair da igreja com o bebe porque ela não queria ficar ouvindo macaco chorar. Minha avó diz que a mãe do bebe só olhou pra ela e disse "você vai ser mãe de muitos macacos" e saiu. Essa mulher já tinha uma filha saudável, mas depois disso teve não me lembro se dois ou três filhos, que apesar de brancos, tinham os traços do rosto e as orelhas parecidos com de macacos e ainda tinham deficiência mental e gostavam de subir em árvores e muros, tanto que ninguém gostava de passar perto do muro da casa deles pois eles ficavam no muro ou na arvore e tacavam coisas nas pessoas ou puxavam seus cabelos.

Essa história me da arrepios!! "De uma mesma boca procede bênção e maldição."



05. Cuidado com os Desejos....
História Enviada por Carla

Olá a Todos!!!! Sou a Carla tenho 20 anos e vivo em Portugal, mais propriamente na ilha da Madeira. A história que eu vou contar aconteceu com a minha mãe e o meu tio, quando eles tinham respectivamente 11 e 8 anos. Eles viviam num lugar que era pouco habitado, daí que para comprar comida tinham de andar mais de três horas de tempo até chegar á mercearia. Um dia de muito sol, lá eles tiveram de ir comprar comida...quando já voltavam para casa muito cansados e pesados, pararam para comer junto a umas arvores, dividira~m um pão e uma lata de sardinha para os dois...só que ainda ficaram insatisfeitos, sendo que a minhã mãe disse que era muito bom se nesse momento tivessem mais um pão e uma lata de sardinha para comerem...e o meu tio acrescentou...`"pois é venha de Deus ou do Diabo....eu queria era matar a fome". Continuaram o caminho...quando dai a duas horas, algo lhes chamou a atenção, ali próximo em cima de uma arvore com um tronco muito alto, estava uma enorme bola de papel....curiosos eles com umas varas tentaram com que a bola de papel caísse, depois de várias tentativas lá caiu a bola. Começaram logo a desembrulhá-la, forma tirando uma papel, mais outro, e outro até que no fim, num papel mais fino estava um pão e uma lata de sardinha....a verdade é que eles ficaram muito aflitos e correram dali. Dai a 3 dias quando voltaram a passar por ali, já não estava lá nada. Pois é pode ter sido pura coididência, mas lá que eles apanharam um valente susto apaharam. Se tiverem alguma opinião, agradeço.



04. A Desgraça Apareceu para as Minhas Tias
História Enviada por Kennedy

Quem me contou esse relato foi a minha avó. Isso aconteceu na adolescência dela e já faz um tempão. Vamos lá...

A minha avó tem duas irmãs, a minha tia Sheila e a minha tia Cida que já faleceu. Essas minhas tias, em um certo dia, passaram da conta, pois ficaram o dia todo xingando. Elas citaram o nome "Desgraça pelada" um monte de vezes, mas até aí tudo bem, a coisa pegou mesmo fogo durante a noite, quando elas foram dormir...

No meio da noite as duas acordam juntas com uma voz estrondosa chamando-as, e quando elas olharam para a direção da voz se arrependeram de tudo que haviam falado durante o dia, pois viram uma coisa tão feia e tão bizarra que na hora começaram a gritar e chamar a mãe delas (minha bisavó).

Quando minha bisavó chega ao quarto logo pergunta o que tinha acontecido. Elas, ainda em choque, falaram o que viram e a minha bisavó disse:

- É, eu avisei vocês. E que isso sirva de lição.


03. Eles ainda podem ouvir
Essa história quem me contou foi uma ex-professora da faculdade.

Havia um garoto, Cícero, que estava muito mal, em coma (não me lembro o que ele tinha). Minha professora era médica (pediatra) nesse hospital. Cícero não era paciente dela, mas ela sempre passava para dar uma olhada nele. Os médicos diziam que era questão de tempo só... ele morreria em breve. Ela não se conformou e passou a visitá-lo todos os dias e conversava com ele. Dizia coisas boas, que ele era forte e ia sair daquela, que ele era um menino bonito, contava coisas engraçadas, acariciava sua mão, beijava sua testa. Ela ficou sabendo que ele gostava de um certo quadro. Pediu à família que trouxesse então o quadro e colocou nos pés da cama dele, disse que o quadro que ele gostava estava lá. Ela falava sobre o quadro, comentava como era realmente bonito.... E assim foi por cerca de 2 meses!

Os médicos já não estavam gostando e falavam pra ela não dar falsas esperanças à família. Mas ela não deu ouvidos. Certo dia uma outra médica veio a ela e disse que o menino reagiu... ela não se cabia de felicidade!!! Ele estava melhorando!!! Porém, num outro dia um certo enfermeiro que não gostava que a minha professora ficasse falando com o garoto daquele jeito disse ao lado de Cícero "Pára com isso! Todo mundo sabe que esse garoto não tem chance nenhuma... ele vai morrer!!!"... A minha professora conta que naquela hora ela sentiu a maior vontade do mundo de ser homem (ela é bem baixinha), para dar um soco na cara daquele enfermeiro infeliz!!! Depois desse dia o menino voltou a decair!

Ela ficou um final de semana sem trabalhar e não pode vê-lo. Quando voltou disseram que ele estava muito, muito mal já... Ela foi conversar com ele, dizer para não dar ouvidos ao que aquele enfermeiro tinha dito. Ela dizia "Eu estou aqui com você agora!"... qual foi o espanto quando o garoto abriu os olhos, olhou para ela e fechou novamente. Dias depois ele morreu...

Minha professora disse que sentiu naquele olhar uma mistura de gratidão e despedida.

Ela chora até hoje quando conta. Disse que é a maior prova que ela já teve de que a pessoa em coma ou "inconsciente" pode ouvir e sentir o que se passa ao seu redor.



02. Ele chamou e ela veio...
História enviada pelo leitor Carlos

O relato que irei contar agora aconteceu com um amigo de muitos anos do meu pai, senhor Antonio de 65 anos, homem bem vivido, sábio, com uma mente sã, por isso posso afirmar com todas as letras, que foi verdade.

Isto aconteceu há mais ou menos 3 anos trás - e ele fala como se fosse hoje - em sua humilde fazenda em Delmiro Golveia-AL, longe de tudo e de todos, onde se acostumou a viver tranquilo com seus animais.

Certo dia pela manhã, estava ele a guardar seu gado no cercado, tudo ia bem, até que um bezerro começou a lhe dar trabalho, não queria entrar no cercado de maneira alguma, fazendo Seu Antonio se esforçar muito, chegando até se cansar, e começar a chamar palavrões com aquele bezerro, várias vezes ele falou o palavrão P...e (parei de pronunciar esse nome depois que ele relatou isso a meu pai e a mim, na sala da minha casa, mas creio que vocês sabem do que estou falando). Enfim, ele conseguiu colocar aquele bezerro teimoso no cercado.

Anoiteceu, exaurido pelo dia de trabalho, ele foi para sua cama e assim dormir. Por volta da madrugada, ele acorda ouvindo um barulho parecido como se alguém estivesse jogando areia no telhado da sua casa, deixando ele desconfiado, pois a casa mais próxima da sua possuía 8 km de distância. Já atento, ele ouve outro barulho, agora parecido como se alguém estivesse abrindo as duas fechaduras do lado de dentro da porta - que Seu Antonio afirmou que tinha fechado e não tinha possibilidade de alguém entrar – e assim ele ouve a porta de madeira antiga abrindo, passos de uma pessoa andando na sala em direção do seu quarto (me arrepio nessa parte), na porta aberta do seu quarto ele vê uma mulher alta, roupas estranhas, cheia de colares, pulseiras, e anéis de ouro, parada na porta olhando pra ele, encarando, sem dizer nada por minutos. Nessa impaciência, e sem saber o que fazer (admiro a coragem dele) ele diz: “Posso saber o que você quer comigo?”, a mulher continua calada, sem tirar o olhar fixo dele. Ele pergunta de novo: “O que você quer?”, já sem sono, ele a ouve falar: “Eu que pergunto o que você quer comigo? Deixei de fazer minhas coisas por me chamar, eu sou a P...e”. Foi aí que ele se lembrou dos nomes ruins que havia dito na hora de colocar aquele bezerro teimoso no cercado. Por ser religioso, ele disse na hora: “Sangue de Cristo tem poder!” três vezes, até vê aquela mulher sair rápido de ré por onde entrou e bater a porta com bastante força. Ele revela que o barulho do bater da porta foi muito alto.

Repito, posso afirmar que isso realmente aconteceu, pois conheço Seu Antonio desde criança, é um senhor de respeito, de bem, e não iria inventar histórias.

Enfim, já xinguei com esse nome, já falei, mas depois que ouvi o relato do Seu Antonio, eu não falo mais esse nome, e aconselho a todos a não dizer, mesmo estando irritado, procure segurar.

Quando eu ouvi, senti a necessidade de relatar isso. Eu já passei por uma experiência paranormal quando criança, mas nada comparado a isso, graças a Deus.



01. O Visitante Indesejado
Enviada por um usuário que preferiu o anonimato

Em meados de 1980, meus Avós resolveram deixar a zona rural de Belo Horizonte e partiram para o centro da cidade. Compraram uma casa enorme com muitos quartos e um grande quintal, meus Tios e Tias começaram a se familiarizar e fizeram amizades rapidamente com os moradores dos arredores.

Meu Avô era um Sr. muito reservado, era Policial Militar e evitava muitas amizades, as poucas que ele possuía, se restringiam aos familiares mais próximos e alguns colegas de serviço, mas aos poucos se entrosou com os vizinhos, principalmente com um Sr. chamado João (O sujeito descrito no 2º parágrafo).

Sr. João alem dos defeitos descritos, também era bastante violento com seus filhos e esposa, chegando a espancá-los por muitas vezes. Ele trabalhava em um matadouro, possuía um físico avantajado, era muito alto e forte, impunha muito respeito por onde passava.


Sr. João quando chegava em casa ébrio começava a sessão de espaçamento e brigas, meu Avô ao ouvir os pedidos de ajuda, buscava intervir nas atitudes rudes do Sr. João. Esse dilema de brigas, espancamentos e intervenções durou por muito tempo, alem de que a esposa do Sr. João não o denunciava e repreendia que ousasse denunciá-lo.

Certo dia o Sr. João chegou em casa extremamente alterado, espancou a sua esposa até desmaiá-la, os filhos ao presenciarem tal cena, correram para um matagal que existia nos fundos da casa, e logo foram amparados pelas minhas Tias, que acolheram os garotos na residência do meus Avós.

Sr. João desta vez estava mais alterado que o normal e começou a xingar muitos palavrões e chegou até a blasfemar em alguns momentos (Apesar de todos os seus problemas ele era um homem religioso), os xingamentos e blasfêmias duraram por muito tempo até Sr. João ser incomodado com fortes batidas na porta: “Toc!Toc!”

Ao Abrir a porta Sr. João ficou mais furioso ainda, porque não avistava ninguém, fechou a porta e voltou a sua rotina de xingamentos, mas novamente ouve as batidas na porta: ”Toc! Toc!”.

Porem desta vez Sr. João se depara com uma criatura a sua frente, um sujeito muito alto com um enorme chapéu e uma capa preta que lhe tampava o rosto e deixava a mostra apenas um enorme sorriso com reluzentes dentes de ouro.

Sr João não conseguia ter nenhuma reação diante da tal criatura, apenas imaginava um modo de fugir daquela situação, não pensava em mostrar qualquer reação brusca, pois já imaginava o mal que o aconteceria, apenas sentia o suspiro da criatura que soprava sobre o Sr João um ar quente e com um odor de carne putrefata. Com muito custo Sr João consegue balbuciar a seguinte frase:

- “O que o Sr quer em minha Residência?”

A Criatura abre um sorriso e com uma voz extremamente assustadora diz:

- “Vim ao seu encontro meu caro, vejo que o Sr não para de dizer o meu nome, já que me chamou, vou ficar aqui com você, quer queira ou não”.

Neste instante Sr João consegue soltar um berro que atenua todos os vizinhos para a situação. Sr João corre para o pasto que se encontra atrás de sua casa, mas é surpreendido pela criatura que aparece a sua frente e o impede de esconder. Desta vez a criatura estava mais furiosa e perguntou com rispidez:

- “Porque esta fugindo meu caro, você me chamou e agora não quer minha presença?”

Estas palavras fizeram com que Sr João caísse em lagrimas e pedisse que a criatura fosse embora e o deixasse em paz, que aquelas palavras nunca iriam ser ditas novamente, porem a criatura ficou ainda mais furiosa e se pôs a frente do rosto do Sr João. Neste momento meu avô aparece e presencia a cena, com muito medo ele chama pela minha avó que era muito católica. Minha avó começa a rezar a poderosa oração do Credo e a partir deste momento a criatura desaparece, deixando apenas um forte cheiro no ar.

No outro dia o Sr João se retratou com meus avós, os 3 conversaram bastante e buscaram respostas para o acontecido, depois de uma longa conversa, Sr. João resolveu arrumar as malas e sair de casa, deixando a mulher e os filhos para trás. O que se sabe é que ele mudou por completo suas atitudes e tem outra família com a qual ele não briga.

Segura essa língua ai assombrados...
Tem alguma história parecida? Escreva nas opiniões que futuramente vou fazer uma parte 02.
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