13 de fevereiro de 2013

Um ser Corcunda com Rosto de Coruja e Penas de Codorna..


Por Pastor Olavo José Fonseca*

Gostaria de compartilhar com os leitores deste site mais uma experiência vivida por mim, e que envolvia um ex-inquilino que morou em minha residência.

As experiências com o mundo sobrenatural têm me ensinado que nós nunca devemos menosprezar ou subestimar os sinais quando eles aparecerem...

O fato que vou relatar é muito forte, triste, desagradável e não me traz nenhum prazer ou alegria em compartilhar com os leitores. Infelizmente eu não pude impedir que o pior acontecesse. Teve como consequência o suicídio, com ocorrências policiais, processo jurídico e destruição completa de um lar aparentemente feliz. Estão documentados em hospitais, delegacia, fórum e em manchetes de jornais na cidade de Ipatinga-MG.

Eu, o marido e a sua esposa sabemos de tudo o que foi visto e falado naquela sala. Ninguém era inocente ou ingênuo.

Muitos da cidade e do referido bairro lembram-se deste fato. Mais ninguém, a não ser eu, o marido e a sua esposa sabíamos da verdade oculta e sobrenatural que fez com que tudo acontecesse naquela casa naquele dia fatal.

Sinais foram dados e eles foram avisados de forma sobrenatural. Ele veio para matar, roubar e destruir.

Para evitar constrangimentos, indenizações, ou quaisquer consequências deste relato, não usarei o nome de batismo aos envolvidos.

No ano de 1986 eu morava na cidade de Ipatinga-MG, no bairro Ideal, na rua Manoel Izídio, em uma casa que na época eu havia comprado da Usiminas, onde eu havia trabalhado no período de 1977 a 1988.

No período de 1983 aos 1985 eu aluguei este imóvel para uma casal, vou chamá-los de "marido" e "esposa".

Em janeiro de 1986, voltei a morar no referido imóvel e este meu inquilino mudou para uma casa que seria a terceira depois da minha, nesta mesma rua.

Certo dia, pela manhã, fui fazer evangelismo nesse bairro, toquei a campainha da casa onde estaria morando esse ex-inquilino para lhe dar um folheto com alguns textos Bíblico e ao mesmo tempo convidá-los: ele, a esposa e seus dois filhos para um culto na igreja onde eu era o pastor titular.

Quem me atendeu com os olhos arregalados foi o marido. Muitíssimo assustado, aparentando nervosismo, ele me convidou para entrar em sua casa, o que não era a minha intenção nesse dia, pois teria umas três mil casa para entregar esse folheto, e queria fazer todas as casa em um só dia.

Mas percebendo a necessidade desse homem, ex-inquilino e amigo, entrei na sala e ainda em pé ele começou a me dizer o que estaria acontecendo. Ele me disse: "Pastor, o senhor não vai acreditar o que eu vi com os meus olhos abertos! Eu vi um ser estranho dentro da minha casa. Era um homem corcundo, com o rosto de coruja e penas de codorna. Ele andava dentro de casa indo de um quarto para o outro, entrando e saindo sem passar pelas portas, ele atravessava as paredes! Quando ele ia de um quarto para o outro eu corria para a porta do quarto onde ele acabava de entrar, para eu poder vê-lo. Novamente ele passava pela parede, atravessando-a, como se não houvesse nada, e assim foi fazendo. Eu juro, Pastor! Eu não sonhei, eu não dormi! E até agora não consegui dormir preocupado com tudo isso. Estou falando a verdade!”.

Eu ouvia os seus relatos, mas Deus o Todo Poderoso, criador dos céus, da terra e de tudo que nela há, abriu os meus olhos naquele momento e eu pude ver claramente, esse mesmo ser atrás de mim ouvindo tudo. E Deus, me disse:

Meu filho, diga para ele que este ser é o diabo e que ele só vem para matar, roubar e destruir. Diga para ele que o diabo vem para trazer enfermidades, problemas financeiros, conjugais, desemprego e  muitos outros males, mas que hoje ele veio aqui com uma missão específica: para matar, através de suicídio, alguém desta casa. Diga a ele para  se agarrar  a mim, que o suicídio não acontecerá, poque este demônio terá que passar por cima de mim antes de atingir alguém desta casa. Mas se ele permanecer distante de mim, o suicídio vai acontecer, alguém desta casa  com certeza vai cometê-lo.

Reportei a ele conforme o que Deus me falara. Conscientizei da seriedade dos prováveis fatos. Sendo assim, durante três meses eu fui até eles, em meu carro, e pegava o marido, a esposa e filhos de 2 e 4 anos, e os levava para a igreja, a fim de evitar o que seria fatal.

Muitas e muitas vezes eles recusavam ir, mas eu acabava os convencendo.

Ao fim desses três meses eles desistiram de irem comigo. Marido e esposa desacreditaram tudo o que viram e ouviram, principalmente o marido que teve a visão com os seus olhos abertos.

Eu trabalhava na Usiminas, era sábado minha folga semanal e minha esposa foi até a casa desse casal. Eu havia deixado o meu carro com um amigo para ele viajar a um casamento em certa cidade. Ele havia deixado a sua moto comigo. Coloquei o meu filho primogênito de 3 anos na moto e fui dar um passeio no bairro. Passei em frente à casa desse casal e vi o marido sentado do lado de fora em uma cadeira, em volta de uma mesa. A minha esposa acabava de adentrar em seu quintal e estava por bater na porta para chamar a esposa. Eu passei em frente e gritei o nome dele, dizendo que dentro de 5 minutos estaria ali na casa dele para conversarmos. Vi nitidamente toda as janelas e portas fechadas. Foi rápido o meu passeio, de menos de cinco minutos. Quando retornei, a rua se encontrava aglomerada de pessoas.

A minha esposa bastante assustada, agitada e nervosa veio até mim e me disse: “Meu bem, a esposa (disse o nome dela) acabou de se suicidar!!! Ela trancou toda a casa, deixou um bilhete para o marido (falou o nome dele), se trancou dentro do banheiro e com uma espingarda cartucheira de dois canos, deu um tiro no coração... Meu bem, ela puxou o gatilho com os dedos dos  pés! Eu estava batendo na porta e o marido estava do lado de fora, a casa estava toda fechada e eu ouvi um barulho muito grande e um grito dela chamando o marido, referindo o nome dele. Quando eu cheguei, ele já a tinha socorrido levando-a para o hospital."

Deixei o meu filho que estava comigo na moto com a minha esposa, e saí correndo para o hospital. Passei por um caminho que seria o mais longe, indo do bairro Ideal passando pelo bairro Cariru. Corri muito naquele dia. Cheguei ao hospital e eles ainda não haviam chegado. Esperei quase uma hora. Percebi que eles vieram pelo caminho oposto, que seria o mais perto, seria do Ideal passando pelo horto. Só que nesse trecho havia na época trilhos de linha férrea da Vale do Rio Doce. Sempre as locomotivas com muitos vagões paravam interditando o prosseguimento do itinerário até o hospital. Foi exatamente o que aconteceu, eles foram pelo caminho mais curto, e quando eles se aproximavam desse local, coincidentemente no mesmo horário veio uma locomotiva com muitos vagões e interrompeu o trânsito, e eles ficaram em um engarrafamento impossibilitados de fazer o retorno, para ir por outro caminho. Esse engarrafamento perdurou por horas.

Demoraram muito, mas chegaram. Eu corri até o seu carro, ele a segurava em seus braços, chorando dentro do carro e outra pessoa estava ao volante. Eu tomei ela em meus braços toda ensanguentada e já morta.

O marido chorava muito e começou e me dizer: "Pastor, eu não  acreditei! Ela se suicidou, Pastor! Ela agora está morta! Eu não acreditei, Pastor, ela morreu...!"

Falou com remorso e permaneceu chorando copiosamente até o dia do sepultamento.

Fizemos o funeral. Houve ocorrência policial. Mais adiante, os familiares, que nada viram, processaram o marido por assassinato. Eu e minha esposa fomos intimados judicialmente como testemunhas dos fatos e conforme descrevi aqui, nossos depoimentos constam nas audiências judiciais.

Sempre que eu vou a Ipatinga-MG, visito-o em sua nova residência.

Realmente aquele ser corcunda, rosto de coruja e de penas de codorna veio para matar, roubar e destruir. Ele cumpriu fielmente a sua missão naquele lar.

*Olavo José Fonseca é pastor, possui e divulga os negativos e as duas fotos misteriosas e sobrenaturais, que mostram o arrebatamento e a Guerra do Armagedom que surgiram por milagre em três revelações. Visite seu site!


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