30 de abril de 2013

"Ameranthropoides loysi"


De volta de uma expedição as matas da Colombia e Venezuela, em 1920, a equipe de geólogos suiço François de Loys informou ter abatido um dos integrantes de um grupo de criaturas simiescas enfurecidas, que havia atacado sua equipe.

Eles colocaram a criatura sobre um caixote de querosene e fotografaram-na, com um vara sob o queixo para mantê-la em posição. O estranho animal teria pouco mais de metro e meio de altura - 45 centimetros mais alto que o maior macaco americano - e sua expressão era estranhamente humana.

Os céticos imediatamente contestaram a altura calculada por Loys. Um especialista, entretanto, comparando o tamanho padrão de um caixote de querosene com o da criatura concordou com os cálculos do geólogo.

Uma década de estudos não forneceu informação alguma sobre a identidade do animal. Mas em 1931 uma equipe italiana de antropólogos, trabalhando na então Guiana Inglesa, mesmo sem ter encontrado nada semelhante à criatura descrita por Loys, ouviu de testemunhas oculares relatos muito próximos ao feito por Loys.

O primata ficou conhecido como "Ameranthropoides loysi".


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