16 de janeiro de 2013

Meu primeiro filho


Por Katie Wayans

Olá pessoal! Não queria que este relato ficasse muito grande, porém ficará pois só assim vocês entenderão o que de fato ocorreu. (Nomes fictícios)

Eu conheci meu marido na escola, até então ele era meu professor de educação física (ele tinha 35 anos e eu 16), e depois de um tempo começamos a nos gostar e depois de algumas semanas ele me contou que era casado, até em então eu quase pirei (acho muito desrespeito sair com homem casado, neste caso sou chata), porém ele me disse que se separaria para poder ficar comigo, e como eu era apaixonada nele disse que só assim ficaria com ele.

Passado 1 mês, ele veio com a notícia de quem faltava apenas uma assinatura para tornar o divórcio oficial. Fiquei sem contato com ele nesse período. Uma semana depois, ele vem com a notícia que estava ofialmente separado e que agora podíamos ficar juntos (ele era casado e tinha/tem 2 filhos).
No começo do nosso ''namoro'', eu percebi que a ex-mulher dele ficou meio depressiva por conta da separação (pude ter essa percepção porque tinha contato com os filhos dele e de vez em quando eu a via). Até ai tudo bem.

Quando eu fiz 17 anos, no finalzinho do ano de 2009, o Marcos me pediu em casamento. Fiquei super feliz! Era o que eu queria e aceitei. Minha família nunca aceitou muito bem a situação, porém sempre respeitou muito, o que era bem semelhante com a família dele. Em dezembro nós nos casamos e fomos passar nossa lua de mel na Argentina, em Bariloche. Voltamos em fevereiro e em março/abril descobri que estava grávida.

Nós nos mudamos pra um apartamento e tava tudo maravilhoso. Com o decorrer do tempo, eu já tinha uma relação ótima com os filhos dele (são novinhos e lindos) e com a família também. Quando eu completei 6 meses de gestação, foi tudo ficando difícil pra mim, entrei em uma espécie de depressão, e por conta da falta da minha mãe tudo ficou mais complicado ainda (minha mãe mora na Itália com meu padrasto que foi transferido pra lá). Chamei a Dedé que sempre trabalhou na casa da minha vó pra me ajudar agora como casada. Meu bebê nasceu aos 8 meses e 2 semanas fiquei maravilhada, sempre quis ser mãe e o Gabriel é mais que um presente na minha vida. Porém quando eu fui pra casa senti uma energia muito negativa, não me sentia bem lá.

Quando o Gabriel completou 4 meses, eu voltei totalmente a ativa conciliando com a vida de mamãe e de mulher casada. Até que uma manhã de quarta-feira eu fui até a academia do prédio onde morávamos, e quando voltei fui direto ver o bebê que estava aos berros e vi um homem segurando o pezinho dele. Naquele momento eu entrei em desespero total, chamei meio marido, mas ele não acreditou, porém a Dedé, que é evangélica e muito devota a religião, acreditou e disse que já havia sentido uma energia ruim na nossa casa.

No dia seguinte pela manhã, eu tinha que resolver uns problemas de trabalho (do qual eu ia iniciar) e pedi a Dedé pra ficar com ele durante umas 2 horas, porque não podia deixar com meu marido porque ele saia cedo pra trabalhar as quintas-feiras. Fui tomar banho pra me arrumar enquanto a Dedé ajeitava o quartinho do neném, quando ouço a porta bater e a Dedé aos gritos e aos prantos, corri desesperadamente até o quarto e a vi sentada com o Gabriel nos braços chorando e apontando pro berço dizendo que ''ele tá ai'' (sinceramente eu nunca vi a Dedé chorando e uma mulher de 32 anos não iria mentir). Acalmei ela e acalmei o bebê. Fiquei tão atordoada que nem fui fazer minha entrevista de emprego. Fomos pra cozinha e a Dedé foi logo dizendo ''Você precisa fazer alguma coisa, se não pode acontecer alguma coisa com o Biel (apelido que ela colocou). Eu tô sentindo que algo quer pegar ele''. Depois que ela disse isso meu coração gelou, não sabia o que fazer. Liguei pra minha mãe e ela me disse que era pra eu levar ele há uma ''rezadeira'' mas eu sabia que não era isso que ele precisava.

Neste mesmo dia, a tardinha, quando o Marcos chegou, eu contei pra ele e vi que ele ficou meio preocupado também pois o Gabriel tava muito agitado, chorando muito, não dormia a noite direito. Depois do jantar, dei banho no neném e ele logo dormiu. Coloquei ele na cama e ele dormiu até umas 22:00 depois acordou, quando deu 23:30 ele dormiu de novo, tava morrendo de sono o meu pequeno mas parecia que ele tinha medo de dormir. Ajeitei tudo, coloquei ele no quarto e fui me deitar. Quando deu 3:58 da madrugada o neném começou a chorar eu ia me levantar pra ver, mas o Marcos disse que não precisava e que ele ia lá pegar ele. O Marcos veio com ele nos braços com uma cara totalmente assustada dizendo: ''Amor, eu vi um fantasma no quarto do bebê''. Era perceptível que o Marcos ficou totalmente assustado. Fechamos o quarto e colocamos o bebê pra dormir na cama com a gente, fiquei alerta depois disso.

No dia seguinte, contamos pra Dedé (o Marcos nem foi trabalhar) e ela disse que poderia chamar o ''pastor da igreja'' dela pra poder ver o que tava acontecendo. Ela ligou pra ele e horas depois ele chegou. Foi até o quarto do neném e não precisei dizer nada, ele começou a orar, logo após a oração ele disse que haviam feito um ''trabalho/macumba'' pra mim e pro Gabriel. Pediu pra mexer no berço e havia uma caixinha embaixo do colchão (fiquei espantada, até porque sempre mexi em tudo e nunca vi aquela caixinha ali) ele pegou a caixinha e disse: ''Tá ai o nosso problema''. Abriu a caixinha e dentro dela havia um cordão umbilical, sangue, um pouquinho de barro e o meu nome e do neném. Ele disse que uma tal de ''Mariana'' havia feito um ''trabalho'' pra que eu e o bebê fossemos atormentados e para que eu fosse morrendo aos poucos junto com o bebê. Eu quase pirei de ódio. O Marcos ficou boquiaberto. Ele perguntou se alguém da família dela havia entrado no quarto do neném e posto a caixinha maligna lá. Logo me lembrei que assim que o Gabriel nasceu, uma tia da Mariana (que é ex-mulher do meu marido), havia ido  levar os meninos pra conhecer o irmãozinho. Nunca fui com a cara dela, porém ela foi muito simpática e pediu pra ver o quarto do neném e como os filhos do Marcos são muito agitados, eu fiquei andando pela casa atrás deles e ela ficou sozinha no quarto (ou seja, ela colocou lá). Depois de todas as revelações o pastor orou por nós e disse que temos que ter muita fé pois há muita coisa pra acontecer. E uma coisa que me deixou um com a pulga atrás da orelha foi quando o pastor pegou o neném no colo e disse: ''Esse loirinho aqui é mais que um presente de Deus. Esses olhinhos azuis vêem coisas que não vemos'', mas não liguei muito.

Depois desse dia, não aconteceu mais nada de estranho, porém agora algumas coisas começaram a acontecer.

Fiquem todos com Deus, e nunca se esqueçam que a FÉ é o nosso alimento.

Fonte: Sobrenatural.Org


Sugestões da nossa loja oficial, a LojaSobrenatural.com.br
Comentários