16 de abril de 2013

A Lenda dos Monstros que Comem Garotinhas

Por Mariana Moreira

Quando somos crianças, tudo é festa, chocolate e inocência. Esperamos o dia de amanhã como se fosse o Natal dos presentes, o aniversário dos amigo, as brincadeiras de médico, etc. Os mais sábios dizem que elas, são o futuro da nova nação, seres iluminados por Deus que vêem a Terra para ajudar os adultos a entenderem a vida cotidiana.

Mas a infância não é só alegria. Podem ser abençoadas pela ternura, mas ao mesmo tempo, são amaldiçoadas pelos pesadelos noturnos. Aqueles sonhos maus que chegam no fim da noite, enquanto papai e mamãe assistem televisão na sala, elas vão se deitar e é nessa hora que o armário e debaixo da cama se transformam nos lugares mais perigosos do universo. Certo? Errado! Porque o mal não se esconde em lugares manjados, eles nasce e renasce do nosso medo.

O Bicho-Papão é um símbolo do Demônio do Jardim de Infância, mas nossa cultura o fez ser o mais temido. Só que monstros não querem só crianças ou Freddy Krueger nunca teria certo "apetite" por adolescentes sonhadores. A Hora do Pesadelo começa quando você menos espera.

Esta lenda urbana é contada e ouvida em rodas de meninas, que enquanto pensam no primeiro beijo da vida, descobrem o terror que as observa. Antes mesmo da primeira menstruação, eles já estão lá... para comer, para matar. Não se arrepie, porque esta lenda é apenas uma lenda, desde que você não seja apenas uma mera criança, que acredita em tudo o que vê ou no que lê.

Ela estava pulando corda no quintal com duas amigas. Mas a sede bateu e ela entrou para dentro de casa para recuperar as energias, só que ela nunca mais voltou para fora, nunca mais foi vista novamente pela família e pelas amigas. O desaparecimento da jovem menina fez com que buscas fossem feitas por toda a área da residência e em casas próximas. Nada foi achado. Sequestro  assassinato, suicídio? Mas era apenas uma garotinha!

Algumas noites após o desaparecimento, uma das garotas que pulavam corda no quintal da casa acordou aos berros numa noite. Gritava sem parar que havia visto a amiga. Após um copo de água com açúcar e o chamego da mãe, ela disse ter sonhado com a amiga. Ela via somente os pedaços do corpo dela, braços, pernas, a cabeça, dentes. Era horrível, ainda mais pra uma criança. O local onde foi visto parecia ser uma espécie de porão. A casa de Molly tinha um porão. Na manhã seguinte, ele foi revistado, mas nada foi encontrado. O local do pesadelo era um outro porão ou um outro local. A vizinha foi novamente alertada pela polícia e todos os locais foram revistados, mas nenhum sinal de Molly.

Numa outra noite, a amiga teve novamente um sonho e viu pela segunda vez os pedaços mortais da colega espalhados, só que desta vez, mas uma coisa foi vista: uma cruz. Partiu-se então para o cemitério mais próximo e depois de uma semana de intensa procura, choro e noites mal dormidas foi achado uma ossada nos fundos de uma cripta abandonada e velha nos fundos do cemitério. Pela roupa, era realmente Molly. Mas como seu corpo foi parar ali, quilômetros da casa. E como ela morreu? Era o mistério que a família tinha que aceitar.

Num terceiro e último sonho sobre o ocorrido, a pobre garota viu novamente os pedaços, a cruz, outros túmulos e desta vez viu a imagem de algo. Este sonho, o mais assustador de todos os outros. Ela então se sentou e desenhou (apesar da idade) muito bem o que parecia ter visto enquanto dormia. Um verdadeiro monstro, pele cinza, não tinha olhos, era negra sua órbita. Boca aberta e dentes afiados, um ser do inferno.

A colega tinha certeza que ela aquilo que matou sua amiga naquela tarde.

Passaram-se dois meses desde que tudo aconteceu e esta estava deitada tentando pegar no sono, quando ouviu o ranger da porta do armário e... novos sonhos esperam a terceira garota num ciclo vicioso que acabou com parte da meninas entre 8 e 10 anos de toda Nova Inglaterra.

Fonte: Sobrenatural.Org
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