3 de junho de 2013

Minha História Assombrada: Cuidado com o que sai da sua boca...

“O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem”.
Mateus 15.10

“De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, isso não deve ser assim”.
Tiago 3.10

Vou relatar alguns casos de pessoas que falaram mal ou zombaram de uma pessoa e acabaram pagando por isso:

- Uma mulher, comadre da minha avó e amiga de infância dela, sempre tirava sarro do calcanhar de uma sobrinha da minha avó (o calcâneo era um pouco mais saliente do que o comum). Dizia que era comprido, chamava-a de “calcanhar comprido” etc...
RESULTADO: sua filha nasceu com o calcanhar idêntico ao da sobrinha da minha avó!


- O irmão dessa comadre da minha avó sempre passava a cavalo ao lado de uma casa que ficava no caminho da casa dele. A mulher que morava nessa casa tinha uma filha muda e toda vez que esse homem passava pela casa ele dizia zombando à mãe da menina “não tem uma ‘mudinha’ pra me dá?” e ria... Fazendo alusão a uma “muda” de planta. Sempre fazia isso e a mãe ficava calada. Certo dia a mãe da garota saiu e respondeu ao homem: “Eu não tenho pra dar não senhor, mas Deus tem muitos pra dar!”.
RESULTADO: esse homem teve não um, mas quatro filhos surdos-mudos!!!

- Minha tia (irmã mais nova da minha mãe) engravidou aos 15 anos, antes de se casar (isso em 1976). Essa mesma comadre da minha avó (ela batizou essa minha tia) quando ficou sabendo da gravidez da minha tia, falou um monte para minha avó (nessa época a comadre da minha avó já tinha uma filha casada e um filho). Criticou tanto, mas tanto que minha avó voltou pra casa chorando, sentida.
RESULTADO: ela teve três netas que além de engravidarem novas, antes de se casarem, viveram uma vida bem promíscua.

- Uma cunhada da minha avó era muito racista. Até o seu filho que era um pouco mais moreno que os outros ela chamava (“xingava”) de “negrinho”. Não queria de jeito nenhum que um de seus filhos namorasse uma “negra”.
RESULTADO: um de seus filhos namorou e casou com uma negra. Só que a cunhada da minha avó caiu muito doente e a única nora que cuidou dela até a morte foi essa “negra”, mesmo sabendo do preconceito de sua sogra.

- Um homem conhecido de meu bisavô tinha uma plantação de arroz. Ele sempre dizia: “Se Deus quiser vai dar uma boa colheita”; “Se Deus quiser terá muito arroz”; “Se Deus quiser...”. Pois bem, chegou o dia da colheita. De fato houve abundância de arroz! Em sua casa eles preparam uma ‘panelada’ desse bonito arroz e o homem disse: “Agora Deus queira ou não eu vou comer esse arroz!”...
RESULTADO: ele infartou na mesa, sem colocar um bocado sequer de arroz na boca!

Esses são apenas alguns casos que conheço. Aposto que muitos de vocês também conhecem casos do tipo.

É pessoal... cuidado com o que sai da boca!!!

História assombrada enviada por um usuário que preferiu o anonimato.

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“A língua também é um fogo. Ela é um mundo de maldade, ocupa o seu lugar no nosso corpo e espalha o mal em todo o nosso ser. Como o fogo que vem do próprio inferno, ela põe toda a nossa vida em chamas. O ser humano é capaz de dominar todas as criaturas e tem dominado os animais selvagens, os pássaros, os répteis e os peixes. Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de veneno mortal. Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim”
Tiago 3.6-10

"Quem toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida, mas quem fala demais destrói a si mesmo". 
Provérbios 13.3

“Não julgueis e não sereis julgados” 
Lucas 6.37

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