18 de dezembro de 2013

Minha História Assombrada: Os tormentos que sofri após fazer a Brincadeira do Copo

Olá, meu nome é Tiago Bandeira, 44 anos, moro em Goiânia/GO, sou formado em Ciência da Computação-UFG e sempre me considerava uma pessoa muito cética, muito lógica no que diz respeito a assuntos religiosos até que passei por uma experiência, digamos.. super desagradável em meados de 1988.

Nesse ano eu cursava o segundo ano do II grau e um dia, durante um intervalo das aulas, meus amigos me chamaram para a sala vazia ao lado da nossa. Lá um colega estava começando a fazer essa tal “Brincadeira do Copo”. Insistiram para que participasse, já que eu estava debochando e achando que fosse uma “pegadinha” deles.

Resolvi participar colocando o dedo, fazendo um pequeno ritual e chamando o tal “espirito”, completamente descrente e tendo certeza de que era meu amigo, vulgo “Geléia”, (muito brincalhão) quem arrastava o copo e respondia perguntas bobas.. Nem dei muita atenção.

Voltei para a sala de aula pois o intervalo havia terminado.

Mesmo completamente descrente, e em plena aula de biologia, resolvi recriar a brincadeira colocando as letras do alfabeto e os números  em posição circular e um “SIM” e um “Não” ao centro em uma folha do meu caderno. Retirei a tampinha da minha caneta esferográfica comum (BIC) e a segurei bem no meio da folha e comecei o ritual fazendo uma oração. Assim que terminei a oração SENTI UM CALAFRIO, UM VENTO RÁPIDO E FRIO VINDO PELAS COSTAS. Olhei meio assustado para o ventilador que estava desligado. Voltei minha posição e me recompus. Comecei a pensar então:

- Tem alguém aí?, nada.

- Tem alguém aí? , senti meu braço se mover lentamente e parar no “SIM”.

Sim, meu braço direito se moveu lentamente para o “SIM” e estava completamente dormente. Peguei minha mão esquerda e o toquei sem sentir o toque. Fiquei completamente pasmo, deu um leve branco em minha visão, minha respiração começou a falhar com tamanho susto. Pensei em sair gritando na sala mas lembrei: Não posso largar a tampa.. meu amigo disse que o espírito fica na gente.. Ai ai..!!!. Tentei me concentrar e então pensei em outra pergunta:

- Qual o seu nome? – perguntei mentalmente.

A tampinha deslizou mais rápido indo nas letras que pareciam “WHILL.. EN.. K..”. Mas o estranho é que antes dela chegar à letra essa já aparecia em minha mente.. muito estranho!

- Quantos anos você tem?

Em minha mente veio rápido “32 anos” e minha mão mexia bem rápido desordenadamente.. acho!

Me veio um sensação de pânico e medo numa intensidade nunca sentido antes em minha vida.

- Posso sair? – Pensei.

- NÃO – tampinha apontou.

-  Morreu como? – Mentalizei tentando me acalmar.

- Assassinato - ..

- Você é do BEM? – Mentalizei já com medo.

- NÃO – Nessa hora tremi todo o meu corpo e retirei a mão da tampinha.. “O que fazer? O que fazer?
Voltei a pegar a tampinha rapidamente e fiquei uns 20 segundos pasmo.

- Posso sair? – Insisti mentalmente.

Veio NÃO   em minha mente e a tampinha apontou rapidamente.

A tremedeira aumentou, o medo se apoderou de mim e larguei tudo! Fechei o caderno e fiquei pasmo!
Meu amigo Márvio (“Negão”), que estava sentado ao lado esquerdo estava olhando pra mim e me cutucou baixinho.

- Tiago.. Bicudo (meu apelido)! O que aconteceu? Você está branco.. seus lábios estão brancos!

- Nada.. nada! – respondi com o pensamento vago.

Na saída do colégio relatei o fato para uma amiga que me disse para eu não ter feito a brincadeira, que uma prima dela passou “maus bocados” por causa disso. A outros amigos que relatei debocharam de mim, zombando de tudo que passei. Comecei a rir também.. e deixei pra lá!

Aí começa a história..!!

Sempre tiro uma soneca depois do almoço, mas nesse dia foi diferente, algo aconteceu.

Deitei no sofá delicioso da sala e quando meu olhos começaram a fechar de sono senti um “beliscão” no meu dedão do pé direito. Levantei de supetão e olhei para ele. Tudo normal. Ninguém na sala. Voltei a dormir. No início do sono... outro “beliscão” no mesmo dedo e meu pescoço estava muito quente e suando. Esses “beliscões” nos dedos dos pé me atormentaram por várias semanas.

Sempre que eu começava a pegar no sono, de noite, de dia, quase me levando à loucura. O medo e o terror que sentia não se comparava a nada.

Só dormia com a presença de alguém no quarto que dizia que eu chutava “o ar” o tempo todo e só pegava no sono porque o corpo não aguentava mais ficar acordado, seja sentado, seja deitado. Foi horrível, assustador, enlouquecedor o que passei.

Fui num psiquiatra que me disse ser “magnetismo” da ponta dos dedos, tal. Vi e senti meu braço mexer sem meu controle. Não me convenceu!

Comecei a ler, estudar várias religiões para tentar entender o que estava acontecendo.. Não admitia não entender!

Passei a frequentar Igreja Católica, cursos de GNOSE, sessões de Espiritismo, Umbanda, Evangélica..
Li vários livros: Bíblia, Alcorão, Livro dos Espíritas, Mahabharata, Gnose, Hare Krishna, Yoga, sempre com orientação de grande amigos da área. Amizade nessa hora é fundamental!

Minha irmã mais velha, a Dilza, evangélica, vendo minha “peleja” foi ao meu quarto numa tarde e me disse algo que me ajudou muito:

- Júnior, não devemos mexer com aquilo que a gente não conhece. Você já parou para observar que você está muito AFASTADO DE DEUS? Você ora agradecendo o almoço, o dia, a saúde? Ore também por essa alma sofrida que te atormenta!

Comecei, no mesmo dia, com orações agradecendo por tudo de bom e principalmente pedindo a Deu, com muita fé, que olhasse e ajudasse seja o que for que estava me atormentando.

Imediatamente foi como se retirasse uma tonelada de peso das minhas costas. Nunca mais senti aquele medo desagradável que me acompanhava.

Fiquei mais autoconfiante com relação a tudo que passei e nunca mais senti os “beliscões” nos dedos dos pés. Também passei a orar não só por “ele” mas por todos “outros” que porventura atormentam outras pessoas.

Bom! Tudo passou e aprendi que “NÃO DEVEMOS MEXER COM O DESCONHECIDO!” e que “TUA FÉ TE CURA”.

Portanto, se você ver alguém querendo fazer essa “brincadeira”.. NÃO PERMITA! Pois não desejo que ninguém passe, por nenhum décimo, do que passei!

Agradeço minha mana Dilza por me mostrar o caminho, à minha outra mana Nilva pelas longas horas de companhia nas madrugadas horríveis e a todos que me ajudaram de alguma forma!

Que Deus esteja contigo!

História assombrada enviada por Tiago Bandeira 

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