6 de fevereiro de 2014

10 Histórias Assombradas Ocorridas em Hospitais (Parte 01)

Assombrados, ao longo de mais de uma década, recebi mais de 10.000 relatos de leitores e muitos, muitos envolvem hospitais. Pudera, hospitais são carregados de energias fortes, sem contar as diversas mortes que ocorrem em seus interiores. São repletos de histórias bem interessantes, acompanhe aqui alguns desses conteúdos.


10. Eles ainda podem ouvir
Enviado por Ana Paula Lazarini Fornazari (minha esposa querida e que me ajuda a fazer o blog :))))
Fonte

Havia um garoto, Cícero, que estava muito mal, em coma (não me lembro o que ele tinha). Minha professora era médica (pediatra) nesse hospital. Cícero não era paciente dela, mas ela sempre passava para dar uma olhada nele. Os médicos diziam que era questão de tempo só... ele morreria em breve. Ela não se conformou e passou a visitá-lo todos os dias e conversava com ele. Dizia coisas boas, que ele era forte e ia sair daquela, que ele era um menino bonito, contava coisas engraçadas, acariciava sua mão, beijava sua testa. Ela ficou sabendo que ele gostava de um certo quadro. Pediu à família que trouxesse então o quadro e colocou nos pés da cama dele, disse que o quadro que ele gostava estava lá. Ela falava sobre o quadro, comentava como era realmente bonito.... E assim foi por cerca de 2 meses!

Os médicos já não estavam gostando e falavam pra ela não dar falsas esperanças à família. Mas ela não deu ouvidos. Certo dia uma outra médica veio a ela e disse que o menino reagiu... ela não se cabia de felicidade!!! Ele estava melhorando!!! Porém, num outro dia um certo enfermeiro que não gostava que a minha professora ficasse falando com o garoto daquele jeito disse ao lado de Cícero "Pára com isso! Todo mundo sabe que esse garoto não tem chance nenhuma... ele vai morrer!!!"... A minha professora conta que naquela hora ela sentiu a maior vontade do mundo de ser homem (ela é bem baixinha), para dar um soco na cara daquele enfermeiro infeliz!!! Depois desse dia o menino voltou a decair!

Ela ficou um final de semana sem trabalhar e não pode vê-lo. Quando voltou disseram que ele estava muito, muito mal já... Ela foi conversar com ele, dizer para não dar ouvidos ao que aquele enfermeiro tinha dito. Ela dizia "Eu estou aqui com você agora!"... qual foi o espanto quando o garoto abriu os olhos, olhou para ela e fechou novamente. Dias depois ele morreu...

Minha professora disse que sentiu naquele olhar uma mistura de gratidão e despedida.

Ela chora até hoje quando conta. Disse que é a maior prova que ela já teve de que a pessoa em coma ou "inconsciente" pode ouvir e sentir o que se passa ao seu redor.

9. Hospital Sinistro
Enviado por mauromax

Moro em uma cidade no interior do Paraná (prefiro preservar o nome) e nela tem um hospital abandonado há cerca de 4 anos já. É uma estrutura grande para o porte da cidade, um prédio cinza e velho de 9 andares e extensos corredores gelados. O lugar fica no final de uma rua e é cercado por árvores, que deixa o local mais insalubre que o habitual.

Certo dia, um amigo de nome Patrick que é formado em artes teve a ideia de fazermos um filme "found-footage" (para quem não sabe são esses filmes com câmera amadora estilo "Bruxa de Blair" e "Atividade Paranormal") no hospital, mas primeiro queríamos entrar no hospital para ver como está e pensar melhor nas tomadas, mas nunca tinha dado certo de fazer isso.

Uma bela noite, estava com esse amigo e mais um casal de amigos jogando conversa fora e então surgiu a ideia de finalmente entrarmos no hospital para vermos como estava. Era perto da 1 hora da madrugada, entramos por uma porta dupla frontal do hospital que já estava arrombado. Assim que abrimos a porta, uma lufada de ar frio e com cheiro podre passou por nós. A porta dava para um extenso corredor escuro, com vários vidros quebrados e cacos no chão. Ligamos as lanternas que trouxemos e continuamos seguindo em frente. Era comum ouvir vários barulhos, mas não estranhamos, pois devido ao tempo de abandono provavelmente havia vários animais no local. Subimos um lance de escadas e o cheiro de podridão aumentou, todavia, um silêncio tomava o lugar. Meus amigos foram seguindo pelo lado esquerdo e eu para o lado direito, até chegar à uma porta entreaberta. Apontei a lanterna e abri vagarosamente a porta e meu coração acelerou, pois vi uma silhueta sentada em uma cadeira alguns metros a frente. Iluminei com minha lanterna e um amigo meu chegou perto de mim. Pudemos notar um senhor sentado de costas, com um boné preto na cabeça. Estávamos apreensivos e com muito medo e quando já estávamos dispostos a ir embora dali, o senhor levantou da cadeira e se virou para nós. Foi uma cena horrível e sinistra. O homem tinha a pela arroxeada e com cicatrizes pelo rosto e o mais terrível, no lugar dos olhos tinha carne viva. Saímos correndo do lugar e ouvimos a "criatura" gritar: "Olhe o que esses médicos fizeram com meus olhos!!!". Era uma voz terrível e me arrepio só de lembrar. Saímos correndo do lugar, tropeçando entre as pernas. A imagem que vi é terrível e nunca mais vou esquecer. Passei noites tendo pesadelos desde então e decidi compartilhar esse fato para tentar me aliviar dessa horrível lembrança que mais parece um pesadelo. Não penso em voltar ao hospital nunca mais e quero apagar aquela noite de minha memória.

08. El Inexpresivo (O Inexpressível)
Enviado por João Ricardo Belusso

Em junho de 1972, uma mulher apareceu no Hospital Cedar Senai, Los Angeles, Califórnia, em nada mais que um vestido branco coberto de sangue. Mas isso não causou nenhuma agitação, pois era um episódio monótono, as pessoas sofriam acidentes e procuravam pelo hospital mais próximo para atendimento médico. Porém, haviam duas coisas naquela mulher que chamaram a atanção e provocaram terror nos funcionários. A primeira é que ela não era exatamente humana, era como um manequim, mas sua flexibilidade e fluidez era de um ser humano normal. Seu rosto era tão perfeito como de um manequim, sem sombrancelhas ou maquiagem. A segunda razão pela qual os funcionários se agitaram, é que ela estava com um gato apertado entre seus dentes. Sua mandíbula estava tão apertada ao gatinho a ponto de nenhum dente poder ser visto. O sangue do gato jorrava para fora de sua boca, por cima do vestido e no chão. Então, um certo momento ela puxou-o para fora de sua boca e deixou-o jogado no piso do hospital.

A partir do momento em que ela foi levada para uma sala hospitalar, antes de ser limpa e preparada para a sedação, ela parecia completamente calma, sem expressão e sem movimento. Os médicos acharam melhor conte-la até que as autoridades chegassem para avaliar a situação, e ela não protestou. Os funcionários não foram capazes de obter qualquer resposta ou explicação dela, pois a maioria se sentia muito desconfortável em olhar diretamente para ela durante mais do que alguns segundos. 

Quando a equipe tentou dar-lhe o sedativo, ela se defendeu com força extrema. Dois membros da equipe dominaram e ergueram seu corpo em cima da cama para firmar-lhe. Sua expressão estava em branco. Ela revirou os olhos impassíveis para o médico com o sedativo e fez algo incomum. Ela riu. E enquanto ela ria, a enfermeira que estava logo ao lado gritou de terror e entrou em choque. Os dentes na boca da mulher não eram apenas dentes, eram pontos longos e afiados. Pelo que aparentava seus dentes estavam assim faz tempo, pois estavam sujos e entre eles, restos de comida. O médico olhou para ela por um momento e disse "Que diabos é você?". Ela se soltou dos doutores e mesmo assutada, continuava sorrindo. Houve uma longa pausa, um silêncio perturbador. A segurança foi alertada, sirenes e mais sirenes. Ao ouvir isso, ela se lançou para frente, afundando os dentes no pescoço do médico, rasgando sua jugular e deixando-o cair no chão, já morto. Ela se levantou, seus olhos eram perigosos e inseguros, afirmou a enfermeira. Ela se aproximou de outro doutor apavorado e disse "Eu... sou Deus". Os outros médicos olharam assustados para ela, enquanto ela ia cumprimentar os agentes de segurança.
Não se tem mais notícias do que aconteceu. Não se sabe ao certo se a história é mesma esta. Esse relato acima foi dado pela enfermeira, que ajudou e presenciou tudo. Depois do incidente, ela deu uma entrevista para um escritor e nunca mais foi vista. O mesmo aconteceu com os outros dois médicos e os agentes políciais, que não quiseram dar entrevista. O caso ficou em aberto bastante tempo, mas depois de um tempo foi para os não resolvidos.

Suposta foto da "mulher de branco manequim".
07. Um Anjo Salvou a Vida de Chelsea?
Enviado por Mateus Fornazari (euzinho!)

Desde que nasceu em 1993, Chelsea Benton sempre enfrentou graves problemas de saúde, e um dos mais graves foi uma severa pneumonia próximo ao Natal do ano de 2008. Os médicos infelizmente deram poucas esperanças para os familiares, que ficaram aflitos.

Mas algo extraordinário aconteceu, Chelsea, para espanto dos médicos, se curou e ainda foi para casa a tempo de comemorar seu aniversário, que é no dia de natal.

O que aconteceu que tornou uma recuperação deste calibre possível?

Ao analisar as câmeras de segurança do hospital, vemos uma figura branca entrar no quarto de Chelsea e foi logo após este acontecimento que ela começou a melhorar. Esta figura só é visível através da câmera. Seus pais acreditam firmemente que foi o anjo da guarda de sua filha enviado por Deus, e que ele a curou.

Seria este ser branco um anjo que salvou a vida de Chelsea?

.
06. Horror no Hospital
Enviado por Rogério
Fonte

Este relato foi dado por irmão, numa noite de um tempo atrás.

Ele trabalha à noite em um enorme hospital antigo de Mogi das Cruzes, fundado na década de 20.
Lá, existem diversos setores, espalhados em alguns prédios. Inclusive, conta-se que havia, muito tempo atrás, isolamento para leprosos que, na maioria das vezes, morriam lá.

Talvez por ser muito antigo, muitas histórias são narradas por funcionários e até por pacientes desse hospital.

Pois bem. Em um de seus prédios, funciona no subsolo, exatamente abaixo das alas de tratamento intensivo, o necrotério. Contíguo a esse, há o chamado DML (Departamento de Material de Limpeza), uma saleta onde os funcionários da limpeza transitam a todo instante, bem como uma sala de enfermagem e outras que não vêm ao caso.

As salas do subsolo são dispostas como que ao redor de um salão de livre trânsito para todas as suas portas.
O necrotério serve apenas para guardar eventuais corpos de recém-falecidos que lá ficam por pouco tempo, até serem encaminhados convenientemente e raramente fica muito tempo ocupado.

O acesso a esse subsolo, vindo do andar de cima, é feito por uma rampa descendente em forma de “L”. Quando você faz a curva do corredor mal iluminado, dá de cara exatamente com a porta sempre aberta do necrotério, ao fundo do salão.

Descrito o local, vamos à ocorrência.

A funcionária da limpeza, após difícil e longa recuperação do choque sofrido, contou que estava limpando o corredor em forma de “L” de cima para baixo, em direção ao salão do subsolo. Após completar a limpeza do subsolo, guardou o material de limpeza no DML e caminhou rumo à saída. Ao se aproximar da rampa, deparou-se com uma mancha vermelho-escura no chão.

Estranhou! Olhou para os lados intrigada e, indagando de onde poderia ter surgido aquela enigmática poça, olhou para o teto para averiguar possível vazamento. Nada.

Não tinha explicação, ainda mais porque havia acabado de limpar tudo.

Como a obrigação dela era manter tudo em ordem, voltou à saleta de materiais, pegou o necessário e foi dar cabo daquela mancha usando um pano úmido, balde e rodo. Esfregou, esfregou e a mancha não saiu. Tirou o pano do rodo, agachou e tentou retirá-la usando a força das mãos.

Conseguiu limpar aquele líquido escuro e viscoso, levantou-se e, logo atrás dela, percebeu outra mancha igual. Fez a mesma coisa da outra, esfregando com vigor. O silêncio do local era perturbador. O único som eram os movimentos de seu esforço contra a misteriosa mancha vermelha.

As manchas foram aparecendo seguidamente como uma trilha e afastando-a cada vez mais da rampa de saída e encaminhando a funcionária em direção ao necrotério. Já próxima de sua entrada, de costas para ele, agachou-se para efetuar a limpeza e sentiu como se alguém passasse rente às suas costas, ainda que sem som algum. Aquele "vento" típico de quando alguém passa muito perto de nosso corpo. Um calafrio imediato varou a coluna dela de alto a baixo. Sentiu um cheiro de coisa podre, bolorenta.

Ainda agachada de costas para o necrotério, levantou a cabeça e olhou à sua frente, em direção à saída, para a rampa em forma de “L”.

Não consigo imaginar o que eu faria no lugar dela! Certamente meus nervos ficariam paralisados e eu teria uma síncope.

Viu, olhando para ela, uma mulher ou algo parecido. Horrível.

A estatura média, corpo esquelético, típico de quem padece de moléstia grave há muito tempo. No rosto, rasgava um corte ou uma cicatriz aberta que desfigurava desde o canto da boca até o olho direito e passando acima dele. A cabeça inclinada para o ombro esquerdo ossudo revelava ainda mais a ferida no lado direito da face, emoldurada com cabelos pesados e desgrenhados. Cobrindo o corpo macerado, uma espécie de mortalha tenebrosa semi-transparente completava a imagem sombria. O olho esquerdo do espectro, único preservado, de um tom verde-esbranquiçado, era como um dínamo a condensar toda aquela energia sufocante, arrebatando as forças da infeliz faxineira que o fitou.

O rasgo ao lado direito da boca revelava uma parte dos dentes enegrecidos e do imenso corte vertia aquele sangue vermelho-escuro, escorrendo pela face direita, pescoço e tingindo parte da mortalha até o chão, onde nova poça se formava sem tocar os pés daquele ser horripilante, que pairava a poucos centímetros do solo!

O terror que se seguiu ao primeiro impacto da surpresa de saber que não estava só foi violentíssimo. Nos últimos instantes de lucidez, sabia que não podia sair, já que o vulto guardava o acesso à rampa de saída.
Sua única opção foi correr para a sala do necrotério vazio e de lá gritar com todas as restantes forças do pulmão em busca de socorro, antes desfalecimento iminente.

Os funcionários que acorreram aos gritos angustiados ninguém encontraram, a não ser a pobre moça, cujo corpo sem cor tremia vertiginosamente em compasso com palavras desconexas e inconscientes emitidas pela boca trêmula e roxa, que se calou logo em seguida.

Levaram-na para imediato socorro ao piso superior, restando apenas duas companheiras de serviço, que se apressaram a recolher o material sujo no meio do salão.

Dadas as circunstâncias, não notaram uma única poça logo à frente da rampa, tampouco indagaram sobre a natureza da sujeira vermelho-escura no pano utilizado pela desafortunada faxineira...

Olha, na noite que ele me contou isso, inclusive outros incidentes desse tipo vividos por ele próprio naquele hospital, acordei de madrugada e fiquei imaginando aquela mulher horrorosa com sangue vazando da cara e não consegui mais dormir!

Fim da Parte 01.
Para ler a parte 02 clique aqui!

CLIQUE AQUI para ler "10 Histórias Assombradas Ocorridas em Hospitais - Parte 02"

Comentários