25 de fevereiro de 2013

Maldição de Mãe


Por Márcio André*

Esse relato, além de ser verdadeiro, é doloroso, porque o que menos esperamos é ter a própria mãe como protagonista da maldade que se recebe na vida. Para preservar a pessoa, relatarei sem dar nomes aos bois. A intenção deste texto é alertar as pessoas que, assim como eu, duvidam ou duvidaram da maldade que a própria fazia contra nós mesmos.

Cada vez que uma namorada minha não agradava a minha mãe, meus relacionamentos ficavam conturbados.
A primeira namorada, com a qual fiquei quase 6 anos, foi a primeira vítima dessa maldade, que tinha como foco, separá-la de mim.

Quando essa jovem – na época – sofreu um acidente de carro que a fez levar 52 pontos somente no rosto, encarei o evento como fatalidade e não me atentei ao pequeno detalhe: minha mãe estava sem falar com ela há 1 ano, mas foi ela a primeira a chegar no hospital e como funcionária federal – INSS – exigiu uma bela cirurgia plástica para evitar que ficassem as marcas dessa tragédia. Um rosto lindo, agora todo deformado por diversos cortes.

Eu, tolo, acreditei que o gesto foi para se reconciliar com ela, aproveitando o momento delicado. Que nada! A consciência lhe pesou! O namoro acabou e até hoje eu não tenho resposta para o fim dele.

Já no relacionamento seguinte, apesar de ter sido avisado por uma entidade espiritual sobre os procedimentos dela, não acreditava que o nível de maldade era acima, mas muito acima do que eu poderia imaginar.

Bem, uma vez mais contrariada com essa nova namorada, porque eu vivia mais tempo com ela do que em casa, me relacionava muito bem com a mãe dela, algo raro aconteceu: uma doença venérea que surgiu do nada na minha namorada pôs fim no namoro, afinal, sendo ela virgem e eu o primeiro a se relacionar sexualmente com ela, fiquei sem saída.

Óbvio que fui buscar auxílio médico para me certificar que eu não tinha nada, e apesar da resposta negativa dos exames, não consegui convencê-la de que eu não era responsável pela transmissão daquela doença.
Saltando no tempo, para encurtar o relato, já que novas namoradas vieram e todas se foram, acabei por engravidar uma ex-vizinha e com ela me casei.

Ela aproveitou o talento da minha mãe e juntas, fizeram muitas “obras espirituais” que faz da minha vida um tormento que já dura 12 anos.

Separei-me dessa mulher com 5 anos e meio de casamento, mas até que eu efetivamente conseguisse me separar dela, foram 3 tentativas. Em cada uma delas, eu era acometido por uma doença que me colocava de cama.

No dia que eu tirei forcas do infinito e deixei meu apartamento, pensei que eu fosse morrer de tão mal que fiquei. Eu só tinha ficado em estado parecido quando eu tive dengue. Mas meu erro foi ter voltado para a casa de minha mãe, a parceira da minha ex-mulher nas magias negras.

Para a minha alegria e o início do meu maior tormento, reencontrei uma grande alma e com ela me casei – até hoje estamos juntos. Essa doce alma, graças a Deus, é espírita como eu, trabalha com excelentes entidades e juntos passamos pelos sofrimentos mais atrozes que tivemos em nossas vidas. Essa batalha, para nós, começou em 2002 e dura até hoje.

Bem, como pude ter a certeza de que minha mãe era a protagonista do meu terror? Agora você saberá.
Num belo domingo de sol, ainda descrente – demorei a despertar -, fui visitar os meus pais que não moravam longe de mim, mas nada comuniquei a minha esposa, recém operada, que ficou em casa cozinhando.

Ao chegar à casa dos meus pais, minha mãe, com a cara mais santa do mundo, me entregou um “pack” com 3 cuecas novas, dizendo que era um presente. A agradeci, sem nenhuma desconfiança, e parti para a casa a fim de dar assistência a minha esposa. Durante o trajeto, minha mulher me chamou pelo celular para me perguntar por onde eu andava. Tentei omitir, pois sabia que ela ficaria chateada comigo. Sem perder tempo ela me perguntou com certo temor: - "O que você acabou de receber da sua mãe?"

Eu lhe disse o que era. Imediatamente ela me disse: - "Jogue isso fora agora, porque está trabalhado por um mago negro! Minha protetora acabou de me contar isto!"

Gelei! Como ela pôde saber? Mas sem desobedecer, despachei as 3 cuecas na rua mesmo e voltei para a casa com a certeza que, enfim, eu precisava ter sobre minha genitora.

Durante esses longos anos, eu e minha esposa, cada um, tivemos doença venérea, herpes genital, perdemos 3 bebês, tivemos enfermidades horrorosas, ficamos internados várias vezes, eu quase tive uma infecção generalizada... enfim, estamos em 2013 e ainda enfrentamos muitas batalhas espirituais, obviamente que abrandadas pelos nossos protetores.

O que sabemos é que vários cemitérios do RJ já foram palcos de inúmeros trabalhos de magia negra.
Nem minha mãe, nem minha ex-mulher sabem onde estamos, já que deixamos o Brasil também por esses motivos há 5 anos, mas mesmo assim, temos tentado doutrinar diversos espíritos trevosos que ainda insistem em nos trazer danos.

Para encerrar, a filha que nasceu é uma estranha para mim, já que desde que ela tinha 5 anos de idade eu não a vi mais. Hoje é uma adolescente de 15 anos, que me odeia, certamente alimentada por um ódio pelas “amigas íntimas” que transformaram nossas vidas num verdadeiro inferno.

Você que me lê, espero ter contribuído de alguma forma em sua vida.

* Sou um cidadão comum, crente em Deus e na espiritualidade. Sou espírita para ter vivido muitas experiências e não porque me disseram que é bacana ser.


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