18 de março de 2013

10 Histórias de Navios Fantasmas

Navios fantasmas são definidos como: 

“Navios assombrados, ou navios encontrados à deriva, com sua tripulação inteira ausente ou morta, ou navios que foram desativados, mas não demolidos”.

As duas últimas opções parecem plausíveis, mas os casos que trago a vocês hoje não são para serem plausíveis e sim para fazer você dormir de luz acesa caso vá fazer um cruzeiro no final do ano ou sair para pescar em alto mar.

Vamos conhecer agora 10 Navios Fantasmas....

10.  Carrol A. Deering
Apesar do nome gringo, a ultima viagem desta escuna de 5 mastros construída em 1911 partiu do Rio de Janeiro em 2 de Dezembro de 1920.


O capitão, William Merrit e seu primeiro marinheiro “e filho” Sewall Merrit tinham uma tripulação de 10 escandinavos. Ambos acabaram adoecendo e o capitão W.B. Wormell foi recrutado como substituto.
Depois de deixar o Rio, o navio parou em Barbados para abastecer. O novo primeiro marinheiro McLennan, ficou bêbado e queixou-se com um colega do capitão Wormell sobre sua incompetência em disciplinar a tripulação e incapacidade em conduzir o navio sem o auxílio de McLennam.

McLennam foi preso após cantar “Eu vou pegar o capitão antes de chegar a Norfolk, eu vou.” Wormell o perdoou e pagou sua fiança e assim zarparam de Barbados.

O navio não foi avistado até 28 de janeiro de 1921, quando um guarda farol foi saudado por um homem ruivo. O homem disse ao guarda farol com um sotaque estrangeiro que o Deering havia perdido sua Ancora mas o navio não foi capaz de transmitir sua mensagem devido um mal funcionamento do rádio. Três dias depois o Carrol A. Deering foi encontrado encalhado em Diamond Shoals, ao largo de Cabo Hatteras. Uma equipe de resgate chegou ao navio em 4 de fevereiro. O que eles encontraram fez com que Deering entrasse para a história dos mistérios marítimos. Ele estava completamente abandonado, as toras e equipamentos de navegação haviam sumido, bem como dois dos botes salva vidas e a comida do dia seguinte estava meio preparada na cozinha.

Infelizmente o navio foi afundado com dinamite antes de uma investigação completa sobre o mistério. O desaparecimento da tripulação ocorreu no “triangulo das Bermudas” onde vários outros navios desapareceram no mesmo período e região, a investigação formal terminou em 1922 sem qualquer decisão oficial.

9. Baychimo
Este navio foi construído em 1911, era uma embarcação comerciante usada ao longo das rotas do noroeste do Canadá. A Grã-Bretanha ganhou este navio da Alemanha como parte das reparações de guerra. A última viagem do Baychimo foi em outubro de 1931 transportando uma carga de peles. A embarcação encalhou e congelou ao largo da costa da cidade de Barrow.

A tripulação abandonou o navio temporariamente em busca de abrigo contra o frio extremo. O navio se libertou “sozinho” do gelo uma semana depois, em 8 de outubro e a tripulação voltou somente para ficar presa novamente em 15 de outubro. Alguns membros da tripulação construíram um abrigo improvisado a uma certa distância do navio com a intenção de voltar eventualmente e continuar viagem assim que possível.

Em 24 de novembro, uma tempestade atingiu a região. Em seguida a tripulação descobriu que Baychimo havia desaparecido, supostamente afundado na tempestade. Vários dias depois um caçador havia informado ter avistado o navio perto de seu acampamento e a equipe conseguiu recuperar a preciosa carga e abandonou o navio em seguida.

Nas próximas quatro décadas houve vários relatos de pessoas que avistaram o navio ao longo da costa do Canadá. Sua última aparição confirmada ocorreu em 1969, quase 40 anos depois de ter sido abandonado preso em um bloco de gelo. Em 2006, o governo do Alasca iniciou uma operação para localizar o navio fantasma do Ártico, porém até hoje nada foi encontrado, preso no gelo flutuando ou no fundo do oceano, o destino de Baychimo até hoje permanece um mistério.



8. Eliza Battle
Eliza Battle era um navio de luxo inaugurado em Indiana em 1852 e que regularmente divertia presidentes e VIPs. Em uma noite fria um desastre aconteceu. Era fevereiro de 1858 quando o navio navegava pelo rio Tombigbee.

Um incêndio iniciou em fardos de algodão no convés principal se espalhando rapidamente. Fora de controle o navio afundou. Homens morreram em esforços para salvar suas mulheres e entes queridos e mulheres morreram tentando salvar seus filhos. Apesar de felizmente não haver muita gente no navio “cerca de 100 pessoas” cerca de 26 perderam suas vidas nesta tragédia. O navio afundou cerca de 8 metros e seus restos permanecem por lá até hoje.
Representação do Eliza Battle pegando fogo.
Durante as enchentes da primavera tarde da noite durante a lua cheia o barco pode ser visto saindo da água e flutuando no rio, com música e queima de fogos no convés. Às vezes apenas o contorno do navio é avistado. Dizem que é possível ver uma placa com o nome Eliza Battle ao lado do navio. Pescadores locais acreditam que avistar a embarcação é sinal de tragédia iminente e maus presságios.

7. MV Joyita
O MV Joyita foi um iate de luxo, construído em 1931, em Los Angeles, para o diretor de filmes Roland West.

Durante a Segunda Guerra Mundial, foi usado como barco de patrulha e trabalhou ao longo da costa do Havaí.

Em outubro de 1955, Joyita zarpou de Samoa com destino às Ilhas Tokelau. Sua partida havia sido adiada devido a um mau funcionamento de uma embreagem. A embreagem não foi reparada e o iate partiu em apenas um motor.

Havia 25 pessoas a bordo, incluindo um funcionário do governo, duas crianças e um cirurgião que ia realizar uma amputação. Embora a viagem não devesse ter durado mais de dois dias, pelo terceiro dia Joyita ainda não tinha chegado ao porto. Nenhum pedido de socorro foi recebido.

Uma busca foi realizada por aviões, mas nenhum sinal do barco ou da tripulação foi avistado.

Em 10 de novembro, 5 semanas depois, o navio foi encontrado cerca de 1000 quilômetros de sua rota planejada. Estava parcialmente submerso. 4 toneladas de carga faltavam e nenhum dos membros da tripulação estava a bordo.

Os rádios estavam sintonizados na frequência internacional de socorro. A embarcação ainda estava rodando em um motor. Todos os relógios do navio pararam às 10:25, e as luzes de navegação e de cabine estavam acesas.


Um kit médico foi encontrado no chão com quatro bandagens manchadas de sangue. O diário de sextante, o cronômetro e três botes salva-vidas haviam sumido. Uma investigação posterior descobriu que o casco do navio estava bom e que o destino da tripulação era “inexplicável”.

Os botes salva-vidas desaparecidos eram especialmente intrigantes, por que o navio era revestido de cortiça, ou seja, impossível de afundar, fato que o capitão e os tripulantes estavam conscientes. Não há menção da utilização dos equipamentos médicos no inquérito. A carga desaparecida também permaneceu um mistério. O Joyita foi reparado, mas encalhou várias vezes, sendo apelidado de navio amaldiçoado e acabou sendo vendido para sucata em 1960.

6. O Holandês Voador
Provavelmente este é o navio fantasma mais famoso de toda história que foi popularizado pelo filme “Piratas do Caribe”. O Holandês Voador refere-se ao capitão do navio e não ao nome da embarcação.


O capitão do navio Hendrick Van Der Decken, viajava em torno do Cabo da Boa Esperança sendo seu destino final Amsterdam. Durante uma terrível tempestade Hendrick se recusou a desviar o barco apesar dos apelos da tripulação, ondas monstruosas detonavam o navio enquanto o capitão cantava músicas obscenas, bebia cerveja e fumava seu cachimbo. Finalmente, sem opções restantes, muitos dos tripulantes se amotinaram.

O capitão Hendrick então despertou de seu estupor alcoólico e deu um tiro certeiro matando o líder do motim, jogando seu corpo ao mar em seguida.

Segundo a lenda as nuvens se abriram e uma luz veio dos céus acima do navio juntamente com uma voz que dizia: “Você é um homem teimoso”.

O capitão Hendrick respondeu: “Eu nunca pedi uma viagem tranquila, eu nunca pedi nada, então caia fora antes que eu atire em você também”.

Hendrick mirou sua pistola para a luz no céu e então sua arma explodiu em sua mão.

“Você está condenado a navegar pelos oceanos pela eternidade com uma tripulação fantasma, trazendo a morte a todos que avistarem seu navio espectral, e nunca conhecendo um momento de paz. Além disso, bílis será sua bebida e ferro quente sua carne” Disse a voz dos céus.

Há muitos relatos de aparições do Holandês Voador ao largo da Península do Cabo. Ele também foi visto em Muizenberg em 1939.

Representação de uma embarcação avistando o Holandês Voador. Pânico a bordo, o avistamento prenuncia tragédia!
Em um dia calmo em 1941, uma multidão na praia de Glencairn viu um navio que parecia ativo, mas que desapareceu quando estava prestes a bater nas rochas. Para a maioria das pessoas que viu o Holandês Voador, isso provou ser um presságio terrível.

5. Young Teazer
Esta embarcação foi construída em 1813 e servia o comércio marítimo do império Britânico ao largo da costa Halifax. Era uma embarcação extremamente rápida, porém teve um tempo de vida bem curto.

Em junho de 1813 o Teazer foi perseguido pelo corsário de John Sherbrooke, Nova Escócia (Corsário era uma embarcação armada privada que possuía autorização para atacar, roubar e afundar navios mercantes de países inimigos).

O Young Teazer por ser mais rápido conseguiu escapar e se esconder para dentro de um nevoeiro. Pouco tempo depois, outro navio, o HMS La Hogue, encurralou o Teazer em Mahone Bay.

Ao anoitecer o HMS e outro navio se prepararam para executar o Teazer que não tinha para onde fugir. O La Hogue enviou uma embarcação menor para que os tripulantes pudessem sair antes que a embarcação fosse destruída porém quando a pequena embarcação se aproximava o Teazer explodiu.

Apenas 7 tripulantes sobreviveram e contaram que viram pela última vez o primeiro Tenente do Teazer, Frederick Johnson correndo em brasas de fogo.


Enlouquecido, Johnson jogou as cinzas em munições matando a si e outros 30 tripulantes, que agora encontram-se em túmulos sem marcações em um cemitério Anglicano em Mahone Bay.

Logo após essa tragédia, vários relatos começaram a surgir. Pessoas diziam que o Teazer surgia das profundezas como um navio espectral. 

No ano seguinte em 27 de junho, as pessoas ficaram surpresas ao ver a aparição no mesmo local onde o Teazer fora destruído. Conforme o navio se aproximava, reconheceram que na verdade era o corsário que desapareceu em uma nuvem enorme de chamas.

A história se espalhou por todo o país e no próximo ano varias pessoas procuravam pelo “barco de fogo”. Certamente ele apareceu novamente e é uma lenda bem viva até hoje.

Se quiser ver este navio fantasma vá até Mahone Bay em uma noite de nevoeiro, preferencialmente naquelas noites que se enquadram em luas cheias de 3 dias.

4. Octavius
Este navio foi descoberto a oeste da Groelândia em 11 de Outubro de 1775. Uma equipe embarcou no navio que parecia abandonado, descobrindo que na verdade toda a tripulação de Octavius estava morta aparentemente congelada.

O comandante foi encontrado em sua cabine também congelado com uma caneta na mão ainda escrevendo em seu diário. Ele estava acompanhado de uma mulher, uma criança coberta com uma manta e um marinheiro segurando um barril de pólvora. 

Os descobridores do navio o deixaram as pressas levando apenas o diário do comandante. Infelizmente, o estado congelado do diário só permitiu que se recuperasse a primeira e última página. O último registro do diário era datado de 1762 significando que o navio estava no mesmo estado de 13 anos antes de ser descoberto.


Octavius havia deixado a Inglaterra para o Oriente em 1761 e o comandante optou por ir por uma rota mais curta, porém traiçoeira, através da até então invicta passagem do Noroeste. Acredita-se que o navio tenha ficado preso no gelo enquanto passava pelo norte do Alasca. A descoberta do navio significa que ele foi o primeiro a navegar pela Passagem do Noroeste, embora a tripulação na tenha sobrevivido para testemunhar isso. Presume-se que o navio se liberou do gelo algum tempo depois e navegou por 13 anos até que pudesse ser descoberto.

Octavius e sua tripulação morta nunca mais foi visto depois desse encontro.

3. Lady Lovibond
Era 13 de fevereiro de 1748, para comemorar seu casamento, Simon Reed levou sua nova esposa para um cruzeiro em Portugal a bordo de seu navio o Lady Lovibond, bem em uma época em que era considerado má sorte ter uma mulher a bordo.

Claro que isso é puro machismo e o azar mesmo foi Simon ter escolhido como primeiro marinheiro John Rivers que estava apaixonado pela sua esposa.

Tomado pela inveja, John matou Simon e navegou o Lovibond para o notório Goodwin Sands, canal Inglês conhecido por inúmeros naufrágios.

Todos a bordo de Ladi Lovibond morreram, o inquérito determinou que foi um acidente.

Exatos 50 anos depois do acidente dois navios diferentes testemunharam ter avistado o navio fantasma navegando pelas areias de Goodwin. Em 13 de fevereiro de 1848 pescadores locais viram um acidente de navio na área e botes foram enviados para investigar, mas nada foi encontrado.

Em 13 de fevereiro de 1948, o fantasma de Lovibond foi visto pelo Capitão Bull Prestiwick e foi descrito como parecendo real, porém com um estranho brilho verde.


Infelizmente você terá que esperar até 13 de fevereiro de 2048 já que Lady Lovibond só aparece uma vez a cada 50 anos.

2. Mary Celeste
Este é de fato o maior e mais documentado mistério marítimo de todos os tempos.

Até hoje, os eventos que levaram a tripulação de 8 mais 2 passageiros a desaparecer da face da Terra são um tema de grande controvérsia em debate.

Em 13 de Dezembro de 1872, uma pequena embarcação a vela de dois mastros entrou na Baía de Gibraltar. O Mary Celeste havia navegado de Nova Iorque em 7 de novembro, e se dirigia para Genoa com uma carga de 1701 barris de Alcool. Na tarde de 5 de dezembro, o capitão Morehouse reconheceu um navio como sendo o Mary Celeste, ele era muito amigo do capitão Briggs do Mary Celeste. Morehouse se assustou ao ver a guinada irracional de Celeste pois sabia que seu amigo era um marinheiro muito talentoso. Após duas horas de tentativa de comunicação sem resposta, Morehouse resolveu embarcar no navio fora de controle. Celeste parecia ter sido abandonado as pressas, todos os documentos da embarcação estavam faltando com exceção do diário do capitão. Seu último registro informava que o navio já tinha passado dos açores em 25 de novembro. Surgiram histórias de xícaras de chá quentes, metade do café da manhã largado e cachimbos acesos, porém provavelmente essas histórias são falsas. Ainda assim, ficou evidente que o navio foi abandonado as pressas sem nenhum sinal de violência ou luta. Estoque para 6 meses de comida e água fresca ainda estavam a bordo, pertences pessoais da tripulação foram deixados intactos. Toda a carga foi contabilizada, com exceção de 9 barris que estavam vazios. Não houve danos a embarcação o que levou alguns a acreditarem que Celeste foi abandonada devido o mau tempo.

Porém esta teoria contradiz com a personalidade do capitão Briggs que era descrito como um homem bravo e corajoso que só abandonaria o navio caso houvesse um risco eminente de perda de vida o que não era o caso.

Morehouse navegou Celeste até Gibraltar, chegando em 13 de Dezembro.

Foi designado um inspetor marinho que ficou encarregado de investigar o caso e descobriu o que parecia ser algumas manchas de sangue na cabine do capitão junto a uma faca ornamental, e uma faca e uma marca de corte profundo em uma grade que ele comparou como sendo de um machado ou um outro objeto pontudo que não foi encontrado no navio apesar do dano segundo ele ser aparentemente recente.

Não foi encontrado nenhum dano ao navio que estava em perfeitas condições.

Muitas explicações foram apresentadas para o evento: pirataria, fraude de seguro (sendo que Briggs e Morehouse estariam juntos nessa), terremoto marítimo ou outros fenômenos, explosão causada pelos vapores da carga, comida contaminada que teria enlouquecido a tripulação e varias outras teorias paranormais.

Nos 13 anos seguintes Celeste passou de mão várias vezes, com várias mortes trágicas, seu último capitão encalhou o navio propositalmente para fazer uma reivindicação de seguro falsa.

Em 2001 uma agência marítima afirmou ter encontrado os destroços do Mary Celeste apesar dos céticos afirmarem que a centenas de naufrágios similares e que seria impossível determinar a identidade do navio.

1. Ourang Medan
Era junho de 1947, diversos navios receberam mensagens frenéticas de código Mórse vindas do cargueiro Holandês Ourang Medan.


Vários deles responderam. A mensagem informava que todos os agentes, “incluindo o capitão”, estavam mortos deitados na casa de navegação e na ponte, possivelmente “toda a tripulação morta”. Pouco depois uma segunda mensagem foi recebida com a seguinte mensagem “Eu morro”.

Postos de escuta Holandeses e Britânicos conseguiram triangular a posição de Ourang Medan e depois de algumas horas um navio conseguiu chegar até o cargueiro.

Uma equipe pequena conseguiu entrar no navio aparentemente intacto e chegaram a ponte onde um rádio estava tocando. Vários membros do navio, incluindo o capitão foram encontrados mortos. Mais corpos foram encontrados na plataforma de carga incluindo um cão congelado e nenhum sobrevivente a bordo.

O que é mais preocupante foi a natureza dos corpos, todos estavam congelados olhando para cima em direção ao Sol, os braços estendidos, as bocas abertas e um olhar de horror imenso em seus rostos. A sala de mensagens revelou o autor das mensagens também morto, a mão ainda sobre a chave do aparelho, os olhos bem abertos e os dentes  expostos deixando que o que ele viu foi algo sem igual e indescritivelmente apavorante. Um detalhe intrigante é que não havia nenhum, eu disse nenhum sinal de lesões em nenhum dos corpos.

A equipe de resgate tentou entrar na baía de carga, mas uma pequena explosão de origem desconhecida resultou em um inferno incontrolável forçando a equipe a abandonar Ourang Medan rapidamente.

Em alguns minutos Ourang Medan afundou, desaparecendo nas profundezas do oceano para sempre.

Apesar de não existirem registros claros de um navio chamado Ourang Medan, muitos teóricos da conspiração acreditam que o navio estava agindo sobre um nome falso transportando algo que “oficialmente” não existia. Especulações acreditam em piratas invadindo o navio e matando a tripulação, mas isso não explicaria o estado em que os corpos foram encontrados e a ausência de ferimentos. Alienígenas e Fantasmas também são algumas das teorias, mas o fato é que o destino de Ourang Medan e sua tripulação até hoje permanecem um mistério.

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