25 de novembro de 2013

Mais um Caso de Amor Mumificado. Desta vez foi na Bélgica

Já publicamos aqui no AssombradO.com.br o caso da noiva cadáver da Vietnã, onde um vietnamita desenterrou o corpo de sua esposa, morta a quase 2 anos, criou uma "roupa" de argila e tecido e a levou de volta para casa, para ele poder dormir e abraçá-la na cama novamente.

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Também publicamos a história de Joni Bakaradze que morreu em 1991 com apenas 22 anos. A família recusou-se a enterrar o jovem, que deixava para trás um bebé com um ano. A mãe, Tsiuri Kvaratskhelia, decidiu mumificar o corpo, e até hoje, continua a tratar do corpo e a aperfeiçoar as técnicas para manter o filho preservado.

A mais famoso no entanto é a noiva cadáver de Carl Von Cosel, onde arrebatado por uma paixão avassaladora, Carl procurou cuidar de sua amada até a sua morte. Carl conheceu seu amor, a bela Elena, quando trabalhava em um hospital dos EUA. Ela se encontrava fragilizada pela tuberculose que insistia em lhe sorver vida. Elena não resiste à doença e falece causando mudanças de hábito em Carl. Obcecado e sentindo-se frustrado por não conseguir salvar a vida do seu amor platônico, fez de tudo para conservar seu corpo – mantendo, inclusive, relações sexuais com sua “noiva” cadáver.

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E agora, eis que mais um caso semelhante é revelado. Incapaz de superar o luto pela perda do marido, uma belga, de 69 anos, dormiu por um ano ao lado do corpo dele, no apartamento do casal, em Bruxelas, na Bélgica. Os restos mumificados de Marcel H, de 79 anos, foram descobertos pelas autoridades locais após denúncias do proprietário da residência de que não recebia o aluguel desde 2012.

De acordo com a polícia, acredita-se que Marcel tenha morrido após um ataque de asma, em novembro do ano passado. Desde então, apesar do cheiro da decomposição, sua esposa, cujo nome não foi divulgado, continuou a dormir ao lado do corpo dele.

Ao Daily Mail, Philippe Boxho, patologista do Centro Forense de Liege disse: “Um corpo pode mumificar em um ambiente seco e quente. É preciso, pelo menos, uma semana para chegar a tal estado. Neste caso, o corpo tinha apodrecido na cama e seus órgãos internos haviam derretido”.

O patologista acrescentou ainda que o caso não o surpreendeu: “Esta não é a primeira vez que eu fiz uma descoberta desse tipo. Eu já vi duas ou três outras ocasiões, nas quais pessoas em luto continuaram a dormir com o corpo de seus parceiros”.

A viúva foi levada para avaliação psiquiátrica. O caso será investigado pelo Ministério Público de Bruxelas.

Belga, de 69 anos, dormiu por um ano ao lado do corpo dele, no apartamento do casal, em Buxelas, na Bélgica.
Marcel tenha morrido após um ataque de asma, em novembro do ano passado.
A viúva foi levada para avaliação psiquiátrica.
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