31 de maio de 2013

Minha História Assombrada: Ele chamou e ela veio...

O relato que irei contar agora aconteceu com um amigo de muitos anos do meu pai, senhor Antonio de 65 anos, homem bem vivido, sábio, com uma mente sã, por isso posso afirmar com todas as letras, que foi verdade.

Isto aconteceu há mais ou menos 3 anos trás - e ele fala como se fosse hoje - em sua humilde fazenda em Delmiro Golveia-AL, longe de tudo e de todos, onde se acostumou a viver tranquilo com seus animais.

Certo dia pela manhã, estava ele a guardar seu gado no cercado, tudo ia bem, até que um bezerro começou a lhe dar trabalho, não queria entrar no cercado de maneira alguma, fazendo Seu Antonio se esforçar muito, chegando até se cansar, e começar a chamar palavrões com aquele bezerro, várias vezes ele falou o palavrão P...e (parei de pronunciar esse nome depois que ele relatou isso a meu pai e a mim, na sala da minha casa, mas creio que vocês sabem do que estou falando). Enfim, ele conseguiu colocar aquele bezerro teimoso no cercado.

Anoiteceu, exaurido pelo dia de trabalho, ele foi para sua cama e assim dormir. Por volta da madrugada, ele acorda ouvindo um barulho parecido como se alguém estivesse jogando areia no telhado da sua casa, deixando ele desconfiado, pois a casa mais próxima da sua possuía 8 km de distância. Já atento, ele ouve outro barulho, agora parecido como se alguém estivesse abrindo as duas fechaduras do lado de dentro da porta - que Seu Antonio afirmou que tinha fechado e não tinha possibilidade de alguém entrar – e assim ele ouve a porta de madeira antiga abrindo, passos de uma pessoa andando na sala em direção do seu quarto (me arrepio nessa parte), na porta aberta do seu quarto ele vê uma mulher alta, roupas estranhas, cheia de colares, pulseiras, e anéis de ouro, parada na porta olhando pra ele, encarando, sem dizer nada por minutos. Nessa impaciência, e sem saber o que fazer (admiro a coragem dele) ele diz: “Posso saber o que você quer comigo?”, a mulher continua calada, sem tirar o olhar fixo dele. Ele pergunta de novo: “O que você quer?”, já sem sono, ele a ouve falar: “Eu que pergunto o que você quer comigo? Deixei de fazer minhas coisas por me chamar, eu sou a P...e”. Foi aí que ele se lembrou dos nomes ruins que havia dito na hora de colocar aquele bezerro teimoso no cercado. Por ser religioso, ele disse na hora: “Sangue de Cristo tem poder!” três vezes, até vê aquela mulher sair rápido de ré por onde entrou e bater a porta com bastante força. Ele revela que o barulho do bater da porta foi muito alto.

Repito, posso afirmar que isso realmente aconteceu, pois conheço Seu Antonio desde criança, é um senhor de respeito, de bem, e não iria inventar histórias.

Enfim, já xinguei com esse nome, já falei, mas depois que ouvi o relato do Seu Antonio, eu não falo mais esse nome, e aconselho a todos a não dizer, mesmo estando irritado, procure segurar.

Quando eu ouvi, senti a necessidade de relatar isso. Eu já passei por uma experiência paranormal quando criança, mas nada comparado a isso, graças a Deus.

História assombrada enviada por Carlos C.

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