18 de junho de 2013

Arqueologia Proibida

"... falamos de uma grande ocultação de provas. Nos últimos 150 anos, estes arqueólogos e antropólogos ocultaram tantas provas quantas desenterraram, literalmente."
Michael Cremo
Co-autor de Forbidden Archaeology
Em entrevista ao programa da Discovery Channel: "The Orygins of Man"

A questão é: Porque não soubemos disso antes?

O Homem e o Macaco

Será que nós evoluímos mesmo dos macacos? Será que nós temos mesmo um ancestral em comum? Observando as exposições dos museus de História Natural, achamos que essa questão foi respondida decisivamente. Mas a pergunta está longe de ser respondida de fato. A representação a que temos acesso, a de que o Homem é descendente dos macacos, é uma mera interpretação dos fósseis encontrados - a interpretação de um grupo de cientistas. Há outras interpretações para os fatos e fósseis encontrados, mas nenhuma delas é encontrada em um só museu do mundo.

Segundo o modelo da evolução, o Homem e o macaco partilham um ancestral em comum, mas a existência desse ancestral ainda é muito contestada. Por isso ainda se chama elo perdido.

Hoje, museus de todo o mundo expõem modelos de outro esqueleto clamando como sendo o elo perdido: Lucy, a famosa australopithecine descoberta por Donald Johannsen. Segundo Johannsen, Lucy era muito parecida com o Homem, porém, o famoso antropólogo e co-autor do livro Forbidden Archaeology, Michael Cremo, diz que esteve num Congresso de Antropólogos no qual muitos diziam que ela mal se distinguia de um macaco.

O que acontecerá ao modelo evolucionário se o elo perdido não existir? Sem ele, há pouco apoio para a ligação do Homem com o macaco. Com isso, voltamos a velha pergunta: "Quem somos? De onde viemos?".
Seria o Homem milhões de anos mais antigo que o modelo evolucionário atual sugere?

A teoria convencional diz que o Homem moderno surgiu no sul da África há cerca de 100 mil anos. Da África, migrou para o norte, Europa e o sul da Ásia. Atravessou a Ásia e cruzou o estreito de Bering em direção às Américas há cerca de 30 mil anos. Da América do Norte, desceu para a América do Sul, onde teria chegado há 15 mil anos.

Porém, diversos artefatos que foram encontrados nas Américas, do Norte e do Sul, são tão antigos que ameaçam derrubar completamente essa teoria.

Fatos que ameaçam essa teoria:

Ferramentas de 55 milhões de anos na África?

Em 1880, o geólogo da Califórnia J.D.Whitney ficou intrigado com uma descoberta inesperada feita 100 metros sob a Table Mountain. Mineiros que procuravam ouro, decobriram ferramentas de pedra como pilão, almofariz e conchas. Incrivelmente, o estrato rochoso em que as ferramentas foram encontradas data de 55 milhões de anos. Whitney fez um relatório sobre os achados e chegou a uma conclusão impressionante: o Homem podia ser milhões de anos mais antigo que o modelo evolucionário atual sugere. Esta evidência bizarra parece ter sido bem documentada, mas o público em geral e muitos da comunidade científica desconhecem estas descobertas.

Sítio Arqueológico no México com mais de 200 mil anos

Em 1966, uma coleção de ferramentas de pedra, incluindo uma ponta de lança em forma de folha foi descoberta em Hueyatlaco, México, pela geóloga PhD Virginia Steen-McIntyre. Para determinar a idade das pontas de lança, peritos do US Geological Survey foram chamados.

- Quando começamos a trabalhar no sítio de Hueyatlaca - conta McIntyre - achamos que fosse um sítio antigo. Estávamos em 1966. Pensamos que tivesse cerca de 20 mil anos. Na época, era considerada uma idade avançada para um sítio. Fizemos a chamada datagem radiométrica, que fornece uma data verdadeira. Usamos dois métodos diferentes: um deles com átomos de urânio, e o outro deles com pequenos cristais de zircão. Quando chegamos às datas, e ambos os métodos as apontaram, o resultado foi 250 mil anos. Para falar a verdade, eu ficaria feliz com uma data de 20 mil anos. Teria feito a minha carreira. Era muito antiga para a época, mas não o bastante para ser controversa. As pessoas podem dar passos de 20 mil anos, mas não mais de 200 mil anos de uma vez. Eu era muito ingênua e pensei: "Temos algo grande aqui mas vou ser fiel às datas. Temos a informação, os fatos. Vamos divulgar os fatos e partir deles. Não percebi que arruinaria a minha carreira."

Segundo a Dra McIntyre, porque ela foi fiel aos fatos, suas oportunidades profissionais desapareceram. Desde então, ela não trabalha em sua área. O sítio foi fechado e uma licença para uma investigação mais a fundo, negada, para sempre.

Pegadas humanas lado a lado com a de dinossauros

Segundo a teoria mais aceita, a extinção dos dinossauros se deu devido à colisão de um enorme meteoro o qual levantou uma imensa nuvem de poeira bloqueando o Sol durante anos, acabando assim com a cadeia alimentar desses grandes répteis. Segundo esta mesma teoria, não havia nenhum humano vivo nesta época para presenciar o ocorrido... ou será que havia?

Há mais de 100 milhões de anos, a pedreira de calcário do Rio Paluxy, no Texas, era uma planície lamacenta. Lá, inúmeros dinossauros deixaram pegadas que foram fossilizadas e preservadas para sempre. Mas a trilha de outra criatura também foi perpetuada nestas margens. Possivelmente a do Homem.

O antropólogo Carl Baugh comanda há mais de 12 anos o trabalho de investigação destas pegadas controversas.

- Minha reação foi de choque - conta Carl Baugh. Soube que pegadas humanas haviam sido descobertas no Rio Paluxy, perto de Glen Rose, Texas, mas eu era cético. Aqui, após remover camadas de rochas, a equipe e eu escavamos pegadas de dinossauros. A 46,25 cm de uma dessas pegadas, achamos uma pegada humana de 24 cm. Escavamos 12 pegadas em série. Quando se acha uma trilha com passos do pés esquerdo e direito à distância correta, deve-se interpretá-la como pertencente ao Homem.

Foi dito que as pegadas do Rio Paluxy são uma fraude e que foram talhadas na rocha como atração turística.

- Encontramos trilhas seguindo para baixo das camadas de calcário. Removemos as camadas, uma lasca de rocha por vez. Descobrimos que as pegadas de dinossauro e as humanas continuam sob as camadas de rocha. Esta evidência é real.

Hoje, muitas das chamadas pegadas humanas foram vitimadas pela erosão e pelas mãos de vândalos. Porém, Carl Baugh tem uma das pegadas mais convincentes já descobertas.

A pegada Burdick
- Conheci a pegada Burdick - conta Dr. Dale Peterson, M.D. - ao visitar Glen Rose, em 1984. Na época tive a impressão de que era perfeita demais. É claramente uma pegada humana, apresentando uma seção do calcanhar, a curvatura, a base dos metatarsos, o primeiro dedo ou dedão, o segundo, terceiro, quarto e quinto dedos.

- Após examinarmos a pegada - conta Don Patton, geólogo - vimos que estava no calcário cretáceo, na mesma formação que a pegada de dinossauro. No corte da pegada, pudemos ver os contornos óbvios sob o dedo e as estruturas sob cada dedo. Numa certa parte sob a pegada, vimos uma inclusão de calcita, onde a força foi concentrada e produziu as estruturas da pegada. Exatamente o que os geólogos procuram. Eliminamos a idéia de que foi esculpida. Com certeza é uma impressão original no sedimento.

Um dedo fossilizado de um ser humano, foi descoberto no mesmo estrato que as pegadas de dinossauro datando de mais de 100 milhões de anos.

- Tinha o que parecia ser uma unha, uma cutícula, uma ponta, um formato humanóide - conta o Dr. Dale Peterson. - Quando vi a cintilografia, não tive mais dúvidas. Ele mostra o formato de um dedo, mostra o tecido sob a pele do dedo, mostra os ossos, as articulações e os ligamentos. Isso me diz que é um dedo humano.

A camada de calcário que preservou estes artefatos é datada de cerca de 135 milhões de anos.
E não é a única evidência de que humanóides estiveram por aí muito antes do que a "ciência" aceita: Ou as formas de datação estão todas equivocadas (reconheçam então que não sabem a idade de nada com mais de 1.000 anos) ou aceitem estes fatos,pois as evidências aqui mostradas foram todas meticulosamente analisadas e estão disponíveis pra quem quiser tirar a prova. Infelizmente os "cientistas tradicionais" preferem que nos esqueçamos que elas existem.

Esferas metálicas com mais de 2,8 milhões de anos

Esferas de Klerlsdorp
Em Klerksdorp, África do Sul, centenas de esferas metálicas foram encontradas por mineiros em estrato pré-cambriano, de supostamente 2,8 milhões de anos.

A controvérsia envolve finos encaixes circundando algumas esferas. Técnicos de laboratório não puderam explicar sua formação por processos naturais existentes.

O curador do Museu de Klerksdorp, Roelf Marx, disse: "As esferas são um completo mistério. Parecem feitas pelo Homem, mas na época em que foram deixadas nesta pedra, não havia vida inteligente. São diferentes de tudo o que eu já vi."
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