27 de junho de 2013

Contato com Espíritos

Por Katia Cilene

Olá, meu nome é Katia e tive, há muito tempo, uma experiencia que até hoje me deixa aterrorizada. 

Quando eu tinha 8 anos de idade morava em Curitiba, a casa era bem grande e como a maioria das pessoas sabem, as casas de Curitiba são feitas de madeira. Morava eu e meus três irmãos, minha mãe e meu pai.

Certo dia meus irmãos haviam saído e meu pai havia ido para o trabalho, minha mãe como de costume sempre tirava uma soneca no período da tarde, a cozinha estava uma verdadeira bagunça, e como minhas amigas estavam todas dentro de suas casas, resolvi então dar uma ajuda para a minha mãe enquanto ela dormia. Comecei a lavar os pratos e varrer a cozinha, logo em seguida, comecei a limpar o fogão, fiquei abaixada ao lado do mesmo com um pano úmido para limpar as laterais, logo depois da cozinha ficava a sala e na posição que eu estava ficava de costas para a porta que dava para a sala. De repente, do nada, senti que algo me olhava da porta da sala, fiquei toda arrepiada. Como estava de costas fiquei com muito medo de olhar para trás, permaneci abaixada e continuei a passar o pano do lado do fogão e aquela sensação tomava conta de mim, na hora pensei que deveria ser um dos meus irmãos, tomei coragem e rapidamente olhei para ter certeza do que me espionava. Eu vi um vulto negro se escondendo para atrás da porta, foi muito rápido, mas deu para ver a formato de uma cabeça de um homem muito alto.

Fiquei em pânico, mas ao mesmo tempo com curiosidade de saber do que se tratava, fui diretamente para a sala e não havia ninguém, como a casa era grande e tinha três quartos fui diretamente olhar em baixo das camas, só não entrei no quarto em que estava a minha mãe, pois ela não gostava de ser incomodada. Depois de todas as procuras desisti.

Logo depois minha mãe acordou e me disse: "Filha, eu já não disse que quando estou dormindo não gosto de ser incomodada?"  Mas eu não havia entrado no quarto dela e nem se quer fiz barulho algum e ela me disse que sentiu algo sentar a beira da sua cama, e depois algo acariciava seus cabelos. Fiquei em estado de inercia, pois o mesmo espírito que estava me observando era o mesmo que estava no quarto da minha mãe.

Contei para ela o que havia acontecido quando ela estava dormindo.

Até hoje me recordo desse dia, já se passaram 25 anos.

Minha mãe e eu jamais vamos nos esquecer.
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